Instrumento musical popular na Europa atrai jovens de Teresina

Você já conhece ou já ouviu falar no clarinete? Ele é um instrumento que apesar de antigo ainda é bem desconhecido do grande público teresinense, porém é bastante popular na Europa desde a Idade Média. Em 1690, Johann Christoph Denner, clarinetista alemão, acrescentou à sua charamela uma chave para o polegar da mão esquerda, para que assim pudesse tocar numa abertura, o que lhe trouxe mais possibilidades sonoras. Surgiu, assim, o clarinete contemporâneo. Introduzido nas orquestras em 1750, foi um dos últimos instrumentos de sopro incorporados à formação orquestral moderna.

Bastante difícil de tocar em todo o seu potencial, o instrumento exige do músico dedicação e estudo para a boa execução das músicas. Somente neste primeiro trimestre de 2021, cerca de 100 teresinenses estão matriculados nos cursos online oferecidos pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Cultural Monsenhor Chaves.

Foto: Ascom FMC

Um dos alunos do projeto é o jovem Carlos Henrique Olegário, que sonha ser músico profissional. “Quando o professor me deu o instrumento para aprender eu comecei a gostar bastante dele. É difícil mas é muito bom de tocar e eu quero virar músico profissional”, conta o estudante da Escola Municipal Olímpio de Castro.

João Henrique, de apenas 14 anos, nunca tinha ouvido falar nesse instrumento, mas por intermédio de sua mãe, que tinha o desejo de ver ele matriculado em um dos cursos da Banda Escola, resolveu se matricular para aprender a tocar o clarinete. “Quando o projeto chegou no meu bairro, segui a orientação de minha mãe, pois seria para mim uma nova experiência”, conta João Henrique, enfatizando que está apaixonado pelo instrumento.

Melque Gabriel é clarinetista da Orquestra Sinfônica de Teresina e professor do Projeto Banda Escola, na Escola Municipal Olímpio de Castro, na zona Leste da cidade. Com nove alunos aprendendo clarinete, ele enfrenta os desafios do ensino a distância, necessário por conta das medidas de distanciamento social provocadas pela Pandemia da Covid-19.

Foto: Ascom FMC

“Este é um momento desafiador, por ser um instrumento de sopro, não podemos estar juntos dos alunos. Eu acho fantástico ensinar essas crianças um instrumento. A música eleva o ser, transmite felicidade e é uma poderosa ferramenta de inclusão social”, enfatiza o professor Melque Gabriel.

Projeto Banda Escola

O Projeto Banda Escola vem formando novos músicos em Teresina há 33 anos. Atendendo crianças e jovens dos bairros e povoados de Teresina cumpre um papel social muito importante, colocando novos instrumentistas no mercado musical e tirando crianças de situações de risco e as mantendo ligadas às escolas. Para mais informações sobre os cursos oferecidos ou novas oportunidades, basta acessar o site www.fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais da Fundação Cultural Monsenhor Chave.

Semplan e Fundação Monsenhor Chaves alinham ações de cultura Teresina

A Secretaria de Planejamento e Coordenação (Semplan) esteve em reunião com o Presidente da Fundação Monsenhor Chaves, Scheyvan Lima, nesta segunda-feira (01). Na oportunidade, foram discutidas a disponibilidade da equipe de Planejamento em auxiliar a pasta na aquisição de recursos para o desenvolvimento da cultura na capital, além do Plano Municipal de Cultura que é desenvolvido junto ao Programa Lagoas do Norte.

“Nosso objetivo, enquanto planejamento, é captar recursos, dialogar com as instituições financiadoras e acompanhar a execução de projetos para a cidade. Nesse caso, estamos junto à Fundação de Cultura para impulsionarmos ações nessa área, seja com reativação de projetos ou implantação de tecnologias. Alinhados com os ideais do nosso prefeito Dr. Pessoa, queremos que as manifestações que enaltecem a cultura local façam parte da rotina do teresinense e deixem de ser pontuais”, explica João Henrique Sousa, Secretário de Planejamento.

