Hospital do Parque Piauí avança para a quarta etapa do Lean nas Emergências

Foto: Ascom FMS

O Hospital do Parque Piauí avança na implantação da metodologia Lean nas Emergências e já se encontra na quarta etapa de um total de oito fases previstas pelo projeto. A iniciativa integra uma estratégia nacional do Ministério da Saúde desenvolvida por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), com o objetivo de melhorar o fluxo de atendimento nas portas de urgência e emergência hospitalar.

A metodologia Lean é uma filosofia de melhoria de processos baseada em tempo e valor, desenhada para assegurar fluxos contínuos, eliminar desperdícios e reduzir atividades de baixo valor agregado. Na tradução livre, Lean significa “enxuto”, refletindo justamente a proposta de tornar os processos mais ágeis e eficientes.

No Hospital do Parque Piauí, a aplicação da metodologia tem contribuído para a reorganização dos processos internos, fortalecimento da gestão assistencial e otimização do tempo de permanência dos pacientes, promovendo mais segurança e resolutividade no atendimento.

Segundo Nicole Alves, diretora geral do hospital, o avanço para a quarta etapa demonstra o compromisso da equipe com a melhoria contínua da assistência prestada à população. “Cada etapa concluída representa um avanço importante na qualificação do nosso atendimento. O Lean nos ajuda a identificar pontos de melhoria, reduzir desperdícios e oferecer um serviço mais eficiente, humanizado e seguro para nossos pacientes”, destaca.

A Fundação Municipal de Saúde reforça que iniciativas como essa fortalecem a rede pública de saúde e ampliam a capacidade de resposta das unidades hospitalares, beneficiando diretamente os usuários do SUS em Teresina.

Rede hospitalar municipal alcança nível de excelência no faturamento SUS

Rede hospitalar municipal alcança nível de excelência (Foto: Ascom FMS)

A rede hospitalar municipal de média complexidade atingiu um marco histórico no faturamento do SUS: uma taxa de glosa de apenas 0,60%, resultado que coloca o município em nível de excelência nacional. Em termos práticos, a glosa representa os valores que deixam de ser pagos pelo Ministério da Saúde quando há erros ou inconsistências nos procedimentos registrados. Esse índice é muito inferior ao parâmetro de até 2% considerado excelente pelo Ministério da Saúde e supera a média observada em hospitais do Brasil e do Nordeste, que costuma variar entre 3% e 8%.

O resultado refere-se especificamente aos hospitais em monitoramento e corresponde ao período avaliado em janeiro de 2026, tendo como base todo o trabalho realizado ao longo de 2025. Atualmente, estão sob monitoramento contínuo unidades estratégicas como: o Complexo Hospitalar Satélite (Hospital, UPA e Maternidade), Maternidade Wall Ferraz, Hospital do Monte Castelo, Complexo Promorar (Hospital, UPA e Maternidade), Hospital da Primavera, Hospital da Criança Parque Piauí e Complexo Buenos Aires (Hospital e Maternidade).

Esse desempenho é fruto da implantação do Núcleo de Auditoria e Faturamento Hospitalar da Diretoria de Atenção Especializada na Fundação Municipal de Saúde (FMS), que estruturou processos de qualificação, monitoramento contínuo e integração com os setores assistenciais. Entre as ações implementadas estão treinamentos técnicos sistemáticos, visitas institucionais às unidades, assessoria permanente às equipes de faturamento e articulação direta com auditores do SUS.

A coordenadora do núcleo, Ericka Soares, explica que quanto menor a taxa de glosa, mais eficiente e correto é o processo de faturamento e menos dinheiro o SUS municipal perde. “Esse resultado reflete o esforço conjunto das equipes: criamos esse núcleo para dar apoio técnico aos hospitais, permitindo que os faturistas conheçam melhor o processamento das contas, errem menos e consigam faturar mais e melhor. Antes de enviar ao Ministério da Saúde, cada procedimento é avaliado, o que reduz perdas e garante maior sustentabilidade para o sistema municipal.”

