Galeria do Mercado Velho abre exposição A MA RIA nesta quarta (10)

Inicia nesta quarta-feira (10) e segue até o próximo dia 25 de março, na Galeria do Mercado Central, no Centro de Teresina, a Exposição A MA RIA, do artista plástico Marcos Pê, que fala sobre Maria, que para o artista é o prefácio da vida de todos. O pródromo da existência do afeto.

Marcos Pê conta que Maria é o primeiro nome subjacente a qualquer mulher. É um feminino além do gênero. “Mulher Maria ou Maria Mulher é sempre uma referência automática à poesia, resistência e uma vocação natural para as lutas. Maria também é o sexo forte, a fé da adoração dos rosários e dos joelhos postos. Maria é ventre, germina, floresce, brota. Nada combina mais com Maria do que vida”, diz Marcos Pê, afirmando ainda que nada combina mais com arte do que Maria.

O artista é natural de Cajazeiras (PB) e reside em Teresina-PI desde 1983. Além de artista plástico, ele é publicitário. Ilustrou vários livros: No altar da poesia, Um mar de poesia, Cantadores, Cancela Velha, Outros mares, Invernia, O que é poesia, Inspiração e outros.

Como diretor de arte do longa-metragem João, foi também responsável pela reconstrução artística das sequências de dramatização.

A Exposição A MA RIA é financiada através de recursos da Lei Federal Aldir Blanc, executada pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Cultural Monsenhor Chaves. Para acompanhar mais ações desenvolvidas na Galeria Cultural do Mercado Central, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais da Fundação Cultural Monsenhor Chaves.

A Galeria do Mercado Central funciona de segunda a sexta das 9h às 17h e aos sábados das 9h às 13h, no Mercado Central de Teresina.

Casa da Cultura ganha nova gestão e deverá passar por reformas

Foto: Ascom FMC

Foi empossada a nova gestora da Casa da Cultura de Teresina, trata-se de Marilene Evangelista, que além de fazer parte do quadro de funcionários efetivos da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, contribuiu com a construção do acervo bibliográfico e artístico desse importante espaço cultural.

A Casa da Cultura proporciona a estudantes, pesquisadores, turistas e a comunidade em geral a oportunidade de ampliar seus conhecimentos, através de visitas a seu acervo museológico, de consulta às fontes de pesquisas bibliográficas e arquivísticas, da formação cultural e do lazer por meio de cursos, oficinas de artes e outras atividades culturais.

A nova gestora afirma, que por ser funcionária da casa, já conhece de perto a realidade do local e que pretende fazer uma gestão acessível ouvindo a população e artistas que utilizam a Casa da Cultura. “Recebo com muita alegria esse novo desafio, pois não é sempre que um efetivo consegue tal indicação. Aqui temos problemas antigos e com toda certeza iremos trabalhar para que os mesmos sejam resolvidos a fim de mantermos viva a história desta edificação que já faz parte do cenário cultural da nossa capital”, comenta Marilene Evangelista.

Nesta semana foi realizada uma reunião para tratar sobre as melhorias a serem realizadas no espaço, segundo Scheyvan Lima, Presidente da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, foi montado um comitê que irá participar do processo para a busca de soluções para a reforma da Casa da Cultura. “Demos posse a nova gestora e agora, juntos com os funcionários e colaboradores, vamos iniciar o processo de discursão para a tão sonhada reforma, obra que há anos é aguardada pela classe artística da capital”, afirma Scheyvan Lima, enfatizando ainda, que esse é um processo delicado, pois além de ser um prédio histórico, o mesmo é um espaço alugado, que depende da autorização de seu proprietário para tal reforma.

A Casa da Cultura de Teresina, foi inaugurada em 1994, ocupa uma edificação construída entre 1870 e 1880. Segundo historiadores, além de residência, a casa serviu também como quartel e enfermaria. Entre 1906 e 1911, o Monsenhor Joaquim d’Almeida instalou um Seminário no prédio e, em 1913, os herdeiros do Barão venderam o prédio para a Diocese de Teresina, que deu continuidade ao Seminário.

