Cadernos de Teresina 33: quando a cidade se reinventa em verso, prosa e imagem

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) dá continuidade ao resgate do acervo da revista Cadernos de Teresina, trazendo nesta semana um olhar detalhado sobre a edição nº 33, publicada em agosto de 2002. Este volume marca um momento histórico de transição para a publicação, celebrando o sesquicentenário (150 anos) de Teresina com uma renovação completa em sua identidade e estrutura.

O grande enfoque deste episódio, gravado no cenário urbano e movimentado da Estação de Metrô Engenheiro Alberto Silva, é o divisor de águas que a edição nº 33 representou no projeto gráfico da revista. Pela primeira vez, a publicação abandonou o tradicional formato “canoa” para adotar o formato “brochura”, apresentando uma nova logomarca que perdurou por anos. O resumo da matéria foi apresentado pelo servidor Jairo Sherlock, que destacou o valor desta edição como um verdadeiro presente para a capital.

Com o título “De Verso e Prosa”, o exemplar reúne o trabalho de 30 poetas piauienses que homenageiam a “Cidade Verde”. Como enfatizado por Sherlock, a revista buscou registrar a alma da cidade através da sensibilidade de seus escritores e de um novo conceito fotográfico, unindo o vanguardismo tecnológico das novas máquinas digitais da época com o sentimento profundo das tradições teresinenses.

A edição comemora os 150 anos de Teresina, destacando na capa as margens do Rio Poty. Na edição nº 33, que retorna após dois anos sem lançamentos, evidencia-se a mulher piauiense na literatura, a cidade na memória de intelectuais, intervenções e lugares. Na arte, Teresina torna-se palco de uma intervenção artística. Durante quatro dias, um grupo de artistas ocupou uma obra inacabada na Avenida Homero Castelo Branco. Com o nome Vitrin Instalação, surgiu um evento com atividades culturais e exposições de arte contemporânea. A intervenção buscou fomentar o papel comunicativo da cidade, ocupar e ressignificar espaços esquecidos no processo de urbanização.

O episódio desta semana foi gravado na Estação Engenheiro Alberto Silva, uma das estações terminais da Linha 1 do Metrô de Teresina, localizada na Avenida Maranhão, no centro da capital. Dessa forma, entre literaturas, artes e ideias, a edição nº 33 dos Cadernos de Teresina nos convida a refletir sobre o valor desta publicação, um verdadeiro presente para a capital. A revista traz a alma da cidade, onde poetas de todos os tempos se alinham para homenagear a Cidade Verde. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Cadernos de Teresina 33 (Foto: Ascom FMC)

Cadernos de Teresina 31: cultura, arte e meio ambiente em destaque na edição de 1999

Cadernos de Teresina 31 (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais um mergulho na revista Cadernos de Teresina, com destaque para a edição nº 31, publicada em dezembro de 1999. A publicação reúne conteúdos diversos, passeando por contos, crônicas, artes visuais, música, teatro e agendas culturais, consolidando-se como um importante registro das produções culturais da capital.

Um dos destaques dessa edição é o artigo sobre o meio ambiente e a cultura do desperdício, escrito por Pier Luigi Sapio. O conteúdo foi o foco do episódio desta semana, com resumo apresentado pela servidora, Edilene Santos. O autor reflete sobre o Brasil como um dos campeões em desperdício, prática que se manifesta desde hábitos cotidianos como o desperdício de alimentos, até áreas como a construção civil. Segundo ele, trata-se de uma cultura enraizada no subconsciente coletivo.

O artigo resgata esses comportamentos muitas vezes inconscientes e propõe reflexões e caminhos, como a valorização do Piauí enquanto potencial destino de ecoturismo. A ideia é incentivar o conhecimento das riquezas naturais do estado, promovendo sua preservação e uso consciente.

A edição nº 31 também evidencia a diversidade artística local, permitindo ao leitor conhecer melhor artistas piauienses e suas obras. Nas artes plásticas, destaca-se o trabalho de Carlos Martins, escultor cujas obras iluminam a noite de Teresina.

