Músico renomado fará bate papo com crianças e adolescentes de projeto popular na sexta (19)

Musico terá conversas com jovens estudantes de música / Foto: Divulgação FMC

Com 11 anos de idade, Flaubert Viana começou a dar os primeiros passos no ramo musical, isso com os ensinamentos obtidos na antiga Banda de Música do bairro Lourival Parente, na zona sul de Teresina, banda que fazia parte do Projeto Banda Escola, até hoje mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC).

O bate papo virtual com o músico Flaubert Viana acontecerá de forma gratuita, na próxima sexta-feira (19/03). Segundo o organizador, crianças e adolescentes de outras bandas do projeto também terão acesso a novas rodas de bate papo com ex alunos.

Hoje, com 36 anos e morando no Estado do Ceará, ele é saxofonista, flautista, arranjador, produtor cultural e técnico de gravações. Também tem trabalhos com diversos artistas de renome nacional, como, por exemplo, Solange Almeida, além de trabalhos em grandes emissoras de televisão.

Desta vez ele volta ao projeto de forma virtual, onde terá uma roda de conversa online com alunos da Banda Heitor Vilas Lobos, projeto da Banda Escola que atende cerca de 45 crianças e adolescentes do bairro Piçarreira, na zona leste da capital. O músico fala com alegria sobre as lições aprendidas com os maestros  Simplício Cunha e Lima Cunha. “Comecei ainda criança e sai de lá um homem preparado para o mercado de trabalho e por isso me sinto honrado em ter essa conversa com essas crianças e adolescentes. Irei compartilhar com eles minhas experiências profissionais e a maneira  como o projeto me ajudou a não entrar no mundo da criminalidade”, comenta Flaubert Viana, que já está de malas prontas para uma nova jornada profissional no Estado do Pernambuco.

A Banda Heitor Vilas Lobos é regida pelo Maestro Micael Fideles. Ele conta que essa iniciativa nasceu da ideia de compartilhar com as crianças e jovens as experiências de quem já passou pelo projeto e que hoje vive da música. “Hoje o mercado musical conta com muitos profissionais oriundos do Projeto Banda Escola, por isso no início do ano iniciamos esse projeto de troca de experiências para que nossos alunos se sintam mais motivados a continuarem nas aulas”, diz Micael Fideles, enfatizando ainda que, com o aumento da criminalidade, a cada dia que passa está mais difícil tirar os jovens do caminho da criminalidade.

FMC irá iniciar processo para pagamentos de 22 projetos da Lei Aldir Blanc

Prefeito Doutor Pessoa se reúne com o presidente da Fundação Municipal de Cultura, Scheyvan Lima (Foto: Romulo Piauilino)

Após análise nos órgãos de fiscalização e controle do município, a Fundação Municipal de Cultura (FMC), irá iniciar o rito para o pagamento de 22 projetos contemplados pelo Edital da Lei Aldir Blanc no município de Teresina. A atual gestão não sabe até o momento o motivo da não liberação destes recursos no ano passado, conforme diz a Lei, porém ao tentar fazer as liberações dos recursos neste ano, não foram encontrados documentos que confirmassem diversos processos realizados no edital.

O atual presidente da Fundação Municipal de Cultura, Scheyvan Lima, conta que é preciso tratar o bem público com responsabilidade e que por isso foi determinado que todo o processo referente ao Edital da Lei Aldir Blanc passasse por uma avaliação dos órgãos de controle e fiscalização do município. “Na administração pública é comum essa burocracia necessária, pois como são recursos públicos, temos que ter zelo”, afirma Scheyvan Lima, informando ainda que nesta manhã esteve na prefeitura para tratar com o prefeito Dr. Pessoa a liberação dos valores.

O músico Fernando Soares é um dos contemplados que ainda não havia recebido os valores, ele conta que ficou muito feliz com a liberação e que agora irá iniciar a gravação de uma música autoral e um clipe promocional. “Somente na minha banda esse projeto vai beneficiar dez músicos que sem esse auxílio, não teriam como dar andamento a esse novo projeto que fará uma homenagem a uma pessoa da cidade que perdeu a vida para a depressão”, comenta Fernando Soares.

Dividida em duas linhas, o edital do programa financiado pelo Governo Federal destinou mais de R$ 6,5 milhões para os trabalhadores e as trabalhadoras da cultura, iniciativas e espaços culturais de Teresina. Dos 188 projetos aprovados, apenas 22 propostas ainda não receberam os recursos, os mesmos deverão ser repassados nos próximos dias.