Segundo Ericka, a conquista evidencia a eficiência administrativa e o fortalecimento da auditoria preventiva, além da integração entre assistência hospitalar, faturamento e regulação. Ela ressalta o empenho dos coordenadores, das equipes de faturistas e dos diretores das unidades. “Para manter o desempenho, será preciso seguir com o monitoramento, investir em educação permanente e ampliar as boas práticas para toda a rede. O município consolida-se como referência nacional em gestão do faturamento SUS, com agradecimento especial a todos que tornam isso possível.”

HUT registra aumento nos atendimentos por acidentes e violência durante feriado da Semana Santa

Hospital de Urgência de Teresina (Foto: ASCOM/HUT)

O Hospital de Urgência de Teresina (HUT) registrou aumento nos atendimentos por acidentes de trânsito e agressões físicas durante o feriado da Semana Santa de 2026 em comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com dados da unidade, os casos de acidentes de trânsito cresceram 19%, passando a 95 atendimentos. A maioria das ocorrências envolveu motocicletas, responsáveis por 71 dos casos registrados.

As agressões físicas também apresentaram alta, com um crescimento de 18%. Ao todo, 13 pessoas deram entrada no hospital vítimas desse tipo de ocorrência, sendo predominantes os ferimentos causados por instrumentos perfurocortantes. Também houve atendimento por arma de fogo e espancamento/sufocação.

No total, o HUT realizou 481 atendimentos entre quinta-feira (02) e domingo (05), dos quais 189 pacientes precisaram ser internados. Durante o período, foram realizadas ainda 156 cirurgias em diversas especialidades.

Segundo o diretor técnico do hospital, Rogério Medeiros, a unidade manteve atendimento contínuo durante todo o feriado. “As equipes permaneceram de plantão 24 horas, preparadas para atender casos de urgência e emergência encaminhados pelo SAMU e pela rede hospitalar”, afirmou.

O HUT, administrado pela Prefeitura de Teresina, é referência em atendimentos de urgência e emergência no Piauí e atende pacientes de diferentes regiões por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

UPA Renascença fortalece cultura de segurança do paciente e melhora indicadores

Foto: ASCOM/FMS

Com foco na qualidade da assistência, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Renascença ampliou suas práticas voltadas à segurança do paciente. As iniciativas implementadas resultaram em avanços significativos: o percentual de pacientes não classificados na entrada caiu de 0,78% para apenas 0,05%, mantendo o tempo médio de classificação dentro da meta de até três minutos. Além disso, em 2025, foi aumentado o número de pacientes em observação corretamente identificados, garantindo maior segurança no acompanhamento clínico.

Entre as ações adotadas, destacam-se ainda a implantação da vigilância ativa de infecções e a criação de um sistema via QR Code, que facilita o registro de eventos adversos pelos profissionais de saúde.

De acordo com a diretora geral da UPA Renascença, Thamara Carvalho, o trabalho do setor de segurança do paciente é essencial e contribui para reduzir falhas na assistência. “Mais pacientes passaram a ser classificados corretamente, houve maior controle sobre quedas e infecções e mais organização na regulação para hospitais. Com processos mais estruturados e transparência nos dados, conseguimos avançar em 2025 e seguiremos trabalhando diuturnamente em 2026 para aperfeiçoar o atendimento.”

O que é uma UPA e como funciona


A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Renascença funciona 24 horas por dia e tem como missão atender casos de urgência e emergência. Neste local, os pacientes passam por classificação de risco, recebem atendimento médico e de enfermagem, podem realizar exames laboratoriais e de imagem, além de permanecer em observação quando necessário. Quando o caso exige maior complexidade, a UPA organiza a regulação e encaminha o paciente para hospitais de referência.