Por se tratar de uma edição natalina, a capa ganha um significado especial: a iluminação da Igreja de São Benedito, doada pela Philips do Brasil, simbolizando o desejo de que “a nossa memória não se apague”. A imagem reforça o papel da revista como guardiã da memória cultural e afetiva da cidade.

O episódio desta semana foi gravado na Central de Artesanato Mestre Dezinho e na Igreja de São Benedito, localizados no centro de Teresina. O centro de artesanato é um local com lojas de produtos artesanais, funcionando também como polo cultural e turístico, sendo assim principal espaço de comercialização e valorização da arte piauiense. Desta forma, entre fotografias, artigos, e expressões culturais, a edição de n° 31 dos Cadernos de Teresina nos convida a refletir sobre a riqueza de nossas reservas naturais, obras e cultura da cidade, reunindo diferentes olhares sobre o estado. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Cadernos de Teresina nº 29 destaca a história da Banda 16 de Agosto e a cultura local

Cadernos de Teresina nº 29 (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais um mergulho na revista Cadernos de Teresina, com destaque para a edição nº 29, publicada em agosto de 1998. A publicação reúne uma diversidade de conteúdos que atravessam artes plásticas, literatura, música, teatro, educação e cultura popular, consolidando-se como um importante registro da produção cultural do estado.

Entre os principais destaques da edição está a matéria “30 anos da banda 16 de agosto”, que apresenta a obra musical e a trajetória de uma das instituições mais tradicionais da nossa capital. O conteúdo foi o foco do episódio desta semana, com um resumo histórico apresentado pelo atual maestro da banda, Eduardo César.

Atualmente, a banda conta com um efetivo de 35 integrantes, sendo 31 músicos, dois regentes (maestro Eduardo César como titular e maestro Joilson Gomes como auxiliar) e um arranjador.

Originalmente criada para atender demandas dos poderes Executivo e Legislativo municipal, a Banda 16 de Agosto, evoluiu para se tornar um patrimônio de toda a comunidade. “Com a reformulação da banda, começou a atender também as demandas da comunidade em geral. Hoje temos um repertório bastante eclético, que vai do clássico à música religiosa, folclórica e popular, para atender as demandas que surgem durante o ano inteiro”, destaca o maestro.

A revista de nº 29 traz temas diversos. Nas artes plásticas, é possível conhecer Stenio Rocha, dono de uma técnica interessante que mistura pintura e colagem. Na cultura popular, mestre Maleiro conta a história do nosso Bumba-meu-boi. Além de entrevistas, crônicas e destaque à poesias, que contribuem para valorização da cultura.

O episódio desta semana foi gravado no Palácio da Música, localizado no centro de Teresina. Sua existência é marcada pela realização de atividades artísticas, com apresentações e ensaios, levando cultura de forma acessível à população.

Dessa forma, entre imagens, artes, e expressões culturais, a edição de n°29 dos Cadernos de Teresina nos convida a refletir sobre a riqueza cultural da cidade, valorizando suas histórias, memórias e tradições que ajudam a construir a identidade local. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Revisitando a Revista destaca edição nº 25 dos Cadernos de Teresina e celebra a tradição do Bumba-Meu-Boi na capital

Revisitando a Revista destaca edição nº 25 dos Cadernos de Teresina (Foto: Ascom FMC)

O projeto semanal Revisitando a Revista, promovido pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), apresentou nesta semana a edição nº 25 da revista Cadernos de Teresina, publicada em abril de 1997. O episódio foi gravado no tradicional Mercado Central São José, conhecido popularmente como Mercado Velho, espaço simbólico da cultura e da memória popular teresinense.

Entre os destaques da edição está a matéria “O Bumba-Meu-Boi de Teresina”, de Maria Cecília Mendes, que resgata a trajetória de um dos mais importantes movimentos culturais da cidade. O resumo foi apresentado pelo servidor da FMC, Wellington Sampaio, que já atuou como coordenador de ações ligadas ao Bumba-Meu-Boi e contribuiu com reflexões sobre a força histórica e simbólica da manifestação na identidade cultural de Teresina.

