CAPS III Sul promove capacitação para atendimento às pessoas trans

Em alusão ao mês da visibilidade trans, o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) III Sul promove uma atividade de capacitação para os profissionais de saúde aprimorarem o atendimento a este público. Com o tema “Acolhimento e Cuidado em Saúde para Pessoas Trans”, a capacitação acontece amanhã (24), a partir das 8h da manhã.

 A programação vai contar com palestras ministradas por representantes da área da saúde e movimentos sociais. “O objetivo é promover o conhecimento acerca do manejo adequado de pessoas em processo de transição de gênero; e de mais questões associadas que estejam lidando com episódios de sofrimento psíquico”, explica a coordenadora do CAPS III Sul, Sandra Oliveira.

 Ela explica que o CAPS se configura como um dos principais dispositivos de acolhimento e tratamento a pessoas com transtornos e sofrimentos mentais, logo faz-se necessário a capacitação para os servidores em geral, com o fim de proporcionar a otimização do processo de trabalho.

 

O CAPS III Sul, é um serviço ambulatorial de atenção contínua, funcionando durante 24 horas diariamente, incluindo feriados e finais de semana, com atendimento da rede de cuidados em saúde mental no âmbito do seu território. É composto por uma equipe multidisciplinar, formada por psiquiatras, clínico geral, psicólogo, assistente social, educador físico, terapeuta ocupacional, nutricionista, enfermeiro e técnico de enfermagem.

FMS reúne diversos setores para tratar de direitos dos usuários dos CAPS

FMS reúne diversos setores para tratar de direitos dos usuários dos CAPS. Foto: Ascom/FMS

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) realizou esta semana, no auditório da sede, uma reunião de treinamento para padronização do formulário de solicitação do passe livre em transporte público no município de Teresina e da Legislação de inserção dos usuários dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) com deficiência psicossocial no mercado de Trabalho.

No momento estiveram presentes representantes da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (SEMCASPI), Abrace Nós, Centro Integrado de Saúde Lineu Araújo, os psiquiatras dos Caps de Teresina, membros do GTR (Grupo de Trabalho e Geração de Renda) vinculado a gerência de saúde mental, coordenadores de Caps e com a fala magna o auditor fiscal do trabalho Leonardo Araújo.

“O momento teve como objetivo também a articulação entre os setores para a melhor assistência dos usuários de Saúde Mental nas duas demandas apresentadas no momento da reunião”, afirma Laryssa Carvalho, Gerente de Saúde Mental da FMS.

Usuários dos CAPS de Teresina expõem na Feira dos Municípios

Os visitantes da Feira dos Municípios de 2023 poderão adquirir peças de artesanatos confeccionadas pelos usuários dos Centros de Atenção Psicossocial de Teresina. O serviço de Saúde Mental da Fundação Municipal de Saúde está com um stand na feira até domingo (24), no Centro de Convenções de Teresina.

Estão expostas pinturas, cerâmicas e peças de crochê tanto decorativas como utilitárias que foram produzidas nas oficinas terapêuticas realizadas diariamente nas unidades de saúde. Os trabalhos fazem parte das oficinas “Construindo Sonhos” e “Tercendo Vida” onde através da manipulação de objetos, de recursos artísticos e artesanais os pacientes podem trabalhar seus conteúdos emocionais, explica Yago Arêa, coordenador do CAPS Sudeste.

“Estamos felizes em fazer parte de um evento que visa estimular as potencialidades dos municípios piauienses e por isso estamos aqui mostrando também as potencialidades dos nossos usuários que nas suas terapias diárias nos surpreendem”, diz Laryssa Carvalho, gerente de Saúde Mental da Fundação Municipal de Saúde.

Teresina tem sete Centros de Atenção Psicossocial- CAPS- distribuídos em todas as áreas da cidade. Entres eles um para atendimento específico para crianças (CAPSi) e outro para pessoas com dependência em álcool e outras drogas.

Usuários dos CAPS de Teresina expõem na Feira dos Municípios

Os visitantes da Feira dos Municípios de 2023 poderão adquirir peças de artesanatos confeccionadas pelos usuários dos Centros de Atenção Psicossocial de Teresina. O serviço de Saúde Mental da Fundação Municipal de Saúde está com um stand na feira até domingo (24), no Centro de Convenções de Teresina.