Depois de fechado o casarão foi transformado em residência episcopal, tendo sofrido algumas alterações na fachada principal. Com a transferência do Seminário, nele passou a funcionar, por vários anos, a sede do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) no Piauí, para depois abrigar, também por longo período, o Colégio Pedro II, que fez diversas modificações no prédio. Em 1986 foi tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural do Piauí.

Orquestra Sinfônica de Teresina faz ensaio com distanciamento social

Músicos se protegem durante os ensaios / Fotos: Ascom FMC

O funcionamento de uma orquestra vai muito além da apresentação em cima dos palcos. Os ensaios são fundamentais para o sucesso dos concertos.

A pandemia do coronavírus modificou bastante a vida da Orquestra Sinfônica de Teresina (OST) e ao longo dos meses de isolamento social, os músicos da OST não pararam de trabalhar, dedicando esforços no desenvolvimento de ações em ambiente digital para garantir a excelência.

Em dezembro, com muito cuidado e após muitas discussões com especialistas e a vigilância sanitária com a diretoria, a Orquestra voltou a realizar ensaios abertos no Parque da Cidadania, seguindo rígidos protocolos de segurança e saúde. “Uma Orquestra é uma aglomeração por excelência, então foi preciso muita conversa e planejamento para voltarmos aos ensaios sem colocar as pessoas em risco, nem músicos e nem público”, conta o maestro Aurélio Melo.

Ainda em novembro de 2020, após meses de planejamento, a Orquestra voltou aos ensaios presenciais no Palácio da Música. As restrições, devido à pandemia de Covid-19, resultaram em uma série de mudanças no dia a dia da Orquestra, com disposição de álcool em gel em todas as dependências, higienização das salas entre cada ensaio e restrição de pessoas. As atividades com instrumentos que utilizam cordas têm acontecido de forma mais intensa e frequente.

Os naipes de sopro ensaiam em dias e horários diferentes para manter a segurança de todos os músicos. Pensando nisso, a diretoria da OST criou um cronograma para ajustar os ensaios. “Precisamos separar os músicos de sopro pois é mais delicado, assim, eles ensaiam em locais diferentes e com protocolos mais rígidos”, conta o maestro Hilson Costa.

Mesmo com todas as restrições, os músicos estão felizes com a volta dos ensaios. Daniel Vinicius é chefe do naipe das madeiras e toca flauta transversal. “Depois de quase um ano e toda a fatalidade que nos aconteceu, voltar aos ensaios é ter a certeza que estamos seguindo em frente. Nossos maestros, mesmo sendo grupo de risco, estão nos dando força para seguirmos”, conta o músico.

A Orquestra é mantida pela Associação dos Amigos da Orquestra Sinfônica de Teresina com a ajuda da Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves.

Exposição Na folha, Na terra, Tem erê, Tem anciã continua na Galeria do Mercado Velho

Exposição segue aberta ao público/ Foto: Ascom FMC

Ainda dá tempo de conferir a exposição “Na folha, Na terra, Tem erê, Tem anciã”, que coloriu, nos últimos meses, as paredes da Galeria de Artes Visuais do Mercado Velho, localizado no Centro de Teresina. Com produção do Coletivo Latinas, a mostra que estava prevista para encerrar dia 3 de fevereiro, mas seguirá aberta por mais alguns dias devido a boa visitação.

“Na folha, Na terra, Tem erê, Tem anciã” marcou o retorno da Galeria, que teve de suspender suas atividades devido a pandemia da Covid-19, mas isso não impediu a exposição de ser um sucesso e contar com a presença de muitas pessoas em todo esse período.

As artistas Aline Guimarães (Línea) e Jamires Martins (Jamm), responsáveis pelas obras, apresentam em cada uma das telas e instalações, traços que trazem memórias da infância, aproximando-nos de laços ancestrais e também das ligações com a natureza.

“A gente traz, especialmente, uma pesquisa que temos desenvolvido sobre a tinta de terra (geotinta) que é natural e estamos investigando e usando em nossas obras essa nova forma de criar, pintar e entender arte como parte de nós”, diz Línea.

A exposição retrata a ancestralidade e espiritualidade e conta com a curadoria da artista Mika, que já teve participação em outros projetos da Galeria.

“Essa experiência em curadoria tem aberto mais o meu campo de conhecimento dentro das artes visuais, além dessa exposição trazer temáticas que dialogam com esse espaço que guarda muito da nossa memória local”, afirma Mika, produtora da exposição.