A publicação reúne uma ampla diversidade de conteúdos, reafirmando o caráter plural dos Cadernos de Teresina. A edição contempla artes plásticas com “Naza: A visão das Formas Flamejantes”, literatura e crítica com análises sobre Elmar Carvalho e Mário Faustino, cultura popular, folclore, economia, educação, memória musical e teatro, além de entrevista, depoimento, crônica, seção de poesias e agenda cultural.

Ao revisitar a edição nº 25, o projeto evidencia a importância de preservar e valorizar manifestações como o Bumba-Meu-Boi, que atravessam gerações e permanecem vivas na memória coletiva da cidade. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI.

Revisitando a Revista destaca a edição nº 24 do Cadernos de Teresina e debate a importância das áreas verdes da capital

Edição nº 24 dos Cadernos de Teresina (Foto: Ascom FMC)

O projeto semanal Revisitando a Revista, promovido pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), apresentou nesta semana, a edição nº 24 da revista Cadernos de Teresina, publicada em dezembro de 1996. O episódio foi gravado diretamente da Praça Saraiva, um dos espaços simbólicos do centro da capital, reforçando o diálogo entre memória urbana e patrimônio cultural.

Nesta edição histórica, a revista reúne um vasto conjunto de conteúdos que atravessam artes plásticas, literatura, crítica, cultura popular, educação, economia, música, teatro, memória e história. Com mais de 100 páginas, a publicação se destaca pela diversidade de textos, gravuras, poemas, entrevistas e documentos, consolidando-se como um importante registro da produção intelectual e artística piauiense da década de 1990.

Entre os destaques comentados no programa está o artigo “Revalorizando o verde em Teresina: o papel das unidades ambientais”, da professora Iracilde M. de Moura Fé Lima. O resumo da matéria foi apresentado pelo servidor da FMC, Jairo Sherlock, que ressaltou a importância dos parques ambientais e das praças na configuração urbana de Teresina. O texto aborda a necessidade de preservação e valorização dos espaços verdes da cidade, discutindo seu papel ambiental, social e paisagístico, além de sua contribuição para a qualidade de vida da população.

A edição nº 24 também contempla reflexões sobre cultura e identidade, como em “Imaginário e cultura do sertão piauiense”, além de estudos sobre religiosidade popular, educação brasileira, formação judiciária da Parnaíba, música no estado do Piauí e memória da área central de Teresina. A revista traz ainda entrevista, ensaios literários, críticas, resenhas e a tradicional seção “Só Poesia”, reafirmando sua vocação plural. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Cadernos de Teresina 22: artes visuais, literatura, história, cultura popular e memória urbana mostra a diversidade da publicação

Cadernos de Teresina 22 (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com destaque para o número 22 da publicação, lançado em abril de 1996. A edição reúne uma ampla diversidade de conteúdos que percorrem artes visuais, literatura, história, cultura popular, memória urbana, universidade, teatro e documentação histórica, consolidando o perfil multidisciplinar da revista.

Na seção de artes plásticas, destaca-se o texto “Gabriel Arcanjo: a sensualidade da cor e o lirismo do traço”, de Pollyanna Jericó. A literatura aparece em diferentes frentes, incluindo críticas como “Trinta anos de tensa comunhão com a palavra”, sobre a obra de Francisco Miguel de Moura, e reflexões sobre novos caminhos da produção literária. A edição também traz contos, crônicas históricas, relatos de viagem e debates sobre universidade e sociedade.

A cultura popular ganha espaço com a matéria “Ex-voto: símbolo da religião e da magia em Teresina”, de Maria Cecília Silva de Almeida Nunes, enquanto a seção de documentos apresenta estudos sobre cotidiano, cinema, futebol em Teresina no início do século XX e narrativas históricas regionais. A edição conta ainda com entrevista com Cinéas Santos, textos literários sobre Torquato Neto, memórias urbanas, seção dedicada exclusivamente à poesia, além de teatro e agenda cultural.

Cadernos de Teresina 22 (Foto: Ascom FMC)

O episódio desta semana do Revisitando a Revista foi gravado diretamente na Praça Pedro II, em referência à matéria “O espetáculo da Praça Pedro II”, do professor Odoaldo da Rocha Marinho. O texto resgata aspectos históricos, curiosidades e transformações do espaço ao longo do tempo, conectando memória urbana e vivência cultural da cidade. O resumo da edição foi apresentado pela chefe de gabinete da FMC, Clarissa Parente, que destacou a importância do registro histórico da praça como símbolo da vida social e cultural de Teresina.