Teresina é a 5º capital brasileira com maior acesso à saúde, segundo CLP

Teresina figura entre as capitais brasileiras com maior acesso à saúde, ocupando a 5ª posição no levantamento nacional realizado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O resultado faz parte da edição 2025 do Ranking de Competitividade dos Municípios, que avaliou 26 capitais e mais de 400 cidades com população superior a 80 mil habitantes.

No cenário geral, que considera municípios de todo o país, a capital do Piauí aparece na 87ª colocação. Esse desempenho reforça o papel de Teresina como referência regional, especialmente pela oferta de serviços médicos garantidos pelo SUS.

O estudo analisa o pilar de Acesso à Saúde, que engloba fatores como número de profissionais disponíveis, quantidade de leitos hospitalares, cobertura da atenção básica e a facilidade da população em conseguir atendimento. Para o CLP, esses elementos são fundamentais para medir o bem-estar coletivo e a efetividade das políticas públicas.

A metodologia separa a avaliação da saúde em dois aspectos: acesso e qualidade. Isso evita distorções, já que não basta ter uma rede ampla se o atendimento não for eficiente. O equilíbrio entre oferta e qualidade é o que determina a competitividade de cada município.

Segundo o levantamento, cidades que conseguem garantir maior acesso à saúde tendem a apresentar melhores indicadores sociais, como maior expectativa de vida, melhor qualidade de vida e ganhos de produtividade, fatores que impactam diretamente o desenvolvimento econômico.

Os dados técnicos foram produzidos pela Gove.digital, e os resultados completos estão disponíveis no site do Ranking Municípios.

Teresina tem experiência selecionada nacionalmente para a 2ª Mostra Mais Saúde com Agente

Foto: ASCOM/FMS

Teresina está entre os municípios brasileiros com experiências selecionadas para a 2ª Mostra Mais Saúde com Agente, iniciativa de alcance nacional que reconhece práticas exitosas desenvolvidas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A capital piauiense participa da Mostra com o trabalho “Ações Integradas de Intervenção para Prevenir o Avanço da Leishmaniose Visceral no Território Local”.

Ao todo, foram 1.000 experiências inscritas em todo o país, das quais apenas 200 foram classificadas para a etapa seguinte do processo avaliativo, o que reforça a relevância técnica e o impacto social das ações desenvolvidas no território de Teresina.

A experiência selecionada é de autoria de Jaaziel Nallisson de Sousa, Agente de Combate às Endemias (ACE), e Verônica Alves de Sousa, Agente Comunitária de Saúde (ACS), que representarão o município na Mostra, levando uma proposta fundamentada na integração entre Atenção Primária à Saúde, Vigilância em Saúde, controle vetorial, educação em saúde e participação comunitária.

O trabalho evidencia a importância da atuação integrada entre ACS e ACE no enfrentamento da leishmaniose visceral, uma endemia de grande impacto epidemiológico, social e econômico. A iniciativa contribui para o fortalecimento das ações intersetoriais, para a prevenção e detecção precoce da doença, além de ampliar a resolutividade do cuidado e fortalecer o SUS no nível local.

“A presença de Teresina na 2ª Mostra Mais Saúde com Agente representa o reconhecimento do compromisso do município com a saúde pública e da qualidade do trabalho desenvolvido pelos profissionais que atuam diretamente nos territórios, junto à população”, fala Lindon Johnson Carvalhedo Rego, um dos profissionais que contribuíram de forma significativa para a construção e consolidação da prática apresentada. José Timoschenko Soares Avelino e Petrônio Luís Carvalho Bello também colaboraram.

A Mostra será realizada em Brasília, e as duas experiências melhor avaliadas presencialmente em cada região do Brasil serão contempladas com o Prêmio “Programa Mais Saúde com Agente: Experiências de Territorialização Integrada entre Atenção Primária à Saúde e Vigilância em Saúde”. A premiação inclui a produção de um documentário para a série Webdoc Mais Saúde com Agente, além de certificado e troféu, reforçando o reconhecimento institucional e a valorização das práticas exitosas desenvolvidas no SUS.

