Avenida Dom Helder Câmara passa por serviços de limpeza e recuperação de drenagem

Ascom/SDU Leste

Destinar ações que visem o aprimoramento da mobilidade urbana em Teresina é uma das missões da Prefeitura. Além de promover novas pavimentações em paralelepípedo, por meio da atuação das SDUs, a recuperação das avenidas e ruas também está inserida na programação, como é o caso da Avenida Dom Helder Câmara, no bairro Uruguai.

No local, a SDU Leste, por meio da Gerência de Obras e Serviços, está executando serviços de drenagem para minimizar os transtornos causados pelas águas das chuvas. Além disso, a Gerência de Serviços Urbanos também da SDU Leste executou a limpeza da via, com capina e varrição.

Para o superintendente João Pádua, a medida tem como objetivo melhorar toda a extensão da avenida para proporcionar uma melhoria estrutural para os veículos que trafegam por ela. “O período das chuvas chegou e, com ele, muitos transtornos com os alagamentos de ruas. Pensando nisso, estamos agindo de forma preventiva para fazer a recuperação da drenagem e amenizar os problemas com os alagamentos naquela região”, explicou o gestor.

SDU Leste inicia serviços de drenagem na Av. Pardal, no bairro Morros

Com o objetivo de promover a recuperação de ruas, a Gerência de Obras e Serviços da SDU Leste está executando serviços de melhorias na Avenida Pardal em virtude da passagem natural das águas de um riacho que passa no cruzamento da Avenida com a Av. Dom Bosco, no bairro Morros.

De acordo com o gerente de Obras e Serviços do órgão, Danilo Alien, a equipe de profissionais que está atuando no local está providenciando a construção de uma galeria para canalizar as águas do riacho que passa na região. A intenção é minimizar os transtornos que deterioram o asfalto da Avenida Pardal.

Após a finalização da galeria e dos demais serviços de drenagem, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Semduh) atuará em parceria com a SDU Leste para promover a pavimentação asfáltica do local.

De acordo com o superintendente João Pádua, a medida visa garantir o aprimoramento da via para permitir uma melhor mobilidade urbana aos moradores da região. “O local é uma importante via para que trafega por ela, mas em detrimento das águas do riacho o asfalto estava comprometido, dificultando a passagem de veículos. Pensando nisso, a SDU Leste vem fazendo um trabalho intensivo para promover a recuperação do local, sobretudo a construção da galeria, que minimizará consideravelmente os transtornos daquela região”, ressaltou.

 

Drenagem da área do viaduto da Tabuleta vai ganhar melhorias

Ascom/SDU Sul

Engenheiros encarregados pela obra de construção do viaduto que vai ligar as avenidas Barão de Gurguéia e Henry Wall de Carvalho e o superintendente da SDU Sul, Paulo Lopes, estiveram na manhã de hoje (13) acertando os últimos detalhes do projeto de melhoria de drenagem daquela área.

De acordo com o engenheiro responsável pelo projeto, Urias Gonzaga do Nascimento, essa avaliação no sistema de drenagem da área é necessária por conta, principalmente, das mudanças que serão implementadas nas vias de acesso. “Com essa nova concepção das vias temos que deixar a rotatória que ficará embaixo do viaduto sem nenhum acúmulo de água. Mas não teremos nenhum grande impacto agora, porque a maioria do sistema daqui já está definido. Trata-se apenas de uma nova adequação”, explicou.

O projeto deve ser concluído em um prazo de 30 dias e todo o serviço estará finalizado antes da conclusão da obra do viaduto, previsto para o mês de abril de 2020.

O investimento na construção do viaduto é superior aos R$ 25 milhões, recursos do Governo Federal, através do Pacto pela Mobilidade, com a contrapartida da Prefeitura de Teresina. “É uma obra de extrema importância para mobilidade da cidade, principalmente para o corredor de ônibus da zona Sul”, lembrou o superintendente Paulo Lopes.

Ainda segundo Paulo Lopes, a maior parte da obra já foi concluída e até o início do mês de abril do próximo ano estará sendo inaugurada. Os trabalhos no local devem sofrer um pequeno intervalo neste fim de ano por conta de regras trabalhistas da construtora. O retorno está previsto para 10 de janeiro.

Plano Diretor irá combater problema histórico de drenagem em Teresina

Alagamentos e problemas de drenagem em geral são comuns nas grandes cidades brasileiras, e na capital piauiense não é diferente. Para combater este problema, além das obras de drenagem que estão em curso, a Prefeitura de Teresina está criando soluções a partir do Novo Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT), que define zonas de maior cuidado com a drenagem e estabelece regras sobre a taxa de permeabilidade do solo nas futuras construções da cidade.

