Empresa inicia estudo sobre a situação dos diques do Parnaíba e Poti para propor soluções

Ascom/Lagoas do Norte

O Programa Lagoas do Norte licitou e contratou uma empresa especializada em projetos de engenharia para fazer um estudo amplo da situação dos diques dos rios Parnaíba e Poti. Esse estudo vai propor soluções para cada trecho analisado, levando em conta os aspectos sociais, ambientais, hidráulicos, hidrológicos e geológicos. Com base nesse estudo, a Prefeitura adotará um dos modelos de reforço do dique propostos pela empresa.

Esse estudo é uma continuidade dos painéis de segurança já realizados por especialistas contratados pelo Programa Lagoas do Norte através do Banco Mundial, órgão financiador do programa. Os três painéis de segurança detectaram a existência de problemas, como é o caso da altura do dique em relação ao nível dos rios na máxima cheia ocorrida na década de 80. Em alguns trechos, há risco de que, num momento de encontro das cheias dos dois rios, a água atravesse o dique e passe do rio para o outro lado. Agora, esses problemas serão analisados de forma criteriosa e, a partir disso, haverá a proposição de soluções.

O estudo segue da avenida Boa Esperança até a rua Santa Clara, no Mocambinho. “Nós temos conclusões dos painéis de segurança que agora serão aprofundadas. Todo esse esforço do Programa Lagoas do Norte é no sentido de embasar a tomada de decisão quanto ao modelo de obra a ser adotado e, assim, garantir a proteção das pessoas que vivem na região norte”, explica Márcia Muniz, diretora geral do PLN.

Os especialistas da empresa contratada percorrerão toda a extensão do dique fazendo medições e análises. A população está sendo informada como será esse trabalho em reuniões e material informativo que está sendo distribuído na região. Em alguns trechos, os especialistas precisarão ter acesso aos quintais das residências.

O dique é uma estrutura de engenharia construída para proteger a população das águas dos rios em momentos de intensa cheia, em decorrência do aumento do volume das águas. Para que essa estrutura funcione com total segurança, não deve ter interferências em sua base, como árvores de grande porte, poços, fossas e casas.

Moradores dos bairros Olarias e Vila Apolônia participam de reunião sobre estudo do dique

Ascom/Programa Lagoas do Norte

Os moradores do bairro Olarias e da Vila Apolônia participaram, neste sábado (14), de reunião com os técnicos do Programa Lagoas do Norte, com o secretário municipal de Planejamento e Coordenação, José João Braga, e com a diretora geral do programa, Márcia Muniz, para discutir o início do estudo acerca da situação do dique dos rios Poti e Parnaíba. Essa estrutura, que protege toda a população da zona norte, necessita de reparos.

Os técnicos explicaram para a população que esse estudo será realizado por uma empresa especializada, que vai analisar todos os aspectos estruturais, ambientais e sociais do dique, que vai da Avenida Boa Esperança até a Rua Santa Clara, no Mocambinho. Esse estudo é uma continuidade dos painéis de segurança já realizados por especialistas contratados pelo Programa Lagoas do Norte através do Banco Mundial, órgão financiador do programa.

Francisco Pereira da Silva, mais conhecido como Jairzinho, vai completar 40 anos que mora no bairro Olarias e participou da reunião. “A reunião veio para esclarecer, deixou o povo numa expectativa boa. Depois de 40 anos morando aqui, eu queria sair. Já criei minha família, não tenho mais opções aqui”, disse.

A empresa contratada fará medições e análises da estrutura do dique. “Nós temos conclusões dos painéis de segurança que agora serão aprofundadas. Todo esse esforço do Programa Lagoas do Norte é no sentido de embasar a tomada de decisão quanto ao modelo de obra a ser adotado e, assim, garantir a proteção das pessoas que vivem na região norte”, explica Márcia Muniz, diretora geral do PLN.

Outras reuniões acontecerão para levar as informações sobre o estudo para moradores dos demais trechos que compreendem o dique. Também está sendo distribuído um folder informativo sobre o início desse estudo para a população.

