Hospital do Parque Piauí avança para a quarta etapa do Lean nas Emergências

Foto: Ascom FMS

O Hospital do Parque Piauí avança na implantação da metodologia Lean nas Emergências e já se encontra na quarta etapa de um total de oito fases previstas pelo projeto. A iniciativa integra uma estratégia nacional do Ministério da Saúde desenvolvida por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), com o objetivo de melhorar o fluxo de atendimento nas portas de urgência e emergência hospitalar.

A metodologia Lean é uma filosofia de melhoria de processos baseada em tempo e valor, desenhada para assegurar fluxos contínuos, eliminar desperdícios e reduzir atividades de baixo valor agregado. Na tradução livre, Lean significa “enxuto”, refletindo justamente a proposta de tornar os processos mais ágeis e eficientes.

No Hospital do Parque Piauí, a aplicação da metodologia tem contribuído para a reorganização dos processos internos, fortalecimento da gestão assistencial e otimização do tempo de permanência dos pacientes, promovendo mais segurança e resolutividade no atendimento.

Segundo Nicole Alves, diretora geral do hospital, o avanço para a quarta etapa demonstra o compromisso da equipe com a melhoria contínua da assistência prestada à população. “Cada etapa concluída representa um avanço importante na qualificação do nosso atendimento. O Lean nos ajuda a identificar pontos de melhoria, reduzir desperdícios e oferecer um serviço mais eficiente, humanizado e seguro para nossos pacientes”, destaca.

A Fundação Municipal de Saúde reforça que iniciativas como essa fortalecem a rede pública de saúde e ampliam a capacidade de resposta das unidades hospitalares, beneficiando diretamente os usuários do SUS em Teresina.

Hospital do Parque Piauí realiza evento pelo Dia Mundial de Combate ao Tabagismo

Foto: Ascom FMS

Em alusão ao Dia Mundial de Combate ao Tabagismo, o Hospital do Parque Piauí, administrado pela Fundação Municipal de Saúde (FMS), realizará uma programação especial nos dias 29, a partir das 9h. O evento contará com uma palestra educativa sobre os riscos do tabagismo, uma apresentação cultural, técnicas de relaxamento e o depoimento de um usuário de cigarro eletrônico que está em tratamento nesta unidade de saúde.

No dia 30, às 8h, a programação se expande para capacitar os profissionais da Atenção Básica. Em parceria com SESAPI, será realizado um treinamento no auditório da FMS, voltado para equipes de saúde que atuarão na implementação do programa de combate ao tabagismo em Unidades Básicas de Saúde selecionadas. O objetivo é ampliar o acesso ao tratamento e reforçar a rede de apoio para aqueles que desejam abandonar o vício.

Nicole Alves, diretora geral do Hospital, explica que a FMS retomou o programa de combate ao tabagismo no Hospital do Parque Piauí, trazendo uma novidade: agora, além dos usuários de cigarros convencionais, pessoas que utilizam cigarros eletrônicos também podem se inscrever. “O programa Vivendo a Vida Sem Fumo possui equipe multidisciplinar e utiliza estratégias fundamentadas na Teoria Cognitiva Comportamental para auxiliar os participantes nessa jornada”.

Ela explica que o programa aceita inscrições de qualquer pessoa com idade a partir de 18 anos que deseje abandonar o cigarro. “Os interessados podem se dirigir ao setor de serviço social do Hospital da Criança para efetuar sua inscrição. As atividades incluem atendimentos individuais e em grupo, e, quando necessário, os participantes recebem apoio medicamentoso, como adesivos de nicotina, para facilitar o processo de cessação do tabagismo”, finaliza.

Conheça os malefícios do cigarro

O tabagismo é amplamente reconhecido por seus impactos negativos à saúde. O consumo de cigarro está diretamente associado ao desenvolvimento de diversos tipos de câncer, como pulmão, boca, garganta e bexiga. Além disso, fumar aumenta o risco de doenças cardiovasculares, respiratórias e outras condições graves.