Dia da Mulher: funcionárias da Fundação Monsenhor Chaves ganham homenagem

Funcionárias da Fundação Monsenhor Chaves ganham homenagem no Dia da Mulher (Foto: Ascom FMC)

Para celebrar o histórico de lutas e avanços das conquistas femininas, comemorado em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a Fundação Cultural Monsenhor Chaves realizou na manhã desta segunda-feira (8) uma homenagem a todas as mulheres que contribuem com o funcionamento da sede e das casas ligadas a instituição. Enquanto recebiam flores, as homenageadas puderam se encantar e se emocionar com o som produzido pelo violino do músico João Neto, membro da Orquestra Sinfônica de Teresina.

A segurança Janiária Porfirio, que presta serviço no Palácio da Música conta que ficou encantada com a surpresa recebida. “Amei receber a rosa porque me senti lembrada. Alguém separou um tempo pra preparar esse carinho mostra que pensa na gente. E uma flor é uma simbologia muito forte com nós mulheres, já que passa beleza, delicadeza e ao mesmo tempo força para florescer sozinha.”, comenta Janiária.

Funcionárias da Fundação Monsenhor Chaves ganham homenagem no Dia da Mulher (Foto: Ascom FMC)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Janara Ribeiro, diretora do Teatro João Paulo II, ressaltou a sua admiração pelas mulheres que buscam romper as barreiras culturalmente impostas para obter a igualdade de gênero. “É nossa luta conjunta, em diferentes áreas, que vai possibilitar a conquista por direitos iguais e mais respeito nos ambientes, principalmente nos espaços de poder e decisão” enfatiza Janara, afirmando ainda que a homenagem prestada nesta manhã é também um grande reconhecimento ao trabalho das guerreiras que trabalham na FMC.

O presidente da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, Scheyvan Lima destacou que a cada dia a mulher vem se destacando profissionalmente. “Somos frutos de uma sociedade machista que sempre teve um ditado machista: por trás de um grande homem, existe uma grande mulher. Na realidade, ela está na frente do homem, ao seu lado ou no lugar que ela quiser estar”, defendeu Scheyvan Lima.

Lei Aldir Blanc: Laisla Maranhão e banda promovem live show neste domingo (7)

Com a aplicação das medidas restritivas por conta da Pandemia da Covid-19, as lives passaram a fazer parte do dia-a-dia dos teresinenses e vários artistas aderiram a esse formato de está próximo ao público sem o colocar em perigo. Neste domingo (7), é a vez do público acompanhar a live de Laisla Maranhão e banda, que ocorrerá às 20 horas no canal da cantora no YouTube.


Laisla Maranhão tem 29 anos e desde a infância, inspirada no pai, já mostrava o seu interesse pela arte de cantar e tocar instrumentos. “Fico feliz por ter sido contemplada no Edital da Lei Aldir Blanc, os recursos recebidos deram um alívio muito bom para mim e meus parceiros de banda neste momento em que praticamente estamos com nossas apresentações reduzidas”, conta Laisla Maranhão, enfatizando ainda que a live tem como objetivo levar música (com mistura de ritmos), alegria, alto astral e saúde emocional para os seguidores e público em geral no conforto e proteção de suas casas.

O projeto é resultado da aprovação no edital para propostas culturais de articulação coletiva da Lei Federal Aldir Blanc de fomento à cultura, desenvolvido pelo Governo Federal e executado pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Cultural Monsenhor Chaves. Para assistir a live de Laisla Maranhão você deve seguir a página youtube.com/laislamaranhao.

Mulheres quebram barreiras da masculinidade na sanfona

Foto: Ascom FMC

Em um mercado composto em sua maioria por homens, sendo mais comum a figura masculina no mundo da sanfona, foi necessário que algumas mulheres dessem o pontapé inicial para quebrar a barreira do machismo imbricada no acordeon. Através dos cursos de sanfona oferecidos pelo Palácio da Música de Teresina, desde 2014, muitas mulheres estão conseguindo adentrar no mercado musical.

