XII Conferência Municipal de Assistência Social acontecerá em setembro

A Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social (Semcaspi), por meio do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), vai promover, entre os dias 16 e 17 de setembro, a XII Conferência Municipal de Assistência Social de Teresina. O evento será transmitido, ao vivo, pelo canal do Youtube TV Semcaspi.

A conferência traz para esta edição o tema “Assistência Social: Direito do Povo e Dever do Estado, com financiamento público, para enfrentar as desigualdades e garantir proteção social” e acontecerá de forma híbrida, seguindo todos os protocolos de saúde de distanciamento social.

XII Conferência Municipal de Assistência Social de Teresina será nos dias 16 e 17 de setembro (Foto: Ascom/Semcaspi)

De acordo com Valdeníria Silva, presidente do CMAS, a iniciativa tem o intuito de preparar os trabalhadores e a gestão, avaliando a política pública praticada nos programas e benefícios.

“Este ano temos um diferencial! Por meio das orientações do Conselho Nacional de Assistência Social, potencializar e colocar no palco principal dessas discussões e avaliações os próprios usuários desses serviços, projetos e programas. Para que eles possam participar como conhecedor, que usa essa política e tem propriedade de dizer o que está bom e apontar o que é preciso melhorar”, esclareceu.

Valdeníria Silva, presidente do Conselho Municipal de Assistência Social

Segundo Sthefane Santos, coordenadora da Comissão de Divulgação e Representante da Sociedade Civil da Ação Social Arquidiocesana (ASA) no CMAS, o objetivo da conferência é avaliar e discutir sobre as políticas de assistência social, de acordo com o município, estado ou união.

“As conferências são realizadas a cada dois anos e o tema é discutido durante as pré-conferências nos territórios Norte, Sul, Leste, Sudeste no período de junho. Elas são essenciais para o controle social e participação das políticas da assistência social e é por meio delas, que são propostas diretrizes que serão incorporadas nos planos de ações dos órgãos”, explicou.

Centro Integrado de Saúde Lineu Araújo dá início à realização de biópsias de mama

O Centro Integrado de Saúde Lineu Araújo realizou hoje, 4, a primeira realização de biópsia em mama. “Um procedimento que até então só era realizado no Hospital Universitário. E agora estaremos realizando aqui no Lineu”, diz a mastologista Edinari Nunes.

Ela explica que serão feitos procedimentos tanto em lesões impalpáveis como em lesões palpáveis. Para os procedimentos em lesões impalpáveis existe a utilização do recurso da ultrassonografia.

“Pois são lesões geralmente menores que 2 cm, 1 cm. Quando realmente vemos que temos um impacto maior na diminuição da mortalidade por câncer de mama. Pois quando conseguimos diagnosticar o câncer nessa fase, com essas lesões menores, as pacientes tem chances maiores de cura”, afirma a médica Edinari.

Para ter acesso ao exame a mulher precisa ser encaminhada via Unidade Básica de Saúde. Teresina tem atualmente 84 UBS atendendo demandas gerais em saúde e 12 atendendo casos exclusivos de síndromes gripais. Para saber a lista de unidades basta acessar o site https://antigo-fms.pmt.pi.gov.br/.

CREG realiza mais de 1000 atendimentos a mulheres em situação de violência doméstica no último semestre em Teresina

Nos últimos seis meses, foram realizados mais de 1000 atendimentos às mulheres em situação de violência doméstica, familiar e de gênero em Teresina. Os dados foram contabilizados pelo Centro de Referência Esperança Garcia (Creg), um serviço vinculado à Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (Smpm). O local realiza atendimento a mulheres que vivem em situação de violência na capital.

“O CREG é o local de apoio a mulher, lá ela pode encontrar atendimento jurídico, psicológico e social, para que ela consiga sair da situação de violência em que vive, é importante ressaltar que o centro, não é um local de denúncia, mas sim de atendimento a esta mulher”, afirmou a secretária da SMPM, Karla Berger.

De acordo com a coordenadora do centro de referência, Roberta Mara, entre abril e junho, houve um aumento na procura pelo serviço. Ao todo, 86 mulheres procuraram a unidade pela primeira vez para romper o ciclo de violência.

“A violência mais identificada pelas mulheres, foi a violência psicológica e sexual. Os serviços mais solicitados durante esse período foram os referentes à área jurídica, com denúncias e pedidos de medidas protetivas. No entanto, há uma demanda para o suporte psicológico e social, uma vez que essa vítima está fragilizada emocionalmente e pela busca do seu empoderamento”, explicou Roberta.

