Terça Maior traz Yuri com passeio pela música piauiense no Palácio da Música

Divulgação

O Projeto Terça Maior traz uma grande atração para o próximo dia 22 no Palácio da Música. Com influências da música contemporânea brasileira e carregando as raízes do cancioneiro piauiense, Yuri faz um show imperdível com canções autorais que cativam o público, a partir das 19h30, com entrada franca.

Promovido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves, o Projeto Terça Maior tem como objetivo a produção e criação musical piauiense, proporcionando a aproximação de artistas e público com shows gratuitos, valorizando ainda mais a produção local. Seis artistas foram selecionados para as apresentações do semestre. Eles participaram de um edital que exige excelência artística do show, currículo e desenvolvimento do trabalho autoral, além de especificações técnicas.

Com presença marcante nos palcos piauienses, Yuri já participou de dezenas de espetáculos com artistas reconhecidos no país como Leila Pinheiro, Hamilton de Holanda, Gabriel Rossi, além da abertura de shows do Lulu Santos, Humberto Gessinger, Skank, Paralamas do Sucesso, Rita Lee, Legião Urbana, entre outros.

Com a banda Aclive, participou dos maiores eventos de música do estado, como o Piauí Pop, onde tocou para mais de 30 mil pessoas. Gravou o seu primeiro disco com composições próprias e parcerias em 2011. Em 2018, lançou seu primeiro disco solo “Yuri” e hoje aposta em um novo formato de show intitulado “Eu, Lima & Baião – Ao Vivo”, com voz, violão, guitarra e piano. Ele segue acompanhado de Layros Lima e Gustavo Baião, que assina a direção musical.

Para a apresentação de terça, o artista promete uma visitação ao repertório piauiense. “Músicas autorais do disco “Yuri”, que foi lançado ano passado e tocaremos também as músicas do disco novo que entraremos em gravação esse ano ainda, com esse formato trio. O CD vai se chamar “Eu, Lima & Baião”, finaliza Yuri.

Sinfonia nos bairros marca presença na Ponte Estaiada neste domingo (06)

O complexo turístico da Ponte Estaiada de Teresina tem se firmado como um grande polo cultural e de entretenimento, atraindo a presença dos cidadãos em busca de programações de alto nível. Diante disso, o local não poderia passar despercebido pelo projeto Sinfonia nos Bairros, da Orquestra Sinfônica de Teresina, que se apresenta no local neste domingo (06), às 17h30. O evento é gratuitamente e aberto à população.

Desde 2011, a Orquestra Sinfônica de Teresina se propõe a levar a música erudita ao povo, onde ele está, de forma gratuita, se apresentando na zona rural ou urbana da cidade, como parte das atividades educativo-culturais que realiza. O objetivo do projeto é proporcionar a todas as idades a apreciação da música clássica. Dessa forma, o repertório dos concertos é elaborado de forma a mostrar às pessoas um pouco da música de grandes compositores eruditos, como Mozart e Beethoven, mas mesclado com arranjos especiais de canções populares e hinos religiosos.

A OST é mantida pela Associação dos Amigos da Orquestra Sinfônica de Teresina com a ajuda da Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves. Desde a sua criação, em 1993, a Orquestra se propõe a dar um tratamento sinfônico à música popular brasileira, tendo a primazia de transpor as melodias de grandes compositores populares para a grandiosidade do som sinfônico, com a finalidade de desenvolver um trabalho artístico-educacional, promovendo apresentações em teatros, colégios e praças.

Praça do Cem recebe projeto Meu Bairro É Vivo neste sábado (28)

Ascom/Semcaspi

O projeto meu Bairro é Vivo, componente voltado para a revitalização dos espaços públicos do programa Vila Bairro Segurança, realiza mais uma edição este sábado (28). A Praça do Cem, situada no bairro Itaperu, recebe o evento das 17h às 20h. A ação é realizada pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) em parceria com a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Semel), com a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) e Fundação Wall Ferraz.

A programação de amanhã conta com apresentações culturais, oficinas e aula de dança. A música fica por conta da banda Infantojuvenil Tom Jobim, responsável pela abertura do evento. O Teatro de Bonecos também deve subir ao palco e animar o público infantil, seguido pelo projeto Dançando na Praça. Além disso, será oferecida oficina de artesanato e biscuit por toda a tarde.

