Nova sede da UBS do Parque Piauí será entregue na próxima sexta-feira

Cerca de 15 mil pessoas da zona sul de Teresina serão beneficiadas com o funcionamento da nova sede da Unidade Básica de Saúde (UBS) Diocina de Sousa Lima Neta, gerenciada pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) e localizada no bairro Parque Piauí. A solenidade de inauguração irá acontecer na próxima sexta-feira (22), a partir das 12 horas.

Com área construída de 456,91 m², a nova UBS leva o nome de Diocina de Sousa Lima Neta Silva, que foi presidente da Associação dos Moradores do Parque Piauí e ocupou cargos administrativos na Prefeitura. Além disso, a Unidade contará com 4 equipes de Estratégia de Saúde da Família que devem atender moradores do bairro Parque Piauí e adjacências. O valor do investimento correspondeu a R$ 994.008,49, oriundo do Governo Federal.

Segundo o presidente da FMS, Charles Silveira, a inauguração dessa UBS faz parte da requalificação da Atenção Básica de Teresina. “Muitas UBS funcionavam em prédios alugados ou dentro de ambientes hospitalares. Essa Unidade do Parque Piauí, por exemplo, era a última que ainda funcionava dentro de hospital. O objetivo é que todas as UBS tenham sede própria.”

A nova UBS obedece às exigências do Ministério da Saúde (MS). “A FMS adaptou o projeto original do MS às peculiaridades da nossa região, como exemplo, ao invés da colocação de telha cerâmica foi utilizada a termoacústica, que requer menor manutenção e melhora a sensação térmica para os pacientes”, destaca a Chefe de Núcleo de Projetos e Obras da FMS, Natássia Sales.

“Nas Unidades Básicas de Saúde, os usuários podem receber atendimento básico e gratuito nas áreas clínicas. São ofertadas consultas médicas e de enfermagem, inalações, injeções, curativos, vacinas, coleta de exames, tratamento odontológico, fornecimento de medicação básica e, em casos específicos, encaminhamento para consultas especializadas”, ressalta o diretor de Atenção Básica da FMS, Francisco Pádua.

Conheça a estrutura da UBS do Parque Piauí

Para o completo funcionamento da UBS, foram construídos dois consultórios com sanitários, uma sala de recepção e espera, quatro consultórios indiferenciados, quatro consultórios odontológicos, três sanitários adaptados para pessoas com necessidades especiais, dois banheiros para funcionários, uma copa, um almoxarifado e uma sala de administração e gerência.

Há ainda três depósitos de resíduos, uma sala de arquivo, um SAME, uma sala de inalação coletiva, uma sala de curativo, uma sala de vacina, uma sala de atividade coletiva, uma sala de coleta de sangue para exame, uma sala de observação/procedimentos, uma sala de dispensação de medicamento, uma sala de esterilização e, também, um expurgo.

Profissionais da rede hospitalar participam de curso sobre segurança do paciente

A internação hospitalar sempre está sujeita a eventos adversos, que são situações como infecções ou erros humanos que podem comprometer a segurança do paciente. Pensando nisso e de forma a minimizar estes problemas, os profissionais da saúde municipal participam do curso de investigação e análise de eventos adversos, que acontece nos próximos dias 28 e 29 de março.

O curso, promovido pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) em parceria com uma instituição privada, acontece nos turnos manhã e tarde no auditório da Diretoria de Assistência Especializada da FMS. “O curso é voltado pra profissionais que atuam nos Núcleos de Segurança do Paciente da rede hospitalar e pré-hospitalar (que inclui UPAs e SAMU) do município, totalizando 13 vagas”, informa Roseanne Nunes, do apoio técnico dos núcleos de segurança do paciente da FMS.

O objetivo é sensibilizar para o processo de melhoria na qualidade do cuidado da saúde, a partir da gestão de risco e incidentes no serviço. “Os eventos adversos são situações que não deveriam, mas podem acontecer durante internação. Estamos qualificando os profissionais para investigar e minimizar estes problemas, promovendo uma maior segurança do paciente que venha a ser atendido nestes locais”, justifica Roseanne Nunes.

É função do Núcleo de Segurança do Paciente promover a articulação dos processos de trabalho e das informações que impactem nos riscos ao paciente, além de articular com diferentes áreas intrahospitalares que trabalhem com riscos na instituição de saúde, considerando o paciente como sujeito e objetivo final do cuidado em saúde. O paciente precisa estar seguro, independente do processo de cuidado a que ele está submetido.

Ouvidoria do SUS atendeu quase 2 mil pessoas em Teresina em janeiro

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza à população o serviço de Ouvidoria, que apenas no mês de janeiro de 2019 contabilizou 1.560 atendimentos. Assim, o setor especializado encarrega-se de receber sugestões, elogios, reclamações ou denúncias relativas à qualidade dos serviços prestados nos estabelecimentos de saúde públicos e privados conveniados.