Além disso, a pandemia evidenciou um aumento da violência dentro dos lares. Segundo o Anuário da Segurança Pública do Piauí, houve um aumento de 50% de feminicídio em Teresina, no ano de 2020. Mesmo com a queda no registro de boletins de ocorrência nos canais formais de denúncia, o CREG apontou aumento durante a procura dos serviços.

“Constatamos um aumento considerável na procura do atendimento, pois as mulheres em situação de violência, se permitiram buscar ajuda, uma orientação, uma indicação, um atendimento profissional, muito antes de fazerem a denúncia, e o CREG faz parte da rede de atendimento, e por isso acreditamos que por isso as mulheres teresinenses sintam-se mais a vontade de nos procurarem, do que a uma delegacia”, reforçou a coordenadora do CREG.

Foto: Divulgação (SMPM)Sobre o CREG

O Centro de Referência da Mulher em Situação de Violência Esperança Garcia atende mulheres em situação de violência doméstica, familiar e de gênero, residentes em Teresina, com idades de 18 a 59 anos. O espaço oferece assistência jurídica, social e psicológica, além de ofertar Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Pics) e cursos de capacitação profissional.

As mulheres podem ser encaminhadas pela rede de enfrentamento a violência contra a mulher ou acessar diretamente o serviço. Além disso, as mulheres acompanhadas pelo CREG que possuem Medida Protetiva são monitoradas pela Guarda Maria da Penha, visando a sua proteção e contribui para o empoderamento da mesma

Onde encontrar o Creg?

Rua Benjamin Constant, 2170 , Centro Norte. Segunda a sexta, das 08h00 às 17h00.

(86) 3233-3798/99416-9451

Onde denunciar?

Na capital, as mulheres também podem procurar as Delegacias da Mulher, localizadas nas regiões Centro Sul, Sudeste e Norte, pelos respectivos telefones: (86) 3233-2323 / (86) 3220-3858 / (86) 3216-1572 / (86) 99454-3940.

Boletim eletrônico: http://dv.pc.pi.gov.br/index.php

Pandemia afeta mais o gênero feminino

Durante a pandemia da covid-19, além do medo em contrair a doença, mulheres vivenciaram a sobrecarga de trabalho dentro de casa. Trabalho, filhos e o serviço doméstico de acordo com o estudo da Organização Gênero e Número, dentro do ambiente doméstico, metade das brasileiras precisaram cuidar de alguém para além das suas atividades obrigatórias.

De acordo com a assistente social da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), Caroline Leal, em tempos de crise humanitária, social ou política, os direitos das mulheres comumente são os mais afetados.

“A mulher teve que se adequar a uma nova rotina durante essa pandemia, observou-se dentro dos lares o aumento da jornada de trabalho, as mulheres tiveram que lidar com o isolamento, trabalho doméstico, o cuidado com o filho, além de conciliar com o trabalho no ambiente de seu lar, em Teresina não foi diferente do restante do Brasil”, afirmou Caroline Leal, assistente social da SMPM.

A advogada Justina Vale, de 43 anos, precisou adotar a rotina home office. Mãe de duas meninas, a servidora pública teve sua rotina intensificada com as atividades domésticas, cuidar das filhas e do trabalho.

“É muito difícil, tem o trabalho, o marido, a limpeza da casa e as preocupações porque o orçamento foi muito afetado. O lar, que antes significava descanso, se tornou cansaço e sobrecarga”, disse.

Tensão e preocupação redobrados foram os sentimentos vividos por Margarida Santana, de 59 anos. Empregada doméstica em Teresina, precisava chegar ao trabalho usando quatro ônibus por dia.

“A trabalhadora doméstica precisa sair de casa para ganhar o sustento e isso causa muito medo. Eu tive muito medo de ser demitida e ficar sem renda. Era medo do vírus, medo do desemprego, fome e necessidade. Nosso “psicológico” fica muito debilitado”, declarou Margarida.

Além disso, a pandemia evidenciou um aumento da violência dentro dos lares. Confinada com o agressor, o Anuário da Segurança Pública do estado do Piauí revelou um aumento de 50% de feminicídio em Teresina, no ano de 2020. No entanto, houve uma queda no registro de boletins de ocorrência, mas segundo dados da Secretaria da Mulher de Teresina, ocorreu o aumento da busca pelo Centro de Referência da Mulher em Situação de Violência – Esperança Garcia.

