Secretaria Municipal da Mulher leva oficina de bambolês para o Teresina em Ação

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) levará para o Teresina em Ação deste sábado (17) o tema Maternidade Empoderada. O evento, realizado pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), acontece no Parque Wall Ferraz a partir das 8h.

As mulheres que visitarem o stand da SMPM vão encontrar uma oficina de bambolê, que além de divertido, também proporciona equilíbrio, flexibilidade e fortalecimento muscular para quem o pratica. Além disso, também estará disponível um painel para que as mães escrevam suas impressões sobre a maternidade e distribuição de material informativo. As equipes do Serviço de Atendimento Integral às Mulheres e suas Crianças: Amor de Tia e Centro de Referência Esperança Garcia também estarão presentes.

“Pensamos em um tema que refletisse o empoderamento feminino e que fizesse as mães pensarem um assunto que é muito importante: maternidade empoderada. Queremos mostrar para as mães o quanto é importante a inserção no mercado de trabalho após a maternidade e as várias formas de realizar um parto em que a mãe se sinta mais à vontade, sem violência obstétrica”, explicou a gerente de articulação e transversalidade da SMPM, Lisian Oliveira.

 

Observatório da Violência contra a Mulher em Teresina faz articulação com UFPI

Ascom/SMPM

 

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) realizou, na manhã desta quinta feira (16), uma conferência para discutir a implantação do Observatório da Mulher em Teresina e a parceria com a Universidade Federal do Piauí (UFPI). O projeto tem como objetivo monitorar as políticas públicas de enfrentamento a violência contra a mulher em âmbito local.

“A secretaria tem um papel indispensável porque a intenção é pensar um plano de trabalho que busque uma sistematização mais regular dos dados, pensando em monitorar as políticas públicas e facilitar o acesso a comunidade”, afirmou Macilane Gomes, secretária da SMPM.

A professora doutora Bárbara Johas esteve presente na reunião para discutir a inserção da UFPI no Observatório. “A universidade precisa contribuir para esse processo, não só no sentido da produção dos dados mas também na produção de novas pesquisas e mapear seus desafios, ou seja, a universidade realmente precisa produzir uma resposta social”, disse.

“Espero que a gente tenha indicadores que mostrem que o Observatório produziu um impacto sobre a política pública de enfrentamento à violência contra a mulher, que a gente tenha uma redução dos dados sobre a violência e melhore a acessibilidade de informação” completou Bárbara.

O Observatório da Mulher em Teresina deve ser implantado em em agosto. Henrique Marques Ribeiro, coordenador do Observatório da Violência contra a Mulher do Senado Federal, esteve presente na reunião por videochamada. “É preciso pensar e articular novas metodologias que ajudem as políticas públicas locais, pensando em como chegar às pessoas e envolver as secretarias criando um canal de comunicação acessível”, apontou.

Laboratório Maria da Penha publica edital com Instituições de Ensino selecionadas

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres e a 5ª Promotoria de Justiça do Núcleo das Promotorias de Justiça de Defesa da Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar (NUPEVID) divulgam nesta quinta-feira (16) o edital de classificação das Instituições de Ensino Superior classificadas para participar do Laboratório Maria da Penha.

Foram selecionadas o Centro de Ensino Superior do Vale do Parnaíba (CESVALE), Centro de Ensino Unificado do Piauí (CEUPI), Centro Universitário Uninovafapi, Facid Wyden, Faculdade das Atividades Empresariais de Teresina (FAETE), Faculdade Evangélica do Piauí (FAEPI), Faculdade Maranhense São José dos Cocais, Faculdade Uninassau Aliança, Instituto de Ensino Superior (ICEV) e Universidade Estadual do Piauí (UESPI).

As ações do projeto serão desenvolvidas através do estudo das questões de gênero, análise da Lei Maria da Penha, identificação dos avanços e desafios da rede de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, conhecimento do perfil das mulheres que sofrem violência e ainda da vivência social através das práticas nas comunidades de Teresina.

A programação da aula inaugural do Laboratório, que acontece no dia 12 de junho, contará com a presença de representantes das dez instituições selecionadas e assinatura do termo de adesão entre as IESs e a Coordenação do Laboratório Maria da Penha.

