Em ação contra a dengue, SAAD Norte remove 16 toneladas de lixo

A Prefeitura de Teresina através da Superintendência das Ações Administrativas Descentralizadas (SAAD Norte) segue intensificando as ações contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, em vários bairros da Capital.
A última ação realizada pelas equipes da SAAD Norte ocorreu no último domingo (10). Cerca de 16 toneladas de lixo foram retiradas de vários pontos dos bairros Mafrense, Jacinta Andrade, Parque Brasil e Nova Teresina. Cinco caminhões ajudaram os operários na limpeza das ruas.
É importante reforçar que a zona Norte de Teresina é a área com maior incidência de casos de dengue. Por esse motivo, a Prefeitura de Teresina intensificou os trabalhos de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti na região.
O superintendente Daniel Carvalho, da SAAD Norte, destacou que além das ações que a gestão do Dr. Pessoa está promovendo para conter a proliferação do mosquito, cada teresinense também deve realizar a limpeza no terreno da sua residência.

“Estamos aumentando a quantidade de ações e os bairros que estão sendo atendidos, já que a zona Norte é a região com maior quantidade de casos de dengue. Porém, também precisamos do apoio da população para limpar o seu espaço. É preciso que cada um faça a sua parte para juntos vencermos a dengue”, ressaltou

FMS realiza Dia D Contra Dengue em hortas comunitárias

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina vai realizar a Mobilização Dia D Todos Contra Dengue: “Horta Comunitária Limpa”. Será amanhã, 12, a partir de 8 horas. Equipes da Gerência de Zoonoses estarão nas hortas comunitárias do Dirceu II e Parque Poty. O ponto de encontro será na Avenida Noé Mendes em frente a Cerva Pub.

“Faremos um trabalho de conscientização quanto a importância de combatermos o mosquito causador da dengue, zika e chikungunya. Vamos limpar o local e contaremos com ajuda de alguns parceiros”, diz Paulo Marques, gerente de Zoonoses de Teresina.

Até o momento a FMS notificou 1.731 casos de dengue na cidade. A forma mais eficaz de prevenção é o combate ao mosquito Aedes aegypti. Seguem algumas ações que a população deve tomar, pelo menos uma vez por semana: verificar se a caixa d’água está bem tampada; deixar as lixeiras bem tampadas; colocar areia nos pratos de plantas; recolher e acondicionar o lixo do quintal; limpar as calhas; cobrir piscinas; tapar os ralos e baixar as tampas dos vasos sanitários; limpar a bandeja externa da geladeira; limpar e guardar as vasilhas dos bichos de estimação; limpar a bandeja coletora de água do ar-condicionado; cobrir bem a cisterna e cobrir bem todos os reservatórios de água.

Prefeitura de Teresina realiza ações de combate e prevenção à dengue

A Prefeitura de Teresina, por meio da Superintendência das Ações Administrativas Descentralizadas (SAAD) Norte, realiza ações para combater a presença do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, nos diversos bairros da região.

As ações, como limpeza pública e eliminação de recipientes com água parada, começaram a serem intensificadas após o aumento de casos de dengue. Um homem e uma criança de nove anos já morreram em decorrência da doença e mais de 1.200 casos já foram confirmados clinicamente em Teresina.

Somente neste fim de semana, as equipes da SAAD Norte atuaram nos bairros Parque Brasil I e II, Água Mineral, Mafrense e Nova Teresina. Mais de 30 caminhões auxiliaram os servidores nas ações e cerca de seis toneladas de lixos foram retiradas de diversos pontos dos bairros.

O superintendente da SAAD Norte, Daniel Carvalho, ressaltou que tem acompanhado as ações contra a dengue e pediu ajuda da população em relação ao descarte do lixo e eliminação de objetos que acumulem a água.

“Apelamos para que a população realize o descarte do lixo corretamente e tenha bastante atenção nos objetos com água. Já estamos realizando, junto à gestão do prefeito Dr. Pessoa, as ações de combate à dengue e contamos com a ajuda da população para conseguirmos controlar a doença, principalmente nos bairros da zona Norte, onde tem a maior quantidade de casos”, detalhou o superintendente Daniel Carvalho.