Técnico de enfermagem de Teresina integra Força Nacional do SUS na COP30

Foto: Ascom FMS

O estado do Pará recebe, em novembro, a COP30, conferência internacional sobre mudanças climáticas que reúne líderes, especialistas e representantes da sociedade civil de todo o mundo. Para garantir assistência em saúde aos participantes, o técnico de enfermagem da Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina, Girleno França, foi convocado pela Força Nacional do SUS.

Girleno França atua como técnico de enfermagem na motolância do SAMU e estará presente no evento entre os dias 14 e 27 de novembro, integrando a equipe responsável por oferecer assistência em saúde durante a conferência.

“A missão terá como objetivo integrar uma equipe multidisciplinar para oferecer assistência em saúde aos participantes de todo o mundo. Tenho certeza de que será uma experiência única. Fiquei honrado com o convite neste momento marcante para a história brasileira”, destacou Girleno França.

A gerente de enfermagem do SAMU, Wilziane Bezerra, ressaltou a relevância da participação do profissional piauiense na COP30. Segundo ela, o esforço reforça a importância da colaboração entre estados e municípios. “A atuação do técnico de Teresina é motivo de orgulho para o Piauí, marcando a presença do estado nessa importante missão nacional”, afirmou.

Hospital do Monte Castelo inicia projeto Lean para reduzir superlotação

Hospital do Monte Castelo inicia projeto Lean para reduzir superlotação (Foto: ASCOM/FMS)

O Hospital do Monte Castelo, administrado pela Fundação Municipal de Saúde (FMS), recebeu neste mês a visita de consultores do Projeto Lean nas Emergências. A visita marca o início da implantação do projeto, uma iniciativa do Ministério da Saúde em parceria com o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), voltada à melhoria dos fluxos hospitalares, com o objetivo de reduzir a superlotação nas unidades de urgência e melhorar a assistência prestada aos pacientes.

Durante a visita, foram apresentadas aos profissionais da unidade as principais estratégias da metodologia Lean, que busca eliminar desperdícios nos processos hospitalares, reduzir o tempo de espera dos pacientes e capacitar as equipes para promover uma cultura de melhoria contínua.

De acordo com Danilo Soares, diretor geral do Hospital do Monte Castelo, o projeto será desenvolvido ao longo de 14 meses, com visitas presenciais periódicas e suporte remoto. “Temos uma demanda elevada de atendimentos e pretendemos tornar o atendimento cada vez mais resolutivo. Esse trabalho vai então nos oferecer ferramentas para melhorar os processos e oferecer uma saúde mais digna e eficiente ao paciente”, afirmou.

Segundo Lúcio Alberto Monteiro, consultor médico do projeto Lean nas Emergências, a proposta é acompanhar de perto as atividades da unidade, com foco em intervenções que impactem diretamente na qualidade do atendimento prestado à população.

FMS participa de projeto para ensinar usar as ferramentas digitais do SUS

O objetivo é oferecer suporte educativo para profissionais e usuários (Foto: Ascom FMS)

Nesta sexta-feira (10), a Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina e a Universidade Federal do Piauí (UFPI) lançaram oficialmente o projeto PET Saúde Digital, uma iniciativa nacional que busca promover a inclusão tecnológica no SUS. O projeto tem como foco capacitar profissionais e pacientes para o uso de ferramentas digitais em serviços de saúde, além de monitorar e aprimorar os sistemas já utilizados pela rede. A ação será implantada em 8 unidades básicas de saúde (UBS) e 2 CAPS da capital.

Nesta primeira etapa, a equipe de monitoria da UFPI está realizando o diagnóstico situacional das unidades selecionadas e passando por capacitação técnica. O objetivo é oferecer suporte educativo para profissionais e usuários que ainda enfrentam dificuldades com o uso de tecnologias digitais, promovendo letramento digital, ampliando o acesso às soluções já disponíveis e contribuindo para a melhoria dos processos de trabalho nas unidades.