Para ter acesso à Ouvidoria do SUS a população pode ligar para o número (86) 3223-2132 ou ir pessoalmente no setor, localizado na Av. Miguel Rosa, antigo prédio da Jacaúna. Neste local, os funcionários realizam o registro das informações fornecidas, apuram os dados e buscam soluções junto aos setores responsáveis, conforme o caso.

De acordo com o presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Charles Silveira, a Ouvidoria do SUS é um importante canal de articulação entre o gestor e o cidadão. “Nosso intuito é melhorar a qualidade dos serviços prestados pelo SUS e ouvir a voz do cidadão também permite que possamos identificar problemas e necessidades de planejamento ou proceder a revisão de métodos”, afirma.

A professora Ivoneide Rodrigues foi presencialmente à Ouvidoria do SUS para solicitar o cancelamento de exame. “A minha mãe não estava mais precisando de exame que estava agendado e então vim cancelar. Já vim outras vezes aqui e sempre fui muito bem atendida, pois sempre somos tratados com respeito”, conta.

Segundo o ouvidor João Morais o trabalho desenvolvido no órgão prima por servir ao usuário. “Em todos os casos, seja qual for a natureza da solicitação, nós damos resposta ao usuário. O nosso desejo é sempre atender o usuário bem e essa é uma orientação do presidente da FMS e do prefeito de Teresina. Aqui, o usuário é a nossa pérola. É para ele e com ele que nós trabalhamos”.

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade pode ter causas genéticas

O TDAH é um Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. Esse transtorno é um dos transtornos neurocomportamentais mais frequentes na infância, daí a importância de se diagnosticar precocemente e o quanto antes iniciar o tratamento.

“Ele é um transtorno multifatorial, ou seja, causado por vários fatores, entre os mais frequentes e mais estudados atualmente estão as causas genéticas, que podem estar relacionadas com este transtorno. O diagnóstico se baseia nos sintomas da crianças que a família traz ao consultório, nas queixas que a escola traz pros pais e eles levam ao consultório. São sintomas relacionados à hiperatividade, desatenção, impulsividade, e que prejudicam essa criança no seu desenvolvimento de alguma forma”, explica Nayana Falcão, neuropediatra do Centro Municipal de Atendimento Multidisciplinar (CMAM), da Prefeitura de Teresina, que tem a meta de realizar até o fim do ano aproximadamente nove mil sessões de terapias multidisciplinares, atendendo crianças que estudam na rede municipal de ensino e que apresentam algum tipo de dificuldade de aprendizagem.

O diagnóstico do TDAH é clínico, não necessita de exames complementares de imagem ou eletroencefalograma, embora algumas vezes possa ser necessário pedir esses exames para se afastar algum outro diagnóstico diferencial. “O tratamento deve ser multidisciplinar, ou seja, deve ser acompanhado por um médico neuropediatra ou psiquiatra infantil, deve ter o acompanhamento com o psicólogo, às vezes é necessário acompanhamento psicopedagógico (se essa criança já tem no momento do diagnóstico alguma defasagem no aprendizado), às vezes é necessário também acompanhamento com terapeuta ocupacional, e algumas vezes também essas crianças podem apresentar alguns transtornos articulatórios que necessitam de acompanhamento fonoaudiológico”, informa Nayana Falcão.

Ela diz ainda que é muito importante também a participação dos pais no tratamento do TDAH. O envolvimento da família de maneira a auxiliar os demais profissionais no acompanhamento da criança. “E é importante também o acompanhamento da escola no sentido de todos juntos auxiliarem na melhora do tratamento dessa criança. Associado a isso também é necessário tratamento medicamentoso para que se alcance um controle químico desses sintomas e para que essa criança não tenha prejuízos no seu contexto de vinda decorrente do TDAH”, finaliza.

 

 

Teresina apresenta médio risco de infestação pelo Aedes aegypti

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) está em alerta em relação à infestação do Aedes aegypti em Teresina, classificada como de médio risco por ter atingido média de índice de 2,4. De acordo com o segundo Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes Aegypti (LIRAa) de 2019, realizado entre os dias 25 de fevereiro e 01 março, houve aumento do número de criadouros do mosquito em 103 bairros da capital.

Cerca de 14 mil imóveis foram vistoriados por agentes de combate a endemias da Gerência de Zoonoses da FMS, para realizar o LIRAa. Os bairros que apresentaram maior índice de infestação do mosquito foram Santa Maria da Codipi, Chapadinha, Parque Brasil, Alegre, Santa Rosa, Areias, Distrito Industrial, Santa Cruz, Saci, Triunfo, Parque Piauí, São Lourenço, Parque Sul e Santo Antônio.

