Teresina registra mais oito óbitos e 516 novos casos de Covid-19 

Teresina registrou mais 516 novos casos e oito óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas. Segundo dados divulgados na última terça-feira (28) pelo Comitê de Operações Emergenciais em Saúde Pública (COE) da Fundação Municipal de Saúde (FMS), a capital contabiliza atualmente 16.337 casos confirmados e 686 óbitos pelo novo coronavírus. O número de pessoas recuperadas chegou a 3.207.

Entre os óbitos confirmados, cinco eram do sexo masculino e três feminino. Apenas dois pacientes não apresentavam comorbidades. Eles tinham entre 63 e 79 anos. Foram três óbitos no Prontomed, dois no Hospital São Marcos, um no Unimed Primavera, um na UPA do Promorar e um em domicílio. Os pacientes residiam nos bairros Parque Itararé, Monte Castelo, São Sebastião, Piçarreira, Piçarra, Santa Maria da Codipi, Santo Antônio e Dirceu II.

Com o objetivo de seguir melhorando os índices de isolamento social, evitando a disseminação da Covid-19, o prefeito Firmino Filho publicou decreto estabelecendo a continuidade das restrições para o funcionamento das atividades econômicas em Teresina nos próximos dois finais de semana do mês de agosto. As medidas serão aplicadas aos sábados e domingos, especificamente nos dias 01 e 02 e também em 08 e 09 de agosto.

“Precisamos continuar nesse esforço para conter a disseminação do coronavírus. Estamos no processo de retomada das nossas atividades econômicas e é muito importante que continuemos avançando. O esforço da população nesse sentido é importante para que possamos seguir com segurança na reabertura na capital”, disse o prefeito Firmino Filho.

 

Com índice de isolamento de 41,60%, Teresina fica em 5º no ranking das capitais

Apesar de ter mantido a média que vem apresentando nos últimos meses, Teresina registrou na última segunda-feira (27) índice de isolamento social de 41,60%, o que fez a cidade cair para a 5ª posição no ranking das capitais, ficando atrás de Porto Alegre, Florianópolis, Salvador e Rio Branco. Entre os estados da federação, o Piauí ocupou a 8ª posição, com índice de 40,68%.

Os dados são registrados diariamente pela startup Inloco, que realiza o georreferenciamento de smartphones monitorando a localização dos usuários quando se conectam à internet pelo celular. Entre as regiões da cidade, a que apresentou maior índice de isolamento foi a Centro/Norte, com 41,85%, seguida da Leste, com 41,76, e Sul com 40,89. A zona Sudeste, mais uma vez, apresentou o pior índice, de apenas 40,68%.

A Prefeitura de Teresina vem adotando medidas mais rígidas de isolamento na cidade nos finais de semana. O objetivo é melhorar os índices no processo de retomada das atividades da capital e evitar um novo surto da Covid-19.

Na última segunda-feira (27) teve início a fase 2 das atividades econômicas e sociais, momento em que as autoridades de saúde e o prefeito Firmino Filho pedem cautela e responsabilidade. “Alertamos para a necessidade do cumprimento dos protocolos de segurança, pois não podemos colocar em risco nossa estratégia e a saúde de milhares de trabalhadores e consumidores”, disse o gestor.

O prefeito publicou, ainda na segunda-feira (27), decreto estabelecendo a continuidade das restrições para o funcionamento das atividades na cidade nos próximos dois finais de semana do mês de agosto. As medidas serão aplicadas aos sábados e domingos, especificamente nos dias 01, 02, 08 e 09 de agosto.

COVID-19 em Teresina

Até o momento, Teresina registra 678 mortes e 15.821 pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Na última segunda-feira foram notificados oito óbitos e 319 novos casos confirmados da doença. Os dados são do Centro de Operações em Emergências (COE) da Fundação Municipal de Saúde (FMS).

FMS registra 107 casos de Covid-19 no último domingo (26)

Teresina registrou no último domingo (26) 107 novos casos de Covid-19, causada pelo novo coronavírus. Além disso, foram contabilizados oito novos óbitos em decorrência da doença. Os dados são do painel epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS), que registra até o momento 15.502 casos da doença e 670 mortes na capital.

Os óbitos aconteceram durante o fim de semana, sendo cinco no domingo, dois de sábado (25) e um ocorrido na sexta-feira (24). Dos oito pacientes que morreram, sete eram portadores de comorbidades como hipertensão, câncer e asma. Foram cinco mulheres e três homens, com idades entre 59 e 93 anos. Três pacientes eram moradores da zona Sul, dois da zona Norte, dois do Centro da cidade e um residente na zona Sudeste.