A coordenadora do projeto de extensão PET Saúde Digital da UFPI (campus Teresina) prof Maria Zélia de Araújo Madeira explica que a proposta vai além da capacitação técnica. “Vamos desenvolver estratégias que envolvem saúde digital, monitorar os aplicativos da FMS e promover o letramento digital. A universidade é um espaço de ensino, mas também tem um papel extramuros. Nosso compromisso é socializar esse conhecimento para que todos tenham acesso e saibam utilizar essas ferramentas”, afirmou.

Zélia Madeira explicou ainda que o projeto é fruto de uma ação de extensão da UFPI, selecionada pela Secretaria Nacional de Informação e Saúde Digital (SEIDIGI), em parceria com a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES). “Com a união entre universidade e gestão pública, o PET Saúde Digital busca transformar a relação entre usuários e serviços de saúde, promovendo inclusão digital, eficiência nos atendimentos e decisões baseadas em dados”.

A presidente da FMS, Leopoldina Cipriano, reforçou o apoio à iniciativa e lembrou que o município de Beneditinos, onde atuou como secretária de saúde, foi um dos pioneiros na implantação do PET Saúde Digital. “O SUS é muito mais do que atendimento assistencial. Ele tem impacto direto na vida de milhares de pessoas. É preciso entender sua complexidade, o que gera saúde, o que gera problemas e lutar por soluções. Vejo a tecnologia como uma aliada para aprimorar os nossos processos de trabalho”, declarou.

FMS apresenta relatório de prestação de contas aos vereadores

Foto: Ascom FMS

Nesta terça-feira (30), em cumprimento à legislação do SUS, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) apresentou à Câmara Municipal o Relatório de Prestação de Contas da Saúde referente ao 2º quadrimestre do ano de 2025. O documento revela que, entre janeiro e agosto, Teresina ampliou significativamente o número de atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde (2 milhões de procedimentos), na rede hospitalar (56.975 procedimentos) e nos CAPS (48.784), em comparação com o mesmo período do ano anterior.

“A apresentação do relatório é uma oportunidade para que os vereadores participem ativamente da construção do SUS. Durante o encontro, os técnicos encaminharam propostas para qualificar ainda mais a rede de saúde. É fundamental o envolvimento de todos para traçar novas estratégias”, destacou a presidente da FMS, Leopoldina Cipriano.

De acordo com a Lei Complementar nº 141/12, o relatório deve conter informações como o montante e a origem dos recursos aplicados no período; as auditorias e vistorias realizadas ou em andamento; a oferta e produção de serviços públicos na rede assistencial própria, contratada e conveniada; além de indicadores de monitoramento relacionados à pactuação interfederativa.

A apresentação foi conduzida pelo Kledson Araújo, gerente de avaliação e monitoramento da FMS. Ele informou que a Prefeitura de Teresina destinou 32,35% da sua receita corrente líquida às ações de saúde. Também foram realizadas 80 vistorias pela equipe, sendo a maior delas no Hospital São Marcos, onde está em elaboração um novo contrato de gestão entre a FMS, a SESAPI e o próprio hospital. O contrato prevê metas e ações específicas, com pagamentos condicionados à comprovação dos serviços prestados.

O diretor de Atenção Básica da FMS, Francisco Pádua, ressaltou ainda que o relatório é uma ferramenta essencial de transparência e controle da gestão. “Com esse documento, conseguimos monitorar a produção da saúde, identificar avanços e desafios, e tomar decisões mais assertivas. Houve um aumento considerável no número de procedimentos em relação a 2024. E algumas políticas exigem atenção especial, como a saúde materno-infantil e a vacinação, estamos realizando diversas ações para alcançar as metas”.