IPMT reúne comissão para análise do Edital de Seleção Pública do Regime de Previdência Complementar

A diretoria do IPMT reuniu, na manhã desta segunda-feira (28/03), os membros da Comissão Especial para Implementação do Regime de Previdência Complementar, para análise e proposta de alteração e aprovação do Edital de Seleção Pública para Contratação de EFPC.

O Edital tem como objetivo a seleção de Entidade Fechada de Previdência Complementar para administração de plano de benefícios previdenciários dos servidores de cargo efetivo da administração direta e indireta do Poder Executivo e do Poder Legislativo, em conformidade com a Lei Municipal n° 5.672, de 07 de dezembro de 2021.

Poderão participar desta seleção as pessoas jurídicas que se enquadram no conceito de Entidade Fechada de Previdência Complementar, que já administre ou que possa administrar planos de previdência de servidores públicos e que estejam devidamente autorizadas a funcionar como tal pelo respectivo órgão regulador, Superintendência Nacional de Previdência Complementar – PREVIC e categorizadas como em “situação normal” no CadPrevic.

A Comissão decidiu pela aprovação da minuta do edital conforme condições e especificações estabelecidas, e encaminhamento à Secretaria Municipal de Governo (SEMGOV) para apreciação de qual órgão irá conduzir a seleção. Participaram da reunião: Esdras Leitão (Presidente do IPMT), Edelman Medeiros (Diretor de Previdência do IPMT), Wanderson Rodrigues (IPMT), João Eduardo Oliveira (PGM), Camyla Lima (SEMA) e Márcia Muniz (SEMPLAN).

Diretoria do IPMT se reúne com vereadores para explicar mudanças na Previdência

O Presidente do IPMT, Esdras Avelino, e o Diretor de Previdência Edelman Medeiros, estiveram na Câmara Municipal de Teresina na manhã desta segunda feira (22), para esclarecer os vereadores sobre o Projeto de Lei do Regime de Previdência Complementar (RPC), do que se trata e, principalmente, sobre a obrigatoriedade de sua implantação pelo município de Teresina ainda em 2021.

“A implantação do Regime de Previdência Complementar pelos municípios foi determinada pela Emenda Constitucional 103/2019, em que foi concebido um prazo de dois anos para que sejam feitas todas as mudanças. Este prazo expira agora em 2021 e caso não seja cumprida essa determinação, o município sofrerá penalidades. Nossa reunião foi proveitosa porque pudemos tirar todas as dúvidas a respeito do assunto”, explicou Edelman Medeiros.

Estiveram presentes à reunião os vereadores Renato Berger, Bruno Vilarinho, Paulo Lopes, Aluísio Sampaio e Leonardo Eulálio.

O IPMT coloca-se à disposição para qualquer esclarecimento que se faça necessário, de modo a construir um diálogo transparente com os servidores e a sociedade de modo geral.

IPMT encaminha projeto de lei à Câmara Municipal sobre criação do Regime de Previdência Complementar

O município de Teresina enviou para a Câmara Municipal o Projeto de Lei sobre a criação do Regime de Previdência Complementar (RPC), de acordo com a Emenda Constitucional 103/2019 que foi promulgada em 2019 pelo Congresso Nacional e exige que todos os municípios tenham implantado até o final de 2021 a previdência complementar para seus servidores.É importante lembrar que os servidores efetivos que já estão no serviço público não serão atingidos, mas terão a opção de aderir ao RPC caso tenham interesse.

Para os novos servidores, a adesão é obrigatória e a inscrição é feita automaticamente, como exigido na própria emenda constitucional. O município de Teresina é obrigado pela Constituição a contratar uma Entidade Fechada de Previdência Complementar (EFPC) e para isso criou uma comissão especial de estudos e apoio para implementação do RPC. O Ministério do Trabalho e da Previdência tem 41 entidades cadastradas que oferecem este serviço no Brasil e a forma de seleção será através de chamamento público feito pelo município.

De acordo com Edelman Medeiros, diretor de previdência social do IPMT, existe uma comissão especial que promoveu os estudos sobre esse projeto de lei, que é formada por representantes da Câmara Municipal de Teresina, secretarias do município e o Tribunal de Contas do Estado

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Já foi realizada uma audiência pública na Câmara Municipal para debater a implantação do Regime de Previdência Complementar, junto com a sociedade civil e com os próprios servidores. O projeto está na Câmara para aprovação e, em sendo aprovado, o município passará para a segunda etapa, que é a seleção da entidade.