De acordo com o presidente da FMS, Charles Silveira, “a Fundação realiza inúmeras atividades de combate ao mosquito no decorrer do ano e nessa luta, que é a favor da saúde e da vida, nós contamos com o apoio da população, que com atitudes bastante simples, como a inspeção semanal de sua própria casa para evitar o acúmulo de água parada, pode impedir a proliferação do Aedes aegypti”.

“No primeiro LIRAa feito em janeiro de 2019, os bairros de Teresina tinham baixo risco de infestação do Aedes aegypti, com índice menor do que 1. Agora, 63% dos bairros estão com índice entre 1 e 3,9 e cerca de 18% com índice maior do que 4. Diante disso, a FMS chama a atenção da população, para que não fique criando mosquito”, afirma Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da FMS.

Amariles Borba alerta ainda que os meses mais críticos, considerados como período de risco na cidade, são de fevereiro a junho. “O período chuvoso associado à falta de cuidados domésticos contribuem para o aumento de criadouros apontado no Levantamento. Em Teresina, por conta das condições climáticas, o mosquito evolui de ovo para mosquito adulto em cinco dias, situação que difere de vários locais do Brasil em que o ciclo de criação do mosquito é de dez dias”.

O levantamento apontou também que a maioria dos focos do mosquito foram encontrados em armazenamentos de água para consumo humano, em depósitos a nível do solo (barril, tina, tonel, depósito de barro, tanque, poço e cisterna), bem como em lixo passível de remoção, que são recipientes de plástico, garrafas, pneus e latas.

Elna do Amaral, infectologista da maternidade Wall Ferraz da FMS, destaca os perigos das doenças causadas pelo Aedes aegypti: “Existem quatro tipos de vírus da dengue, mas qualquer um pode levar a dengue hemorrágica, que é perigosa e pode levar a morte. Já a Chikungunya provoca dor articular intensa e a pessoa pode ficar sem caminhar; enquanto os sintomas da Zika são mais simples,mas caso ocorra em gestante tem a possibilidade de causar microcefalia no bebê”.

Segundo Oriana Bezerra, gerente de Zoonoses da FMS, “todos os anos a FMS adota estratégias recomendadas pelo Ministério da Saúde para evitar proliferação do mosquito”. Somente em 2018, a Fundação recolheu cerca de 80 mil pneus de pequenas borracharias e entregou o material a empresas de reciclagem; realizou 80 Faxinas nos Bairros aos sábados em diversos bairros e colocou 63 pontos de recolhimento de resíduos para recolher lixos não domésticos.

Outras ações desenvolvidas pela FMS em 2018 envolvem coleta de mais de 400 mil ovos de mosquitos, através da instalação de ovitrampas (esgotamento de ovos das fêmeas) em pontos estratégicos, como sucatas; entrega mais de 38 mil folders e 53 mil cartilhas sobre o tema e realização de orientação a mais de 25 mil pessoas no evento Teresina em Ação.

 

Dicas para evitar proliferação do mosquito Aedes aegypti

-Vire todas as garrafas com a boca para baixo e evite que acumule água dentro delas

-Não deixe água acumulada sobre a laje

-Coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira bem fechada

-Mantenha bem tampados tonéis e barris d’água

-Mantenha a caixa d’água bem fechada. Coloque também uma tela no ladrão da caixa d’água

-Remova folhas, galhos e tudo que possa impedir a água de correr pelas calhas

-Lave por dentro, com escova e sabão, os utensílios usados para guardar água em casa

-Troque a água de vasos e de plantas aquáticas e lave-os com água e sabão uma vez por semana

-Coloque no lixo todo objeto utilizado que possa acumular água

-Encha de areia os pratos das plantas ou lave-os semanalmente

-Lave semanalmente por dentro os tanques utilizados para guardar água

-Feche bem o saco de lixo e deixe-os fora do alcance de animais

-Lave semanalmente o recipiente de água dos climatizadores

UPA do Renascença realizou mais de 10 mil atendimentos em Teresina

Créditos: Ascom/ FMS

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Renascença revela que, em fevereiro de 2019, realizou 10.264 atendimentos, seguindo o protocolo internacional de classificação de risco. Deste total, 66% foram usuários classificados com quadro de saúde pouco urgente ou não urgente, tendo condições clínicas de aguardar pelo atendimento médico; 30,33% com gravidade moderada; 3,28% graves e 0,19% eram emergências, nas quais os usuários com quadro gravíssimo foram imediatamente atendidos.