Vale ressaltar que a orientação da Prefeitura de Teresina é que a pessoa que apresentar sintomas da doença (como dor no corpo, dor abdominal, tontura e febre) procure imediatamente atendimento médico na unidade de saúde mais próxima.

Carro fumacê vai passar em todas as zonas de Teresina nos próximos dias

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina vai colocar em atividade os carros fumacê, devido ao aumento do número de casos de dengue que estão acontecendo na cidade. A FMS vem realizando diversas ações para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika, chikungunya. O apoio da população é fundamental nesse sentido. Cabe a cada morador evitar objetos que acumulam água parada e manter limpos todos os ambientes.

O carro circula, no começo da manhã e no final da tarde, em horários apontados como mais propícios para presença Aedes Aegypti. No momento em que o fumacê estiver na rua, todos devem abrir portas e janelas para que o inseticida dispensado no ar possa circular dentro das casas, eliminando o maior número possível de mosquitos da Dengue.
Nos próximos 10 dias o carro fumacê vai passar nos seguintes locais: zona Sul – Bela Vista, Lourival Parente, e Santo Antônio; zona Leste – São João, São Cristóvão e Morada do Sol; zona Norte – Alto Alegre, Nova Brasília e Nova Teresina; zona Sudeste – Dirceu II e Parque Poty. Conforme o Ministério da Saúde, a utilização do carro fumacê somente é indicada onde existe alto índice de infestação do Aedes aegypti e casos notificados da dengue, zika, chikungunya.

De acordo com informações da Diretoria de Vigilância em Saúde municipal, até a presente data, Teresina tem mais de 1.200 casos de dengue confirmados clinicamente. Para as confirmações laboratoriais, são enviadas amostras dos exames para o LACEN/PI – Laboratório Central de Saúde Pública do Piauí. A diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amariles Borba, alerta a população que em caso de suspeita de dengue a recomendação das autoridades em saúde é que a pessoa procure imediatamente atendimento médico.

“Hidrate, hidrate e hidrate. E tem que urinar transparente feito a água que bebe. Então se você está com dor no corpo, dor abdominal, e se quando está deitado e levanta, o mundo roda, por favor procure um serviço de saúde. Temos encontrado muitos casos graves”, explica Amariles.

Diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amariles Borba Foto9Ascom/FMS)

 

FMS já visitou mais de 200 mil imóveis para controle da Dengue

A FMS realiza visitas às casas para verificar se há condições propícias para proliferação do mosquito Foto(Ascom/FMS)

O período chuvoso requer atenção especial em relação ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, por ser uma época propícia para a sua reprodução. Por isso, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) faz um alerta para a manutenção dos cuidados no dia-a-dia da população. Somente em 2022, 228.982 imóveis foram visitados pelas equipes da gerência de Zoonoses.

O gerente de Zoonoses da FMS, Paulo Marques, fala que o trabalho das equipes está sendo intensificado e recomenda que os cuidados para evitar o mosquito sejam integrados à rotina da população, em especial aqueles relacionados ao descarte de lixo, que deve ser feito em parceria com o serviço público. “Ainda vemos pessoas fazendo o descarte inadequado do lixo em terrenos baldios e praças. No momento do período chuvoso, esse material acaba se tornando um criadouro”, alerta o gerente. “A responsabilidade de mantermos esses ambientes, sejam públicos ou privados, livre de criadouros, é de todos nós enquanto cidadãos”.

Em 2022, a FMS confirmou 387 casos de dengue e dois óbitos ocasionados pela doença. A FMS alerta para pontos como calhas e marquises, que estão sujeitos ao acúmulo de água das chuvas. “As pessoas tendem a só observar esses locais quando notam a presença do mosquito ou alguém adoece, então é importante que o morador em ambiente residencial ou os trabalhadores em ambientes de trabalho estejam atentos com o objetivo de manter esses locais livres de criadouros”, orienta Paulo Marques.