O escoamento das águas das chuvas é um dos eixos reguladores do plano diretor, lei municipal que trata de todo território do município, definindo como ele deve funcionar, crescer e se desenvolver. O plano é revisado a cada dez anos, e a nova versão que está sendo elaborada é a primeira a dar mais atenção para a questão da drenagem.

“Teresina é uma cidade entre rios, com vários cursos d’água naturais que compõem as microbacias que foram mapeadas pelo plano diretor de drenagem. Quando você ocupa desorganizadamente essas regiões, as edificações são atingidas pelas inundações. Por isso, precisamos dessa regulamentação através do Plano Diretor e outras leis de drenagem”, explica a arquiteta urbanista e assessora de coordenação da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (Semplan), Thisciane Pessoa.

Solo permeável reduz risco de inundações

Pela nova proposta, as construções feitas na cidade deverão respeitar uma taxa mínima de permeabilidade do solo, assim como se adequar às características ambientais e geográficas do terreno. O intuito desse novo eixo regulamentador é permitir que o escoamento da água aconteça de forma natural, absorvida pelos lençóis freáticos ou escoada pelas micro bacias que deságuam nos rios Poti e Parnaíba.

Mapa das microbacias que alimentam os Rios Poti e Parnaíba

A taxa de permeabilidade corresponde ao percentual do terreno que obrigatoriamente deve ser livre de edificação. Ou seja, neste espaço o solo deve ser completamente permeável, permitindo que a água da chuva seja absorvida sem qualquer impedimento pelo lençol freático.

As áreas suscetíveis a inundações foram mapeadas para garantir que esse escoamento natural aconteça. Em alguns casos, esse mapeamento estabelece diferentes taxas de permeabilidade do solo nas zonas da cidade, podendo chegar a 35% do lote em que a obra será construída.

Thiscianne Pessoa explica que Teresina precisa de um solo permeável de fato, com vegetação onde a água possa infiltrar, mas isso acaba não acontecendo com o atual processo de expansão urbana.

“É interessante destacar que antes a gente não tinha a taxa de permeabilidade como uma obrigação em todas as zonas. O nosso objetivo com essas medidas é evitar novos problemas. Hoje, a prefeitura já tem uma série de obras estruturantes, como as galerias, voltadas aos problemas de drenagem que a gente criou no passado. Estes gastos podem ser evitados no futuro”, comentou Thiscianne Pessoa.

Obras de drenagem em geral exigem uma engenharia complexa e geram transtornos no tráfego, além de demandarem altos investimentos. Um exemplo é a galeria da Zona Leste de Teresina, que com uma extensão de 6Km consumirá quase R$ 50 milhões dos cofres públicos. Com um planejamento eficiente e preocupado com a drenagem, boa parte destes recursos poderia ser economizada e aplicada em outras áreas. Para efeito de comparação, os R$ 50 milhões necessários para construir 6Km de galerias seriam suficientes para construir cerca de 100 Unidades Básicas de Saúde..

Zoneamento respeitando as características da cidade

De forma geral, o plano estabelece que Teresina precisa crescer de forma sustentável, sendo capaz de se desenvolver economicamente e proporcionar uma melhor qualidade de vida para toda a população. Mas para isso, a cidade deve utilizar os recursos da natureza de maneira eficiente. E foi por esse motivo que as divisões de macrozoneamento e de zoneamento da cidade passaram a utilizar o mapeamento do Plano Diretor de Drenagem do município e criar regras específicas para as construções e a drenagem da água.

Mapa com a divisão de zoneamento da capital

A partir desse mapa fica estabelecido as Zonas Especiais de Uso Sustentável – ZEUS, as Áreas de Preservação Permanente – APP, a Zona de Interesse Ambiental – ZIA, entre outras, cada uma com suas normas específicas do que e como pode ser construído. Em alguns casos, a variação da taxa de permeabilidade do solo pode variar de  2,5%, 5% , 15% até 35%.

Teresina avança com obras relevantes no plano de mobilidade urbana e de drenagem

Fotos: Rômulo Piauilino

“Contribuir para o plano estrutural da nossa cidade e melhorar, consideravelmente, a vida dos moradores é uma das nossas maiores missões”, afirmou o Prefeito Firmino Filho, na manhã desta sexta-feira (22), durante visita às obras da zona Leste e Sul da capital. Firmino Filho estava acompanhado por uma comitiva de vereadores de Teresina e dos superintendentes das SDUs.