A exposição encontra-se na Galeria do Mercado Velho, que é mantida pela Prefeitura de Teresina por meio da FMC e desenvolve um importante trabalho ao contribuir com a revitalização do centro da cidade e ainda proporcionar um espaço para novos e consagrados artistas exporem seus trabalhos.

Palácio da Música irá realizar testes para cursos de guitarra

Inicia neste sábado (30) e segue até o próximo dia 04/02 as inscrições para o teste de nivelamento dos cursos de guitarra on-line oferecidos no Palácio da Música. Os cursos serão gratuitos e terão duração de três meses, sendo realizados nos turnos manhã e noite.

Para participar dos testes, basta que o interessado tenha guitarra própria e computador ou celular com acesso à internet. Os cursos serão ministrados pelos professores André Sousa e Felipe de Sousa, já as inscrições poderão ser feitas pelo WhatsApp, através do número: 99428-3023.

O Palácio da Música é mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves. Para ter acesso às atividades culturais e cursos oferecidos no Palácio da Música, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as entidades nas redes sociais.

Lei Aldir Blanc: artistas desenvolvem projetos culturais em Teresina

A pandemia de Covid-19 tem afetado muitos setores em Teresina, um deles foi o da cultura, um dos primeiros atingidos com as medidas de distanciamento social. Na capital piauiense, 188 projetos culturais foram contemplados com o Edital da Lei Aldir Blanc, dentre eles, os que envolvem a gravação de DVDs promocionais, realização de lives, confecção de livros, apresentações folclóricas, dentre outros.

A cantora Beth Moreno foi uma das beneficiadas com o edital. Ela, que tem quase 30 anos de carreira, conta que a classe passou por momentos difíceis durante a pandemia, porém, com o auxílio recebido, ela pôde gerar renda para sua equipe gravando um DVD que também servirá como fonte de renda extra.

“Hoje, graças ao Edital da Lei Aldir Blanc, me sinto uma artista realizada, pois realizei meu sonho de gravar um DVD totalmente profissional com alto nível musical”, afirma a cantora, enfatizando ainda que seu novo material de trabalho vem com músicas autorais compostas por seu pai, o Maestro Luiz Santos e seu irmão José dos Santos.

Enquanto uns gravam DVDs, a Banda Os Cabas do Forró resolveu aplicar os recursos na realização de uma live que foi transmitida pelo YouTube no começo desta semana. Segundo o cantor Vicente Visgueira, de 61 anos, que é o responsável pela banda, os recursos recebidos ajudaram os músicos e ainda serviram para promover o trabalho dos artistas.

“Fiquei muito feliz por ter o meu projeto aprovado, pois como vivemos apenas da música, tem sido muito ruim enfrentar toda essa situação”, conta o músico reafirmando que os recursos da Lei Aldir Blanc chegaram na hora certa.

De acordo com Scheyvan Lima, presidente da Fundação Monsenhor Chaves, que é o órgão da administração pública municipal responsável pela política cultural, em Teresina foram investidos cerca de seis milhões de reais em projetos apresentados por artistas locais.

“Sabemos das dificuldades enfrentadas pela classe artística em nossa cidade, por isso os técnicos da FMC trabalharam para atender um grande número de profissionais e projetos”, conta o presidente, afirmando ainda que, por medida de segurança, está sendo estudando o adiamento de projetos que possam gerar aglomerações de pessoas.

A Lei Aldir Blanc (Lei nº 14.017, de 29 de junho de 2020), criada pelo Governo Federal, define ações emergenciais destinadas ao setor cultural durante o estado de calamidade, em função da Covid-19. Na capital piauiense, o edital foi executado pela Prefeitura Municipal de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves.

A cantora Beth Moreno foi uma das beneficiadas com o edital Foto (Ascom/FMC)

Fred Taimo é contemplado na Lei Aldir Blanc e faz live neste sábado (30)

Artista fará live com clássicos do samba, choro e bossa nova Foto: Divulgação

Para quem estava com saudade de prestigiar uma roda de samba, o cantor Fred Taimo fará uma live, neste sábado (30), a partir das 14h em seu canal no YouTube.