A população pode denunciar pontos suspeitos de formação de criadouros ou solicitar uma vistoria dos agentes de endemias para investigar a presença do mosquito ou seus ovos. Basta entrar em contato com a gerência de Zoonoses pelos telefones 3215-9143 e 3215-9144.

FMS confirma morte de criança por dengue em Teresina

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina confirma o óbito por Dengue de um paciente com nove anos, no serviço hospitalar privado do município, sendo proveniente da região Sudeste da cidade. Até hoje, 30, foram notificados 851 casos de dengue na capital, sendo que 387 casos foram confirmados. Esta é a segunda morte por Dengue em 2022 (primeira foi de um homem).

Os bairros com maior número de casos de dengue são: São Joaquim, Matadouro, Mocambinho, Parque Alvorada e Nova Brasília. Em 2021, foram 168 notificações o ano todo. A diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amariles Borba, alerta a população que em caso de suspeita de dengue a recomendação das autoridades em saúde é que a pessoa procure imediatamente atendimento médico.

“Hidrate, hidrate e hidrate. E tem que urinar transparente feito a água que bebe. Então se você está com dor no corpo, dor abdominal, e se quando está deitado e levanta, o mundo roda, por favor, procure um serviço de saúde. Temos encontrado muitos casos graves”, explica Amariles.

Ela alerta ainda para o fato de a transmissão da dengue acontecer através da picada da fêmea do mosquito Aedes Aegypti, que provoca sintomas como dor nas articulações, no corpo, na cabeça, náuseas, febre acima de 39ºC e manchas vermelhas no corpo. “A prevenção da dengue pode ser feita com práticas simples que evitam, principalmente, a reprodução do mosquito transmissor, através da eliminação de objetos que acumulem água parada”, reforça Amariles.

Vigilância em saúde de Teresina monitora doenças causadas pelo Aedes Aegypti

A Diretoria de Vigilância em Saúde e a Gerência de Zoonoses (Gezoon), da Fundação Municipal de Saúde (FMS), realizaram reunião nesta terça-feira (1) com os agentes de endemias para análise de dados e de ações de combate ao mosquito Aedes Aegypti, causador da dengue.

Amariles Borba, diretora da Vigilância em Saúde, informa que as pessoas precisam ter mais cuidado nesse período de chuva para evitar criadouros de mosquito. “É preciso limpar os quintais e outros locais que acumulam água porque com o período das chuvas e com os números crescentes de casos da doença já estamos em alerta. A dengue pode ser uma doença grave com inflamação no cérebro e deixar sequelas permanentes”, fala.

O presidente da FMS, Gilberto Albuquerque, cita que os agentes de endemias fazem o trabalho de orientação em todas as zonas da cidade. “Os agentes estão em todas as áreas de Teresina dando orientações sobre como evitar a proliferação de doenças e com ações de coleta de ovos dos mosquitos. Analisamos quais são os pontos que estão com mais infestação para intensificar as atividades dos agentes de endemias nessas áreas”, cita.

Conforme dados da FMS, em 2021 foram confirmados 42 casos e somente em janeiro deste ano foram 53 casos confirmados da doença e nenhum óbito.Em janeiro deste ano os bairros com mais ocorrência de casos confirmados de dengue foram a Santa Maria da Codipi e Parque Brasil com 7 casos cada, São Joaquim 5 casos, Mocambinho 4 casos, Matadouro e Parque Alvorada com 2 casos cada, e Itararé, Promorar, Pedra Mole e Alto Alegre com 1 caso cada um.

No ano passado a ocorrência de casos de dengue foram em maior quantidade nos bairros São Joaquim com 108 casos, Matadouro com 98, Mocambinho com 73 casos, Parque Brasil com 51, Nova Brasília com 48, Parque Alvorada com 47 casos, Santa Maria da Codipi com 41, Mafrense 32, Primavera e Memorare com 23 casos.