Com uma publicação robusta, a edição nº 22 reúne gravuras, textos, poemas, música, literatura, reportagens, entrevistas e agenda cultural, valorizando a memória cultural e histórica da capital e do estado. Para ter acesso à revista completa, CLIQUE AQUI!

Cadernos de Teresina 20: imaginário religioso e a criação da capital em destaque

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com foco na edição nº 20, publicada em agosto de 1995. A revista reúne um amplo conjunto de conteúdos que transitam entre artes, literatura, história, política, música e cultura popular, reafirmando o papel da publicação como importante registro da memória cultural e social de Teresina.

Entre os temas abordados estão artes plásticas, Canto do Conto, crônicas, poesias, teatro e agenda cultural, além de matérias como O mestre-escola e a “siglomania”, “O nascimento da infância”, reflexões em “Lembranças de uma cidade ardente”, textos sobre o cotidiano entre trabalho e lazer, literatura com Juca Mulato e Luiz Romero Lima, música com a análise “CD Bom ou Bons CDs”, além de discussões políticas sobre liberdade e poder a partir da obra de Jean-Jacques Rousseau. A edição também traz entrevista com Raimundo Nonato Monteiro de Santana e um perfil dedicado à vida e obra do Barão de Gurguéia.

O principal destaque desta edição é a matéria de cultura popular “O imaginário religioso e a criação de Teresina”, escrita por Maria Cecília Silva. O texto aborda a fundação da capital a partir do chamado marco zero, localizado em frente à Igreja de Nossa Senhora do Amparo, espaço simbólico para a compreensão da origem da cidade e da construção de seu imaginário religioso.

O episódio desta semana do projeto foi gravado diretamente na Igreja de Nossa Senhora do Amparo, estabelecendo uma relação direta entre o local histórico e a narrativa apresentada na revista. O resumo da edição foi conduzido pela servidora da FMC, Mariana Castelo Branco, que destacou os aspectos históricos e simbólicos da matéria central. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI.

Cadernos de Teresina 19: a devoção popular ao motorista Gregório em destaque na edição revisitada

Cadernos de Teresina 19 (Foto: Reprodução da internet)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) apresenta, nesta semana, mais uma edição do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com foco no número 19 da publicação, lançado em abril de 1995. A edição reúne uma ampla diversidade de temas que transitam entre artes, literatura, história, urbanismo e cultura popular, reafirmando o papel da revista como registro sensível da memória social e cultural do Piauí.

Entre os conteúdos presentes estão matérias sobre artes plásticas, Canto do Conto, crítica literária, poesias, crônicas e urbanismo, além de textos como “Mostra visual de poesia brasileira”, “Uma pequena apreciação do tempo: da Idade Média à Idade Moderna”, reflexões sobre o movimento estudantil no Piauí, discussões acerca da questão da nacionalidade na literatura brasileira no século XIX e a reportagem “Jornalismo em Teresina nos anos 30: ato de amor e heroísmo”.

O principal destaque da edição é a matéria de cultura popular “Motorista Gregório: um santo do povo”, escrita por Maria Cecília Silva. O texto, narra a história de Gregório, personagem que mobilizou forte comoção popular após ser assassinado às margens do rio Poty por um delegado da cidade de Barras. Com o passar do tempo, sua memória foi ressignificada pela população, que passou a vê-lo como uma figura de devoção e fé.

O episódio desta semana do projeto foi gravado diretamente no monumento em homenagem ao motorista Gregório, localizado na Avenida Marechal Castelo Branco. O local tornou-se ponto de visitação e devoção popular, marcado por um monumento em formato de gota com uma cruz ao centro, simbolizando um dos aspectos mais tocantes de sua história: o fato de Gregório ter passado longas horas com sede antes de morrer. Até hoje, fiéis costumam levar garrafas de água ao monumento como gesto simbólico para “matar a sede” daquele que consideram um santo do povo.

