Enfrentamento ao feminicídio será tema de roda de conversa nesta quarta (20)

A lei define feminicídio como o assassinato de uma mulher cometido por razões da condição de sexo feminino. Para falar mais sobre a temática será realizada uma roda de conversa nesta terça-feira (19), no  Amor de Tia da zona Sudeste, localizada na Rua Santa Luzia, no Alto da Ressurreição. A atividade terá programação a partir das 10h da manhã. No turno da tarde, o evento acontece às 16h.

A assistente social da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Caroline Leal, e a Coordenadora do Centro de Referência Esperança Garcia, Roberta Mara, irão mediar a roda. A ação já faz parte do projeto de 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher, que tem início no dia 25 de novembro, dia internacional da não violência contra à mulher.

“Na oportunidade vamos falar sobre as formas de enfrentamento ao feminicídio, um problema que tem sido alarmante na nossa capital, e sobre a campanha do Laço Branco, que é em referência ao dia 06 de dezembro, dia internacional de erradicação da violência contra a mulher”, explicou a assistente social da SMPM, Caroline Leal.

Laço Branco

O Dia Mundial de Erradicação da violência contra as mulheres foi escolhido em alusão a um episódio que aconteceu numa escola do Canadá no dia 06 de dezembro, onde um homem entrou armado na unidade e assassinou 14 mulheres, se suicidando logo em seguida. Entre as primeiras campanhas que aconteceram no Canadá, foram distribuídos milhares de laços brancos para os homens como forma de protesto pelo direito das mulheres.

Suicídio é tema de roda de conversa com os servidores municipais

Os servidores da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos (Sema) participam, nesta sexta-feira (13), de uma roda de conversa sobre a campanha Setembro Amarelo, que conscientiza sobre a prevenção do suicídio. O encontro está marcado para as 11h, no auditório da pasta, e deve reunir servidores de outras secretarias do município.

Para intermediar a conversa, a Sema convidou um representante do Centro Débora Mesquita. A ONG tem por objetivo informar e sensibilizar a sociedade sobre causas, sintomas e tratamentos disponíveis para os transtornos psíquicos, e atua tanto na prevenção quanto na posvenção do suicídio.

Nildene Lages, assistente social do Núcleo de Desenvolvimento de Recursos Humanos da Sema (Nuderh), reforça a importância de discutir o tema. “O suicídio ainda é um tabu na sociedade e precisamos desmistificar, conversar para poder prevenir e ajudar o próximo”, considera.

Setembro Amarelo

Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, em parceria com o Conselho Federal de Medicina – CFM, organiza nacionalmente o Setembro Amarelo. O dia 10 deste mês é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a campanha acontece durante todo o ano.

São registrados cerca de 12 mil suicídios todos os anos no Brasil e mais de 1 milhão no mundo. Trata-se de uma triste realidade, que registra cada vez mais casos, principalmente entre os jovens. Cerca de 96,8% dos casos de suicídio estavam relacionados a transtornos mentais. Em primeiro lugar está a depressão, seguida do transtorno bipolar e abuso de substâncias.

Famílias recebem cestas básicas e participam de roda de conversa sobre Setembro Amarelo

As famílias do Parque Rodoviário afetadas pela tragédia que atingiu a região em abril deste ano seguem recebendo atendimento da Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi). O Programa de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF) realizou nessa quinta-feira (05) um momento de entrega de 62 cestas básicas que contou com roda de conversa em alusão ao Setembro Amarelo.

A ação fez parte de um trabalho que ocorre mensalmente, em que as famílias recebem os benefícios inclusos no programa de acolhimento Cidade Solidária. Além disso, durante a entrega de cestas realizada no mesmo dia, pelo Centro de Referência em Assistência Social Sul IV (Cras Sul IV), são realizadas palestras e rodas de conversa relacionadas a temas sociais pertinentes e relacionados aos serviços socioassistenciais do município.

Segundo dados divulgados pela Semcaspi hoje (06), 64 famílias permanecem acolhidas pelo Cidade Solidária. As obras que buscam reconstruir a região já estão sendo finalizadas pela Prefeitura de Teresina, por meio da Superintendência de Desenvolvimento Urbano Sul (SDU Sul). Ao todo, serão entregue 55 casas, sendo 25 novas construções e 30 recuperadas. As famílias que ainda estavam em áreas de risco também já foram realocadas, após a desapropriação de um terreno próximo.

Sobre o programa Cidade Solidária

O Cidade Solidária possui duas linhas de atuação: o ‘Família Solidária’ e o ‘Residência Solidária’. No primeiro, a pessoa acolhida indica outra família para lhe receber e a Prefeitura repassa uma ajuda de custo no valor de R$ 300. No segundo, a família deve indicar um imóvel, no valor de até R$ 300, para alugar e a Prefeitura arca com o pagamento no prazo de um ano. Sistematicamente, a família também é acompanhada pela Semcaspi, por meio Cras, sendo fornecido, caso necessário, cesta básica, kit acolhimento e kit limpeza.