“O objetivo do Meu Bairro é Vivo é que a população, principalmente a que reside ao redor da praça, tenha o sentimento de zelo, de cuidado e de pertencimento com a mesma”, explica a coordenadora do projeto, Eliene Costa.

Eliene ressalta que esse espaço público passou por reforma para uso da população. A atuação do Meu Bairro é Vivo se estende para além da realização do evento alusivo, sempre aos sábados, por meio da revitalização da estrutura das praças, da reforma e iluminação de paradas e da construção de calçamentos.

“O espaço público deve ser muito importante para todos nós!”, diz a coordenadora. A população pode saber mais sobre o projeto, assim como sugerir espaços de realização, por meio da divisão de Políticas Integradas da Semcaspi, cujo número de contato é o 3131-4714.

Festival de Dança de Teresina recebe mais de 400 apresentações

Ascom/FMCMC

Durante quatro dias, o Theatro 4 de Setembro foi palco para uma pluralidade de ritmos, reunindo pessoas de várias regiões do país por uma única paixão: a dança. Na 22ª edição do Festival de Dança de Teresina, além das grandiosas apresentações, houve um aprimoramento profissional das técnicas dos jovens dançarinos por meio das oficinas e da competição com grandes nomes da área. (mais…)

2ª edição do “The Encontro” acontece neste final de semana no Encontro dos Rios

O Encontro dos Rios será palco, neste final de semana, da 2ª edição do The Encontro. O evento é gratuito e traz uma vasta programação cultural e esportiva, com apresentações de artistas nacionais e locais e feiras de artesanato.

Durante o sábado (21) e domingo (22), a programação terá um “casting” variado. Sete atrações musicais serão as responsáveis por deixar o evento ainda mais animado: Taty Girl, Conde do Forró, Toda Boa, La Reina, A Proibida, Farra D’solteiros e Hallyssom Balada. A organização proíbe a entrada com bebidas alcoólicas.

Feiras de negócios e artesanatos, serviços de atendimento de saúde, ciclismo, clube de corridas e aulas de dança, também estão incluídas na programação do evento. As crianças também terão espaço na festa, com apresentações voltadas ao público infantil. Os tradicionais encontro náutico e festival gastronômico do peixe, também serão realizados. Neste último, os restaurantes de Teresina apresentarão o melhor da culinária pesqueira.

Para Venâncio Cardoso, gestor da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec), o evento deve movimentar o turismo em um dos principais pontos turísticos da cidade. “O Encontro dos Rios é um dos nossos pontos turísticos mais tradicionais e aliar isso a uma movimentação cultural, esportiva e gastronômica desse porte é mais uma maneira de estimular os teresinenses e cidadãos de localidades vizinhas a conhecer e reconhecer nossas potencialidades.”, destacou.

O 2º The Encontro 167 anos é uma realização da Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec) e da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel) em parceria com o Portal Az e Antena 10.

Venezuelanos participam de seminário sobre indígenas Warao na UFPI

Os migrantes venezuelanos estão participando do Seminário Indígenas Warao: Direitos e Práticas de Acolhimento e Proteção. O evento segue até o dia 13 de setembro e tem como objetivo refletir sobre a situação dos refugiados que estão residindo em Teresina. O debate acontece no auditório Noé Mendes do Centro de Ciências Humanas e Letras (CCHL) da Universidade Federal do Piauí.

O coordenador do abrigo do CSU do bairro Buenos Aires, Charles Oliveira, elencou que dentro da programação do encontro serão realizadas conferências, minicurso, palestra, grupo de discussão, mesas-redondas e exposição de artesanato produzido pelos venezuelanos dentro dos abrigos.

“Estamos apresentando a sociedade o comportamento sociocultural deles. Eles saíram de um local de Delta onde realizavam a pesca, caça e buscavam frutas na floresta. É interessante entender o impacto dessa mudança com a realidade urbana de outro país que eles tiveram que se submeter. Neste Seminário, teremos a oportunidade de ouvi-los e conhecer um pouco da cultura deles através do material que eles aproveitam dentro do abrigo” disse o coordenador.