A primeira obra visitada foi a Avenida Ulisses Marques, que ligará as avenidas Presidente Kennedy e Raul Lopes, e já está recebendo pavimentação asfáltica no seu segundo trecho. No local, Firmino Filho ressaltou a importância da obra para a região, sobretudo para o plano de mobilidade de Teresina, já que promoverá a ligação das regiões Leste, Centro/Norte e Sul. “Essa é uma obra de grande relevância para a nossa cidade. Estamos empenhados em entregá-la o mais breve possível para possibilitar a ligação de várias zonas”, destacou.

Além da pavimentação asfáltica no seu segundo trecho, a SDU Leste já concluiu a pavimentação asfáltica no primeiro e agora está providenciando a execução dos serviços de meio fio. A via terá 4,6 km de extensão e o investimento é de R$ 20,64 milhões, contemplando também calçadas, sinalização viária e intervenções de drenagem. Além do asfalto do primeiro trecho, a Gerência de Obras está finalizando a terraplanagem do segundo para receber a pavimentação necessária para concluir o serviço.

Outra obra visitada foi a Galeria da Zona Leste. O período das chuvas se aproxima e a SDU Leste tem destinado frentes de trabalho para promover o hábil andamento da obra que minimizará os transtornos causados pelos alagamentos na região.  Com investimento superior a R$ 49,4 milhões, a galeria é uma obra complexa e que terá 7 km de extensão. Os recursos são oriundos da Caixa Econômica Federal, com contrapartida da Prefeitura de Teresina.

“Atualmente, a obra está passando por intervenções na avenida marginal da João XXIII, sentido Centro-Leste, trecho que já se encontra em fase de finalização. Além disso, a SDU Leste está destinação outra frente de trabalho na Rua Helvídio Ferraz e, posteriormente, seguirá pela Eustáquio Portela”, explicou o superintende João Pádua.

Da obra da galeria, a comitiva seguiu para a zona Sul da cidade, onde visitou três das principais obras que estão sendo realizadas pela Prefeitura de Teresina na região. A primeira delas foi o Parque Ambiental da Floresta Fóssil. O parque contará com um Museu de Paleontologia, Centro de Apoio ao Visitante e um Bloco de Administração. A obra está orçada em aproximadamente R$ 15 milhões via CAF – Banco de Desenvolvimento da América Latina.

No local, o prefeito Firmino Filho lembrou que a ideia é construir um ponto de atração turística qualificada da cidade. “Essa semana tivemos a visita do Marcelo Dantas, um designer de museus que produziu, por exemplo, o museu da Língua Portuguesa em São Paulo, algo bem diferenciado. Vamos fazer algo realmente muito qualificado. Estamos muito empolgados com esse projeto”, destacou.

O Museu fica justamente ao lado de uma das maiores obras de mobilidade urbana da cidade, a chamada Via Sul, que liga a Avenida Marechal Castelo Branco a Avenida Manoel Ayres Neto, no Parque Sul. Segundo explicou o superintendente da SDU Sul, Paulo Lopes, o primeiro trecho, que vai do balão do Cefapi a Ponte Wall Ferraz, está quase pronto, faltando apenas a iluminação e a conclusão de uma alça de acesso a ponte. “Também estamos em ritmo acelerado no segundo trecho, que vai até a ponte Anselmo Dias. E já estamos licitando mais R$ 35 milhões para a construção da via iniciando na Ponte Anselmo Dias e seguindo até a Avenida Manoel Ayres Neto”, explicou.

São três pistas de rolamento de cada lado, um canteiro central de seis metros de largura, uma calçada do lado da floresta fóssil também de seis metros e outra de três metros do lado das residências. Ao todo, será investido nesta obra aproximadamente R$ 65 milhões.

A última obra visitada foi o Viaduto da Tabuleta, que liga as avenidas Barão de Gurguéia e Henry Wall de Carvalho, também na zona Sul. O investimento na construção neste viaduto é superior aos R$ 25 milhões, recursos do Governo Federal, através do Pacto pela Mobilidade, com a contrapartida da Prefeitura de Teresina. “Esse viaduto representa uma peça fundamental ao sistema Inthegra com o corredor de ônibus que se inicia no centro da cidade e segue ao terminal de integração do Parque Piauí. Além de trazer uma melhoria muito significativa ao trânsito na região”, destacou o prefeito.