A FMS contabilizou ainda que, desde o início da pandemia, 3.125 pessoas ficaram recuperadas da doença. Integram o grupo dos recuperados aquelas pessoas com Covid-19 que tiveram alta após atendimento na rede hospitalar e também as que estavam com quadro leve da doença e fizeram o tratamento em casa.

 

Painel epidemiológico registra 354 novos casos de Covid-19 em Teresina

Teresina registrou na última sexta-feira (17) 354 novos casos de Covid-19 e 11 óbitos pela doença, dos quais seis ocorreram ontem. Os dados são do Painel Epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS), que contabiliza agora 13.346 casos e 586 mortes desde a chegada da pandemia na cidade.

Dentre os novos óbitos registrados, estavam sete homens e quatro mulheres, com idade entre 46 e 84 anos. Nove deles apresentavam alguma comorbidade, como hipertensão, diabetes, obesidade e doenças pulmonares. Cinco deles eram moradores da zona Sul, quatro residiam na zona Norte, um na zona Leste e um na zona Sudeste.

O painel registrou ainda 2.715 pessoas recuperadas desde o início da pandemia. Integram o grupo dos recuperados aquelas pessoas com Covid-19 que tiveram alta após atendimento na rede hospitalar e também as que estavam com quadro leve da doença e fizeram o tratamento em casa.

A Prefeitura de Teresina tem trabalhado para reduzir os números da Covid-19 no município, e para isso mantém abertos todos os serviços da linha de frente de combate à doença mesmo aos fins de semana.

As 26 Unidades Básicas de Saúde destacadas para o atendimento de síndrome gripal seguem abertas aos sábados e domingos, das 7h às 19h. Nesses locais, o paciente com sintomas gripais recebe todos os atendimentos necessários. A equipe de saúde avalia o caso e toma a conduta adequada, que pode envolver orientação médica, prescrição de medicamentos, indicação de isolamento domiciliar ou mesmo encaminhamento para hospitais ou UPAS, em casos mais graves.

 

Painel COVID-19 registra 15 mortes em Teresina na terça-feira (14)

Teresina registrou, na última terça-feira (14), 308 novos casos e 15 óbitos por Covid-19. Agora, a capital contabiliza 12.634 confirmados para a doença e 557 mortes pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. Os dados são do Painel Epidemiológico, atualizando diariamente pela Fundação Municipal de Saúde (FMS).

Nesta terça, cinco pacientes morreram em decorrência da doença; os outros 10 casos ocorreram dias 12 e 13 de julho. Dos 15, foram três mulheres e 12 homens, com idades entre 39 e 88 anos. Dentre eles, 12 pessoas tinham comorbidades como hipertensão e outras doenças cardiovasculares, doença renal e câncer.

No mês de junho Teresina chegou ao pico de 3.303 atendimentos diários a quadros de síndromes respiratórias. Agora, o Painel de Dados Covid-19 mostra uma média de 2.480 atendimentos por dia na primeira metade do mês de julho. Para o infectologista Kelsen Eulálio, membro do Comitê de Operações Emergenciais da FMS, esta alteração na curva pode ser um sinal de uma possível regressão da Covid-19 em Teresina.

“No município, o número de atendimentos de casos de síndrome gripal apresentou tendência crescente até metade da última semana de junho, passando a diminuir a partir desse período. Os casos de síndromes respiratórias agudas graves também apresentaram tendência de queda a partir do início de julho, o que parece ser um indicativo de que ultrapassamos o pico da curva epidêmica em Teresina”, avalia o médico.

 

 

Idosa curada da Covid-19 no HUT descobriu doença “por acaso”

Ascom/HUT

A aposentada Antônia Carvalho de Amorim, de 66 anos, recebeu alta hospitalar nesta terça-feira (09), após vencer a Covid-19. Sem sintomas da doença, a paciente descobriu que estava infectada ao realizar um exame no Hospital de Urgência de Teresina (HUT) antes de ser submetida a uma cirurgia na cabeça.

Dona Antônia, que é piauiense, sofreu uma queda em casa, no estado do Pará, onde atualmente mora, que resultou em corte profundo próximo à orelha. Ela veio encaminhada ao HUT para ser submetida a procedimento cirúrgico. No dia 3 de junho, antes da internação, a paciente foi testada para Covid-19 e descobriu a doença.