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Câmara Técnica monitora ações do Plano Municipal de Políticas Públicas para Mulheres

Ascom SMPM

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) realizou hoje (14), mais uma reunião da Câmara Técnica de Gestão e Monitoramento das Políticas Públicas Para Mulheres de Teresina.

 O principal objetivo da reunião foi monitorar as ações do I Plano Municipal de Políticas Públicas para Mulheres em cada secretaria. Segundo Lísian Oliveira, gerente de articulação e transversalidade da SMPM, as reuniões são importantes porque ajudam a perceber o que está melhorando nas políticas públicas e o que pode melhorar, pensando na mulher e nas questões de gênero. “A proposta é que todo o monitoramento dessas 150 ações seja finalizado até o mês de junho e possamos ter dados qualificados suficientes para sabermos de fato qual a porcentagem do Plano realizado. A partir do mês de setembro, já queremos fazer uma segunda versão”, diz. 

A  reunião contou com a presença de representantes das seguintes secretarias: Secretaria Municipal de Financias de Teresina – SEMF, Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas – SEMCASPI, Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo – SEMPLAN, Superintendência de Desenvolvimento Urbano – SDU, Centro/Norte, SDU Sul, SDU Sudeste e  Fundação Wall Ferraz.

Instituições de Ensino podem se inscrever no Laboratório Maria da Penha

As Instituições de Ensino Superior (IES) têm até o dia 10 de maio para se inscreverem no Laboratório Maria da Penha, programa da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, em parceria com a 5ª Promotoria de Justiça do Núcleo das Promotorias de Justiça de Defesa da Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar (NUPEVID).

As ações do projeto serão desenvolvidas através do estudo das questões de gênero, análise da Lei Maria da Penha, identificação dos avanços e desafios da rede de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, conhecer o perfil das mulheres que sofrem violência e ainda, a vivência social através das práticas nas comunidades do município de Teresina.

Serão selecionadas oito IES com 15 discentes em cada uma, dos cursos de Direito, Psicologia, Serviço Social, Enfermagem Pedagogia, Medicina e áreas afins. “É importante que as Instituições se inscrevam para que possamos trazer aos discentes uma reflexão sobre a situação da mulher, as desigualdades de gênero, os avanços alcançados após a Lei Maria da Penha e para que se busquem novas estratégias, a partir dos próprios alunos, em relação ao enfrentamento a violência contra a mulher”, declara Tathyana Bernardes, apoio à gerência de Empoderamento Feminino e Enfrentamento à Violência contra a Mulher.

As inscrições deverão ser realizadas presencialmente na sede da SMPM, localizada na rua Agripino Maranhão, 235, Bairro dos Noivos, ou no NUPEVID, na Avenida Lindolfo Monteiro, 911, bairro de Fátima, das 08h às 12h.

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Empresas de Teresina recebem “Selo Dona Saló”

Renato Bezerra

 

Em uma solenidade emocionante, nove empresas privadas de Teresina receberam, na noite nesta quinta-feira (25), o “Selo Dona Saló – Empresa Promotora de Igualdade de Gênero” . O evento foi realizado no Teatro João Paulo II, localizado na zona Sudeste da capital. O Selo, que está na sua primeira edição, é uma iniciativa da Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec) e da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), e homenageia  empresas que promovem a igualdade de gênero no mercado de trabalho.

Foram agraciadas as empresas: Águas de Teresina, Bioanálise, Botica Farmácia de Manipulação, Credishop, C2 Transportes, FATESP, La Vertu, Studio Iara Vaz e Tv Rádio Clube.

“Com a criação do Selo Dona Saló estamos homenageando a mulher guerreira, trabalhadora e empreendedora, ao mesmo tempo, chamando a atenção para a política de igualdade de gênero.  Estamos dando visibilidade à causa do direito das mulheres, fazendo uma Teresina mais justa. Esperamos que esta singela, porém bastante significativa homenagem possa ser uma marca, que possa ser exibida com orgulho pelas empresas. Desejamos que esse selo possa se transformar em uma boa tradição e que este seja o primeiro de uma grande sequência de passos futuros” disse o prefeito Firmino Filho.