Para Scheyvan Lima, presidente da Fundação Monsenhor Chaves, o diálogo traz um alinhamento de trabalho e fortalece a equipe na gestão para impulsionar a cultura local. “É gratificante trabalharmos com uma equipe tão competente e alinhada com a visão da gestão atual. Discutimos aqui a reestruturação de projetos e também tratamos do Plano Municipal de Cultura, que é um documento de planejamento com o objetivo de orientar a execução de políticas públicas culturais na cidade. Vamos avançar e fomentar a cultura na nossa cidade, com certeza”, concluiu o gestor.

Museu Municipal de Arte Sacra Dom Paulo Libório prepara nova expografia

Fotos: Ascom FMC

Mesmo fechado devido à pandemia da COVID-19, o museu Dom Libório continua com suas atividades internas em funcionamento. Além da limpeza, conservação e preservação do seu rico acervo cultural, a instituição está preparando uma nova expografia que será aberta ao público após a liberação por parte dos órgãos competentes.

A diretora, Maria Fernanda Fernandes, ressalta a importância do museu para a cidade de Teresina e ainda as mudanças que ocorrem com a nova gestão.

“Além da preocupação com a preservação do acervo, precisamos transformar o museu em um espaço dinâmico, um ponto de referência tanto para pesquisadores quanto para o público em geral”, pontua a diretora.

A nova expografia contará com um circuito expositivo organizado em seis salas temáticas, melhorando a distribuição do acervo e expondo objetos da reserva técnica, ainda não conhecidos e expostos ao público.

Além das ações físicas, o museu busca também se aproximar do seu público através das redes sociais, principalmente nesse momento delicado da pandemia onde as visitas presenciais ainda não são possíveis.

“Uma das nossas prioridades é aproximar o público da instituição através de ações nas redes sociais, fazer uma maior divulgação do nosso trabalho e levar o museu até as pessoas, enquanto elas não podem vir até nós”, conta a diretora Fernanda Fernandes.

Mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, o Museu de Arte Sacra Dom Paulo Libório fica localizado na Rua Olavo Bilac, 1481, no cruzamento com a Rua 24 de Janeiro, no Centro de Teresina.

Palácio da Música: aulas online encurtam distâncias e dão mais oportunidades aos teresinenses

Fotos: Ascom FMC

As aulas on-line do Palácio da Música de Teresina, casa consolidada na cidade há 11 anos, têm trazido diversos desafios, como também muitos frutos, para os alunos e professores. Desde o ano passado, com o início das medidas de segurança por conta da Pandemia da Covid-19, as aulas passaram a ser remotas, fato inédito na cidade, onde o aluno poderá ser certificado em um curso de instrumento musical sem sair de casa.

Este modelo de educação encurtou distâncias e resolveu problemas de mobilidade, favorecendo os alunos que moram em comunidades distantes da região central da cidade, onde fica localizado o Palácio da Música. Atualmente, estão sendo executados cursos de 07 instrumentos, que são divididos em 57 turmas, atendendo neste trimestre, por volta de 500 teresinenses residentes nas zonas urbana e rural.

A advogada Lilian Mendes, de 27 anos, conta que ficou sabendo do Curso de Violão online por meio de uma amiga que viu o anúncio nas redes sociais. Ela afirma que viu a oportunidade perfeita para concretizar o sonho de aprender a tocar violão, pois sendo um curso online, ela poderia assistir às aulas de qualquer lugar e sem ter que ter gastos com locomoção.

A advogada Lilian Mendes, aluna do curso de violão, fala sobre a experiência das aulas remotas

“Em 2019 até iniciei um curso presencial, porém por conta da rotina, acabei abandonado as aulas e agora com essa nova modalidade de ensino consegui me adaptar e em breve já estarei com o meu certificado na mão”, conta a advogada, enfatizando que apesar do preconceito, as aulas online são bem proveitosas, pois os professores acabam dando uma maior atenção ao aluno, sem contar que ajuda as pessoas a não se expor em locais fechados com aglomeração.

