Workshop orienta sobre currículo e comportamento em entrevistas de emprego

Ascom/FWF

Orientações e experiências práticas para facilitar os processos de seleção de emprego são repassadas, quinzenalmente, no Workshop de Orientação Profissional. Realizado pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Wall Ferraz, um destes treinamentos aconteceu nesta segunda-feira (29), no auditório da Casa da Cultura, no Centro da cidade.

Durante o evento foram abordados vários aspectos do processo de admissão, incluindo elaboração de um currículo atrativo, como se comportar em uma entrevista de emprego e marketing pessoal. De acordo com Scheyvan Lima, presidente da Fundação Wall Ferraz, os participantes também recebem informações de como utilizar a internet e as mídias digitais na busca de oportunidades de inserção no mercado de trabalho.

“No final do workshop, os participantes têm o currículo cadastrado no banco de dados do Balcão do Trabalhador, onde eles terão uma oportunidade a mais para conseguir o emprego que se encaixa em seu perfil profissional”, explica Scheyvan Lima.

Interessados em participar do treinamento podem fazer a inscrição na sede do Balcão do Trabalhador, que fica na Rua Firmino Pires, número 379, Edifício Saraiva Center, no horário de 7h30 às 13h. O Balcão do Trabalhador foi criado em 2014 pela Fundação Wall Ferraz e tem como principal objetivo prestar orientação profissional e intermediar vagas de emprego para os teresinenses.

Professores são orientados para lidar com desatenção e dificuldades de aprendizagem

Ascom/Semec

Para garantir que os alunos que apresentam algum tipo de desatenção ou transtorno tenham bom desempenho no processo de alfabetização, a Secretaria Municipal de Educação (Semec) está preparando os professores para melhor lidar com cada especificidade. Hoje (8), docentes de língua portuguesa do 2º ano participaram, no Centro de Formação Odilon Nunes, de uma palestra sobre métodos de inclusão das crianças com TDAH e autismo.

Na sexta-feira (12) serão professores do 1º ano. O espaço foi promovido a partir de uma parceria da Divisão de Educação Inclusiva com o Centro Municipal de Atendimento Multidisciplinar Professora Ceiça Carvalho. As atividades realizadas em conjunto têm apoiado os professores nas estratégias pedagógicas que transformam a realidade da sala de aula para os alunos com deficiência.

Dessa vez, o diálogo foi com foco na alfabetização das crianças com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e autismo. Segundo a coordenadora pedagógica da Semec, Hostiza Machado, o encontro surgiu da necessidade de atender as especificidades dos alunos com transtornos que estão no ciclo de alfabetização.

“Os professores tinham essa demanda de conhecer melhor estratégias pedagógicas na perspectiva inclusiva. Então, fizemos a interlocução para ampliar as políticas voltadas para a inclusão, considerando a complexidade do tema”, explicou.

Durante a palestra, as profissionais do CMAM deram dicas que vão desde a organização da sala de aula pensando nos alunos com TDAH e autismo, à aplicação de exercícios práticos específicos para esse público. “Primeiro é preciso entender que cada aluno tem sua forma de aprender, e alguns transtornos levam a criança a falta de atenção ou agitação extrema, a escola precisa considerar isso para ter êxito no processo de alfabetização da turma por completo”, afirmou Daniela Coutinho, diretora do Centro Multidisciplinar.

Na sala de aula da professora Rejane Leão, da Escola Municipal Dom Helder Câmara, os alunos estão indo bem em leitura e escrita. Ela conta que atende três alunos com transtornos de aprendizagem e acaba de pegar novas dicas para apoiá-los ainda mais nessa etapa.

“É de fundamental importância que o professor participe das formações, conheça e estude esse assunto para saber trabalhar com seus alunos. As crianças não aprendem ao mesmo tempo, mas se você conhece os obstáculos e procura formas de superar, vai ampliando o horizonte e conseguindo extrair o melhor da turma”, disse. Segundo Rejane, palestras como essa orientam os professores sobre como conseguir apoio. “É muito bom aprender formas alternativas e saber onde procurar ajuda, até para passar informações corretas para as famílias”, conclui.

SAMU realiza mais de 8 mil atendimentos no primeiro trimestre de 2019

Ascom FMS

No primeiro trimestre de 2019, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Teresina realizou um total de 8.094 atendimentos. O número engloba orientações médicas por meio do número gratuito 192 e deslocamento de ambulâncias para casos de urgência clínica, traumática, obstétrica, psiquiátrica e, ainda, transferência inter – hospitalar de pacientes em estado grave.

Segundo as estatísticas, os casos mais recorrentes são de urgências clínicas de adultos, com 2745 atendimentos. Em segundo lugar ficam os acidentes de trânsito, com registro de assistência a 1.456 pessoas acidentadas. Outras ocorrências comuns são traumas por quedas e outros acidentes (com 381 atendimentos), 365 urgências obstétricas, 235 urgências psiquiátricas e 204 vítimas de agressão física.

Neste período, foram registrados ainda 50 trotes, sendo todos na zona urbana de Teresina. Os trotes trazem muitos prejuízos ao trabalho de salvar vidas, pois uma ambulância é deslocada sem necessidade real e deixa de atender um caso de pessoas que efetivamente necessitam do serviço, como explica a diretora do SAMU Teresina, Francina Amorim. “Nós temos que nos deslocar até o local, o que requer gasto com combustível, além disso toda a equipe, que se prepara para o atendimento, é frustrada ao saber que aquele evento relatado não ocorreu”, relata a diretora.

Para ter acesso ao atendimento do SAMU, basta telefonar para o número gratuito 192 de qualquer telefone. O serviço deve ser acionado sempre que houver acidentes com vítimas, choque elétrico ou acidentes com produtos perigosos, nos casos de problemas cardiorrespiratórios de intoxicação, trauma ou queimadura, de quadros infecciosos, maus tratos, trabalhos de parto ou crises hipertensivas.

O seu primeiro contato é com os telefonistas, que colhem dados como endereço e natureza da ocorrência. Posteriormente, a ligação é repassada para o médico regulador, que avalia o caso informado e classifica se é necessário o envio de ambulância de suporte básico, avançado ou se faz apenas orientações médicas.

O SAMU Teresina possui oito viaturas de suporte básico, três viaturas de suporte avançado e quatro motolâncias para atender a população da capital. Para agilizar o deslocamento das ambulâncias, são mantidos cinco pontos de apoio para deslocamento de ambulâncias: na zona Norte, nos hospitais Mariano Castelo Branco e Buenos Aires, com duas viatura de suporte básico e uma motolância; na zona Sudeste, existe um ponto na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Renascença, com duas viaturas de suporte básico e uma motolância. Outro ponto de apoio do SAMU fica localizado no Hospital do Monte Castelo, com duas viaturas de suporte básico. O Hospital do Promorar também é ponto de apoio do SAMU, com duas viaturas de suporte básico.