Prefeitura de Teresina intensifica ações de vigilância e combate à dengue e chikungunya

FMS instala armadilhas para recolher ovos de mosquito da dengue (Foto: Ascom FMS)

A Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Saúde (FMS), desenvolve o Programa de Controle das Arboviroses — que engloba dengue, zika e chikungunya — em conformidade com as diretrizes do Ministério da Saúde, com foco na intensificação das ações de vigilância e no controle do mosquito transmissor.

Entre as principais estratégias adotadas está o monitoramento sistemático por meio de ovitrampas, armadilhas instaladas mensalmente para identificar a presença e a circulação do vetor, além de subsidiar a avaliação do risco epidemiológico. Com base nesses indicadores, são planejadas e executadas ações direcionadas de combate, conduzidas por equipes multiprofissionais compostas por médicos-veterinários e agentes de saúde.

Resultados das ações desenvolvidas

As ações já apresentam resultados significativos:

• Imóveis visitados e inspecionados: 319.916 (dados até 10/04)
• Depósitos eliminados: 105.152
• Imóveis tratados: 3.972
• Bloqueios de casos realizados: 1.145
• Pneus recolhidos: 24.532 (dados até 28/04)

Os resultados demonstram o fortalecimento das medidas preventivas e da capacidade de resposta rápida das equipes, fatores essenciais para a redução da infestação do mosquito e a prevenção de surtos. Com isso, o município avança de forma consistente no controle das arboviroses, contribuindo para a proteção da saúde da população.

Projeto de conscientização sobre a Dengue é realizado em Escola Municipal

Com objetivo de conscientizar e prevenir a comunidade escolar em relação à Dengue, Zika e Chikungunya, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti, a Escola Municipal Altina Castelo Branco, localizada na zona Sudeste de Teresina, promoveu uma ação educativa.

Desde o início de abril a unidade de ensino vem trabalhando o Projeto “Dengue, aqui não!”, com o intuito de conhecer e identificar o mosquito transmissor da doença. Saber identificar os sintomas da dengue e a importância da prevenção, com hábitos de higiene ambiental que ajudam a prevenir as doenças causadas pelo Aedes Aegypti foram trabalhados.

O público-alvo foram os alunos do 1º ao 3º ano. Na oportunidade foram apresentadas dicas de como manter a casa limpa, evitar criadouros com o acúmulo de água, colocar areia nos vasos de plantas, não despejar lixo em córregos, uso de repelentes, entre outras medidas de prevenção.

De acordo com a diretora da Escola Municipal Altina Castelo Branco, professora Juliana Araújo, esta é uma ação importante, que visa por meio dos alunos disseminar o conhecimento aos familiares e comunidade, a fim de incentivar cuidados que devem partir de toda população. “Devido ao grande foco da doença que estamos vivendo, é extremamente importante que os nossos estudantes e toda comunidade escolar se conscientize sobre esse problema”, conclui.

FMS lança ferramenta para monitoramento de dengue e chikungunya

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) está lançando uma nova plataforma para registro dos dados de dengue e Chikungunya (as chamadas arboviroses) no município de Teresina. O boletim será atualizado pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS TERESINA) e vai viabilizar o monitoramento das doenças por todos que tiverem interesse.

A ferramenta está disponível para o acesso público por meio do site da FMS: site.fms.pmt.pi.gov.br e tem por objetivo reunir dados abrangentes e atualizados sobre a dengue e Chikungunya, fornecendo uma visão detalhada do panorama epidemiológico no município. “Queremos assim garantir a transparência no fornecimento de informações e fomentar as iniciativas de combate à doença”, diz Walfrido Salmito, diretor de Vigilância em Saúde da FMS.

A iniciativa faz parte das ações contra a dengue que estão sendo executadas a partir das ações do Plano Municipal de Contingência das Arboviroses Urbanas estabelecido pela FMS.

Aedes aegypti é o nome da principal espécie que transmite os vírus da dengue, o vírus causador da febre Chikungunya e o Zika vírus. Essa espécie tem como característica a presença de marcações brancas nas pernas e no dorso (em formato de uma lira).