O resumo da edição ficou a cargo do servidor da FMC, Jairo Sherlock, que destacou a relevância da matéria sobre o Motorista Gregório como um importante registro da religiosidade popular, da memória coletiva e das narrativas construídas pelo povo a partir de episódios de dor e injustiça.

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Cadernos de Teresina 17: edição de 1994 destaca identidade cultural e cidade

Cadernos de Teresina edição 17 (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), apresenta, nesta semana, mais um capítulo do projeto “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, com destaque para a edição nº 17, publicada em agosto de 1994. A revista mostra o perfil plural da publicação ao reunir artes visuais, literatura, música, teatro, urbanismo, história e humor, compondo um amplo retrato cultural do período.

Entre os conteúdos da edição estão textos de artes plásticas, Canto do Conto; crônicas e ensaios literários, como “A vida do vizinho”, de Francisco Miguel de Moura, além de reflexões em “Ensaio para um domador de potros”. O campo documental é contemplado com a matéria “Piauí provincial – uma visão dos códices de passaporte”, enquanto a editoria de ecologia aborda o Parque Municipal da Floresta Fóssil do Rio Poti, em texto de Claire Anne Viana de Sousa. A edição também traz discussões sobre história oral, humor assinado por Arnaldo Albuquerque, literatura com Apocalipse, de Mário Quintana, música dos anos 1960, além de perfil dedicado ao professor Clemente Fortes, educador e crítico do direito cívico brasileiro.

O teatro e os quadrinhos também ganham espaço, com destaque para “Prado – um grito parado no ar e as ilustrações de Amaral. No campo do urbanismo, a revista apresenta a matéria “Considerações sobre o patrimônio arquitetônico de Teresina”, escrita por Edison Gayoso, que propõe reflexões sobre preservação, memória e identidade urbana — tema central do episódio desta semana do projeto.

A gravação do Revisitando a Revista aconteceu no espaço da Galeria Café, localizada no Museu da Imagem e do Som (MIS). O resumo da edição foi conduzido pela servidora da FMC, Lindalva Medeiros, que destacou justamente a importância da matéria sobre o patrimônio arquitetônico da capital. Para ter acesso à revista completa, CLIQUE AQUI.

Cadernos de Teresina 16: O papel do historiador em destaque na edição revisitada

Cadernos de Teresina 16 (Foto: Ascom FMC)

Dando continuidade ao projeto semanal “Revisitando a revista Cadernos de Teresina”, a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), apresenta, nesta semana, a edição nº 16 da publicação, lançada originalmente em abril de 1994. A revista, marcada pela riqueza de conteúdo e diversidade temática, reúne ensaio fotográfico, literatura, crítica, entrevistas e reflexões sobre arte, memória e cidade.

A edição traz um ensaio fotográfico assinado por Jairo Cézar, que registra cenas e atmosferas de Teresina. No campo das artes plásticas, Pollyana Jericó apresenta o texto “A arte de Júnior Brandão”, abordando a sensibilidade e a força da obra do artista. Em literatura, o Canto do Conto traz “No local do crime”, além de uma crítica literária escrita por Jonas da Silva.

Entre os destaques, está o texto “Um testemunho de amor à Teresina”, do padre Cláudio Melo, que reflete sobre a relação afetiva com a cidade. A edição também apresenta uma entrevista com o padre Raimundo José, conduzida por Anna Kelma, trazendo perspectivas sobre fé, cultura e cotidiano. No campo da crítica e reflexão, há ainda uma discussão sobre o papel do historiador, analisado a partir dos poemas “O Historiador”, de Carlos Drummond de Andrade, e “A um historiador”, de Walt Whitman.

Assim como as demais edições, a nº 16 apresenta uma revista robusta, com gravuras, poemas, música, literatura, reportagens, entrevistas, agenda cultural e conteúdos diversos, mantendo o caráter multidisciplinar que marca a história da publicação. Nesta semana, o episódio do projeto foi gravado diretamente no Museu da Imagem e do Som (MIS), e o resumo da edição ficou a cargo do servidor da FMC Jairo Sherlock. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI.