Memória cultural: edição nº 15 do Cadernos de Teresina ganha novo destaque

Edição nº 15 do Cadernos de Teresina (Foto: Ascom FMC)

Dando continuidade ao projeto semanal Revisitando a Revista Cadernos de Teresina, a Fundação Municipal de Cultura apresenta, nesta semana, a edição nº 15, intitulada “Memorare – esse belo desconhecido”, lançada originalmente em dezembro de 1993. Rica em conteúdo e memória, a publicação reúne um amplo panorama artístico, cultural e social da época, reafirmando o papel da revista como registro plural da produção intelectual piauiense.

A edição traz um ensaio fotográfico especial, “Memorare”, assinado por Jairo Cezar, que conduz o leitor a uma viagem visual sensível e reflexiva. Na seção de artes plásticas, o destaque é a obra de Lucílio de Albuquerque. A crítica literária fica por conta de Elmar Carvalho, que analisa “Um certo poeta Borges de Almeida”, enquanto uma entrevista exclusiva com Hermes Vieira amplia as discussões sobre criação e pensamento artístico.

Os temas se diversificam com a seção de ecologia, abordando o eixo “Teresina 40 graus”, e com o EM FOCO, que evidencia a atuação da Orquestra da Câmara de Teresina no cenário musical da cidade, que atualmente se transformou na Orquestra Sinfônica de Teresina. O humor também marca presença com as tirinhas de Mafal, e a literatura ganha espaço com o texto “Itinerário poético – a releitura de um tempo”.

A edição ainda reúne discussões sobre música piauiense, reflexões de sociologia com “Cinema, uma invenção do diabo?”, análises de teatro com o texto “Gomes Campos, além do auto além”, além de uma pauta urbana sobre as ocupações em Teresina. A programação cultural da cidade aparece na tradicional agenda assinada por Adrião Neto. O número 15 também traz o suplemento especial “Uma viagem ao mundo de Pintinho”, de Antônio Vieira Sales e Francisco Alcides do Nascimento, que amplia o mergulho do leitor no universo artístico local.

O episódio desta semana foi gravado diretamente da sede da Fundação Municipal de Cultura, com apresentação e resumo feitos por Micael Fideles, coordenador de bandas. A proposta reforça a importância da preservação e da divulgação da revista, que permanece como um dos mais completos registros da cultura teresinense.

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Cadernos de Teresina nº 13: a força simbólica das “Pirâmides do Poty”

Cadernos de Teresina nº 13 (Foto: Ascom FMC)

O projeto revisitando a Revista Cadernos de Teresina, desenvolvido pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), apresenta nesta semana a edição nº 13 da revista, publicada em abril de 1993 e intitulada “As Pirâmides do Poty”.

O episódio foi gravado diretamente na Galeria Expressões em muitos Tons de Cores, localizada no MIS (Museu da Imagem e do Som), ambiente que dialoga com o caráter visual e artístico dessa edição. O resumo foi apresentado pelo servidor da FMC, Anderson Passos, que deu destaque ao poema “Labirinto” escrito pelo Kayo Douglas.

A revista abre com um ensaio fotográfico dedicado às emblemáticas Pirâmides do Poty, estrutura marcante do imaginário urbano teresinense. A edição reúne ainda matérias sobre o Dia Internacional do Teatro, além de um amplo espaço para a literatura, com resenhas, contos e poesias, além de uma seção de quadrinhos.

Entre os conteúdos de grande relevância cultural, está a matéria de Domingos Dias sobre Mandu Ladino, figura essencial da resistência indígena no Piauí. Outro destaque é o texto “Mulher jornalista: a notícia está mais feminina?”, que discute transformações no jornalismo e a presença crescente de profissionais mulheres na área.

A edição também reúne temas ligados às artes plásticas, ecologia, arquitetura e urbanismo, compondo um panorama amplo da produção cultural e intelectual da época. Como diferencial, a revista apresenta ao final um suplemento especial sobre Mestre Dezinho — “um santeiro e a Arte da Imortalidade”, documento valioso sobre a vida e a obra de um dos maiores artistas populares do Piauí.

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Cadernos de Teresina nº 12: a cidade em cores, memórias e múltiplas narrativas

Cadernos de Teresina nº 12 (Foto: Ascom FMC)

O projeto semanal Revisitando a Revista Cadernos de Teresina, da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), apresenta nesta semana a edição nº 12 da revista, publicada em agosto de 1992 e intitulada “A Cor de Teresina – Ensaio Fotográfico de Alcide Filho”.

Nesta edição, a cidade é revelada por meio de um extenso ensaio fotográfico assinado por Alcide Filho e Glória Sandes, que registram as cores, os contornos, as expressões e os movimentos que compõem o cotidiano de Teresina. As imagens assumem papel central, conduzindo o leitor por diferentes perspectivas da vida urbana no início da década de 1990.

O episódio desta semana foi gravado diretamente em dois pontos simbólicos do Centro de Teresina — a rua Climatizada e a Rosa dos Ventos, localizada em frente à Igreja de Nossa Senhora do Amparo. Esses locais, assim como as fotografias da revista, são testemunhos vivos da história e das transformações da capital. O resumo foi apresentado pelo servidor da FMC, Jairo Sherlock.

A edição nº 12 traz ainda uma diversidade de temas culturais e históricos: Memória da Cidade, do arquiteto Emídio José de Sousa; Rio recebe Piauí, em Artes Plásticas; São João nos bairros, em Cultura Popular; História da mulher escrava no Piauí, por Alcides Costa Filho; a reportagem Em foco: novo teatro para Teresina; entrevista com Stefan Mayer; além do roteiro biográfico Torquato Neto, por Kenard Kruel.

Como diferencial, a revista apresenta um suplemento especial, intitulado “Nicinha – linda, linda, linda”, um livrinho à parte que narra a trajetória da Nicinha, ampliando ainda mais o alcance cultural da publicação. Com grande volume de gravuras, textos, poemas, música, literatura, reportagens e entrevistas, a edição nº 12 reforça o papel da Cadernos de Teresina como registro sensível e plural da memória cultural piauiense. Para ter acesso à revista completa CLIQUE AQUI!

Cadernos de Teresina nº 11: o teatro de rua e a arte que ocupa a cidade

O projeto semanal Revisitando a Revista Cadernos de Teresina, promovido pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), chega à edição nº 11 da revista, publicada em agosto de 1991, com o tema “Teatro de Rua: Uma proposta para Teresina”.

Gravado diretamente da Praça Rio Branco, o episódio desta semana resgata um dos momentos mais simbólicos da cena cultural teresinense: quando um grupo de artistas amadores invadiu a praça vestidos de cangaceiros, recriando o episódio histórico narrado na matéria “História refeita — Lampião e seu bando invadem Teresina”. A servidora Sarah Ayres foi quem apresentou o resumo dessa edição, que destaca o poder da arte de rua como forma de expressão, resistência e aproximação com o público.

Cadernos de Teresina nº 11 (Foto: Ascom FMC)

A edição nº 11 da Cadernos de Teresina traz ainda um rico mosaico de temas culturais e históricos, entre eles: Cinema: Mostra Tempo Glauber Rocha; Artes Plásticas: Guernica; Cultura Popular: Danças e Folguedos Folclóricos do Piauí; Documento: A passagem de Prestes pelo Piauí; Entrevista com João Kennedy Eugênio; Memória: A história do rádio no Piauí; Música: Teresina canta Theresina e uma reportagem especial sobre o Salão de Humor.

Com textos, poemas, gravuras e registros de eventos artísticos, a edição celebra o papel transformador da arte no espaço público, mantendo viva a memória de seus movimentos, expressões e protagonistas.

Para ter acesso à revista completa clique aqui: https://drive.google.com/file/d/1XfhuZDkkeqTVy156vCBQ34htKxN2v_DZ/view?usp=drive_link

Edição nº 8 da Cadernos de Teresina destaca arte, humor e memória da cidade

Edição nº 8 da Cadernos de Teresina (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) segue com o projeto semanal de resgate da memória cultural da cidade por meio da revista Cadernos de Teresina. Nesta semana, a edição em destaque é a número 8, publicada em agosto de 1989, especialmente em comemoração aos 137 anos de Teresina.

Denominada “Chapada do Corisco — Vila Nova”, essa edição apresenta um rico panorama da produção cultural piauiense da época, reunindo contos, poesias, crônicas, artes plásticas, humor, agenda cultural e muitas gravuras. A publicação também trouxe uma seção dedicada exclusivamente às artes plásticas, valorizando o talento e a criatividade de artistas locais.

Entre os principais destaques estão os textos “Maneiras de viver no Piauí — Jerumenha (1800/1813)”, “O aniversário de Teresina — 137 anos” e “O universo piauiense de Assis Brasil”, além do ensaio “Machado de Assis e as mulheres”, que traz reflexões sobre literatura e sociedade.

De forma inédita, a edição nº 8 contou ainda com uma seção de humor, com piadas criadas por Eduardo Carvalho, adicionando leveza e espontaneidade às páginas da revista. O poema de destaque foi “Sem Título”, escrito pelo poeta Haroldo Lages Gonzalez, reforçando o espaço dedicado à expressão poética dentro da publicação.

Para ter acesso à revista completa: clique aqui. (no clique aqui, adicionar o seguinte link: https://drive.google.com/file/d/1I5QSbqcpP4afORit1n3LKYQYTPl1UNHo/view?usp=drivesdk)

 

Projeto da FMC revisita edição nº 6 da revista Cadernos de Teresina

6ª edição da revista Cadernos de Teresina

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) dá continuidade ao projeto semanal de resgate da memória cultural da cidade por meio da revista Cadernos de Teresina. Nesta semana, o destaque vai para a edição nº 6, que foi publicada em dezembro de 1988.

O servidor Jairo Sherlock apresentou um breve resumo sobre essa edição memorável, que reúne reflexões sobre literatura, poesia, artes plásticas e identidade cultural.

Entre os principais destaques está a entrevista exclusiva com o escritor Esdras do Nascimento, um dos nomes mais expressivos da literatura piauiense, além da seção Painel dos Poetas e de uma instigante crítica artística e literária sobre a arte do século XX. A publicação ainda trouxe espaço para a tradição oral com as lendas da Uiara e da Lagoa do Portinho, reforçando a importância da cultura popular na construção da memória coletiva.

Outro diferencial da edição nº 6 foi a inclusão de uma seção dedicada às artes plásticas e de um estudo sobre a origem do Rio Portinho, ampliando a diversidade temática da revista. Gravuras e ilustrações enriquecem o material, dando vida às narrativas e reflexões apresentadas.

Link para o acesso à revista completa você encontra aqui. Clique aqui.

 

FMC revisita a terceira edição da Revista Cadernos de Teresina, lançada em 1987

Terceira edição da Revista Cadernos de Teresina (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves segue com o projeto de revisitar e disponibilizar ao público as edições da Revista Cadernos de Teresina. Nesta semana, foi a vez da terceira edição, publicada no final de 1987, ganhar destaque nas redes sociais da instituição.

Apresentada pelo professor, Jairo Sherlock, a edição recebeu comentários em vídeo que ressaltaram a relevância e a riqueza do conteúdo. O exemplar trouxe textos de nomes marcantes como O. G. Rego de Carvalho e Noel Rosa, além de ensaios, poesias e contos que refletiram aspectos da cultura piauiense da época.

Um dos diferenciais dessa edição foi a inclusão de uma aba antes da capa, recurso que valorizou ainda mais o material editorial. O número também destacou a problemática da educação e seus desdobramentos artísticos e culturais, tema central que atravessava debates importantes na sociedade teresinense do período.

Terceira edição da Revista Cadernos de Teresina (Foto: Ascom FMC)

Outro ponto de destaque foi a Agenda Cultural, que reunia manifestações artísticas e eventos que movimentavam a cena cultural de Teresina no final da década de 1980.

Com a retomada dessas publicações históricas, a Fundação reafirma o compromisso de resgatar e valorizar a memória cultural da cidade, permitindo que novas gerações tenham acesso a registros que marcaram o desenvolvimento intelectual e artístico de Teresina.

ACESSO DO CADERNOS DE TERESINA 3 COMPLETO: CLIQUE AQUI.

Projeto resgata a memória cultural de Teresina através da digitalização da revista Cadernos de Teresina

Edição da revista Cadernos de Teresina (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves segue com o projeto de digitalização e divulgação das edições da Revista Cadernos de Teresina, um importante registro da produção cultural e intelectual da capital piauiense. O projeto prevê a publicação semanal de cada exemplar, permitindo que o público volte a ter acesso a esse acervo histórico.

Nesta semana, será disponibilizada a segunda edição da revista, publicada originalmente em agosto de 1987, durante a gestão da então presidente da Fundação Monsenhor Chaves, Eugênia Ferraz, e do superintendente Noé Mendes. Com textos, crônicas, ensaios e poesias que refletem a efervescência cultural da época, a revista foi criada com o intuito de ser uma plataforma de expressão para artistas, escritores e pensadores locais.

A publicação desta edição ganha um significado especial ao trazer, como destaque, um poema do escritor William Melo Soares, o Poetinha, que faleceu recentemente. Figura marcante da cena literária teresinense, William deixou um legado de sensibilidade, lirismo e forte ligação com a cidade. Sua obra permanece viva entre leitores, colegas de ofício e admiradores da poesia piauiense. Em homenagem ao autor, a Fundação escolheu destacar o poema “Lua Acima Rua Abaixo”, no qual o poeta percorre, com palavras suaves e melancólicas, os caminhos da cidade que tanto amou.

LUA ACIMA RUA ABAIXO
William Melo Soares

Caso você siga
rua abaixo
lua acima
percorra toda a cidade
por entre becos e esquinas
procure um rastro de estrela
no céu de Teresina

Caso você siga
lua acima
rua abaixo
passe pelo cais do rio
de um vapor que evaporou
pro remanso de outras águas
deixando ondas no peito
do mano velho barqueiro

Caso você siga
lua acima
rua abaixo
no movimento das barcas
me envolva num abraço
só não toque no meu manto
de solidão e cansaço

A série de publicações continuará, semanalmente, sempre com uma nova edição da revista sendo disponibilizada nos canais oficiais da Fundação Monsenhor Chaves. O projeto reforça o compromisso da instituição com a preservação da memória cultural e o incentivo à leitura e à reflexão sobre a identidade teresinense.

LINK PARA O ACESSO DO CADERNOS DE TERESINA 2 COMPLETO: https://drive.google.com/file/d/157cdAeX3XPcmIJXE6RBjnyhC-Bwv79jr/view?usp=drivesdk

FMC resgata a edição nº 01 da revista Cadernos de Teresina em nova série de vídeos

Edição nº 01 da revista Cadernos de Teresina (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Monsenhor Chaves (FMC), iniciou uma nova ação cultural que busca revisitar as páginas históricas da revista Cadernos de Teresina. A cada sexta-feira, será publicado um vídeo especial com a leitura de textos e poemas que marcaram as edições da publicação.

O ponto de partida dessa jornada é a edição nº 01, que traz em suas páginas obras de autores piauienses que ajudaram a construir a memória literária e cultural da cidade. No vídeo de estreia, o público poderá ouvir um dos poemas de Mário Faustino, considerado um dos maiores poetas modernistas do Piauí, cujo legado segue inspirando gerações.

Mais do que uma lembrança, a proposta da FMC é disponibilizar gratuitamente, em formato digital, o conteúdo da revista para que a população tenha acesso integral às edições e possa conhecer de perto a riqueza literária que marcou diferentes momentos da história cultural de Teresina.

A edição nº 01 da revista Cadernos de Teresina está disponível no link abaixo. Nas próximas sextas-feiras, novas edições também ganharão destaque em vídeo, permitindo que a cada semana o público conheça ainda mais da produção literária registrada pela publicação.

CADERNOS DE TERESINA N° 01: https://drive.google.com/file/d/1S0Hfnpyxz55CQZ_uSbZtdcDLH6u7m8Af/view?usp=drivesdk

Cadernos de Teresina renascem em formato digital e resgatam 31 anos de memória cultural

Cadernos de Teresina renascem em formato digital (Foto: Ascom FMC)

O ano era 1986. Outros tempos. Viajar pela cultura é também folhear os Cadernos de Teresina – a revista periódica que, a cada quatro meses, reunia nas páginas impressas a produção, as vozes e os olhares de quem fazia e amava a cultura local. E ainda ama, porque muitos daqueles personagens continuam hoje empenhados em manter viva a memória cultural do município.

Um deles é Jairo Cezar Sherlock, servidor da Fundação Monsenhor Chaves desde a sua criação, em 1986. Ele acompanhou de perto o nascimento da revista. “Tive o prazer de participar do projeto Cadernos de Teresina. Nos anos 90, os meios de divulgação cultural eram poucos, quase restritos aos jornais. O prefeito da época, Wall Ferraz, implementou alguns projetos, entre eles a revista. Como havia dificuldades técnicas, gráficas e de impressão, optou-se por lançá-la de quatro em quatro meses. Assim, ao longo de 31 anos, surgiram 42 edições, que chegaram a bibliotecas e foram citadas em pesquisas acadêmicas. Foi um projeto pungente, aceito por muita gente, e hoje é emocionante reencontrar essas revistas espalhadas por acervos e memórias.” explica Jairo.

Mas afinal, por que revisitar esse tempo?

Porque viajar é também resgatar. É tocar as origens, trazer à tona o que guarda a memória, ou aquilo que o esquecimento ameaça apagar. É mergulhar nos arquivos que registraram histórias, ideias e sentimentos, quando cada lembrança ainda era gravada em papel, em imagens e em palavras que permanecem.

Os Cadernos de Teresina foram muito mais que uma revista: foram espaço de encontro entre acadêmicos, escritores, poetas, contistas, artistas visuais e fotógrafos. Suas páginas reuniram ensaios, reportagens, depoimentos de personalidades já falecidas e registros de quem ajudou a construir a identidade cultural da cidade. São arquivos vivos. Memórias que ainda respiram nas páginas, nos cadernos, nas histórias de quem os fez e de quem os lê.

Em 1986, circulava o número 1. Em 2017 a edição de número 42 encerrava um ciclo. Era o fim, até então. Porque a memória não desaparece, apenas se recolhe à espera de ser revisitada.

Agora, um novo projeto nasce: a Fundação Monsenhor Chaves vai digitalizar todo o acervo dos Cadernos de Teresina, ao longo deste ano, tornando-o disponível online. Será um gesto de preservação, mas também de renascimento.

E por que não permitir que essas páginas voltem a pulsar em novas formas? Que as crônicas, as fotografias, os ensaios e as vozes que ali habitam possam novamente inspirar, ensinar, emocionar?

O convite está feito: embarque nessa viagem pela memória cultural da capital.