Ascom/ SEMEC

Alunos de nove escolas municipais de Teresina e mais o Programa Cidade Olímpica Educacional estão participando do CAJUINA DAY, a I Mostra de Projetos do Programa Letramento em Computação. A abertura da semana de atividades aconteceu nesta segunda (08) na Escola Municipal Jornalista João Emílio Falcão, no bairro Santo Antônio.  Hoje (09), pela manhã a ação aconteceu na Escola Municipal Mocambinho, e pela tarde foi na Escola Municipal Eurípides de Aguiar.

O prefeito Firmino Filho e o secretário municipal de Educação Kleber Montezuma visitaram as salas montadas com os projetos da E.M. Mocambinho. “ Essa iniciativa ajuda no desempenho acadêmico e desenvolve nas crianças habilidades importantíssimas para o mercado de trabalho hoje”, afirma o prefeito, que aproveitou para anunciar a ideia de ampliar a prática. “Nosso objetivo é avançar ainda mais e quem sabe expandir para as demais escolas”, concluiu.

Desde que começaram a ter aulas de letramento em programação, os 352 alunos estão empolgados para construir seus próprios projetos, como jogos, aplicativos e animações. A iniciativa é da Secretaria Municipal de Educação (SEMEC) em parceria com o Instituto Ayrton Senna (IAS), a Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e o Centro Unificado de Inovação Aplicada (CUIA).

Durante a I Mostra, a turma está compartilhando com os colegas o que aprendeu nos primeiros meses do curso. Os alunos ainda estão no 6º ano do ensino fundamental, mas já conhecem cada parte de um computador e até constroem pequenas histórias animadas.

“Quero entender tudo sobre computadores para depois ensinar, como o meu professor”, afirmou a aluna Paula Yasmim, que deseja ser professora de informática.

O professor da Paula é o Cleison de Sousa, que ministra as aulas do Programa na E.M. João Emílio Falcão. Para ele, a Mostra reflete como os alunos se envolveram com a ideia. “Tem sido inovador, pois a maioria deles não tinha qualquer contato com computador, principalmente com a parte mais técnica. Então quando trazemos essa ferramenta para aprendizado em sala de aula, percebemos uma nova dinâmica no aprendizado, eles querem saber, fazem pesquisas e têm curiosidades. O componente tecnológico atrai e é um incentivo para que construam o próprio conhecimento”, disse Cleison.