Estão expostas pinturas, cerâmicas e peças de crochê tanto decorativas como utilitárias que foram produzidas nas oficinas terapêuticas realizadas diariamente nas unidades de saúde. Os trabalhos fazem parte das oficinas “Construindo Sonhos” e “Tercendo Vida” onde através da manipulação de objetos, de recursos artísticos e artesanais os pacientes podem trabalhar seus conteúdos emocionais, explica Yago Arêa, coordenador do CAPS Sudeste.

“Estamos felizes em fazer parte de um evento que visa estimular as potencialidades dos municípios piauienses e por isso estamos aqui mostrando também as potencialidades dos nossos usuários que nas suas terapias diárias nos surpreendem”, diz Laryssa Carvalho, gerente de Saúde Mental da Fundação Municipal de Saúde.

Teresina tem sete Centros de Atenção Psicossocial- CAPS- distribuídos em todos as áreas da cidade. Entres eles um para atendimento específico para crianças (CAPSi) e outro para pessoas com dependência em álcool e outras drogas.

Fórum mostra que pacientes dos CAPS podem ser inseridos no mercado de trabalho

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina realizou hoje, 26, o 2º Fórum de Geração de Trabalho e Renda da rede de saúde mental. O evento discutiu sobre a importância da geração de renda e olhar diferente para o pessoal da saúde mental. Empresas que contratam por meio do sistema de cotas para deficientes estavam presentes.

“Esse projeto é muito importante. Eu trabalho no Ministério do Trabalho, graças ao Grupo Geração de Trabalho e Renda. Sou atendida no CAPS II Sul desde 2016 e sou capaz de trabalhar e ser produtiva”, falou Solange Oliveira.

O Fórum serviu para sensibilizar mais empresários e mostrar os resultados do trabalho. “Nosso objetivo é mostrar o exemplo dessas pessoas que já estão no mercado de trabalho, como elas podem ser produtivas e contribuir para as empresas. O fórum quis promover uma quebra de estigmas e preconceitos”, disse Laryssa Carvalho, gerente de saúde mental da FMS.

Pessoas com deficiência psicossocial apresentam sequelas de transtornos mentais, mas que não as incapacita de trabalhar e ter uma vida produtiva. Uma vida produtiva leva a uma melhor qualidade de vida, que se reflete diretamente no bem-estar do corpo e mente.

Legislação garante direitos

De acordo com a Lei de número 8213/91, também conhecida como Lei de Cotas, toda empresa com 100 ou mais empregados está obrigada a preencher de 2% a 5% dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência.

A partir de 2006, a deficiência psicossocial, também chamada de “deficiência psiquiátrica” ou “deficiência por saúde mental”, foi enquadrada no rol de deficiências pela Convenção sobre os direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD), adotada na Assembleia Geral da ONU. No Brasil, a deficiência psicossocial passou a valer quando o Congresso nacional ratificou, com equivalência de emenda constitucional, a citada convenção da ONU através do decreto legislativo 186, de 09/07/08, e a promulgou através do decreto 6.949, de 25/08/09.

CAPS Sudeste completa 13 anos com 7 mil atendimentos em 2022

Centro de Atenção Psicossocial Sudeste (Foto: Ascom/FMS)

O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS II) Sudeste está completando 13 anos de funcionamento com atendimento em saúde mental voltado à população da zona Sudeste de Teresina. Somente em 2022, o serviço prestou quase 7 mil atendimentos individuais aos usuários do serviço.

No ano passado, o CAPS II Sudeste realizou um total de 6793 atendimentos individuais. Além disso, o serviço registrou 4.217 atendimentos familiares, 812 atendimentos em grupo e 75 atendimentos domiciliares. O acesso aos serviços do CAPS II Sudeste ocorre por demanda espontânea, busca ativa ou encaminhada, sendo que o processo de acolhimento será efetivado mediante triagem realizada por um profissional da equipe multiprofissional.

A equipe do CAPS II Sudeste é composta por profissionais como psiquiatras, psicólogo, assistente social, educador físico, terapeuta ocupacional, nutricionista, enfermeiro e técnico de enfermagem. São realizadas atividades como atendimento individualizado, grupos terapêuticos, grupos com familiares, atendimento individualizado à família, oficinas de produção e geradoras de renda, práticas de Expressão e Comunicação em CAPS, visitas domiciliares, tratamento medicamentoso, busca ativa, matriciamento e atenção em situações de crise.