“É de grande importância esse reconhecimento do trabalho da minha bisavó, que foi uma mulher muito importante na história de Teresina para as mulheres empreendedoras, no sentido de mostrar nosso trabalho, nosso valor. A gente está sempre lutando contra a desigualdade de gênero, que não existe só aqui, mas em todo país, então esse incentivo às empresas tem um valor enorme porque só a partir do momento em que gente faz visível essa realidade é que a gente consegue ir transformando as coisas”, falou Camila Rabelo, bisneta de Dona Saló.

Neste primeiro ano, 31 empresas se inscreveram no projeto e passaram pelas três primeiras etapas que dispõe no regulamento. Destas, apenas 16 continuaram na “disputa” e passaram pelas etapas de visitas institucionais e avaliação final, que escolheu nove empresas, entre as categorias pequeno, médio e grande porte, que cumprissem os cinco critérios de Responsabilidade Social: empregabilidade e liderança de Mulheres, igualdade salarial; saúde e qualidade de vida; educação e prevenção à violência.

“A intenção é reconhecer que as mulheres tem tanto potencial quanto os homens,  estimulando um olhar diferenciado. Queremos uma sociedade justa e igualitária. Temos força, capacidade e habilidades iguais às dos homens”, afirmou Marcilane Gomes, secretária da SMPM.

Segundo o Secretário da Semdec, Venâncio Cardoso, ações como essas são de grande importância para estimular o denvolvimento do Setor Privado no fomento às práticas que contribuam para a igualdade efetiva entre homens e mulheres nas várias dimensões sociais.

“Estamos muito felizes por essa primeira edição e a aceitação das empresas do município porque o nosso objetivo é a conscientização. Vamos lançar o edital da segunda edição do Selo Dona Saló no mês de agosto e esperamos reviver esse momento por muitos anos”, declarou Venâncio.

Sobre Dona Saló

Maria Salomé Silva Rabelo, a Dona Saló, foi proprietária da conhecida “Casa Saló”, loja localizada no Centro de Teresina, referência no comércio de variedades na capital na década de 60.

Dona Saló foi exemplo de trabalho, luta e tenacidade, obstinada pelo trabalho, mas igualmente dedicada à família. Uma mulher à frente do seu tempo.

 

 

 

Selo Dona Saló será entregue às empresas nesta quinta (25)

Nove empresas privadas de Teresina receberão nesta quinta-feira (25) o “Selo Dona Saló – Empresa Promotora de Igualdade de gênero” em uma solenidade, que acontecerá a partir das 19h, no Teatro João Paulo II. O Selo, que está na sua primeira edição, é uma iniciativa da Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec) e da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) e visa certificar as empresas que de alguma forma promovam a igualdade de gênero no mercado de trabalho.

Neste primeiro ano, 31 empresas se inscreveram no projeto e passaram pelas três primeiras etapas que dispõe no regulamento, sendo elas: inscrições online, apresentação dos programas e ações que a empresa dispõe e seleção. Destas, apenas 16 continuaram na “disputa” e passaram pelas etapas de visitas institucionais e avaliação final, que escolheu nove empresas, entre as categorias pequeno, médio e grande porte, que cumprissem os cinco critérios de Responsabilidade Social: empregabilidade e liderança de Mulheres, igualdade salarial; saúde e qualidade de vida; educação e prevenção à violência.

É importante ressaltar que a parceria entre a Semdec e a Universidade Federal do Piauí (Ufpi), por meio do Grupo de Estudos em Sistema de Produção (GESP), dos alunos de Engenharia de Produção, permitiu que as visitas institucionais fosse objeto de pesquisa para os estudantes que trabalham com a temática, criando assim um elo entre o conhecimento acadêmico e o desenvolvimento da responsabilidade social nas empresas da cidade.

A SMPM realizou em 2018, um diagnóstico da violência contra a mulher em Teresina. O estudo revelou que mulheres com idade entre 15 e 49 anos apresentam melhores níveis educacionais comparativamente aos homens de mesma faixa etária, no entanto, as mulheres ainda ganham 15,5% a menos que os homens.