FMS aumenta acesso ao atendimento psiquiátrico na rede ambulatorial

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina conta a partir de agora com seis unidades de saúde com atendimento ambulatorial em psiquiatria: Hospital do Dirceu, Hospital do Parque Piauí, Hospital do Promorar, Hospital Lineu Araújo, Hospital do Satélite, Hospital da Primavera. De janeiro a maio de 2021, a FMS realizou 1.024 atendimentos psiquiátricos e 2.261 atendimentos psicológicos na rede.

Para ter acesso ao serviço a população precisa primeiro ser atendida em uma Unidade Básica de Saúde, pelo médico da família, que encaminhará a demanda para o setor de marcação de consultas da unidade. Frente a um cenário de pandemia, os profissionais de saúde se preocupam que uma epidemia paralela afete a saúde mental da população brasileira.

“Os sete Centros de Atenção Psicossocial também estão aptos a fazerem os devidos encaminhamentos para atendimentos psiquiátricos na rede ambulatorial para aqueles pacientes que não tem perfil de CAPS. Pois os CAPS atendem pacientes com transtorno mental grave e persistente, já a rede ambulatorial atende casos de transtorno mental moderado”, explica Isabel Karine, gerente de saúde mental da capital.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país que apresenta maior prevalência de depressão na América Latina. É também o país mais ansioso do mundo. E, para profissionais da psiquiatria, a solidão é reconhecida como um gatilho – um impulsor – de transtornos de humor.

Unidade de saúde organiza programação em alusão ao Dia Mundial sem Tabaco

O Hospital do Parque Piauí, na zona Sul de Teresina, terá uma programação especial para alertar sobre os malefícios do uso do cigarro e mostrar os resultados do Programa de Combate ao Tabagismo implantado na unidade e ativo desde 2010. A iniciativa é em alusão ao Dia Mundial sem Tabaco. O evento ocorrerá dia 31 de maio, das 9h às 11h, no auditório da unidade.

“O evento é restrito e seguiremos todos os protocolos de segurança para evitar a propagação do Coronavírus. O tabagismo é um grave problema de saúde pública. A nicotina do tabaco causa dependência química similar à dependência de drogas como cocaína e é um fator que causa quase 50 diferentes doenças incapacitantes e fatais. Os malefícios do cigarro não são apenas individuais, mas também coletivos”, afirma Gardene Lacerda, psicanalista do hospital do Parque Piauí.

Ela explica ainda que o Programa de Combate ao Tabagismo do Hospital do Parque Piauí conta com uma equipe multidisciplinar. O tratamento, que dura cerca de um ano, concilia terapia em grupo e uso de medicamentos. Os interessados em ingressar no tratamento devem dirigir-se à sala do serviço social do hospital e funciona de segunda a sexta-feira.

Confira programação do evento do dia 31/05/2021:

– Acolhida da gestora Lucifrancis Leal e equipe do programa aos pacientes
– Momento cultural
– Vivência: “Eu me comprometo agora a parar de fumar” (Drª Gardene Lacerda (Psicanalista e psicopedagoga)
– Palestra: Tabagismo e Coronavírus –  a importância de parar de fumar para uma vida saudável- Dr. Rivaldo Macedo (médico)
– Resultados do programa de tabagismo com Alba Valéria (assistente social)
– Encerramento

Programa de combate ao tabagismo realiza atendimentos on-line

O Programa Municipal de Controle e Tratamento do Tabagismo, do Hospital do Parque Piauí, continua suas atividades mesmo durante a pandemia de Covid-19. Cerca de 40 pessoas que já estavam em tratamento na unidade recebem atendimento on-line semanal. Em 10 anos de existência, o Programa já realizou 1.460 inscrições para ingresso no tratamento por demanda espontânea; desses, 61% pararam de fumar.

Os encontros presenciais dos grupos encontram-se suspensos, mas está sendo realizado acompanhamento remoto aos pacientes que já estavam em tratamento, através de grupos de whatsapp e de contatos telefônicos realizados pela equipe do programa. As turmas novas estão suspensas temporariamente, mas as inscrições continuam sendo realizadas diariamente pelo telefone 3220-4747.