Lagoas do Norte é apresentado em Congresso de Redução de Riscos e Desastres

 

Ascom/PLN

A experiência do Programa Lagoas do Norte está sendo apresentada no III Congresso Brasileiro de Redução de Riscos e Desastres, em Belém (PA). O diretor de Coordenação do programa, Leonardo Madeira, apresentou o artigo “Requalificação urbana e ambiental como política pública para mitigação de riscos socioambientais”, em que destaca o caráter multissetorial do programa no enfrentamento do desafio de levar qualidade de vida a áreas extremamente degradadas em 13 bairros da zona norte de Teresina.

Nos últimos anos, o país vem sofrendo com desastres envolvendo barragens. No Piauí,  foi marcante a tragédia de Algodões. E um dos objetivos do Programa Lagoas do Norte é trabalhar na diminuição do risco de inundações em toda a zona norte, como é o caso do estudo para estruturação dos diques dos rios Parnaíba e Poti.

“No artigo faço uma descrição do programa como uma política pública que congrega diversas ações integradas que faz, ao mesmo tempo, investimentos em infraestrutura, mas também se preocupa com ações de desenvolvimento socioeconômico da região e com a melhoria da gestão institucional. O efeito do programa é sinérgico e o objetivo é a qualidade de vida da população, que não é fácil de ser mensurado, mas, somente um programa que vise e trabalhe de forma integrada consegue ter objetivos tão ousados”, explica Leonardo Madeira.

O artigo foi enquadrado na área de governança em exposição no congresso. Participam do evento 23 estados de todas as regiões do país. No evento estão sendo discutidas as principais tecnologias empregadas atualmente no país para a redução de riscos e desastres, com a presença do secretário nacional de Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves, que participa de todos os debates e mesas de discussões.

“É um evento recente e a discussão é muito nova. O Brasil está aprendendo a lidar com isso. Na palestra de abertura isso ficou muito claro. Ainda tem muito empirismo, falta muita evidência científica e estudo, e é nesse contexto que o Lagoas do Norte se encaixa bem, porque é uma política pública que está sendo implementada desde 2008 com resultados expressivos. A ideia é apresentar isso como prática exitosa neste contexto de grandes dificuldades”, diz.

Firmino discute início de novas obras do Lagoas do Norte com especialistas do Banco Mundial

Rômulo Piauilino

Na manhã desta sexta-feira (13), o prefeito Firmino Filho esteve reunido com as especialistas do Banco Mundial que acompanham a execução das obras e ações do Programa Lagoas do Norte, Juliana Garrido, Soraya Melgaço e Juliana Paiva, e também com o secretário municipal de Planejamento e Coordenação, José João, e a diretora geral do programa, Márcia Muniz. Durante a reunião, a equipe apresentou ao prefeito as obras que estão iniciando e trataram sobre a infraestrutura do residencial Parque Brasil.

Com a montagem das unidades habitacionais deste residencial finalizada, agora a construtora está trabalhando na infraestrutura: rede de abastecimento de água e esgotamento sanitário, drenagem, pavimentação e energia. “Esse residencial foi totalmente projetado para garantir a segurança e qualidade de vida para a população que é atendida pelo Programa Lagoas do Norte e vai morar lá”, diz o prefeito Firmino Filho.

O residencial está sendo ofertado às famílias como uma das alternativas de reassentamento. Atualmente, essas pessoas vivem em áreas vulneráveis, em margens de lagoas, sem estrutura adequada de abastecimento e esgoto e sob risco de alagamento. Ele é uma das três opções de reassentamento previstas no Lagoas do Norte.

Além da infraestrutura do residencial, o grupo apresentou ao prefeito o planejamento para o início das obras no entorno das lagoas dos Oleiros, São Joaquim, Piçarreira e Mazerine. Essas obras estão orçadas em R$ 35 milhões no total e contemplam a despoluição das lagoas, melhorias habitacionais, pavimentação e iluminação pública, e a construção de estruturas para a prática do esporte e lazer.