Neste novo modelo de curso, os professores também precisaram buscar meios para suprir a falta de contato físico com os alunos, enriquecendo as aulas com material didático, por meio das diversas possibilidades que o mundo online possibilita.

“Ambas as modalidades têm suas vantagens e desvantagens. A grande desvantagem da aula remota, é a falta de contato com o aluno, corrigir minimamente postura, posição de dedos, mas em compensação, exige que o professor se prepare melhor para a aula, buscando materiais, editando vídeos, um maior planejamento e aprimorando a metodologia do professor. Isso aumenta a nossa carga horária, mas é um desafio engrandecedor. Fora os alunos de comunidades distantes que tinham interesse nas aulas e agora têm a oportunidade”, explica André de Sousa, professor de guitarra.

O Palácio da Música é mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação de Cultura Monsenhor Chaves. Para mais informações sobre novas turmas, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais da Fundação Monsenhor Chaves e do Palácio da Música.

Prefeitura de Teresina discute parceria com movimentos hip-hop da capital

A convite do prefeito de Teresina, Doutor Pessoa, diversas entidades ligadas ao movimento hip-hop da capital estiveram na manhã desta segunda-feira (15) reunidos com o poder público municipal no Palácio da Cidade para discutir formas de parcerias para o desenvolvimento de ações voltadas para este segmento.

Na ocasião, o prefeito frisou que todas as manifestações artísticas e culturais da cidade serão respeitadas pela gestão municipal. “Todos serão inseridos. Não há lugar no mundo que caminhe sem cultura e arte. Estamos chamando a atenção para embelezar nossa cidade e tirar nossas crianças e jovens da delinquência, através da arte e da cultura”, afirma.

“Entendemos a importância do hip-hop como uma forma de expressão cultural e a Prefeitura de Teresina, na gestão do Doutor Pessoa, quer ajudar nisso. Estamos abertos aos projetos, queremos conhecer cada um deles para saber o que será proposto ao município e como poderemos ajudar”, completou Lucas Pereira, secretário municipal de Comunicação.

Inicialmente, acertou-se que a Fundação Monsenhor Chaves atuará na qualificação dos artistas, além da possibilidade da criação de um espaço onde os mesmos poderão não somente desenvolver suas atividades, mas também oferecer oficinas de dança, rap, grafitagem e outras manifestações artísticas à comunidade teresinense.

“Essa sensibilidade do prefeito mostra que nós, do movimento hip-hop, poderemos ter mais espaço para desenvolver nossas atividades”, destaca José Eduardo “Alemão”, representante da Nação Hip-Hop em Teresina.

FMC busca solução para pagamento de 22 projetos da Lei Aldir Blanc

Foto: Ascom FMC

Uma reunião entre a antiga e atual gestão da Fundação Cultural Monsenhor Chaves aconteceu na manhã desta quinta-feira (11) para tratar sobre o pagamento de 22 dos 188 projetos aprovados no Edital da Lei Aldir Blanc executado no ano passado. Todos estes projetos deveriam ter sido pagos até o último dia 31 de dezembro, porém apenas 166 foram pagos dentro do prazo exigido no edital.

Nesta semana, o presidente da Fundação Monsenhor Chaves, Scheyvan Lima, se reuniu de forma virtual com parte dos proponentes que não receberam os recursos dentro do prazo estipulado pelo edital.

“Apesar do recursos estarem disponíveis para pagamentos, os mesmos só poderiam ser liberados após a constatação de fichas de avaliação e atas da comissão criada para avaliar os projetos”, afirma Scheyvan Lima, enfatizando que até a data de hoje estes documentos não estavam disponíveis para a atual gestão.

Durante o encontro, ex-gestores, membros da comissão de avaliação da Lei Aldir Blanc e membros da atual gestão se reuniram no auditório do Palácio da Música para resolver as pendências e acelerar os pagamentos a fim de não prejudicar os proponentes. Na reunião foi cobrado a entrega das fichas avaliadoras e atas das reuniões devidamente assinadas pelos membros da comissão, documentos estes que são necessários para justificar o pagamento dos projetos.