“Sofri uma queda no banheiro e fui levada para a UPA no município de Castanhal, no Pará. De lá, fui regulada para o HUT para fazer cirurgia. Mesmo sem sintomas respiratórios graves, fiz o teste do coronavírus e deu positivo. Tive todo tratamento adequado para os dois problemas que enfrentei”, explica a aposentada, que foi recebida por um dos oito filhos, que mora no bairro Mocambinho, zona Norte da capital.

Assim como dona Antônia, todos os pacientes que dão entrada no HUT são submetidos a teste de Covid-19, mesmo que estejam sem sintomas da doença. “Esse protocolo é importante porque portadores assintomáticos também podem contaminar outros pacientes e profissionais. Isso permite que tomemos os devidos cuidados para a assegurar a integridade de todos”, explica o diretor geral do hospital, Rodrigo Martins.

Ao deixar o HUT, aplaudida pela equipe da área de saúde que a atendeu, dona Antônia reforçou a importância de manter o isolamento e se cuidar em tempos de pandemia. “Primeiro é preciso ficar em casa para não pegar a doença. Segundo, temos que ter fé porque Deus está com a gente”, comemora.

Teresina registra mais 9 óbitos e 103 novos casos confirmados de Covid-19

Teresina registrou 103 novos casos confirmados de Covid-19 e 9 óbitos decorrentes de complicação da doença no último sábado (06). Atualmente, o município possui um total de 126 mortes e 3.240 infectados pelo novo coronavírus. Os dados foram atualizados pelo Comitê de Operações Emergenciais em Saúde Pública (COE) da Fundação Municipal de Saúde (FMS).

Em relação aos 9 óbitos registrados, 8 eram do sexo masculino e seis pessoas tinham doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, problemas cardíacos e imunodeficiência/imunodepressão. Sobre a idade dessas vítimas, o mais novo tinha 51 anos e o mais velho 101. A FMS computou ainda que 5 moravam em bairros da zona Norte, 2 na zona Leste e 2 na região Sudeste.

“Esse é um momento muito difícil que o mundo enfrenta. Além de lamentar os óbitos e estender nossa solidariedade às famílias, informamos que a Prefeitura está seguindo o plano de contingência, mas reiteramos à população que devem ser mantidos os cuidados com a higiene. Pedimos também que só saiam de casa se for estritamente necessário”, afirma o presidente da FMS, Manoel de Moura.

O gestor alertou ainda que enquanto o percentual de isolamento se mantém baixo na cidade de Teresina, os números de casos confirmados e de óbitos estão aumentando. “É preciso atingir o patamar de 73% de isolamento social, percentual recomendado pelas autoridades de saúde para diminuir a disseminação do vírus”, pontuou.

A diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amariles Borba, afirma que, segundo a literatura científica mundial, é grande a quantidade de pessoas infectadas pelo novo coronavírus que não apresentam sintomas. “Mesmo assim, a pessoa está infectada e é transmissora do vírus. Por isso, é preciso considerar que todos estão infectados e adotar rigorosamente as medidas de prevenção”, disse.

 

Casos de Covid-19 na capital cresceram 87% em um mês

Dados do Painel Covid-19 Teresina indicam que de 24 de abril a 24 de maio houve um aumento de 87% de casos confirmados da doença na capital. Em 24 de abril, existiam 217 confirmações. Em 24 de maio, eram 1.668 pessoas testadas positivas. Até hoje (28), foram notificados 1.982 casos positivos, registrados 69 óbitos causados pelo novo Coronavírus e 463 pessoas estão recuperadas em Teresina.

“Os trabalhos científicos apontam que 80% dos casos de Covid-19 são assintomáticos. Mesmo a pessoa não apresentando sintoma, ela pode estar infectada e ser um transmissora do vírus. É por isso que pedimos que as pessoas de todos os bairros respeitem o isolamento social e fiquem em casa, nesse momento”, enfatiza Amparo Salmito, médica infectologista da Fundação Municipal de Saúde (FMS).

A pesquisa de investigação sorológica, encomendada pela Prefeitura de Teresina, confirma os dados do Painel Covid-19 e também indica aumento significativo no número de pessoas infectadas com o novo Coronavírus. De acordo com o estudo, de 24 de abril a 24 de maio, houve um aumento de 84% nos casos positivos. Em 24 de abril eram 7.697 positivados, já em 24 de maio o número de positivados era 49.988.

A sexta etapa da pesquisa aponta que, das 49.988 pessoas com a Covid-19, 19.833 estão no estado ativo da doença, portanto, podem transmitir o vírus; outras 23.611 estão imunizadas ou desenvolvendo a imunidade; e 5.667 pessoas já estão imunes à doença. A sondagem revelou ainda que a quantidade de positivados é 40 vezes maior que os 1.260 casos confirmados oficialmente no domingo anterior à pesquisa.

