Programa Cidade Olímpica Educacional retoma aulas presenciais

Após dois anos, os alunos do Programa Cidade Olímpica Educacional, da Secretaria Municipal de Educação (Semec), retomaram as aulas presenciais. Até então, devido a pandemia de Covid-19, os estudantes estavam na modalidade remota. O retorno ocorreu no último sábado (14), no Centro de Formação Professor Odilon Nunes, zona Norte de Teresina.

Participam do programa 220 estudantes de alto rendimento do 5º ao 8º ano do Ensino Fundamental, divididos em 11 turmas. As aulas são de aprofundamento nas disciplinas de língua portuguesa, matemática, ciências, física, química, astronomia e robótica e acontecem aos sábados.

“Para este retorno presencial, a Semec disponibilizou 10 ônibus para garantir o transporte dos alunos até o Centro de Formação. São adolescentes que nunca pararam de sonhar, de lutar pelos seus objetivos. O programa contribui para o crescimento deles, faz com que o potencial seja aumentado, além de descobrir talentos e melhorar o desempenho deles nas olimpíadas do conhecimento”, garante Elinalva Barbosa, coordenadora do Programa Cidade Olímpica Educacional.

Os alunos estão se preparando para participarem da 25ª edição da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e da 16ª edição da Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), além da Olimpíada Nacional de Ciências e da Olimpíada Brasileira de Química Júnior.

Para ingressarem no programa os alunos participam de uma seleção, dividida em duas etapas. A última aconteceu em dezembro do ano passado. Criado em 2012, o Programa Cidade Olímpica Educacional tem como objetivo oportunizar aos alunos com desempenho acima da média situações de aprendizagens diferenciadas, visando à preparação para participação em competições acadêmicas de alto nível e reconhecimento nacional.

 

Programa Cidade Olímpica Educacional tem aprovados divulgados

Foi divulgado nesta quarta-feira (29) pela Secretaria Municipal de Educação (Semec) o resultado final do Processo Seletivo Simplificado de ingresso no Programa Cidade Olímpica Educacional 2022, voltado a alunos do 5º ao 8º ano do Ensino Fundamental de escolas municipais de Teresina.

“Estamos animados com a formação de novas turmas, nossos resultados empolgam e atraem cada vez mais estudantes”, afirma Elinalva Barbosa, coordenadora do Programa.

Para o ano de 2022 estão sendo ofertadas 136 vagas para alunos de alto rendimento. As aulas, previstas para iniciarem no dia 12 de fevereiro, são de aprofundamento nas disciplinas de língua portuguesa, matemática, ciências, física, química, astronomia e robótica e acontecem aos sábados no Centro de Formação Odilon Nunes.

O Programa Cidade Olímpica Educacional foi criado em 2012 com o objetivo de oportunizar aos alunos com desempenho acima da média situações de aprendizagens diferenciadas, visando à preparação para participação em competições acadêmicas de alto nível e reconhecimento nacional.

Confira os aprovados: https://antigo-semec.pmt.pi.gov.br/wp-content/uploads/sites/46/2021/12/RESULTADO_FINAL_DO_TESTE_SELETIVO_DO_PROGRAMA_CIDADE_OLIMPICA_EDUCACIONAL_2022.pdf

Cidade Olímpica: medalhistas receberão premiações conquistadas em 2019

Ascom/Semec

Os alunos do Programa Cidade Olímpica Educacional receberão suas medalhas conquistadas este ano durante uma solenidade marcada para o próximo sábado (14), às 8h30, no auditório Cine Teatro Rosa do Ventos, na Universidade Federal do Piauí (UFPI). O evento marca também o encerramento das aulas do Programa. Só em 2019, os estudantes de escolas municipais de Teresina, que fazem parte do Cidade Olímpica, alcançaram a marca de 289 medalhas, entre ouro, prata e bronze.

As conquistas são nas diversas áreas: matemática, física, química, astronomia, ciências, geografia e língua portuguesa. Durante todo o ano, os alunos se prepararam nas aulas de sábado, ofertadas pela Secretaria Municipal de Educação (Semec), no Centro de Formação Odilon Nunes. A turma aprofundou os conhecimentos em disciplinas específicas e levou Teresina mais uma vez ao local de destaque nos pódios das olimpíadas de conhecimento.