“Constamos um aumento considerável na procura do atendimento, pois as mulheres em situação de violência, se permitiram buscar ajuda, uma orientação, uma indicação, um atendimento profissional, muito antes de fazerem a denúncia, e o CREG faz parte da rede de atendimento, e por isso acreditamos que por isso as mulheres teresinenses sintam-se mais a vontade de nos procurarem, do que a uma delegacia”, disse a coordenadora do CREG, Roberta Mara.

Foto: Divulgação (Arquivo PMT)

Reunião discute atendimento à mulheres em situação de violência

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas Para Mulheres (SMPM) deu início às reuniões do Fórum Balançando a Rede, nesta segunda-feira (31) para discutir sobre as demandas da Casa Abrigo “Mulher Viva”.

“Discutir ações para a mulher em situação de violência é necessário, para que essa mulher seja atendida de forma humanizada e técnica para esse público”, disse a secretária da SMPM Karla Berger.

Atualmente, a maior demanda do local, que abriga mulheres em situação de risco de morte e em situação de violência doméstica e familiar, é do município de Teresina, por isso a necessidade de dialogar com a rede e articular o atendimento.

“Esse momento se fez de extrema importância para debater as dificuldades do Abrigo, afinal a porta de entrada para as mulheres em situação de violência de Teresina é o Centro de Referência Esperança Garcia (CREG), através da SMPM, afirmou Ana Cleide.

Estiveram presentes no encontro representantes do Centro de Referência a mulheres em situação de violência Esperança Garcia (CREG), o Serviço Florescer, Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres (CMDM), Coordenadoria Estadual de Políticas para Mulheres, Centro de Referência para Mulheres Vítimas de Violência Francisca Trindade, Casa Abrigo Mulher Viva, Defensoria Pública do Estado do Piauí (DPPI), Ministério Público do Piauí (MPPI), Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica, Polícia Militar do Piauí – Patrulha Maria da Penha, Departamento Estadual de Proteção à Mulher, 5ª Vara Cível e Criminal (Maria da Penha), Guarda Maria da Penha, Gerência de Saúde Mental, Gerência de Proteção Social Especializada.

Sobre o Casa Abrigo “Mulher Viva”

Casa Abrigo Mulher Viva foi criada em 2014. É um serviço de proteção às mulheres em situação de violência domestica e familiar e que encontram-se em risco iminente de morte, funcionando em caráter sigiloso e mantido pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos (SASC). A Casa possui capacidade para 20 pessoas entre mulheres e seus filhos, durante o período de até três meses em que estejam em situação de violência e risco de morte. Durante sua estada na casa, as mulheres e as crianças recebem atendimento psicossocial, de saúde e jurídicos, além de participar de oficinas.

Atualmente, a maior demanda do local, que abriga mulheres em situação de risco de morte e em situação de violência doméstica e familiar, é do município de Teresina. Foto Ascom (SMPM)

Secretária da SMPM visita instalações da Casa da Mulher Brasileira do Maranhão

A Secretária Municipal de Políticas Públicas para Mulheres de Teresina (SMPM), Karla Berger, acompanhada da assistente social da secretaria, Caroline Leal, a pedido do prefeito de Teresina Doutor Pessoa, estiveram na capital maranhense para conhecer a Casa da Mulher Brasileira.

“Como vamos administrar em breve a Casa da Mulher Brasileira em Teresina, essa visita é importante para conhecer o funcionamento, entender os desafios que iremos ter”, disse Karla Berger.

A Diretora da Casa da Mulher Brasileira do Maranhão, Susan Rodrigues, ressalta que ficou bastante feliz com a visita e considera que essa troca de informação é essencial e que vai ajudar bastante a SMPM na implantação da casa em Teresina.

Durante a visita, a secretária da SMPM, recebeu o convite da Secretária Estadual da Mulher do Maranhão (SEMU), Nayra Monteiro, para conhecer a sede da SEMU e a rede de atendimento e os projetos executados.

“Essa oportunidade de conhecer o serviço in loco, os instrumentais, conversar com as profissionais e ter essa troca de informação, é muito importante para analisar o que podemos implantar e melhorar, nos serviços desenvolvidos em Teresina”, afirma a assistente social da SMPM, Caroline Leal.

