Hospital do Monte Castelo utiliza capacete especial na terapia respiratória da Covid

O hospital do bairro Monte Castelo, zona Sul de Teresina, inova no atendimento a pacientes com Covid-19 com o uso de equipamento que possibilita a otimização da terapia respiratória não invasiva. O equipamento é a interface para VNI Elmo, tipo Helmet (conhecido como capacete), que propicia a otimização dessa terapia.

O fisioterapeuta da equipe do hospital, Raimundo Miranda Neto, explica sobre as formas de terapias respiratórias. “O serviço de fisioterapia atua com diversas medidas terapêuticas importantes, dentre elas, a de cateter nasal e a ventilação não invasiva. Dentro dessa ventilação não invasiva, está essa interface Helmet, que propicia uma otimização dessa terapia uma vez que possibilita a utilização do uso mais prolongado dessa ventilação”, destaca.

A equipe de fisioterapia desse hospital teve treinamento para uniformização de procedimentos e uso adequado desse equipamento, que por ter o formato de um capacete é ajustado ao pescoço do paciente garantido conforto e adequado ajuste.

O hospital do bairro Monte Castelo funciona exclusivamente para atender pacientes com Covid com 20 leitos de UTI, 30 leitos clínicos. O diretor clínico do hospital, Cícero Neto, explica que o equipamento é utilizado nos pacientes das UTIs e nas enfermarias. “Esse equipamento é mais uma forma de tratamento, que propicia às equipes dos profissionais essa possibilidade de recurso somado as interfaces já existentes que são usadas nos pacientes. Com esse equipamento observamos até melhor aceitação por parte dos pacientes”, afirma.

Equipamento que possibilita a otimização da terapia respiratória não invasiva Foto(Ascom/FMS)

Alunos fazem intervenção em via para alertar motociclistas sobre o uso do capacete

Uma ação dos alunos da Escola Municipal Roberto Cerqueira Dantas, na zona norte de Teresina, alertou os condutores de veículos que passavam pelas ruas próximas à unidade sobre a importância de obedecer às regras de trânsito. O grupo destacou, principalmente, o uso do capacete para os motociclistas.

A atividade faz parte do projeto “Ei, motociclista, cadê teu capacete?”, desenvolvida pelos alunos do 4º ano com a ajuda do professor Francisco Rodrigues. Em sala de aula, discutiram temáticas relacionadas à educação no trânsito e realizaram uma pesquisa para identificar, entre os próprios alunos, quantos dos seus familiares respeitam as normas.

Segundo a pesquisa, mais de 95% dos pais utilizam motocicleta diariamente, mas menos de 20% fazem uso do capacete. Os dados são alarmantes, tendo em vista que o desrespeito à lei é a principal causa de acidentes, levando perigo para condutores, passageiros e pedestres.

“Inclusive, muitos jovens deixam de vir para a aula porque os pais estão acidentados. Decidimos, então, fazer esse momento de conscientização nas ruas próximas, que deve começar de dentro da escola. Os estudantes fizeram panfletagem e transmitiram aos motoristas tudo que aprenderam nos últimos dias”, conta o professor Francisco.

A turma contou com o apoio de agentes da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans), que pararam os carros e motos enquanto as crianças faziam a intervenção. A atividade foi de panfletagem e exposição de cartazes em forma de apelo aos motociclistas que passavam sem proteção.