É um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais, escolas ou igrejas, por exemplo. A fêmea tem hábitos preferencialmente diurnos e alimenta-se de sangue humano para fazer a maturação dos seus ovos.

FMS lança Calendário Ecoepidemiológico como aliado no combate à Dengue

Agente da FMS exibe novo Calendário Ecoepidemiológico como aliado no combate à Dengue (Ascom/FMS)

A Fundação Municipal de Saúde (FMS), através da Gerência de Zoonoses, lançou hoje (02) o Calendário Ecoepidemiológico. Uma ferramenta que vai ajudar ainda mais o trabalho de campo dos agentes de endemias que atuam no combate ao Aedes aegypti, mosquito causador das doenças Dengue, Zika e Chikungunya.

Caixas d’água, cisterna, vasos e bebedouros de animais continuam no topo da lista dos locais onde mais são encontrados focos do mosquito Aedes aegypti. O Departamento de Zoonoses reforça a orientação para que a população se atente a potenciais criadouros dentro de suas casas. “Durante as visitas domiciliares nossos agentes de endemias vão apresentar ao morador o Calendário Ecoepidemiológico, que contará com um check list com novas estratégias de reconhecimento dos possíveis focos de mosquito naquela residência”, afirma o presidente da FMS, Ítalo Costa Sales.

“Vamos incentivar que o morador faça a conferência do seu imóvel”, completou o presidente da FMS. O Brasil já têm 217.481 casos prováveis de dengue, 15 mortes confirmadas e 149 em investigação, nas primeiras semanas de 2024, segundo dados do Ministério da Saúde divulgados nesta terça-feira (30). Teresina tem 122 casos notificados de dengue, até o momento, e nenhum óbito.

FMS alerta para cuidados com o Aedes durante período chuvoso

Trabalho da FMS através de seus agentes de campo coleta amostras de possíveis focos da dengue (Ascom/FMS)

O período chuvoso requer atenção especial em relação a doenças, como dengue, zika e chikungunya, por ser uma época propícia à reprodução de seus mosquitos transmissores: o Aedes aegypti e o Aedes albopictus. Por isso, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) pede a parceria da população para que redobre o cuidado dentro de suas casas. Amanhã, às 9h30, será lançado o Calendário Ecoepidemiológico, uma ferramenta que vai ajudar ainda mais o trabalho de campo dos agentes de endemias. O lançamento acontecerá no auditório da sede da FMS, na Rua Governador Artur de Vasconcelos, 3015 – Aeroporto.

“O período chuvoso favorece a formação de poças de água, onde o Aedes aegypti e Aedes albopictus colocam seus ovos e dão origem ao mosquito”, explica a médica que faz parte da diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amparo Salmito. “Se o mosquito estava infectado pela dengue, zika, chikungunya ou outras viroses, todos os seus ovos também estarão contaminados”, alerta.

O principal cuidado é o descarte de todo material inservível. Garrafas devem ser guardadas fechadas ou com a boca virada para baixo. As calhas dos telhados e caixas d’água também merecem atenção e devem ser mantidas limpas, bem como ralos e vasos sanitários tampados. Vasos de plantas com pratos de plástico devem ser evitados. “É muito importante que os quintais e locais ao ar livre passem por limpeza frequente, pois qualquer material que permita o mínimo acúmulo de água pode se tornar um criadouro do mosquito, mesmo uma tampinha de garrafa”, alerta Amparo Salmito.

FMS promove ações preventivas sobre dengue, zika e chikungunya

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) promove ações de mobilização contra arboviroses, que são doenças causadas por vírus transmitidos, principalmente, por mosquitos. As arboviroses mais comuns em ambientes urbanos são a dengue, chikungunya e zika transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

A programação é elaborada pelo Núcleo de Educação em Saúde e Comunicação (NESC) da FMS e prioriza locais com maior concentração de pessoas como estabelecimentos de saúde, escolas, empresas e entidades com a realização de palestras e demonstrações sobre as formas de prevenir as arboviroses.

