A importância da acolhida nas unidades de ensino

A acolhida é um momento que tem o objetivo de proporcionar um ambiente humanizado e promover mais qualidade ao processo de ensino e aprendizagem do aluno. A Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semec), apoia esse tipo de iniciativa. Quando as crianças chegam em suas escolas são recebidas com empolgação, onde se sentem acolhidas e seguras. Esse sentimento é fundamental para que os alunos tenham mais vontade e concentração de aprender.

A ação tem foco total nos alunos. O acolhimento é preparado como um momento diferenciado e conta com uma programação especial, envolvendo teatro, música, imagens interativas, contação de história, além de proporcionar aos alunos momentos de interatividade com as demais turmas e professores.

A diretora do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Natureza, professora Ana Karina Lobão, relata que esse momento acolhedor é muito importante. “Todos os dias, nós tiramos de dez a quinze minutos para fazer a acolhida com nossas crianças. É um momento de interação, onde elas participam de dinâmicas, músicas e teatros. Hoje, por exemplo, nós trabalhamos na acolhida a historinha da borboleta que encontrou a florzinha, e eu, juntamente com as crianças, colocamos asas e dançamos a musiquinha da borboleta. É um momento bastante rico, não só para eles, mas para todos da escola”, destaca a diretora do CMEI.

O CMEI Noélia Maranhão também enxerga a acolhida como algo fundamental para o bom desempenho do estudante. Na última quarta-feira (19) a unidade educacional desenvolveu uma atividade de acolhida com o tema Formas Geométricas. “Foi apresentada para os alunos de maneira lúdica e divertida as formas geométricas, quantidade de lados e características. Na ocasião, as crianças procuraram pela escola objetos que tinham as formas de triângulo, quadrado, retângulo e círculo. Foi pura diversão”, pontua a diretora, professora Ana Cristina Magalhães.

Outras unidades de ensino como o CMEI Tom Jobim e Joaquim Mendes Olímpio de Melo, por exemplo, também promovem essa atividade. Para os professores é um momento único e que não pode faltar, pois é uma preparação para que a criança esteja aberta e empolgada para absorver o conhecimento dos assuntos ministrados em sala de aula.

SEMEC realiza contação de história no Parque da Criança 

Em comemoração ao tradicional Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, a Prefeitura de Teresina, através da Secretaria Municipal de Educação (SEMEC) está realizando diversas atividades no Parque da Criança, dentre elas a contação de histórias.

Buscando boas emoções e estimulando a criatividade e a socialização dos pequenos, nesta terça-feira (11), o parque recebeu cerca de 350 crianças que se dividiram em grupos para ouvir a história do Jacaré, contada pela professora e autora do Livro Getúlio, Jacaré ou Bagulho, Déborah Facchinetti.

A história que encantou a garotada fala de um jacaré amigo que busca preservar o meio ambiente para vivermos melhor.

O evento contou com o secretário municipal de Educação, professor Nouga Cardoso que destacou a importância desta interatividade com as crianças fora da sala de aula.

“Uma aula passeio onde as crianças se divertem e aprendem. Desejo que nossos alunos sempre possam aprender um pouco mais, fazendo novas descobertas. O contato com a natureza é fundamental “, disse Nouga Cardoso.

“Sempre me emociono quando conto uma história. É mergulhar no mundo da imaginação e buscar novos conhecimentos. O olhar atento das crianças é algo muito gratificante “, ressalta a professora Déborah Facchinetti.

Participaram da contação de história, o diretor do grupo de Trabalho, professor Reinaldo Ximenes, a coordenadora do parque na SEMEC, Professora Janaína Moura, professores e auxiliares da Escola Municipal João Emílio Falcão, Cmei Alda Maria Freitas, Cmei Tapuia e Cmei Parque Anita Ferraz.

CMEI Santa Maria da Codipi recebe alunos com contação de história

Contação de história no retorno das aulas na CMEI- Santa Maria da Codipi. Foto (Ascom/Semec)

O retorno das aulas no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Santa Maria da Codipi, na zona Norte de Teresina, ocorreu de uma forma diferente. Os alunos foram recebidos com contação de história, uma forma de proporcionar momentos de descontração e ao mesmo tempo reflexão sobre temas importantes: o cuidado com o meio ambiente e o bulling.