Foto: Divulgação (FMS)

Lixo jogado em local proibido aumenta e Prefeitura alerta para risco de dengue

O descarte de lixo em local proibido aumentou em 2 mil toneladas, no intervalo de apenas um mês em Teresina. Em junho, foram recolhidas 8,2 mil toneladas de lixo jogado em ruas, praças e demais vias públicas. Em julho, essa quantidade subiu para R$ 10,2 mil toneladas. Além do desperdício de recursos, a Prefeitura de Teresina alerta para o risco de crescimento dos casos de dengue, zika e chikungunya – doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

“Quando alguém joga lixo em local inapropriado favorece o acúmulo de água parada, que é o ambiente propício para o mosquito Aedes aegypti. Nessa época do ano, com o fim das chuvas, são comuns os casos de dengue, zika e chikungunya, mas com o aumento do lixo nas ruas, é possível que enfrentemos um problema sério nesse sentido, com o alto crescimento de casos dessas doenças”, frisa Edmilson Ferreira, secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação.

O descarte de lixo em local proibido aumentou em Teresina. (Foto: Ascom/Semduh)

O Coordenador de Limpeza Pública, Urias Gonzaga, explica que a Semduh e a Fundação Municipal de Saúde irão atuar juntas para combater a alta dos casos. “A FMS vai atuar na fiscalização das áreas e na orientação e conscientização da população, dentre outras atividades. Nós, da Semduh, vamos ampliar também a fiscalização e já estamos aplicando multas em quem é flagrado colocado lixo em local proibido. Além disso, estamos iniciando um novo mutirão de limpeza, para reduzir os riscos para a população”, disse.
As zonas que mais tiveram lixo jogado em local proibido no mês de julho foram a sudeste (2,831 toneladas), a leste (2.751 toneladas) e a sul (2.719 toneladas) . A zona norte contabilizou 1.013 toneladas e o Centro 941 toneladas.
O impacto disso para os cofres da Prefeitura subiu de R$ 380 mil em junho para R$ 460 mil em julho, ou seja, R$ 80 mil de alta.

O descarte de lixo em local proibido aumentou em Teresina. (Foto: Ascom/Semduh)

“Isso é um absurdo, é uma atitude predatória. Esse dinheiro seria melhor gasto em educação, saúde, obras para o crescimento de Teresina, mas estamos precisando gastar com limpeza de locais onde nem deveria haver lixo. A Semduh disponibiliza 56 Pontos de Recolhimento de Resíduos (PRR) espalhados pela cidade, a coleta domiciliar é feita dia sim e dia não e ainda assim existem pessoas que teimam em jogar o lixo onde não deve. Precisamos conscientizar a população dos prejuízos que isso causa”, enfatiza o secretário Edmilson Ferreira.
Somente de janeiro a junho, o Lixo Zero havia atendido 110 denúncias e lavrado 220 autos de infração. As multas para quem descarta lixo de forma irregular varia de R$ 369 a R$ 3.690, dependendo da frequência e da quantidade de material despejado.

O gestor faz um apelo para que a população também fiscalize o descarte irregular de lixo e denuncie a prática pelo número de whatsapp 86 9.9402-3074. A denúncia é anônima.

 

FMS alerta para cuidados com o Aedes aegypti no período chuvoso

Ascom/FMS

O período chuvoso que está se iniciando requer atenção especial em relação ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, por ser uma época propícia para a sua reprodução. Por isso, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) faz um alerta para a manutenção dos cuidados no dia-a-dia da população. Somente este ano, mais de 1,2 milhão de imóveis foram visitados pelas equipes da gerência de Zoonoses.

A gerente de Zoonoses da FMS, Oriana Bezerra, recomenda que os cuidados para evitar o mosquito sejam integrados à rotina da população, em especial aqueles relacionados ao descarte de lixo, que deve ser feito em parceria com o serviço público. “Embora tenhamos uma boa cobertura de retirada de lixo na cidade, ainda vemos pessoas fazendo o descarte inadequado em terrenos baldios e praças. No momento que se inicia o período chuvoso, esse material acaba se tornando um criadouro”, alerta a gerente. “A responsabilidade de mantermos esses ambientes, sejam públicos ou privados, livre de criadouros, é de todos nós enquanto cidadãos”, acrescenta Oriana.

