FMS discute revisão do valor pago pelos municípios para pacientes atendidos em Teresina

A Fundação Municipal de Saúde reuniu hoje (24) representantes do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (COSEMS) e da Secretaria Estadual de Saúde do Piauí (SESAPI) para discutir a revisão dos valores de repasses dos municípios para Teresina por conta dos atendimentos via SUS de pacientes do interior na capital. A programação Pactuada Integrada (PPI) foi elaborada em 2009 e revisada em 2011.

“Estamos há 13 anos recebendo os mesmos valores de 2011 e isto tem acarretado um déficit crescente para Teresina que recebe pacientes de vários municípios”, disse Ítalo Costa, presidente da Fundação Municipal de Saúde.

“Os tetos estão defasados e nosso objetivo é buscar alternativas para que se tenha um equilíbrio na balança. Teresina não vai deixar de atender nenhum paciente por ser de outro município, mas a conta precisa ser compactuada com os três entes federativos (município, estado e união) porque se não for assim a conta não fecha”, reforça o presidente da FMS.

A Programação Pactuada e Integrada é um processo instituído no âmbito do Sistema Único de Saúde onde, em consonância com o processo de planejamento, são definidas e quantificadas as ações de saúde para população residente em cada território, bem como efetuados os pactos intergestores para garantia de acesso da população de um município em outra localidade. “O teto que foi definido na PPI para Teresina está defasado e a capital está sobrecarregada e recebendo cada vez mais pacientes vindo de outros municípios e por isso a conta não fecha”, explica Ítalo Costa.

Primeira parcela do Fundo Rotativo é repassado para as Escolas da Prefeitura

Ascom/Semec

A Prefeitura de Teresina repassou o valor de R$ 1.872.007,00 para as escolas da Rede Municipal, referente à primeira parcela do Fundo Rotativo. O dinheiro repassado às escolas são oriundos do Tesouro Municipal (recursos próprios), que podem ser utilizados em pequenas despesas e serviços na escola.

Estes recursos financeiros, em caráter suplementar, são destinados a escolas públicas da educação básica (e casos específicos) para uso em despesas de manutenção do prédio escolar e de suas instalações (hidráulicas, elétricas, sanitárias etc.); de material didático e pedagógico; e também para realização de pequenos investimentos, de modo a assegurar as condições de funcionamento da unidade de ensino, além de reforçar a participação social e a autogestão escolar. Os repasses são feitos anualmente, em três parcelas iguais, diretamente para a conta da Escola.

Veja as planilhas:

FUNDO ROTATIVO 2020 CMEIs

FUNDO ROTATIVO 2020 Escolas

FUNDO ROTATIVO 2020 Escolas e CMEIs Integral