A coordenadora geral do evento, professora Carmen Lúcia Silva Lima, destacou que o encontro vai estimular uma discussão aberta sobre a situação dos refugiados e desfazer manifestações preconceituosas por parte da sociedade brasileira.

“O debate quer desfazer essas ideias equivocadas e manifestações preconceituosas contra os venezuelanos. Eles desejam falar de sua cultura e identidade, dos motivos da migração e dos problemas que enfrentam no momento. Nós acreditamos que o evento será bem sucedido”, afirma.

Além dos professores e alunos da UFPI, o evento conta ainda com representantes da Secretaria municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) da Prefeitura Municipal de Teresina, do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR/ONU), Fundação Nacional do Índio (FUNAI), Defensoria Pública da União (DPU), Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espirito Santo (APOINME), Instituto Federal do Piauí (IFPI), Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos (SASC), Superintendência de Relações Sociais (SUPRES) do Governo do Estado do Piauí e do Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública do Piauí e Cáritas Arquidiocesana.

Projeto Banda Escola recebe doações do Programa Lagoas do Norte

Ascom/FMCMC

O projeto Banda Escola receberá repasses para a compra de novos instrumentos. Em reunião na manhã desta terça-feira (10), no Palácio da Música, representantes do Programa Lagoas do Norte e da Fundação Monsenhor Chaves discutiram a distribuição dos itens, que visam desenvolver ainda mais atividades de inclusão social, oferecendo oportunidades para jovens em situação de vulnerabilidade na região Norte da capital.

O Programa Lagoas do Norte é constituído por três componentes: o primeiro é voltado para a modernização e desenvolvimento urbano; o segundo é focado na questão urbanística-ambiental da região; e a terceira parte é revertida para o desenvolvimento econômico e social, dando apoio à iniciativas como o projeto Banda Escola. Por meio da aquisição de novos equipamentos musicais e buscando ampliar a capacidade de atendimento, esse incentivo é importante para educação e cultura dos jovens assistidos.

“Esse apoio é fundamental, pois mais crianças terão a chance de aprender e poder ingressar na vida musical, além de podermos desenvolver ainda o lado intelectual e humano deles. Isso vai marcar a vida desses jovens”, conta Gustavo Cipriano, coordenador do projeto Banda Escola.

Sendo uma das grandes atrações do Desfile de 7 de Setembro, o projeto Banda Escola da Prefeitura de Teresina, desenvolvido pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), atende mais de 400 crianças e adolescentes das escolas municipais. Ele visa a integração social de jovens da periferia da cidade através da música, priorizando aqueles que estão com baixo rendimento escolar, distorção de idade ou que se encontram fora da escola.

Neste ano, o Banda Escola celebra os seus 31 anos de formação de músicos. De caráter comunitário e inclusivo, cada participante tem a oportunidade de aprender um instrumento musical de sopro ou percussão que compõe a estrutura da banda de música que já faz parte do coração de Teresina.

Estudantes participam da I Mostra Cultura das Manifestações Folclóricas

Ascom/Semec

Com o objetivo de preservar as tradições folclóricas, o Centro Municipal de Educação Infantil Santa Maria, localizado no Planalto Ininga, zona Leste de Teresina, realizou a I Mostra Cultura das Manifestações Folclóricas.

A ação contou com apresentações musicais, dança, exposição de artes, fotos, cartazes, além de apresentação dos alunos sobre as lendas estudadas, como a do Curupira, Boitatá, Cuca, Iara, Saci, Boto e Cabeça de Cuia. A Mostra abordou ainda as manifestações culturais, brincadeiras e lendas da região. Foi um momento de muita interação e aprendizado.

Maria da Conceição Teixeira Soares, gestora do CMEI, explica que a atividade foi à maneira que a escola utilizou para resgatar as manifestações culturais. “O Brasil é rico em cultura. O estudo do folclore é a maneira das novas gerações aprenderem sobre sua cultura e suas lendas”, diz.