Teresina será pioneira em PPP na área de drenagem

Semcom

O prefeito Firmino Filho apresentou nesta quinta-feira (17) no Palácio do Planalto, em Brasília, um projeto piloto para a realização de uma Parceria Público Privada na área de drenagem em Teresina. A apresentação aconteceu durante reunião com a secretária adjunta do Programa de Parcerias de Investimentos da Secretaria da Casa Civil, Verônica Sánchez.

A previsão é que sejam investidos mais de R$ 200 milhões na implementação de canais e galerias, infraestrutura em microdrenagem, incluindo pavimentação, manutenção do sistema de bombas, melhoria de áreas verdes e bolsões de retenção, além da recuperação de fundos de vale.

“Esse é um projeto bastante inovador, que será financiado pelo Governo Federal e poderá servir de referência para todo o país. É uma iniciativa bastante positiva para a cidade, evitando enchentes no período chuvoso, além de ter um grande impacto na qualidade de vida das pessoas”, ressaltou o prefeito Firmino Filho.

De acordo com a secretária municipal de Concessões e Parcerias, Monique Menezes, os primeiros investimentos serão realizados na zona Leste de Teresina. “Mas há também a intenção que a empresa contratada faça a macrodrenagem de toda a cidade”, adianta.

Obras de drenagem do Residencial Parque Brasil avançam

Ascom/SDU Centro Norte

As obras de drenagem do Residencial Parque Brasil estão avançadas e já se encontram em fase final. A galeria, que está sendo construída na Avenida Poti, fará o escoamento das águas oriundas das 1.022 unidades habitacionais destinadas às famílias reassentadas em intervenções do Programa Lagoas do Norte.

Foram instaladas tubulações, ramais, bocas de lobo e serão inseridos, ainda, dissipadores que farão o controle da força da água, para que haja o escoamento correto. O valor destinado somente para a drenagem do residencial é de R$ 491.969,36.

O Residencial, contemplado no Minha Casa Minha Vida com investimento no valor de R$1,2 milhão, terá o diferencial de ser o primeiro com drenagem e estação de tratamento de esgoto sanitário inclusos. As obras estão sendo coordenadas pela Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU Centro/Norte).

Além da construção das casas e apartamentos, a área total de aproximadamente 250 mil m² contará com a instalação de áreas verdes, quadras circulares para instalações futuras de equipamentos públicos, fornecimento de água, iluminação, além das ligações de esgotamento sanitário e drenagem da água das chuvas.

O superintendente executivo da SDU Centro/Norte, Márcio Sampaio, explica que a drenagem evitará que a área tenha problemas futuros no período chuvoso. “Esse sistema de drenagem beneficiará os moradores nos próximos períodos chuvosos, evitando transtornos e alagamentos”, pontua.

As obras iniciaram em setembro do ano passado com cronograma de conclusão em 14 meses. As unidades habitacionais apresentam uma área de 50 m², com sala, cozinha, banheiro e dois quartos e os apartamentos contêm três pavimentos. A entrega da obra está prevista para dezembro de 2019.

Semduh disponibiliza plataforma online para facilitar o dia a dia da população

A tecnologia tem sido uma grande aliada na prestação de serviços para a população. Pensando nisso, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Semduh), desenvolveu um site oficial, https://semduh.teresina.pi.gov.br/, que oferece informações atualizadas sobre o sistema de drenagem e de coleta de resíduos, regularização fundiária, obras de iluminação e asfalto.

De acordo com o secretário executivo do órgão, Vicente Moreira, pelo site é possível saber quais obras de drenagem foram aprovadas, conferir matérias sobre asfalto e iluminação em andamento, fazer a verificação do dia e horário da coleta domiciliar por bairro, identificar a localização exata dos Pontos de Recebimento de Resíduos (PRRs) e dos Postos de Entrega Voluntária (PEVs).

“Além disso, foi desenvolvido um sistema de gestão dos transportadores de resíduos da capital. Não só eles realizam o cadastro de suas empresas pelo site de forma prática, como fica disponível no site as informações de quem está autorizado pela Prefeitura de Teresina a fazer transporte de resíduo domiciliar e extradomiciliar, resíduos de saúde e resíduos de construção civil”, comenta o secretário executivo.

Vicente Moreira explica que a Prefeitura tem a obrigação de disponibilizar as informações das empresas legalizadas para o serviço e que pelo acesso online fica mais fácil para a população. “A legislação pune tanto o transportador não cadastrado quanto a pessoa que contratou a empresa ilegal. No site fica disponível a lista de todas as empresas autorizadas, separadas de acordo com o tipo de resíduo que podem transportar. Contratando uma empresa licenciada, o contratante tem a certeza de que aquele material terá uma destinação ecologicamente adequada”, destaca.