Casa da Mulher Brasileira

Um serviço inovador no atendimento humanizado das mulheres, do Governo Federal, que vai ser administrado pela Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres de Teresina, que integra no mesmo espaço diferentes serviços especializados que atendem aos mais diversos tipos de violência contra as mulheres: Acolhimento e Triagem; Apoio Psicossocial; Delegacia; Juizado Especializado em Violência Doméstica e Familiar contra as Mulheres; Ministério Público, Defensoria Pública; Serviço de Promoção de Autonomia Econômica; Espaço de cuidado das crianças – Brinquedoteca; Alojamento de Passagem e Central de Transportes.

Durante a visita, a secretária da SMPM, Karla Berger conheceu a sede da SEMU/MA. Foto: Ascom (SMPM)

SMPM lança Campanha de entrega de braceletes menstruais em Teresina

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM), em parceria com o projeto Plan International Brasil, vai realizar no mês de maio uma campanha em função do Dia Internacional da Higiene Menstrual, marcado pelo dia 28 de maio.

A ação visa atender as comunidades Usina Santana, Parque Brasil e Taboca do Pau Ferrado, onde cerca de 1200 meninas, jovens e mulheres serão beneficiadas, assim como as mulheres atendidas pelos serviços da SMPM.

“Sensibilizar essas comunidades e informar sobre pobreza menstrual, o nosso principal objetivo, afinal, muitas meninas por não saberem e não terem conhecimento, passam o dia com um absorvente, o que pode gerar doenças”, informou Thayná Lima, facilitadora de projetos da Plan International.

Nesta quinta-feira (13), a campanha iniciou com a produção dos braceletes dentro da comunidade Árvores Verdes, na área rural da zona Leste de Teresina. A moradora Célia Miranda, que participou do primeiro evento, ressaltou a importância do projeto dentro da comunidade.

“A gente tá aprendendo para poder passar para nossas filhas, que passarão para suas filhas no futuro, é uma nova forma da gente poder se comunicar com nossas meninas sobre isso. Me sinto empoderada e feliz com esse projeto na comunidade”, disse a moradora.

A SMPM ciente como órgão promotor e articulador de políticas para assegurar os direitos integrais das mulheres, abraçou esta campanha em benefício das mulheres de Teresina.

“Enquanto secretaria, vamos realizar atividades de sensibilização sobre a importância da higiene e saúde menstrual para as mulheres atendidas no Florescer e no Centro de Referência das Mulheres em Situação de Violência Esperança Garcia, além promover e divulgar esses serviços para as comunidades”, disse Caroline Leal, assistente social da SMPM.

A campanha teve ínicio com a produção dos braceletes dentro da comunidade Árvores Verdes, na área rural da zona Leste de Teresina. Foto: Ascom (SMPM)

SAAD Sul oferece suporte técnico para o projeto de construção do Hospital da Mulher

O superintendente da SAAD Sul, Alípio Paiva, e o presidente da Fundação Municipal de Saúde, Gilberto Albuquerque, visitaram na manhã desta quarta-feira (5) o espaço que está sendo estudado para a construção do Hospital da Mulher. O terreno fica ao lado do Tribunal de Justiça e por trás do Hospital de Urgência de Teresina.

De acordo com o presidente da FMS, criar uma estrutura que atenda demandas em todos os níveis de complexidade e necessidades, para as mulheres, é uma meta do prefeito Doutor Pessoa.

“Esse terreno que estamos avaliando é muito bom e suporta uma estrutura grande, qualificada e suficiente. Espero que consigamos implantar esse hospital que será um sonho para Teresina e o Piauí de um modo geral” destacou o secretário.

Gilberto Albuquerque falou ainda da parceria com a SAAD Sul “Nós estamos em uma cooperação técnica junto a SAAD Sul. A Superintendência está nos dando esse apoio específico da área de engenharia e urbanismo e isso com certeza facilitará na execução do nosso projeto, garantindo mais segurança e a certeza de que tudo estará dentro das normas vigentes”, informou.

De acordo com o superintendente Alípio Paiva, o terreno foi uma sugestão feita pela própria SAAD Sul e o prefeito Doutor Pessoa logo se prontificou a conhecer o local e entender as especificações do terreno.