“Essas obras que vamos iniciar representam um salto na qualidade de vida da população dessa região. Essa é a missão do Programa Lagoas do Norte”, finaliza Márcia Muniz.

Populares da região das Olarias apresentam demandas para representantes do Banco Mundial

Ascom/PLN

Moradores do bairro Olarias, situado na região do dique da avenida Boa Esperança, zona norte de Teresina, reuniram-se com membros do Banco Mundial, que estão em Teresina em missão de acompanhamento das obras e projetos do Programa Lagoas do Norte. O encontro aconteceu na manhã desta quinta-feira (12).

O senhor Luís Felipe da Costa é vazanteiro e dona Eliúde Gomes de Sousa Silva é cabeleireira, moram em casas que ficam às margens da avenida Boa Esperança, e solicitaram aos membros da instituição que financia o programa uma maior celeridade no andamento dos projetos porque temem pela segurança das casas de vários moradores, que estão em situação precária. Participaram da reunião as especialistas da área social do Banco Mundial, Soraya Melgaço e Juliana Paiva, e a diretora geral do PLN, Márcia Muniz.

“As pessoas que moram na Vila Apolônia, nas Olarias e nas comunidades próximas ao Encontro dos Rios vivem apavoradas porque as casas são de taipa e não vão resistir a mais um inverno. Muita gente não tem nem um banheiro, a lagoa é cheia de lixo, as crianças não tem aonde brincar e muita gente está sendo atropelada porque as casas são em cima da avenida, não tem por onde as pessoas andarem. O que a gente quer é que o projeto comece para que a gente tenha um lugar seguro para morar. A comunidade toda sabe que o Lagoas do Norte vai levar é benefício para nós, melhorar nossa realidade”, relatou Eliúde.

Gerente do programa junto ao Banco Mundial, a engenheira Juliana Garrido explicou aos moradores o andamento das ações do Lagoas do Norte e comunicou que os técnicos do programa farão reuniões com a população para explicar o que está sendo feito.

“Tivemos a oportunidade de receber esses moradores para conversar sobre o andamento do programa. Vamos realizar reuniões com a comunidade para explicar que uma empresa especializada fará um estudo detalhado dos diques do Parnaíba e Poti e as possibilidades de reestruturação desse dique. Também faremos uma outra obra na região, que é a requalificação urbana e ambiental da lagoa dos Oleiros, que contemplará essa comunidade. Além disso, as obras na área da lagoa do São Joaquim, no bairro Mafrense, deverão iniciar até o fim deste mês”, explicou Márcia Muniz.

O Lagoas do Norte segue a rotina de atendimento à população tanto na Unidade de Gerenciamento do Programa, como na Unidade de Projeto Socioambiental que compõem o programa. Nessas unidades os moradores podem tirar dúvidas sobre as intervenções na região.

 

Projeto Banda Escola recebe doações do Programa Lagoas do Norte

Ascom/FMCMC

O projeto Banda Escola receberá repasses para a compra de novos instrumentos. Em reunião na manhã desta terça-feira (10), no Palácio da Música, representantes do Programa Lagoas do Norte e da Fundação Monsenhor Chaves discutiram a distribuição dos itens, que visam desenvolver ainda mais atividades de inclusão social, oferecendo oportunidades para jovens em situação de vulnerabilidade na região Norte da capital.

O Programa Lagoas do Norte é constituído por três componentes: o primeiro é voltado para a modernização e desenvolvimento urbano; o segundo é focado na questão urbanística-ambiental da região; e a terceira parte é revertida para o desenvolvimento econômico e social, dando apoio à iniciativas como o projeto Banda Escola. Por meio da aquisição de novos equipamentos musicais e buscando ampliar a capacidade de atendimento, esse incentivo é importante para educação e cultura dos jovens assistidos.

“Esse apoio é fundamental, pois mais crianças terão a chance de aprender e poder ingressar na vida musical, além de podermos desenvolver ainda o lado intelectual e humano deles. Isso vai marcar a vida desses jovens”, conta Gustavo Cipriano, coordenador do projeto Banda Escola.