“Diferente do modelo assistencial antigo, em que o usuário só se consultava com o médico, na UPA ele é classificado pelo enfermeiro, que  o examina e verifica os sinais vitais para determinar a gravidade do caso. Se for constatado caso grave, é atendido pelo médico rapidamente. Já os usuários pouco urgentes ou não urgentes têm condições clínicas de aguardar pelo atendimento médico. Essas pessoas com caso simples também poderiam ter  buscado atendimento em Unidades Básicas de Saúde”, segundo diretor clínico Rogério Araújo.

Segundo o presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Charles Silveira, os casos trazidos à Unidade são resolvidos com eficiência. “Teresina conta com três UPAS que funcionam como elo entre as Unidades Básicas de Saúde e os Hospitais. As estruturas são magníficas e permitem atendimento de casos de urgência e emergência em qualquer dia e hora. Todos os usuários têm as suas necessidades de saúde resolvidas: ou permanecem nessas Unidades por até 24horas e tem alta ou, se necessitarem de mais cuidados, são encaminhados para hospitais da rede”.

Recentemente, a UPA do Renascença foi estruturada para acolher a demanda vinda do Hospital do Dirceu, cujo prédio passa por reforma. É o que explica Jesus Mousinho, diretora de Assistência Especializada da FMS: “Foi tudo bem planejado para que a população não fosse prejudicada e, então, redirecionamos o serviço de urgência para a UPA do Renascença, que conta com capacidade física instalada e recebeu reforço de profissionais. Todos que buscam essa Unidade estão sendo atendidos”, afirma.

Na UPA, os usuários têm também a sua disposição profissional assistente social. “Nós verificamos também as demandas sociais. Se for identificado vítima de violência sexual infantil, por exemplo, comunicamos ao Conselho Tutelar. Há ainda o serviço “Posso Ajudar” para esclarecer dúvidas da população. Tudo isso contribui com a humanização do serviço. O nosso esforço está voltado para acomodar o usuário da melhor maneira possível, pois ele merece ser tratado com amor e dedicação”, informa a diretora geral Sabrina Tajra.

O motorista Gustavo Lopes acompanhou o atendimento da sua filha de 4 meses, Alice Lemos, e avalia como satisfatória a assistência prestada pela UPA do Renascença, nessa última semana. “Se todo lugar fosse assim, era bom. As acomodações são ótimas, é tudo higiênico e organizado. A minha filha foi diagnosticada com pneumonia, tomou as medicações prescritas pelo médico de lá e depois foi encaminhada para o Hospital do Buenos Aires, para continuar com o tratamento.”

Vale Quem Tem e Lourival Parente recebem mutirão de combate à dengue

O Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, não escolhe o bairro ou casa para se reproduzir, bastando apenas um recipiente com água parada. Por isso, o cuidado para evitar a sua proliferação deve ser feito por todos e esta colaboração é a estratégia da operação Faxina nos Bairros. A atividade semanal acontece neste sábado (09), a partir das 8h, nos bairros Lourival Parente e Vale Quem Tem, zonas Sul e Leste da capital, respectivamente.

A Faxina é uma atividade de limpeza e educação que tem por objetivo eliminar os criadouros do Aedes aegypti, uma vez que a principal ação de prevenção é evitar sua reprodução. Durante a semana, os moradores são avisados pelos agentes de saúde e endemias a fazer uma limpeza em suas casas e a depositarem nas calçadas todo o material inservível para que seja coletado pela equipe de limpeza, especialmente aqueles de grande porte que não são recolhidos pela limpeza regular.

“Solicitamos aos moradores que a partir de hoje já coloque todo esse material que serve para acumular água e não tenha utilização pelos moradores nas calçadas, para que no sábado a Prefeitura retire todos esses materiais e possa permanecer com os ambientes livres de criadouros”, explica a gerente de Zoonoses da capital, Oriana Bezerra. A ideia é que toda a população dedique um dia da semana para verificar todos os possíveis focos do mosquito, fazendo uma limpeza geral em sua residência e impedindo a reprodução do Aedes.

As equipes se encontram em um local e de lá saem percorrendo um quadrante determinado para a limpeza. Na zona Leste, o ponto de encontro será a praça do CMEI Parque Mão Santa, de lá a equipe percorrerá o quadrante formado pela Avenida Zequinha Freire com a Avenida Prefeito Hugo Basto, Rua Herculandia/Poeta Wilton Santos e a Rua 24/Alvina Fernandes Gameiro. Já na zona Sul o quadrante que recebe a equipe é o formado pela Rua Senador Joaquim Paranaguá, Avenida Prefeito Wall Ferraz e ruas Radialista B. Assis e Agenor Veloso.

A Faxina nos bairros é uma parceria entre a Fundação Municipal de Saúde (FMS) e as Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs) de cada região.