“Nossas equipes técnicas da SAAD estão dando todo o suporte no que tange esse trabalho de topografia e regularização fundiária, para que tão logo esse espaço seja passado para a FMS e a mesma possa fazer e executar a construção do Hospital da Mulher”, concluiu Alípio.

 

 

 

Rede hospitalar de Teresina recebe visita de representantes do Ministério da Saúde

Com o objetivo de avaliar e fiscalizar a rede de saúde da capital foi realizada uma série de visitas pelo Ministério da Saúde aos hospitais de Teresina.  O trabalho permitirá a habilitação de novos serviços de saúde e estruturas hospitalares para o município, como o Hospital da Mulher e o Hospital de Cuidados Prolongados (do Idoso). Essas visitas foram encerradas na terça-feira (4).

A equipe de representantes do Ministério da Saúde pôde conferir de perto as condições da rede atual e dar sugestões sobre o que é preciso adequar, melhorar, acrescentar e substituir, garantindo assim um atendimento adequado e de qualidade aos teresinenses. Durante os quatro dias de visita, que se iniciaram na última quinta (29), eles visitaram todos os hospitais de Teresina, encerrando hoje (04) no complexo UPA, Maternidade e Hospital do Satélite.

Adriana Melo Teixeira – que exerce o cargo de Diretora do Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e Urgência do Ministério da Saúde – conta que ficou surpresa com a estrutura dos hospitais de Teresina, bem como a organização destes locais. “Alguns estabelecimentos de saúde têm uma organização muito grande, como a UPA Satélite que é ligada um hospital e uma maternidade, e o HUT que mesmo sendo porta aberta é muito organizado e resolutivo” comenta a diretora.

O presidente da FMS, Gilberto Albuquerque, vê na visita uma oportunidade de mostrar para os gestores maiores da saúde as condições da rede atualmente em Teresina e garantir incentivo para os futuros projetos. “Creio que essa nova gestão tem feito um trabalho muito bom para melhorar cada vez mais a saúde da população de Teresina. Saio daqui me disponibilizando para ajudar no que for possível dentro do que o ministério possa fazer para que a gente possa ajudar a todos para fazer a melhor gestão da saúde na cidade”, finalizou a diretora Adriana Melo.

 

Visita é diretora do Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e Urgência do Ministério da Saúde. ASCOM FMS

 

 

Semcaspi homenageia servidoras em abertura da campanha socioeducativa em alusão ao dia internacional da Mulher

Campanha socioeducativa “Mulheres vivas e presentes, com amor e respeito da gente / Foto: Ascom SEMCASPI

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), por meio da Gerência de Proteção Social Básica e do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), promoveu nesta segunda-feira, (08/03), a abertura da campanha socioeducativa intitulada “Mulheres vivas e presentes, com amor e respeito da gente” em homenagem ao dia internacional da mulher. Na abertura da campanha, as servidoras foram acolhidas com música e lembranças, respeitando as medidas restritivas de combate à Covid-19.

As ações da campanha seguirão até o dia 30 de março e têm como público-alvo mulheres assistidas pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos.

Segundo Eliana Lago, secretária da Semcaspi, a proposta da campanha é refletir com as mulheres o seu valor, a capacidade de sobrevivência e resistência frente à crise sanitária, ao preconceito, à violência, à negligência e ao abandono.

“A gente não poderia deixar de enaltecer o dia internacional da mulher, que é um dos públicos assistidos pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. É um momento para refletir e trabalhar o empoderamento, a autoestima, o autoconhecimento e o autocuidado das assistidas. A nossa gestão, em parceria com o prefeito Doutor Pessoa, tem buscado trabalhar de forma integrada e sempre em defesa da proteção social”, ressaltou.

Segundo Villar Neto, coordenador do SCFV, a campanha “Mulheres vivas e presentes, com amor e respeito da gente” tem como objetivo valorizar, reconhecer e publicizar as mulheres assistidas pelo SCFV.

“Com a campanha socioeducativa para o dia Internacional da Mulher, planejamos diversas ações para envolver, mesmo que com o distanciamento social, as mulheres usuárias do SCFV. A proposta é que além de enaltecer as mulheres pelo seu dia, ressaltar a importância para elas de estarem vivas e presentes em tempos de pandemia da Covid-19”, pontuou.

Secretária da Semcaspi Eliana Lago fez abertura da homenagem as mulheres / Fotos: Ascom SEMCASPI

Mulheres receberam homenagem / Fotos: Ascom SEMCASPI