Já em relação ao interior das residências, bem como imóveis comerciais, a gerente de Zoonoses alerta para pontos como calhas e marquises, que estão sujeitos ao acúmulo de água das chuvas. “As pessoas tendem a só observar esses locais quando notam a presença do mosquito ou alguém adoece, então é importante que o morador em ambiente residencial ou os trabalhadores em ambientes de trabalho estejam atentos com o objetivo de manter esses locais livres de criadouros”, orienta.

Dados da FMS mostram que Teresina confirmou, até o momento, 953 casos de dengue. O número é muito inferior ao registrado em 2019, que confirmou 4.495 pessoas com doença no mesmo espaço de tempo. De acordo com Oriana Bezerra, os bons números são resultados das ações de rotina realizadas pelo órgão, que não pararam mesmo durante a pandemia de Covid-19. Ela informa que somente este ano, além da visita aos imóveis, foram recolhidos 47.706 pneus em vias públicas e pequenas borracharias e foram esgotados 404.900 ovos do mosquito em pontos estratégicos como cemitérios, hortas comunitárias, terrenos e sucatas. “Esse trabalho é contínuo e fundamental para evitar a proliferação do Aedes aegypti”, comenta a gestora.

Ela informa que a população pode denunciar pontos suspeitos de formação de criadouros ou solicitar uma vistoria dos agentes de endemias para investigar a presença do mosquito ou seus ovos. Basta entrar em contato com a gerência de Zoonoses pelos telefones 3215-9143 e 3215-9144, ou por meio do aplicativo Colab, disponível tanto para dispositivos Android como iOS.

Teresina registra queda de 83% no número de casos de dengue

Ascom/ FMS

Como resultado de um intenso trabalho realizado pelo município, Teresina está apresentando um baixo risco para infestação por Aedes aegypti. O número de casos de dengue teve queda de 83% em comparação ao mesmo período do ano passado. Dados da Fundação Municipal de Saúde (FMS) apontam que, neste mês de junho, o índice de infestação predial foi de 0,9%. O número está muito abaixo do que foi registrado no segundo levantamento do ano realizado em março, que era de 3%.

Teresina registrou, de 1°janeiro a 22 junho deste ano, 558 casos confirmados de dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e não foi notificado nenhum óbito desde o começo de 2020. “Temos trabalhado para reduzir o índice de infestação do mosquito, realizando visitas domiciliares, recolhimento de pneus e o esgotamento dos ovos do mosquito em pontos estratégicos. Mas acreditamos também que a sanitização da área externa de espaços públicos, que possuem grande fluxo de pessoas, pode ter sido um dos fatores que possibilitaram a interrupção no ciclo biológico do Aedes aegypti”, informa a gerente de Zoonoses da FMS, Oriana Bezerra.

Ela explica que o Aedes é um vetor muito sensível a odores. “O produto usado na sanitização, um composto de hipoclorito de cálcio, que contem cloro, pode ter ajudado na interrupção do desenvolvimento biológico do mosquito, matando as larvas do transmissor. É importante enfatizar que a sanitização por si só não impede a proliferação do mosquito. É preciso que a população tenha consciência de manter suas casas livres de criadouros, evitando a existência de focos do Aedes”, alerta Oriana.

Segundo dados da Gerência de Zoonoses, este ano já foram retirados 270 mil ovos do mosquito, que também causa a zica e a chikungunya. “Pelas condições climáticas de Teresina, um ovo do mosquito pode passar para a fase adulta em apenas cinco dias”, explica a diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amariles Borba, ressaltando que, este ano, Teresina não registrou nenhum caso de zica, entretanto foram confirmados 59 casos de chikungunya.

A zona Norte da capital lidera em casos de dengue. Os dez bairros com maior números de casos são: São Joaquim (25), Mocambinho (20), Primavera (17), Mafrense (17), Parque Brasil (16), Buenos Aires (16), Matadouro (13), Parque Alvorada (12), Água Mineral (11) e Real Copagre (10).