“Se o município não fizer essa adesão ao RPC, poderá sofrer algumas penalidades, como a não realização de transferências voluntárias de recursos pela União; a não celebração de acordos, contratos, convênios ou ajustes; não concessão de empréstimos, financiamentos, avais e subvenções em geral de órgãos ou entidades da Administração direta e indireta da União; a não liberação de recursos de empréstimos e financiamentos por instituições financeiras federais; e o não pagamento dos valores referentes à compensação previdenciária devidos pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS)”, finalizou Edelman.

IPMT realiza audiência pública sobre Regime de Previdência Complementar

A primeira audiência pública para discussão do Regime de Previdência Complementar (RPC) aconteceu na manhã desta sexta-feira (15) de forma virtual, e foi transmitida através do YouTube da Câmara Municipal de Teresina, como forma de fomentar o debate com todos os servidores.

A criação do RPC foi determinada pela Emenda Constitucional nº 103, de 12 de novembro de 2019 (Reforma da Previdência) e deve ser feita por todos os estados e municípios que possuam Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) até novembro de 2021.

De acordo com o Presidente do Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Teresina (IPMT) Kennedy Glauber, “a Previdência Complementar é uma opção para melhorar a aposentadoria dos servidores tendo, entre outras vantagens, a manutenção do seu nível de renda da ativa, já que o valor da aposentadoria, nas regras de hoje, é de acordo com a média dos salários do tempo de contribuição e como os salários do início da carreira são inferiores aos últimos níveis do plano de cargos e salários, geralmente o servidor se aposenta com um valor inferior ao seu último salário na ativa.”

A adesão ao RPC não é obrigatória e será aplicada somente aos servidores que ingressarem no serviço público municipal a partir da data de sua instituição. Já os servidores que estão na ativa terão a opção de migrar ou não para o RPC. Os benefícios para quem optar pela Previdência Complementar são vários, mas é importante lembrar que esta decisão tem caráter irrevogável, por isso deve ser bem pensada: ela funciona como se fosse uma poupança individual, cujo saldo acumulado não é vitalício.

“O IPMT está abrindo um canal de comunicação e para isto vamos realizar outras audiências que forem necessárias, explicando e fazendo simulações para os servidores. Estamos à disposição para tirar quaisquer dúvidas”, finalizou Kennedy.

Para quem não assistiu, a audiência está disponível AQUI

 

Kennedy Glauber, presidente do IPMT, durante audiência pública que discutiu o RPC / foto: Ascom IPMT

Regime de Previdência Complementar será discutido em Audiência Pública nesta sexta (15)

A Audiência Pública para discutir o Regime de Previdência Complementar (RPC) acontecerá na próxima sexta-feira (15), a partir das 9h, no auditório da Câmara Municipal de Teresina e será transmitida através do YouTube, levando o debate para todos os teresinenses.

O objetivo do RPC é complementar a renda do servidor no momento de sua aposentadoria, proporcionando uma proteção previdenciária além da oferecida pelo RPPS.

Além disso, possibilita a concessão de outros benefícios como pensão por morte, mediante a realização de contribuições para uma entidade gestora. Poderá ser facultativo para os atuais servidores de Teresina e obrigatório para os futuros servidores.

A primeira reunião com a Comissão de Previdência Complementar aconteceu no último dia 08 de outubro, mas a efetiva implantação do RPC depende de lei.

IPMT realiza a primeira reunião com a Comissão de Previdência Complementar

O Presidente do Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Teresina (IPMT), Kennedy Glauber, e o Diretor de Previdência Social do Instituto, Edelman Medeiros, participaram hoje (8) da reunião para instalação da Comissão de Regime de Previdência Complementar (RPC). A efetiva implantação do RPC depende de lei.

A instituição do Regime de Previdência Complementar deve ser feita por todos os Entes Federativos que possuam Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), de acordo com a Emenda Constitucional nº 103, de 12 de novembro de 2019, conhecida como Reforma da Previdência e que determinou a criação do Regime de Previdência Complementar (RPC) dos estados e municípios.

O objetivo do RPC é complementar a renda do servidor, no momento de sua aposentadoria, proporcionando uma proteção previdenciária além da oferecida pelo RPPS. Além disso, possibilita a concessão de outros benefícios como pensão por morte, mediante a realização de contribuições para uma entidade gestora. Poderá ser facultativo para os atuais servidores de Teresina e obrigatório para os futuros servidores.

Esta foi a primeira reunião para apresentar os objetivos dos trabalhos, mas o debate será levado para todos os teresinenses. A primeira audiência pública está agendada para o dia 15/10 (sexta-feira), às 09h