A Fundação Cultural Monsenhor Chaves esclarece ainda que estes documentos são referentes ao processo burocrático do edital e que nada tem haver com os documentos apresentados pelos proponentes e que tão logo toda documentação esteja disponível de maneira legal, a fundação realizará a transferência dos recursos.  Para mais informações, o interessado deverá acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br

Acervo da Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina passa por limpeza e organização

Para manter conservado o acervo com cerca de oito mil livros, a Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina, localizada no bairro Matadouro, na zona Norte de Teresina, está realizando a limpeza e organização dos livros. Por conta da pandemia da COVID-19, a biblioteca foi fechada ao público funcionando apenas a parte administrativa.

Recentemente, o espaço ganhou cabines de estudo individual, onde o usuário terá mais privacidade durante o estudo. Outra novidade foi a implantação de um totem com álcool gel e ainda a aquisição de termômetro digital para medir a temperatura dos visitantes, após a reabertura.

De acordo com Antônia dos Santos, coordenadora da biblioteca, foram tomadas todas as medidas de segurança para o retorno das atividades tão logo a mesma seja liberada pelos órgãos de saúde. “Com a mudança dos costumes e dos afazeres no dia a dia por causa da pandemia do novo coronavírus, tivemos que fechar a biblioteca. Estamos buscando soluções para reabrir o espaço e tão logo ocorra a permissão por parte dos órgãos de saúde realizaremos a abertura”, conta Antonia dos Santos.

A Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina é um espaço de estudo mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves. Para acompanhar mais ações da biblioteca, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais da instituição.

A Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina é um espaço de estudo mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves Foto (Ascom/FMC)

Balé da Cidade de Teresina participa de capacitação com artista carioca

Bailarinos participam de oficina / Foto: Ascom FMC

Um dos eixos de ação do Balé da Cidade de Teresina é a busca pelo contínuo aperfeiçoamento profissional da dança. Entre ensaios, pesquisas, estudos e trocas, a companhia procura sempre aumentar seu repertório de referências. Desde a última segunda-feira (08), os bailarinos da Companhia participam da oficina “Práticas de Ajuntamento”, proposta pelo projeto Maria Bonita  e conduzida pela artista da dança, gestora e produtora cultural Mariana Pimentel (RJ).

Na oficina, a artista propõe, a partir da pergunta “Como viver em bando?”, possibilitar que os participantes percebam seus padrões de comportamento em coletivo e ativem práticas de reciprocidade, investigando de que modo estes aspectos incidem no ato de criar. A oficina possibilitará também que cada pessoa possa dedicar tempo e atenção a como seus processos de comunicação e decisão se formulam e se efetivam, em um constante exercício de tensionamento entre o individual e o coletivo.

Para Chica Silva, diretora do Balé da Cidade, essas trocas são importantes para o enriquecimento do repertório dos bailarinos. “Procuramos sempre evoluir em nossas práticas. Essa oficina é mais uma oportunidade de buscar novas referências e estudos para podermos aplicar em nossas produções”, comenta Chica Silva, afirmando ainda que a oficina segue até o próximo dia 13/02 e que a mesma faz parte do projeto de ações formativas Maria Bonita de realização da Associação de Promoção Multicultural – PROMULTI.

Sobre a Companhia

O Balé da Cidade de Teresina é uma companhia pública de Dança Contemporânea, atua no cenário artístico local e nacional, contribuindo com o desenvolvimento e aprofundamento da dança piauiense. Vem aproximando a dança da cidade através da sua atuação compromissada em diferentes ações, como temporadas de apresentações gratuitas, conversas e formação continuada.

O Balé da Cidade de Teresina conta com 18 bailarinos e é mantido pela Prefeitura Municipal de Teresina, através da Associação dos Amigos do Balé da Cidade de Teresina. Tem direção geral de Chica Silva, coordenação artística de Janaína Lobo e ensaios de Carla Fonseca.