“Por meio de teatro de fantoches, as crianças foram apresentadas ao livro “Getúlio, Jacaré ou Bagulho? ”, de autoria de Debora Facchinetti, professora e gestora da Rede Municipal de Ensino. A obra conta a história de Getúlio, um jacaré que recolhia todo o lixo que encontrava por onde ele andava e por isso era chamado de sujão, de porcalhão, e era maltratado por outros animais”, conta a diretora do CMEI, Elanne Lima.

Depois os outros animais entenderam que o jacaré Getúlio estava ajudando a natureza e passaram a respeitá-lo e tratá-lo bem. “Com a história, as crianças aprenderam a forma correta de descarte do lixo e a não praticar o bullying, que pode ser entendido como a intimidação, a humilhação, agressões verbais, comportamentos que devemos coibir na escola”, completa Elanne Lima.

Professor faz vídeos com contação de histórias para seus alunos da Educação Infantil

Com as aulas da Rede Municipal de Teresina suspensas para prevenção do novo coronavírus, os professores estão utilizando a criatividade na internet para manter o contato com os alunos. No Centro Municipal de Educação Infantil Nossa Senhora da Guia, localizado na zona sudeste, o professor Deyvis Castro está desenvolvendo um projeto de contação de história no seu canal do Youtube.

Todos os sábado, às 10h, Deyvis publica um novo vídeo contando histórias infantis e compartilha o link com os pais. A ideia é que as crianças assistam, recontem, comentem e sejam estimuladas a ler. Além das narrativas de sua própria autoria, o professor incluiu no repertório histórias de Chico Buarque, Sylvia Orthof, contos e poesias de diversos autores da literatura infantil.

“É uma forma de diminuir a distância com meus alunos em meio a essa pandemia. Uso fantoches e busco sempre histórias diferentes. Em casa, eles assistem com os pais, que depois me passam um feedback, como ficam com os olhinhos atentos, reproduzindo o que assistiram, assim como fazemos em sala de aula”, disse Deyvis, que comanda a turma do I Período.

Segundo a diretora do CMEI, Rafaella Cristina, a contação de histórias tem benefícios incontestáveis. “Exercita a fantasia, imaginação, criatividade e ainda desperta a prática da leitura, bem como algumas habilidades de escrita. E nesse período de isolamento é também uma forma de fortalecer os vínculos. Essas ações se tornaram um programa de família, uma ótima iniciativa educativa. Convido a todos para assistirem os vídeos do professor Deyvis”, concluiu a gestora.

Acesse os vídeos de Contação de Histórias com o  professor Deyvis Castro.

 

 

 

 

 

Turma de Libras apresenta contação de histórias infantis

Ascom/Semec

Contar histórias infantis através de sinais foi o desafio dos cursistas de Libras da Rede Municipal de Ensino. A atividade de dois dias, que teve início na quinta (17) e segue até esta sexta-feira (18), mostra na prática o que a turma está aprendendo no curso oferecido pela Secretaria Municipal de Educação (Semec) às equipes escolares.

No palco do Centro de Formação Odilon Nunes, os grupos se revezaram em divertidas apresentações de clássicos como Chapeuzinho Vermelho e A Bela e a Fera. O exercício ajudou a desenvolver expressões e melhorar a desenvoltura com a Língua Brasileira de Sinais, além de apoiar os profissionais da Educação Infantil nas práticas pedagógicas de inclusão.

O curso é oferecido gratuitamente e também conta com a participação de profissionais da saúde. O professor Rafael Alves organiza as turmas por níveis básico, intermediário e avançado, com teoria e muita prática.

“Estamos sempre inovando, realizando atividades que potencializem o aprendizado. Essa foi uma atividade bastante divertida, de integração, e que revela o avanço desses profissionais com a Libras”, conta o professor Rafael.