Isolda Dantas iniciou seus estudos na sanfona no Palácio da Música em 2021, já aposentada. Ela é um exemplo de paciência e mostra que nunca é tarde para realizar um sonho e iniciar uma nova jornada. “Minha família não deixava eu tocar sanfona por eu ser mulher, meu pai tocava pra sustentar a família e isso era encarado só como um trabalho, não como uma arte. Como existia um respeito enorme de filhos para com os pais, nunca me atrevi a tocar nos instrumentos dele. Hoje, estou aposentada e fazendo muitas coisas que não podia fazer por não ter tempo ou permissão. Eu tinha que trabalhar e sustentar a família, pois sempre fui provedora dela.”, conta Isolda Dantas.

Nesta área também acompanhamos casos onde a família inspira as futuras musicistas e os papéis são trocados, onde, de estímulo, os pais passam a serem os estimulados. “Meu pai, Juarez Moura, é sanfoneiro, mas aprendeu a tocar o instrumento sozinho na adolescência, sem técnica e, por isso, não consegue ensinar. As bases do que temos hoje foram construídas sobre o trabalho dele como sanfoneiro. Desde criança vivo cercada pelo acordeom, ouço ele tocando e consertando o instrumento. Por esse motivo me interessei em aprender a tocar sanfona. Ele consegue tocar ouvindo a música, mas sem técnica.”, explica Joaria Moura, que agora, com o acesso à teoria e prática técnica da sanfona, ensina o que aprende a seu pai.

Ainda há certo estranhamento quando mulheres são avistadas tocando sanfona. Mas a música, como toda forma de expressividade artística, existe para diminuir segregações físicas e ideológicas. “Sanfona é o instrumento mais lindo do mundo. Sempre vi os homens tocando e era muito comum, precisava de força e nada melhor que a mulher, para além da sua doçura, completar a beleza deste instrumento. O desejo de tocar sanfona emergiu quando percebi que poderia alcançar corações, almas, lembranças. Quando percebi que poderia emocionar e ser emocionada. Antes, eu já gostava, porque Gonzagão pra mim é indescritível. Mas quando vi, em uma novela, a Lucy Alves tocando, tive a certeza que era o melhor investimento que eu poderia fazer”, exalta a aluna Carol Santos.

Algumas alunas têm um progresso técnico tão grande que ganham destaque perante os professores. Écore Nascimento já era cantora quando resolveu se dedicar também à sanfona. E ela se empenhou com tampo afinco, que em apenas um ano foi convidada pelo maestro Ivan Silva a ser mais um membro da Orquestra Sanfônica Seu Dominguinhos, grupo de sanfona profissional mantido pela Prefeitura de Teresina. “Eu sempre amei estar no meio musical, seja cantando ou só apreciando. Acompanhava o trabalho da Orquestra Sanfônica e aquilo sempre me tocava. Com o surgimento do grupo ‘As Fulô do Sertão’, no qual eu já fazia parte como cantora, veio o último pontapé pra que eu me matriculasse no curso de acordeon, no Palácio da Música. A minha dedicação era proporcional à minha paixão e logo outras portas se abriram. Hoje sou a acordeonista do grupo (As Fulô) e também da Orquestra Sanfônica. Por ser mulher, muitos desafios surgiram, como o peso do acordeon, o preconceito por parte dos músicos mais experientes, etc. De fato, no meio musical, ainda era algo novo na época. Hoje, graças a Deus, temos a oportunidade de poder inspirar outras garotas e mostrar nossa capacidade.” Hoje, além de instrumentista, ela é coordenadora, produtora e única mulher da Orquestra.

O Palácio da Música é mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação de Cultura Monsenhor Chaves. Para mais informações sobre novas turmas, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais da Fundação Monsenhor Chaves e do Palácio da Música.

Museu Municipal de Arte Sacra Dom Paulo Libório prepara nova expografia

Fotos: Ascom FMC

Mesmo fechado devido à pandemia da COVID-19, o museu Dom Libório continua com suas atividades internas em funcionamento. Além da limpeza, conservação e preservação do seu rico acervo cultural, a instituição está preparando uma nova expografia que será aberta ao público após a liberação por parte dos órgãos competentes.

A diretora, Maria Fernanda Fernandes, ressalta a importância do museu para a cidade de Teresina e ainda as mudanças que ocorrem com a nova gestão.

“Além da preocupação com a preservação do acervo, precisamos transformar o museu em um espaço dinâmico, um ponto de referência tanto para pesquisadores quanto para o público em geral”, pontua a diretora.