“O Selo e a participação das empresas também impacta a vida de toda a sociedade, pois estamos enfrentando inclusive a violência contra a mulher, fazendo com que essas mulheres se reconheçam como um potencial econômico e que estimulem a nossa cidade a se desenvolver cada vez mais. As nossas mulheres são uma potência de habilidades e capacidades e precisam ser encorajadas a assumirem esses espaços de poder e no mercado de trabalho”, revelou Macilane Gomes, secretária da SMPM.

Segundo o Secretário da Semdec, Venâncio Cardoso, ações como essas são de grande importância para que haja um estímulo ao envolvimento do Setor Privado no fomento às práticas que contribuam para a igualdade efetiva entre homens e mulheres nas várias dimensões sociais.

“O Selo Dona Saló veio como uma forma da gente promover o incentivo, a valorização e a visibilidade para as práticas de enfrentamento ao preconceito e discriminação contra as mulheres dentro do mercado de trabalho. Estamos muito felizes por essa primeira edição e a aceitação das empresas do município porque o nosso objetivo é conscientizar mais do que certificar”, declarou o Secretário.

Laço Branco encerra projeto com homens envolvidos em processos pela Lei Maria da Penha

 

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) levou, na terça-feira (23), a Campanha do Laço Branco para o encerramento do projeto Reeducar – O Homem no Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher – que tem como objetivo educar e sensibilizar homens envolvidos em processos pela Lei Maria da Penha.

O encerramento foi realizado com a Campanha Laço Branco, cujo objetivo é mobilizar os homens no engajamento pelo fim da violência contra a mulher. A iniciativa é realizada pelo Núcleo das Promotorias de Justiça de Defesa da Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar (NUPEVID) em parceria com a SMPM.

A psicóloga do Nupevid, Cynara Veras, abriu a discussão com os homens. “Vamos finalizar esse módulo chamando vocês para a ação, como uma forma de vocês se comprometerem a enfrentar a violência contra a mulher. É preciso pensar: Qual o meu papel na sociedade? O que eu estou fazendo pelo outro?”, questionou.

Segundo Macilane Gomes, secretária da SMPM, o Laço Branco é um momento simbólico. “O Laço Branco mostra que o homem está comprometido com o fim da violência contra a mulher. Ele vai se manter vigilante com o seu comportamento e o dos demais. Vai observar todas as suas atitudes e respeitar as mulheres com quem convive”, comenta.

Para o assessor jurídico da SMPM, Daniel Sampaio, a mudança está nas pequenas atitudes. “Tudo parte do princípio do respeito. Nós, homens, não estamos ajudando as nossas companheiras porque nós estamos dividindo. Dividir é diferente de ajudar”, enfatizou.

“Cada um de vocês tem um motivo para estar aqui. Temos que buscar a equidade. Temos que trabalhar os nossos olhares a partir do que queremos para a gente. Rever os papeis de homens e mulheres na sociedade, querendo sempre um presente e um futuro igualitário”, reafirmou a gerente de enfrentamento à violência da SMPM, Lidiane Oliveira.

Mães do Amor de Tia Sudeste aprendem a fazer chocolate para trabalhar na páscoa

Ascom/SMPM

O Serviço de Atendimento Integral às Mulheres e Suas Crianças: Amor de Tia Sudeste realizou, na sexta-feira(11), uma oficina de chocolates com as mãe atendidas pelo serviço, para que elas possam trabalhar na páscoa e ganhar uma renda extra.

Para Janaína Sousa, mãe do Davi Lucas de 3 anos, a atividade foi bastante proveitosa. “Eu gostei do curso porque ele pode me oferecer uma renda a mais. Aprendi muitas coisas novas que espero usar na minha vida”, comemora Janaína.

A oficina foi ministrada pela culinarista Tuane Fonseca, que ensinou as mães a fazer ovos de páscoa e trufas. A ideia foi um curso bem prático, onde as mulheres pudessem treinar. “A experiência hoje está ótima, elas são muito participativas, metendo a mão na massa”.

O Amor de Tia é um serviço da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres que oferece rodas de conversa e cursos profissionalizantes para as mães enquanto seus filhos são acolhidos com atividades lúdico-pedagógicas.