O site, desenvolvido pela própria secretaria, permite que o usuário verifique as informações de acordo com a coordenação de seu interesse. “Temos a Coordenação Especial de Limpeza Pública, com todas as informações de resíduos da cidade de Teresina, como é processada a coleta e a quantidade recolhida. Temos também a Coordenação Especial de Projetos, responsável pela aprovação de projetos de drenagem de empresas públicas e privadas, em que é possível verificar todas as empresas que já tiveram seus projetos analisados, aprovados ou reprovados pela Semduh. A página é completa e possibilita que a população se informe com apenas um clique”, completa Vicente Moreira.

SDU avança com os serviços de execução da galeria da zona Leste

A execução dos serviços da galeria da zona Leste segue dentro do cronograma planejado pela Superintendência de Desenvolvimento Urbano Leste (SDU Leste). Atualmente, a obra interditou uma parte do trecho das vias centrais da Av. João XXIII para prosseguir com o andamento dos serviços. As marginais da avenida estão liberadas para o tráfego dos veículos nos sentidos Centro/Leste e vice-versa.

Nesta etapa, a ação se estenderá até o final de julho em virtude da diminuição do tráfego no local por causa das férias escolares, para possibilitar o trabalho da SDU Leste, necessário para o avanço das obras e, consequentemente, para a solução dos problemas de alagamento na região.

“Ao verificarmos o andamento efetivo dos serviços ficamos satisfeitos com a execução. Nesta fase, a obra será promovida dentro do prazo previsto e esperamos que, em breve, consigamos avançar ainda mais pelos demais pontos da região. A galeria é um dos nossos grandes desafios de drenagem aqui na região e esperamos que no próximo inverno a população já possa contar com essa importante obra de drenagem das águas das chuvas. Para isso, pedimos a compreensão da população quanto aos transtornos que serão causados pelo avanço da galeria”, disse o superintendente João Pádua.

Considerada uma obra complexa, a galeria tem investimento superior a R$ 49,4 milhões, tendo aproximadamente 7km de extensão, passando pelos principais pontos da região Leste da cidade. O objetivo maior é minimizar os transtornos causados com os alagamentos decorrentes das águas das chuvas. Os recursos são oriundos da Caixa Econômica Federal, com contrapartida da Prefeitura de Teresina.

“Estamos frequentemente estudando as medidas necessárias para minimizar os transtornos à população. O resultado da construção da galeria trará inúmeros benefícios, mudando a vida de muitas pessoas que moram na região Leste”, completou o superintendente executivo da SDU, Ângelo Cavalcante.

 

Canal do Mocambinho ganhará urbanização e melhorias no sistema de drenagem

Ascom/SDU Centro Norte

Pensando em unir bem-estar e segurança em um só lugar, a Prefeitura de Teresina através da Superintendência de Desenvolvimento Urbano – SDU Centro Norte, executará a revitalização do Canal do Mocambinho, que ganhará urbanização e melhorias em seu sistema de drenagem.

O canal, localizado na Avenida Prefeito Freitas Neto, será totalmente reconstruído, com a inclusão de cobertura em laje e definição de espaços para o escoamento da água no controle de enchentes. Além disso, o local terá, ainda, um espaço de convivência com cobertura em estrutura metálica e pergolado em madeira, inclusão de jardineiras, bancos, lixeiras, postes de iluminação, sinalização urbana e área de retorno para veículos.

O projeto já está em licitação e tem recursos totais em aproximadamente R$ 3 milhões, oriundos de convênio com a Caixa Econômica. Após a conclusão da fase licitatória, com duração de até 90 dias, a obra será iniciada.

Weldon Bandeira, superintendente da SDU Centro Norte, enfatiza que além de trazer mais segurança para quem circula pelo local, a revitalização será mais uma opção de espaço de convivência na região. “Essa é uma obra muito solicitada, afinal, o canal é aberto e apresenta riscos para o trânsito de veículos na avenida. Com a urbanização, o local se tornará uma espécie de canteiro central, com laje, passeios, bancos, coberturas e iluminação”, completa.

Rômulo Marques, um dos arquitetos responsáveis pelo projeto, explica que além de melhorar a segurança dos carros que transitam pelo local, essa é uma obra que também tem como prioridade os pedestres. “Essa revitalização prezará, sobretudo, pela segurança e acessibilidade, com a presença de rampas e passeios para a melhor locomoção dos pedestres na avenida”, pontua.