O artista foi um dos contemplados pela Prefeitura de Teresina, através da Fundação Monsenhor Chaves (FMC), na Lei de Auxílio Emergencial Aldir Blanc, que busca valorizar a nossa cultura e prestar apoio neste momento de pandemia.

O formato de live foi escolhido para garantir a segurança do artista e do público, uma vez que a pandemia segue atingindo vários teresinenses e os shows com público não podem ser realizados. “O setor artístico foi um dos mais afetados pela pandemia e esse benefício da lei veio para ajudar nós, artistas, que não podíamos traballhar”, conta Fred.

Fred Taimo é natural de São Paulo, mas mora em Teresina desde 2002. Começou a tocar aos 13 anos de forma intuitiva participando de rodas de samba e pagode ainda em sua cidade natal. Quando chegou a Teresina não demorou a participar das rodas de samba promovidas pelos grupos locais, como instrumentista e cantor. Atualmente, faz um trabalho voltado aos clássicos do samba, choro e bossa nova.

Para acompanhar a transmissão, acesse: www.youtube.com/fredtaimo.

 

Livro que conta a memória da comunicação piauiense será lançado nesta quarta (27)

Será lançado nesta quarta-feira, 27 de janeiro, às 14h30, no Canal do YouTube do Projeto Memória da Comunicação Piauiense, o livro Tempo & Memória: interfaces entres os campos da comunicação e da história, organizado pelas professoras Doutoras Ana Regina Rêgo (UFPI), Teresinha Queiroz (UFPI) e pelo Professor Doutor Antônio Hohlfeldt (PUCRS).

A publicação é resultado da parceria existente entre o Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) e o Programa de Pós-Graduação em História do Brasil (PPGHB) ambos da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e o Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e seus respectivos núcleos e grupos de pesquisa.

Com a intenção de reunir pesquisadores com contribuições relevantes para a historiografia e a historicidade do campo da comunicação e historiadores, a obra apresenta perspectivas e contextos históricos e comunicacionais complexos e singulares e abrange textos teóricos, textos teóricos-empíricos e análises pontuais. Sua riqueza consiste nas possibilidades de conjunção, como também de liberdade e flexibilidade para que o leitor estabeleça o próprio percurso de leitura e encontro com as narrativas.

O conjunto de 20 textos que compõem esta obra é reflexo da interlocução constante entre pesquisadores brasileiros e de outros países, em especial, Portugal, Espanha e França. Assim, os capítulos são assinados pelos pesquisadores: Roger Chartier, Francisca Rui Cádima, Ana Regina Rêgo, Marialva Barbosa, Alberto Pena, José Carlos Rueda Laffond, José Reig-Cruañes, Cristina Pelares-García, Rita Luís, David Caminada-Diaz, Allan Santos, Igor Sacramento, Jarbas Gomes Machado Avelino, Edwar de Alencar Castelo Branco, Ronyere Ferreira, Maria do Socorro  Rios Magalhães, Teresinha Queiroz, Claúdia Cristina da Silva Fontinele, Marília Mesquita Queiroz, João Benvindo de Moura, Bruno Souza Leal, Carlos Alberto de Carvalho, Phellipy Jácome, Laura Lene Lima Brandão, Elizangela Cardoso Barbosa, Nathércia Vasconcelos Santos, Nilsângela Cardoso, Pedro Vilarinho Castelo Branco, Ranielle Leal Moura, Antônio Hohlfeldt, Talyta Majorie Lira Sousa Nepomuceno, Vinicius Ferreira e Ana Paula Goulart Ribeiro.

O livro, produzido pela EdiPUCRS, contou com o apoio da Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), através da Lei A. Tito Filho e sua versão digital pode ser adquirida nos seguintes sites: site da EdiPUCRS, Amazon, Google Books, Apple Books, Saraiva, Cultura e Kobo.  A obra também estará disponível na versão impressa nas lojas: Amazon, Estante Virtual, Submarino, Mercado Livre e Shop Time, além da própria editora.

A Lei A. Tito Filho (Lei nº 2.194) foi criada em 1993 e já possibilitou o financiamento de cerca de 180 projetos em várias áreas, o que tem contribuído para incrementar o cenário cultural da cidade. O incentivo fiscal às empresas dá-se com o ressarcimento total, pela Prefeitura de Teresina, através de desconto de ISS e IPTU (ou seja, 100% do valor investido no limite de 20% do imposto devido). O artista entrega seu projeto à Secretaria da Lei que o repassa ao Conselho Municipal de Cultura, para apreciação e posterior aprovação nas diversas áreas.