Foram 44 medalhas de ouro, 100 de prata e 145 de bronze, além de 303 menções honrosas. “Com isso, chegamos quase a 600 títulos”, pontua a coordenadora do Cidade Olímpica, Valdete Silva. Segundo ela, o quadro de medalhas deve crescer com os resultados de olimpíadas que ainda faltam ser anunciados. “A cada ano nossos alunos nos orgulham ainda mais, estão conquistando seus sonhos com esforço e dedicação. Essa turma é motivo de orgulho para Teresina”, afirma.

Premiados e reconhecidos nacionalmente, os alunos da Rede Municipal de Teresina conquistaram um número recorde de medalhas este ano. Nas últimas semanas, um grupo foi a São Paulo receber premiações de química e ciências, logo na chegada os estudantes também comemoraram a conquista de 46 medalhas na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. “Ninguém segura Teresina. Ninguém segura a nossa educação”, disse o prefeito Firmino Filho.

Metodologias ativas e simulador virtual fortalecem aprendizado no Cidade Olímpica

Ascom/Semec

A prática do que é aprendido na teoria da sala de aula tem feito diferença no rendimento dos alunos que participam do Programa Cidade Olímpica Educacional. O último sábado (15) foi de muita prática para os jovens que dedicam os finais de semana ao aprofundamento de disciplinas específicas e participam das competições nacionais.

Enquanto os alunos de Astronomia realizavam atividades sobre o uso das metodologias ativas, a turma de Física utilizou o simulador virtual PHET Física. A ideia é utilizar os conteúdos sobre o uso das tecnologias como ferramenta de aprendizagem

As duas disciplinas fazem parte do programa de estudos montado pela Secretaria Municipal de Educação (Semec) para alunos da Rede Municipal que possuem alto rendimento. Além das aulas teóricas e simulados, os exercícios práticos ajudam a dar significado aos conteúdos, trazendo bons resultados. “Na prática, a teoria faz mais sentido”, afirmou a coordenadora do Cidade Olímpica, Valdete Silva.

A temática sobre metodologias ativas, por exemplo, trabalha com a  gameficação na educação, tornando as aulas mais atraentes e divertidas utilizando de mecanismos e projetos de games (jogos) para aprimorar contextos variados. Ela pode ser definida como uma forma de fixar a matéria estudada a partir de atividades interativas.

“Os jogos e as aulas roteirizadas através de jogos “gameficação” estão cada vez mais presente nas aulas de Astronomia, estratégia pedagógica de encantamento e motivação para uma aprendizagem mais rápida e próxima da realidade dos estudantes. Os jogos ajudam os alunos a enfrentar desafios, fases, dificuldades, a lidar com fracassos e correr ricos com segurança, desperta a criatividade, a fantasia e a curiosidade, levando-os a desenvolverem competências e habilidades cognitivas sociais e emocionais”, explicou Maria do Desterro Silva Barbosa, professora de Astronomia.

Já os alunos da turma de Física realizaram estudo sobre força elástica, energias, pêndulos e leis de Newton. No simulador virtual PHET e com a ajuda das tecnologias, os estudantes realizaram simulações de situações de fenômenos físicos. “Os alunos foram levados a criar suas próprias experiências, com as variações que eles mesmos imaginavam, para em seguida analisarem os resultados. Assim, conteúdos como força elástica, energias, leis de Newton, pêndulos, foram vistos com muito entusiasmo, pois os alunos eram os sujeitos ativos do processo. Eles foram instigados a produzir conhecimento”, destacou Jesus Vênus, professor de Física.

As estudantes Yasmim Beatriz Barros de Araújo, da turma de Física, e Isabela, da turma de Astronomia, explicaram a forma dinâmica das aulas e dos ganhos. “As aulas estão bem interessantes. A proposta dos professores ajuda bastante no aprendizado, pois a gente se envolve no conteúdo estudando e trabalhando de forma prática, vivenciando as experiências, incentivando o aluno a ser mais participativo”, disseram as alunas.