“Nestes 13 anos o CAPS Sudeste tem sido um grande aliado da população, onde o serviço vem contribuindo para esses usuários, tanto para um processo de ressocialização como para reinserção no mercado de trabalho”, comenta o coordenador Yago Arêa. “O serviço é porta aberta, onde as pessoas fazem um processo de triagem. É feito esse acolhimento e a gente tem uma equipe multiprofissional com capacitação técnica para dar suporte e abraçar a população”, diz.

O CAPS II Sudeste fica localizado na Rua Poncion Caldas, Bairro Colorado – Loteamento Parque do Sol – Renascença. O funcionamento é de segunda a sexta, nos horários das 8 às 12 horas e das 14 às 18 horas.

Usuários dos CAPS passam por curso de capacitação para o mercado de trabalho

Usuários dos CAPS passam por curso de capacitação para o mercado de trabalho. Foto (Ascom/FMS)

A Fundação Municipal de Saúde (FMS), em parceria com diversas entidades, está promovendo um curso para os usuários dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) na área de assistente administrativo. O objetivo é inserir essas pessoas no mercado de trabalho e de atividades geradoras de renda.

O curso está sendo promovido pela Servfaz, que é parceira da FMS e outras entidades como a Ação Social Arquidiocesana (ASA) e Ministério Público do Trabalho (MPT). “Foram disponibilizadas 25 vagas para pessoas com deficiência, que foram encaminhadas pelo MPT para pessoas com deficiência psicossocial”, explica a gerente de Saúde Mental da FMS, Laryssa Carvalho.

A gerente esclarece que pessoas com deficiência psicossocial apresentam sequelas de transtornos mentais, mas que não as incapacita de trabalhar e ter uma vida produtiva. “A proposta é garantir aos 25 beneficiados a efetivação, entre outros, dos direitos à educação, à profissionalização, ao trabalho, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência comunitária”, diz.

O curso é composto de momento teórico e prático. Como conta Laryssa Carvalho, os usuários já concluíram a etapa teórica e foram encaminhados ao Hospital Veterinário Universitário (HVU), Instituto Federal do Piauí (IFPI) e Ministério Público do Piauí (MPPI), para que as atividades práticas do curso de aprendizagem sejam realizadas nas dependências desses órgãos.

A ação é fruto do Grupo de Trabalho e Renda (GTR), mantido pela FMS. O GTR procura identificar os usuários dos CAPS com este perfil e os estimula a desenvolverem habilidades, de forma a estarem aptos a assumirem postos no mercado formal ou pela comercialização dos artigos produzidos por eles.

CAPS de Teresina prestaram mais de 221 mil atendimentos em 2022

Chamado de Janeiro Branco, o primeiro mês do ano é dedicado à conscientização acerca dos cuidados com a saúde mental. A Fundação Municipal de Saúde (FMS) mantém serviços permanentes de cuidados com a saúde mental dos teresinenses, prestando mais de 221 mil atendimentos em 2022.

Somente no ano passado, os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) realizaram um total de 65.197 atendimentos individuais, 35.096 atendimentos familiares e 13.004 atendimentos em grupo. Neste período, os centros realizaram ainda 22.191 atendimentos a usuários em situação de crise, entre outros serviços.

Já o ambulatório Provida (serviço de prevenção ao suicídio) realizou um total de 3.059 atendimentos, sendo 1.287 psiquiátricos e 1.772 psicológicos. O atendimento acontece por demanda espontânea, como forma de intervir emergencialmente, a curto prazo, a ideação suicida.

Sem necessidade de agendamento, os atendimentos de saúde mental são realizados em sete Centros de Assistência Psicossocial (CAPS) nos bairros, com funcionamento manhã e tarde. O CAPS Álcool e outras Drogas funciona no bairro Macaúba (zona Sul); CAPS Infantil, no Morada do Sol (zona Leste); CAPS II no bairro Pio XII (zona Sul); CAPS II Leste, no bairro Horto Florestal; CAPS Tipo II, no bairro Renascença (zona Sudeste); CAPS Centro Norte, no bairro São Joaquim e CAPS Tipo III, atendimento 24h, no bairro Três Andares (zona Sul).