A Lei recebeu esse nome em homenagem ao Professor Arimatéa Tito Filho, escritor, que foi membro da Academia Piauiense de Letras e grande incentivador da produção e valorização da cultura teresinense.

Lançamento do livro Tempo & Memória

Data: Dia 27 de janeiro de 2021

Horário: às 14h30h

Transmissão ao vivo no canal do Projeto Memória do Jornalismo Piauiense no YouTube. Link: https://www.youtube.com/channel/UCn-D5cHsMVFG_rkHH4CHAWw/featured

 

Projeto Banda Escola transforma a vida de crianças e adolescentes em Teresina

Criança atendida pelo projeto Banda Escola / Foto: Digo Costa

Projeto Banda Escola é um programa de formação musical através de bandas de músicas com crianças e jovens dos bairros e povoados de Teresina, que chega em 2021, comemorando 33 anos de permanente atividade e de formação de músicos na cidade.  Ele cumpre um importante papel social e educativo ao colocar no mercado novos instrumentistas com sólida formação musical, prática e teórica; desempenhando um papel fundamental para a preservação e continuidade da produção cultural das bandas de músicas em várias cidades do estado, além de tirar as crianças de situações de risco e mantê-las ligadas à educação por meio das artes.

Kaylane Adryelly é uma das alunas do projeto e quando soube que um amigo estava participando da seleção, se interessou e quis participar também. “Na época, eu fui mais pra ocupar meu tempo, porém acabei me interessando mais. Comecei no clarinete, mas não deu muito certo, aí passei pra tuba e me adaptei”, conta Kaylane Adryelly.

Quem também iniciou as atividades nesse projeto foi Gustavo Cipriano, que atualmente é regente de uma banda no Escolão do Parque Itararé, mas a história dele com o projeto iniciou em 1996 na mesma escola, onde aos 12 anos começou a tocar clarinete. “O Projeto é muito importante na minha vida, foi onde eu me tornei músico, professor e tudo o que hoje eu sou como profissional eu devo ao projeto”, diz Gustavo Cipriano.

De acordo com Scheyvan Lima, presidente da Fundação Monsenhor Chaves, além das aulas, os alunos do projeto têm a oportunidade de fazer apresentações por toda cidade. “Nós trabalhamos o lado humano, mas também o profissional dos alunos e eles se tornam músicos, vão tocar em grandes bandas, vão cursar música nas universidades”, afirma Scheyvan Lima, comentando ainda que a fundação vem formando esses jovens para a vida.

O projeto Banda Escola é executado pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, no âmbito das unidades escolares do município. A divulgação do calendário de matrículas é divulgado no site fcmc.teresina.pi.gov.br  e nas redes sociais da fundação.

 

Teatro do Boi abre inscrições para curso online de Violão Popular

O Teatro do Boi, através das suas oficinas culturais, está com inscrições abertas para o curso online de Violão Popular. O curso terá duração de três meses e as aulas serão ministradas dois dias na semana para alunos a partir de 10 anos de idade e que possuem computador ou celular com acesso à internet.

De acordo com Josué Nunes, diretor do Teatro do Boi, estão disponíveis pouquíssimas vagas. Segundo a direção “A procura pelas oficinas são muito grande e, por conta da pandemia, as oficinas e espetáculos foram cancelados e estamos buscando outras alternativas para aproximar a comunidade ao teatro.”

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no período de 26 de Janeiro ao dia 03 de Fevereiro. Os interessados poderão entrar em contato através do número (86) 3215 7829 ou (86) 3015 2327 no turno da manhã das 08:00 às 12:00.

Mantida pela Prefeitura de Teresina através da Fundação Monsenhor Chaves, a casa oferece, há 33 anos, diversas oficinas gratuitas como: teatro, danças, artes plásticas, música, capoeira, exposições e os mais variados eventos possibilitando uma movimentação artística não somente na região, como em toda a cidade.

Teatro do Boi abre inscrições para curso online de Violão Popular / Foto: Ascom FMC