Procon Estadual entrega equipamentos para estruturação do Procon Municipal

Por meio de um acordo de cooperação técnica que tem por objetivo a colaboração institucional para a defesa do consumidor, o Procon Estadual do Ministério Público do Piauí, realizou a entrega de bens móveis e equipamentos de informática ao Procon Municipal. Entre os materiais doados estão computadores, monitores, impressora, mesas e poltronas.

Segundo o Secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Marcelo Eulálio, essa aquisição vai proporcionar grande benefício para a sociedade. “Agradeço a disponibilidade e rapidez do MPPI em atender ao nosso pedido. Esses equipamentos vão fortalecer as ações do Procon Municipal, dando mais estrutura e condições para que em parceria com o Procon Estadual possa atuar na defesa do consumidor”, afirma.

Para a coordenadora do Procon Municipal, Nara Cronemberger, esses equipamentos serão importantes para melhorar a estruturação do Procon Municipal, que recentemente substituiu o sistema de atendimento.

“Com a mudança do sistema se tornou necessário também o reforço de equipamentos, e com essa nova aquisição será possível dar maior agilidade e celeridade no atendimento e registro de reclamações dos consumidores”, esclarece a coordenadora.

Essa ação foi possível a partir da criação do Fundo Estadual de Defesa do Consumidor que tem por objetivo financiar projetos que visem ressarcir a coletividade do Estado do Piauí por danos causados a todo e qualquer direito e interesse difuso e coletivo.

Foto: Divulgação (Semdec)

Vazanteiros, oleiros e artesãos discutem estruturação das atividades com técnicos do PLN

Um grupo de 12 trabalhadores (vazanteiros, oleiros e artesãos) dos bairros São Joaquim e Olarias, zona norte de Teresina, trataram de soluções para a estruturação de suas atividades com os técnicos do Programa Lagoas do Norte (PLN) e com o secretário municipal de Planejamento e Coordenação (Semplan), José João Braga Júnior. A reunião aconteceu na tarde desta terça-feira (08), na Unidade de Gerenciamento de Projeto do PLN.

Segundo os vazanteiros, as cercas que protegem suas plantações estão danificadas, propiciando a entrada de animais, como as capivaras, que destroem a produção. “A gente trabalha e as capivaras comem nossa plantação, ficamos no prejuízo. Viemos pedir que a Prefeitura possa ver essa situação e faça essa cerca”, afirma seu Valdir Monteiro Marreiros, vazanteiro há mais de 40 anos.

Outros problemas foram relatados na reunião, como o acesso entre a avenida Boa Esperança e o local da plantação. Com o tráfego de carros pesados, a entrada está danificada e também é necessário recompor a piçarra ao longo do trecho.

Os representantes dos oleiros e artesãos que comercializam seus produtos às margens da avenida Boa Esperança também relataram dificuldades pela falta de um espaço adequado tanto para a produção como para a venda. De acordo com a comunidade, cerca de 20 pessoas, hoje, vivem dessa atividade no local.  O pessoal que trabalha com a fabricação de tijolo ecológico também afirmou que necessita de um local propício, reservado, com estrutura para que possa produzir.

“Conversamos com a comunidade e ouvimos os relatos. Nossos técnicos farão o levantamento de toda a estrutura necessária para que esses profissionais exerçam suas atividades. Faremos o orçamento de tudo e buscaremos o financiamento necessário para essas obras”, garante José João Braga Júnior.

De acordo com a diretora geral do Programa Lagoas do Norte, Márcia Muniz, a equipe está indo até a comunidade verificar todas as necessidades. “Estamos dando seguimento ao programa sempre buscando seguir o principal objetivo do Lagoas do Norte, que é garantir a qualidade de vida das pessoas. Para isso, elas precisam ter a estrutura necessária para desenvolver suas atividades”, finaliza.