A coordenadora do NESC, Maria Júlia Rocha, ressalta que ações educativas também previnem doenças. “A prevenção é a principal forma de combater o Aedes aegypti. Estamos em período chuvoso e a Fundação Municipal de Saúde orienta, intensifica os trabalhos educativos e reforça que a população deve manter os cuidados para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti”, diz.

A programação das atividades é desenvolvida geralmente no turno da manhã com apresentação dos dados epidemiológicos das arboviroses, orientações para combate e prevenção com palestras, distribuição de material educativo, inspeção no prédio, stand com material para visualização do ciclo biológico do Aedes aegypti e materiais para reciclagem.

Programação de abril:

04/04 (terça feira) – Hospital do Matadouro

11/04 (terça feira) Hospital são Carlos Borromeo

14/04 (sexta Feira) CMEI Anita Ferraz – manhã e tarde

18/04 (terça feira) Unidade Escolar prof. Adamir Leal, às 10h

19/04 (quarta Feira) – UBS Portal da Alegria

27/04 (quinta feira) – Ferro Norte Industrial – das 9h30 às 14h

28/04 (sexta feira) – Ferro Norte Industrial – das 9h3 às 14h

FMS lembra ações importantes para combater o Aedes aegypti

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina divulga semanalmente Boletim Epidemiológico de Arboviroses. No último boletim, 2 de setembro, foram confirmados 10.255 casos de dengue este ano, com nove óbitos confirmados e três em investigação. Já os casos confirmados de chikungunya são 1.339, com três óbitos confirmados e dois em investigação.

“Essas confirmações de mortes por chikungunya  são casos de maio que estavam em investigação. Mês em que a doença estava no pico. Mas queremos reforçar os cuidados que a população deve ter em manter os ambientes longe do mosquito Aedes aegypti”, diz a infectologista Amparo Salmito.

A maioria dos cuidados que devem ser tomados dentro de casa para evitar a proliferação do Aedes aegypti envolve atenção aos objetos que podem acumular água. Esses locais costumam ser escolhidos pelos mosquitos para depositar ovos e reproduzir.

Assim, é preciso: fechar muito bem as lixeiras e qualquer possível depósito de água, como potes, tambores, filtros, tanques e caixas d’água, pois o mosquito é bem pequeno e uma mínima fresta já é suficiente para que ele consiga colocar ovos; preencher os pratos de vasos de plantas com areia ou lavá-los semanalmente com o auxílio de bucha e sabão para eliminar os ovos do mosquito por completo; lavar os bebedouros de animais domésticos com esponja e trocar a água pelo menos uma vez por semana.

Duas mortes por Chikungunya são confirmadas na capital

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) confirma duas mortes por Chikungunya em Teresina. No município, existem 406 casos confirmados da doença e outros 920 casos ainda sob notificação. No último boletim epidemiológico ainda existe a confirmação de 4.344 casos de dengue, sendo oito óbitos confirmados. Além disso a capital ainda concentra sete casos confirmados de zika, sem óbito.

Na Semana Epidemiológica (SE) 24 teve seis novos casos, notificados, de dengue, mostrando uma redução de 68% quando comparado com os casos notificados na SE 23. Amariles Borba, diretora da Vigilância em Saúde, informa que as pessoas precisam ter cuidado para evitar criadouros de mosquito. “É preciso limpar os quintais e outros locais que acumulam água. As doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti podem ser graves, com inflamação no cérebro, deixar sequelas permanentes ou levar ao óbito”, fala.

O presidente da FMS, Gilberto Albuquerque, cita que os agentes de endemias fazem o trabalho de orientação em todas as zonas da cidade. “Os agentes estão em todas as áreas de Teresina, dando orientações sobre como evitar a proliferação de doenças e com ações de coleta de ovos dos mosquitos. Analisamos quais são os pontos que estão com mais infestação para intensificar as atividades dos agentes de endemias nessas áreas”, cita.

Agentes de endemias fazem trabalho para identificar locais de criadouros de mosquitos. Foto: Ascom FMS

Combate à dengue: operação irá percorrer 9 mil imóveis em seis bairros de Teresina

A Operação de Combate à Dengue continua pelos bairros de Teresina. Até o dia 15 de junho serão visitados os bairros Porto Alegre, Piçarreira, Beira Rio, Angélica, Centro e Tabuleta, com a previsão de visita em 9 mil imóveis, segundo levantamento da Prefeitura de Teresina através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Semduh).