O atendimento também é realizado sem agendamento manhã e tarde no Provida, ambulatório para atendimento para quem está com ideação suicida na rua Álvaro Mendes, 1557 – Centro Sul. No Provida, se houver necessidade, é feito o encaminhamento para o paciente ter continuidade no atendimento com consulta especializada em consultório com psiquiatra ou psicólogo. Caso o paciente esteja em crise, o Provida providencia internação para tratamento.

Cleidiane Cardoso, coordenadora do CAPS Norte, orienta sobre o atendimento. “Nos CAPS são feitos atendimento e triagem e se o paciente necessitar terá outros atendimentos no mesmo CAPS e se não for perfil de atendimento no CAPS terá agendamento para consulta com psiquiatra ou psicólogo. Caso o paciente procure atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), o médico dá encaminhamento para agendamento de consulta especializada”, explica.

FMS estimula a inserção de usuários dos CAPS no mercado de trabalho

Um dos pilares da saúde mental é a inserção dos usuários dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) na vida normal em sociedade, inclusive pela via do trabalho e de atividades geradoras de renda. Para auxiliar no processo, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) mantém o Grupo de Trabalho e Renda (GTR), que promove ações de capacitação para este grupo e auxilia na busca de emprego. Na manhã de hoje (1), a equipe esteve em reunião com o presidente da FMS, Gilberto Albuquerque.

Pessoas com deficiência psicossocial apresentam sequelas de transtornos mentais, mas que não as incapacita de trabalhar e ter uma vida produtiva. O GTR, que está em atividade desde 2018, procura identificar os usuários dos CAPS com este perfil e os estimula a desenvolverem habilidades, de forma a estarem aptos a assumirem postos no mercado formal ou pela comercialização dos artigos produzidos por eles.

A assistente social Anna Klicia Sá Urtiga, do CAPS II Sudeste, explica que o GTR trabalha com três linhas de ação. “A primeira é a inserção no mercado formal de trabalho. Nós auxiliamos os usuários para que sejam empregados por meio desta lei de cotas, que contempla a deficiência psicossocial”, explica.

Desde o início do trabalho do GTR, 29 pessoas já foram absorvidas pelas empresas em Teresina. Uma delas foi Walkiria Pedrosa, que trabalha em uma loja de material de construção da capital. “Eu achava que não seria capaz, mas no momento que fiz a entrevista, que eu via o jeito, me senti muito confiante. No primeiro dia de trabalho eu fiquei muito nervosa, porque queria fazer tudo muito bem feito, mas foi muito bom”, relata ela.

A segunda linha contempla o mercado informal, em que os CAPS desenvolvem diversas ações como produção de artesanato, participação de cursos, realização de oficinas e a formação de grupos de produção em todos os sete CAPS da rede municipal. “Nós trabalhamos não apenas com usuários, como também seus familiares, e tudo isso para promover o desenvolvimento artesanal para a comercialização desses produtos, identificando habilidades e aptidões”, conta Anna Klícia.

A terceira linha consiste na comercialização. A gerência da Saúde Mental da FMS mantém no Shopping da Cidade o quiosque Inspirados, que recebe o material produzido nos CAPS para serem comercializados. “A equipe do quiosque também participa em feiras que acontecem na cidade, levando o material para venda”, explica a assistente social. A renda gerada é direcionada para os usuários e para a aquisição de matéria prima para a produção de novas mercadorias.

Caps AD realiza ação alusiva ao Outubro Rosa

O mês de Outubro já é conhecido mundialmente como um mês marcado por ações afirmativas relacionadas à prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e de útero. Em alusão ao mês rosa que encerrou, o Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas (CAPS AD) realizou esta semana ação voltada para as mulheres atendidas na unidade.

Foi realizado um dia de beleza para as usuárias, familiares e servidoras. Uma parceria com a Fundação Wall Ferraz. Além de também ter acontecido uma palestra sobre processo de prevenção sobre câncer de mama. Houve corte de cabelos, desing de sobrancelha, entre outros.

O CAPS AD é um serviço de atendimento às pessoas com problemas pelo uso de álcool ou outras drogas. O acesso ao CAPS AD ocorre para homens e mulheres maiores de 18 anos que têm problemas com o uso de álcool e outras drogas que chegam à unidade por demanda espontânea ou encaminhados por outros serviços de apoio do município de Teresina – Piauí. A atenção ao usuário é realizada por uma equipe multiprofissional – psiquiatras, clínico geral, psicólogo, assistente social, nutricionista, educador físico.