“Com a chegada da pandemia, percebemos que não poderíamos parar o tratamento das pessoas que já estavam inseridas no programa, pois o nível de ansiedade nesta época é muito elevado. Nós enviamos no grupo on-line as sessões de relaxamento e eu faço atendimentos individuais no meu privado do whatsapp, onde eles podem me relatar como estão dormindo, nível de ansiedade e se tiveram alguma recaída quanto ao uso do cigarro”, explica Gardene Lacerda, que é psicopedagoga, psicanalista e terapeuta em hipnose.

Para Ana Barros, que participa do Programa Municipal de Controle e Tratamento do Tabagismo, do Hospital do Parque Piauí, o atendimento on-line é um apoio na desafiadora decisão de deixar de fumar: “Estou com sete meses e 26 dias que parei de fumar. Os agradecimentos são para muitas pessoas. Primeiro para Deus, porque parar de fumar não é fácil. Depois quero agradecer aos profissionais de saúde, que nos incentivam. Não posso esquecer da minha família, que também é parte essencial nesse processo. E digo que não é fácil,o cigarro não é companheiro de ninguém e ficar sem fumar é muito melhor. Não fumem e fiquem em casa, se sair usem máscara”, relata.

Hospital do Parque Piauí comemora 43 anos de existência em Teresina

Ascom/ FMS

Nesta terça-feira (13), o Hospital do Parque Piauí, localizado na zona sul de Teresina, completou 43 anos de existência e tem registrado avanços na sua forma de atuar, com o aumento de leitos, a climatização de ambientes e o reforço nas escalas de profissionais. Para celebrar a data, a direção realizou uma programação especial com o oferecimento de serviços sociais e de saúde à comunidade. Houve também o corte do bolo de 2 metros.

A programação de aniversário do hospital incluiu aferição de pressão, teste de glicemia, avaliação nutricional, técnicas de relaxamento para quem deseja parar de fumar, corte de cabelo, limpeza de pele, ginástica laboral, além de espaço para doação de sangue, emissão de documento, entrega de carteira de trabalho e de passe livre do idoso. Houve também apresentação dos doutores da alegria e orientações previdenciárias, jurídicas e sobre benefício de prestação continuada.

“Foram muitos passos dados desde a construção do Hospital do Parque Piauí e é preciso olhar para trás para aplaudir os acertos e refletir e corrigir os erros praticados. Hoje, esse estabelecimento presta um relevante serviço à comunidade e conta com a participação dela e das lideranças comunitárias. Isso é importante, porque a saúde é uma construção coletiva”, afirma o presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Charles Silveira.

Entre os atendidos, está a aposentada Argemira Maria, que mora na região há 43 anos e, quando necessário, recorre aos serviços do Hospital do Parque Piauí. “Esse hospital é uma benção de Deus, está muito bonito, organizado e serve bem a comunidade, a começar pela diretora que trabalha por amor. Quando preciso, sou muito bem atendida. Hoje, toda equipe que atua aqui está de parabéns”, comenta.

A diretora geral do Hospital Parque Piauí, Dulce Silva, relembra as melhorias implementadas, como o aumento do número de leitos na observação, a inserção de posto de enfermagem na urgência, a climatização da recepção, o reforço na escala de médicos clínicos e de recepcionistas e, ainda, a implantação do núcleo de segurança do paciente. “Além disso, nós também trabalhamos para que o paciente seja sempre tratado com respeito e dignidade”, afirma.

O Hospital do Parque Piauí é gerenciado pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) e funciona 24 horas com atendimento de urgência para adultos e crianças.  Entre os serviços realizados, destacam-se exames laboratoriais, Raio-X, ultrassom, eletrocardiograma, aplicação de injeção, curativo, aerossol, além de internação em clínica médica e pediatria. Há também atendimento ambulatorial.