A nova expografia contará com um circuito expositivo organizado em seis salas temáticas, melhorando a distribuição do acervo e expondo objetos da reserva técnica, ainda não conhecidos e expostos ao público.

Além das ações físicas, o museu busca também se aproximar do seu público através das redes sociais, principalmente nesse momento delicado da pandemia onde as visitas presenciais ainda não são possíveis.

“Uma das nossas prioridades é aproximar o público da instituição através de ações nas redes sociais, fazer uma maior divulgação do nosso trabalho e levar o museu até as pessoas, enquanto elas não podem vir até nós”, conta a diretora Fernanda Fernandes.

Mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, o Museu de Arte Sacra Dom Paulo Libório fica localizado na Rua Olavo Bilac, 1481, no cruzamento com a Rua 24 de Janeiro, no Centro de Teresina.

Palácio da Música: aulas online encurtam distâncias e dão mais oportunidades aos teresinenses

Fotos: Ascom FMC

As aulas on-line do Palácio da Música de Teresina, casa consolidada na cidade há 11 anos, têm trazido diversos desafios, como também muitos frutos, para os alunos e professores. Desde o ano passado, com o início das medidas de segurança por conta da Pandemia da Covid-19, as aulas passaram a ser remotas, fato inédito na cidade, onde o aluno poderá ser certificado em um curso de instrumento musical sem sair de casa.

Este modelo de educação encurtou distâncias e resolveu problemas de mobilidade, favorecendo os alunos que moram em comunidades distantes da região central da cidade, onde fica localizado o Palácio da Música. Atualmente, estão sendo executados cursos de 07 instrumentos, que são divididos em 57 turmas, atendendo neste trimestre, por volta de 500 teresinenses residentes nas zonas urbana e rural.

A advogada Lilian Mendes, de 27 anos, conta que ficou sabendo do Curso de Violão online por meio de uma amiga que viu o anúncio nas redes sociais. Ela afirma que viu a oportunidade perfeita para concretizar o sonho de aprender a tocar violão, pois sendo um curso online, ela poderia assistir às aulas de qualquer lugar e sem ter que ter gastos com locomoção.

A advogada Lilian Mendes, aluna do curso de violão, fala sobre a experiência das aulas remotas

“Em 2019 até iniciei um curso presencial, porém por conta da rotina, acabei abandonado as aulas e agora com essa nova modalidade de ensino consegui me adaptar e em breve já estarei com o meu certificado na mão”, conta a advogada, enfatizando que apesar do preconceito, as aulas online são bem proveitosas, pois os professores acabam dando uma maior atenção ao aluno, sem contar que ajuda as pessoas a não se expor em locais fechados com aglomeração.

Neste novo modelo de curso, os professores também precisaram buscar meios para suprir a falta de contato físico com os alunos, enriquecendo as aulas com material didático, por meio das diversas possibilidades que o mundo online possibilita.

“Ambas as modalidades têm suas vantagens e desvantagens. A grande desvantagem da aula remota, é a falta de contato com o aluno, corrigir minimamente postura, posição de dedos, mas em compensação, exige que o professor se prepare melhor para a aula, buscando materiais, editando vídeos, um maior planejamento e aprimorando a metodologia do professor. Isso aumenta a nossa carga horária, mas é um desafio engrandecedor. Fora os alunos de comunidades distantes que tinham interesse nas aulas e agora têm a oportunidade”, explica André de Sousa, professor de guitarra.

O Palácio da Música é mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação de Cultura Monsenhor Chaves. Para mais informações sobre novas turmas, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais da Fundação Monsenhor Chaves e do Palácio da Música.

Prefeitura de Teresina discute parceria com movimentos hip-hop da capital

A convite do prefeito de Teresina, Doutor Pessoa, diversas entidades ligadas ao movimento hip-hop da capital estiveram na manhã desta segunda-feira (15) reunidos com o poder público municipal no Palácio da Cidade para discutir formas de parcerias para o desenvolvimento de ações voltadas para este segmento.

Na ocasião, o prefeito frisou que todas as manifestações artísticas e culturais da cidade serão respeitadas pela gestão municipal. “Todos serão inseridos. Não há lugar no mundo que caminhe sem cultura e arte. Estamos chamando a atenção para embelezar nossa cidade e tirar nossas crianças e jovens da delinquência, através da arte e da cultura”, afirma.