A gestora destaca ainda que através do estudo do folclore também foi trabalhada a linguagem oral e escrita, desenvolvendo nas crianças a capacidade interpretativa, a criatividade e a abstração. “O estudo ajudou a instigar a curiosidade natural da criança através do reconhecimento das características de nosso rico folclore, ampliando as formas de se compreender a realidade, desenvolvendo ainda a identificação com a identidade nacional brasileira”, pontua Maria da Conceição.

O evento também serviu para descobrir novos talentos. A aluna Ana Vitória, do 1º ano, com a massinha de modelar fez vários bonecos do folclore brasileiro. A professora Miralda apresentou a peça Cabeça de Cuia para relembrar a data do aniversário de Teresina, e a apresentação da professora Jesus, com o tema o Bumba meu Boi também cativou a todos.

Durante a mostra também foi realizada uma homenagem aos alunos pela data do Dia do Estudante e comemorado o aniversário de 167 anos de Teresina.

Liberdade Religiosa é tema de união no Cultura Negra Estaiada na Ponte

Renato Bezerra

Em um mundo repleto de lutas e conquistas, ideias e expressões, quando se trata de cultura negra existem as palavras resistência e liberdade. Em Teresina, no último sábado (24), mais de 50 terreiros do Piauí e Maranhão estiveram reunidos no Parque Potycabana para a sétima edição do Cultura Negra Estaiada na Ponte.

Com o tema liberdade religiosa, a principal causa do evento foi mostrar para a sociedade uma manifestação de pensamento, compreendendo liberdades de crença, de culto e de expressão. Essa mesma liberdade que encanta a vendedora trans Sayara Rodrigues, frequentadora da umbanda desde o começo do ano.

Levada pela dor e pela luta contra as drogas, Sayara, através de um amigo, descobriu na umbanda um porto seguro, onde ela pode ser quem quiser, livre de preconceitos e julgamentos. “Desde os 11 anos me transformei em trans e passei por muitas coisas na vida, como o julgamento errado e o preconceito, e aí acabei nas drogas. Foi por conta da dor que conheci a cultura negra e foi libertando a dor dentro de mim que consegui sair das drogas e comecei a viver com Cristo. Dentro da minha religião não há julgamentos, só tem amor e gratidão aos santos”, afirma a vendedora.

Seguindo os moldes de edições anteriores, 11 grupos afros fizeram a abertura do evento, que seguiu em direção a Ponte Estaiada na Caminhada do Axé. A ideia era fortalecer as ações de monitoramento e controle social de políticas públicas na saúde e educação, entre outros aspectos.

Com objetivo de promover a igualdade e inclusão social dos povos de matriz africanas, o Cultura Negra é um espaço para mostrar uma das grandes expressões do país e revelar a capacidade de produção desses grupos.

Há 26 anos buscando palavras de apoio, a enfermeira Dilza Soares, atual Yakekere (mãe pequena Candomblé) encontrou no Candomblé a leveza para dias melhores. “Minha filha há 26 anos me aproximou dessa cultura tão rica e poderosa. Foi com ela que comecei a frequentar e conhecer novas crenças”, disse.

Segundo a Yakekere, o Candomblé é um lugar de encontro com Deus, onde a pessoa consegue estar em contato com todas as energias: mar, terra, ar e mar. “A união de religiões de matriz africanas mostra o respeito às religiões. Nossa cultura é estar conectado a todas as energias de maneira livre, respeitosa e com muito amor”, afirma Dilza.

Em Teresina são mais de 700 terreiros, entre candomblé e umbanda. A reunião dos terreiros tem como missão promover a igualdade e inclusão social dos povos de matriz africanas.

O sétimo Cultura Negra Estaiada na Ponte foi uma realização da Prefeitura de Teresina, através da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC)  e o Centro Nacional de Africanidade e Resistencia Afro Brasileira (CENARAB).

 

Semest leva artesanato e cultura para mais uma edição do Cultura Negra Estaiada na Ponte

O Cultura Negra Estaiada na Ponte é uma festa de celebração da cultura afro de Teresina, que acontecerá neste sábado (24), dentro da programação oficial do aniversário de 167 anos da capital. O evento é uma realização da Prefeitura de Teresina, através da Secretaria Municipal de Economia Solidária (Semest), que estará presente com exposição de artesanato e cultura. (mais…)