Desde o início da operação, em março deste ano, até o momento foram visitados pelos agentes de endemias do Centro de Controle de Zoonoses, efetivos do Exército e reeducando do regime semiaberto do sistema prisional da Secretaria Estadual de Justiça (SEJUS) mais de 240 mil imóveis na capital.

“Continuamos trabalhando para reduzir os números da dengue e Chikungunya na capital. A operação integrada vem atuando diariamente e precisamos continuar contando com a colaboração da população teresinense, tanto no sentido de permitir a entrada dos agentes e dos militares, quanto no sentido de investigar a própria casa para não deixar água acumulada”, afirmou o coordenador da Operação de Combate à Dengue, o secretário da SEMDUH Edmilson Ferreira.

Somente no mês de maio foram visitados por agentes de endemias da Zoonoses e militares do 25º BC, 8.271 imóveis distribuídos em 17 bairros. Nesta ação foram eliminados 2.186 focos do mosquito da dengue/Chikungunya.

Um total de 40 reeducandos da SEJUS continuam atuando na limpeza das escolas públicas. Até o momento 33 unidades de ensino já foram visitadas.

Parcerias e Contatos em combate à Dengue

As equipes do município, por meio do Centro de Controle de Zoonose, viabilizaram uma série de treinamentos para os soldados do Exército Brasileiro com a finalidade de identificar focos do mosquito Aedes Aegypti.

Denúncias relativas a terrenos baldios que podem ter foco de dengue devem ser feitas às Superintendências de Ações Administrativas Descentralizadas (SAADs), pessoalmente em cada SAAD ou através dos contatos: 86 3215-7462 (Norte), 3215-7661 (Sul), 3215-7856 (Sudeste), 3215-7877 (Leste) e 3215-7462 (Centro).

Já os casos de lixo em via pública devem ser denunciados para o Programa Lixo Zero, pelo Whatsapp (86) 9 9402-3074. As denúncias são anônimas. O denunciante deve enviar informações, fotos e/ou vídeos da ação.

 

Carro fumacê volta a circular nos bairros de Teresina

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina retoma hoje (13) o trabalho com os carros fumacê, devido aos números de casos de dengue que estão acontecendo na cidade. Os carros estavam sem circular, desde segunda-feira (09), devido à falta do inseticida Cielo, que é disponibilizado pelo Ministério da Saúde e distribuído pelas Secretarias Estaduais da Saúde para os municípios.

Segundo a gerência de Zoonoses da FMS, a solicitação do produto já tinha sido feita à Secretaria Estadual da Saúde e no final da manhã de hoje (13) foi disponibilizado o inseticida. “Com o recebimento do produto reiniciamos ainda hoje o trabalho com o carro fumacê”, disse Paulo Marques, gerente de zoonoses da FMS.

Os bairros São Pedro, Matadouro, São Joaquim, Beira Rio, Extrema, Parque Brasil, Pedra Mole, Piçarreira, Cristo Rei, Parque Universitário e Beira Rio estarão sendo pulverizados nos próximos dias. O carro circula, no começo da manhã e no final da tarde, em horários apontados como mais propícios para presença Aedes Aegypti. No momento em que o fumacê estiver na rua, todos devem abrir portas e janelas para que o inseticida dispensado no ar possa circular dentro das casas, eliminando o maior número possível de mosquitos da Dengue.

Conforme o Ministério da Saúde, a utilização do carro fumacê somente é indicada onde existe alto índice de infestação do Aedes aegypti e casos notificados da dengue, zika, chikungunya. De acordo com informações da Diretoria de Vigilância em Saúde municipal, até a presente data, Teresina tem 1.491 casos de dengue confirmados laboratorialmente.

A FMS vem realizando diversas ações para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika, chikungunya. O apoio da população é fundamental nesse sentido. Cabe a cada morador evitar objetos que acumulam água parada e manter limpos todos os ambientes.