“Entendemos a importância do hip-hop como uma forma de expressão cultural e a Prefeitura de Teresina, na gestão do Doutor Pessoa, quer ajudar nisso. Estamos abertos aos projetos, queremos conhecer cada um deles para saber o que será proposto ao município e como poderemos ajudar”, completou Lucas Pereira, secretário municipal de Comunicação.

Inicialmente, acertou-se que a Fundação Monsenhor Chaves atuará na qualificação dos artistas, além da possibilidade da criação de um espaço onde os mesmos poderão não somente desenvolver suas atividades, mas também oferecer oficinas de dança, rap, grafitagem e outras manifestações artísticas à comunidade teresinense.

“Essa sensibilidade do prefeito mostra que nós, do movimento hip-hop, poderemos ter mais espaço para desenvolver nossas atividades”, destaca José Eduardo “Alemão”, representante da Nação Hip-Hop em Teresina.

Acervo da Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina passa por limpeza e organização

Para manter conservado o acervo com cerca de oito mil livros, a Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina, localizada no bairro Matadouro, na zona Norte de Teresina, está realizando a limpeza e organização dos livros. Por conta da pandemia da COVID-19, a biblioteca foi fechada ao público funcionando apenas a parte administrativa.

Recentemente, o espaço ganhou cabines de estudo individual, onde o usuário terá mais privacidade durante o estudo. Outra novidade foi a implantação de um totem com álcool gel e ainda a aquisição de termômetro digital para medir a temperatura dos visitantes, após a reabertura.

De acordo com Antônia dos Santos, coordenadora da biblioteca, foram tomadas todas as medidas de segurança para o retorno das atividades tão logo a mesma seja liberada pelos órgãos de saúde. “Com a mudança dos costumes e dos afazeres no dia a dia por causa da pandemia do novo coronavírus, tivemos que fechar a biblioteca. Estamos buscando soluções para reabrir o espaço e tão logo ocorra a permissão por parte dos órgãos de saúde realizaremos a abertura”, conta Antonia dos Santos.

A Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina é um espaço de estudo mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves. Para acompanhar mais ações da biblioteca, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais da instituição.

A Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina é um espaço de estudo mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves Foto (Ascom/FMC)

Balé da Cidade de Teresina participa de capacitação com artista carioca

Bailarinos participam de oficina / Foto: Ascom FMC

Um dos eixos de ação do Balé da Cidade de Teresina é a busca pelo contínuo aperfeiçoamento profissional da dança. Entre ensaios, pesquisas, estudos e trocas, a companhia procura sempre aumentar seu repertório de referências. Desde a última segunda-feira (08), os bailarinos da Companhia participam da oficina “Práticas de Ajuntamento”, proposta pelo projeto Maria Bonita  e conduzida pela artista da dança, gestora e produtora cultural Mariana Pimentel (RJ).

Na oficina, a artista propõe, a partir da pergunta “Como viver em bando?”, possibilitar que os participantes percebam seus padrões de comportamento em coletivo e ativem práticas de reciprocidade, investigando de que modo estes aspectos incidem no ato de criar. A oficina possibilitará também que cada pessoa possa dedicar tempo e atenção a como seus processos de comunicação e decisão se formulam e se efetivam, em um constante exercício de tensionamento entre o individual e o coletivo.

Para Chica Silva, diretora do Balé da Cidade, essas trocas são importantes para o enriquecimento do repertório dos bailarinos. “Procuramos sempre evoluir em nossas práticas. Essa oficina é mais uma oportunidade de buscar novas referências e estudos para podermos aplicar em nossas produções”, comenta Chica Silva, afirmando ainda que a oficina segue até o próximo dia 13/02 e que a mesma faz parte do projeto de ações formativas Maria Bonita de realização da Associação de Promoção Multicultural – PROMULTI.

Sobre a Companhia

O Balé da Cidade de Teresina é uma companhia pública de Dança Contemporânea, atua no cenário artístico local e nacional, contribuindo com o desenvolvimento e aprofundamento da dança piauiense. Vem aproximando a dança da cidade através da sua atuação compromissada em diferentes ações, como temporadas de apresentações gratuitas, conversas e formação continuada.

O Balé da Cidade de Teresina conta com 18 bailarinos e é mantido pela Prefeitura Municipal de Teresina, através da Associação dos Amigos do Balé da Cidade de Teresina. Tem direção geral de Chica Silva, coordenação artística de Janaína Lobo e ensaios de Carla Fonseca.