Casa da Cultura ganha nova gestão e deverá passar por reformas

Foto: Ascom FMC

Foi empossada a nova gestora da Casa da Cultura de Teresina, trata-se de Marilene Evangelista, que além de fazer parte do quadro de funcionários efetivos da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, contribuiu com a construção do acervo bibliográfico e artístico desse importante espaço cultural.

A Casa da Cultura proporciona a estudantes, pesquisadores, turistas e a comunidade em geral a oportunidade de ampliar seus conhecimentos, através de visitas a seu acervo museológico, de consulta às fontes de pesquisas bibliográficas e arquivísticas, da formação cultural e do lazer por meio de cursos, oficinas de artes e outras atividades culturais.

A nova gestora afirma, que por ser funcionária da casa, já conhece de perto a realidade do local e que pretende fazer uma gestão acessível ouvindo a população e artistas que utilizam a Casa da Cultura. “Recebo com muita alegria esse novo desafio, pois não é sempre que um efetivo consegue tal indicação. Aqui temos problemas antigos e com toda certeza iremos trabalhar para que os mesmos sejam resolvidos a fim de mantermos viva a história desta edificação que já faz parte do cenário cultural da nossa capital”, comenta Marilene Evangelista.

Nesta semana foi realizada uma reunião para tratar sobre as melhorias a serem realizadas no espaço, segundo Scheyvan Lima, Presidente da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, foi montado um comitê que irá participar do processo para a busca de soluções para a reforma da Casa da Cultura. “Demos posse a nova gestora e agora, juntos com os funcionários e colaboradores, vamos iniciar o processo de discursão para a tão sonhada reforma, obra que há anos é aguardada pela classe artística da capital”, afirma Scheyvan Lima, enfatizando ainda, que esse é um processo delicado, pois além de ser um prédio histórico, o mesmo é um espaço alugado, que depende da autorização de seu proprietário para tal reforma.

A Casa da Cultura de Teresina, foi inaugurada em 1994, ocupa uma edificação construída entre 1870 e 1880. Segundo historiadores, além de residência, a casa serviu também como quartel e enfermaria. Entre 1906 e 1911, o Monsenhor Joaquim d’Almeida instalou um Seminário no prédio e, em 1913, os herdeiros do Barão venderam o prédio para a Diocese de Teresina, que deu continuidade ao Seminário.

Depois de fechado o casarão foi transformado em residência episcopal, tendo sofrido algumas alterações na fachada principal. Com a transferência do Seminário, nele passou a funcionar, por vários anos, a sede do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) no Piauí, para depois abrigar, também por longo período, o Colégio Pedro II, que fez diversas modificações no prédio. Em 1986 foi tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural do Piauí.

Fundação Monsenhor Chaves apresenta novos coordenadores e fortalece compromisso com o cenário cultural

Novos coordenadores da área cultural / Foto: Ascom FMC

Na manhã desta quinta-feira, 4, a Fundação Cultural Monsenhor Chaves apresentou seus novos coordenadores de casas e projetos, em evento realizado no Palácio da Música. Casas históricas como o Museu Dom Paulo Libório e a Casa da Cultura ganharam novos diretores que fortalecerão o compromisso com o cenário cultural da cidade e com os artistas.

A gerente de promoção cultural, Silmara Castro, reafirma o compromisso da gestão com a cultura da cidade. “Estamos vivendo um momento sublime assumindo a FMC. Esses coordenadores têm a nossa cara e estamos felizes pois, apesar do momento de pandemia, estamos com muitos projetos para nossa cidade e esses novos gestores chegam para contribuir com a cultura de Teresina”, conta.

Kelly Lustosa é bailarina há mais de 20 anos e assume a coordenação de dança, onde pretende resgatar projetos hoje esquecidos e levar a dança para a população da cidade. “Esse momento é a realização de um sonho e o reconhecimento de mais de 20 anos de serviços prestados à Fundação Monsenhor Chaves. Eu já fui do Balé da Cidade, dei aula nas casas e hoje assumo a coordenação para resgatar projetos que se perderam ao longo dos anos e que fizeram diferença na vida de muitos jovens na cidade”, afirma a coordenadora.