Sendo uma das grandes atrações do Desfile de 7 de Setembro, o projeto Banda Escola da Prefeitura de Teresina, desenvolvido pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), atende mais de 400 crianças e adolescentes das escolas municipais. Ele visa a integração social de jovens da periferia da cidade através da música, priorizando aqueles que estão com baixo rendimento escolar, distorção de idade ou que se encontram fora da escola.

Neste ano, o Banda Escola celebra os seus 31 anos de formação de músicos. De caráter comunitário e inclusivo, cada participante tem a oportunidade de aprender um instrumento musical de sopro ou percussão que compõe a estrutura da banda de música que já faz parte do coração de Teresina.

“Este é o lugar para celebrar a qualidade de vida”, diz Firmino ao inaugurar o Parque do Mocambinho

Renato Bezerra

O Programa Lagoas do Norte celebrou com festa, junto à comunidade do bairro Mocambinho, a entrega do Parque Ambiental Matias Matos na noite desta sexta-feira (30). “Este é o lugar para celebrar a qualidade de vida. Este é o lugar para celebrar os encontros, celebrar a natureza e sua beleza. Nossa alegria é grande porque estamos entregando o parque dentro do Lagoas do Norte”, disse o prefeito Firmino Filho durante o evento.

O parque possui uma área total de 4,9 hectares com playground, quiosques, praça de alimentação, campo de areia, quadras de esportes, ciclovias, espaço para caminhadas e grande área verde. A obra total foi orçada em R$ 12,7 milhões, com financiamento do Banco Mundial. Toda essa estrutura foi construída no entorno de uma imensa lagoa, uma das maiores da região.

“Há pouco mais de dois anos, a lagoa do Mocambinho estava degradada. Ninguém via o seu espelho d’água tamanha era a quantidade de aguapés. O trabalho feito pelo Programa Lagoas do Norte permitiu que hoje possamos admirar o belo pôr do sol nesse cartão postal”, afirmou a diretora geral do Programa Lagoas do Norte, Márcia Muniz.

No local, a população terá acesso à pista de caminhada, ciclovia, quadra de areia, quadra de futebol society, quadra para prática de badminton e campo de grama sintética. Além dos espaços para prática de esportes, também há um prédio administrativo, quiosques, academias, playground e área contemplativa no entorno da lagoa, com grama natural para descanso.

Dona Raimunda é moradora do Mocambinho há 25 anos e diz que acompanhou de perto a construção desse parque. “Eu sempre vinha aqui ver como estava a obra e agora que está pronto vou vir todo dia fazer minha caminhada”, comentou.

O secretário municipal de Planejamento e Coordenação, José João, destacou a importância da conscientização da comunidade para que o parque se mantenha sempre limpo e preservado. “Estamos entregando esse parque e contamos com a população para que ele se mantenha conservado. O parque agora é de vocês. Ajudem a fiscalizar quem joga lixo ou depreda”, finalizou.

A festa teve a participação das bandas Top Gun, Rosa Xote, Bill Coimbra, Orquestra Sanfônica, banda 16 de Agosto e Balé da Cidade.

2º Passeio Ciclístico do Parque Lagoas do Norte acontece neste domingo

O Segundo Passeio Ciclístico do Parque Lagoas do Norte acontece neste domingo, 25 de agosto, como parte do calendário de celebrações para o aniversário de Teresina. A  ação, realizada através de uma parceria com o Sesc, terá  concentração partir das 7h, com largada na administração do Parque. Na ocasião, também serão sorteadas algumas bicicletas.

O evento pretende reforçar a utilização dos parques municipais como espaços para a prática esportiva e do bem viver. É o que ressalta o administrador do Lagoas do Norte, Jorginei Moraes.

“Apenas 30 minutos de pedalada por dia auxiliam na eliminação de gorduras localizadas, melhora o condicionamento físico e auxilia nos sistemas respiratório, cardíaco e vascular. É uma forma de melhorar a qualidade de vida da população que frequenta o Parque Lagoas do Norte ”, conclui.