Por meio da pesquisa, realizada em parceria com Instituto Opinar, é possível afirmar também que o vírus já está em toda a cidade, sem diferenciação de regiões. Na última etapa da pesquisa, o número maior de casos está na zona Norte, com 35%. A zona Sul aparece em seguida, com 28%. A zona Sudeste permanece com 23% dos positivados e a zona Leste segue com o menor percentual, de 15%.

Educação soma forças com a Saúde na prevenção ao coronavírus

Ascom/Semec

Representantes das áreas da Educação e da Saúde no Piauí estão dialogando para planejar ações de prevenção ao coronavírus, uma família de vírus que causam infecções respiratórias. Mesmo sem casos confirmados no Brasil, Teresina está em alerta para enfrentar a doença. Por isso, representantes de diversos órgãos atenderam ao chamado da Diretoria da Unidade de Vigilância Sanitária do Estado para juntos traçarem estratégias de prevenção.

Nas escolas da Prefeitura, medidas serão tomadas a partir de orientações diretas da Fundação Municipal de Saúde (FMS), como já acontece com outras epidemias. Os gestores das 310 unidades de ensino receberão material informativo e logo iniciarão as ações de prevenção com os alunos e a comunidade.

De acordo com Madalena Leal, gerente de Assistência ao Educando da Secretaria Municipal de Educação (Semec), as unidades de ensino terão papel fundamental nessa campanha de combate ao novo vírus. “As escolas poderão contribuir diariamente com essa mobilização, levando informações corretas às famílias, reforçando os cuidados com a higiene dos espaços e observando possíveis sintomas nos alunos. A ideia é ter o maior número de pessoas engajadas”, disse.

A temática também deve chegar à sala de aula. Professores e estudantes terão acesso ao material informativo para realização de debates e outras atividades, de acordo com a faixa etária de cada turma.

FMS promove mutirão de busca ativa da hanseníase em quatro pontos da capital

Ascom/FMS

Encerrando as atividades da Semana Estadual de Combate a Hanseníase, a Fundação Municipal de Saúde promoveu, na manhã hoje (21), o Mutirão de Manchas, que é uma busca ativa de casos da doença. A ação aconteceu em quatro pontos de diferentes zonas da cidade: no Ambulatório do Hospital Mariano Castelo Branco (HMCB); na Unidade Básica de Saúde Reginaldo Castro/Renascença; no Ambulatório do Hospital Geral do Promorar e na Unidade Básica de Saúde Piçarreira, durante o evento Teresina em Ação.

Durante o mutirão, profissionais da FMS realizam a avaliação de casos de pessoas com manchas na pele, em uma triagem de possíveis de casos de hanseníase. “A hanseníase é uma doença infecciosa, causada por uma bactéria onde as manifestações são principalmente qualquer tipo de lesão de pele com perda de sensibilidade. Seria aquela mancha onde o paciente não sente dor, não sente qualquer tipo de agente no local”, esclarece o infectologista Carlos Gilvan Nunes, chefe do Núcleo de Doenças Negligenciadas da FMS. “Além da mancha, a hanseníase pode acometer nervos, o que leva a casos de incapacidade, de deformidade nos estados avançados da doença. É uma doença de transmissão respiratória, e por isso a gente também avalia casos de contatos da doença”, complementa o médico.

Foi este o caso de Doraci Leite, de 52 anos. “A minha cunhada teve hanseníase e se tratou há dois anos, e como eu estava sentindo uma dormência nas mãos resolvi vir aqui”, relata. O exame é feito por meio de um teste de sensibilidade na pele, pelo contato com tubos quentes e frios dentro e fora da mancha para detectar alguma diferença na sensibilidade. Doraci teve resultado negativo, mas em caso positivo, o paciente é encaminhado para tratamento, que é feito por uma combinação de medicamentos e fornecido gratuitamente pela Atenção Básica Municipal.

O tratamento pode durar de seis a 12 meses e, após um mês tomando a medicação, a pessoa já não transmite a doença. Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, menores as chances de sequelas decorrentes da doença, que podem ser neurológicas e até mesmo deformações.

Teresina, apesar da tendência de redução dos casos, ainda apresenta altos coeficientes de detecção de Hanseníase, continuando a ser um grave problema de saúde pública, portanto todos os esforços devem ser somados para o enfrentamento da doença nas três instâncias do Sistema Único de Saúde seja federal, estadual ou municipal.

Teresina tem mantido uma série histórica de hiperendemicidade. No ano de 2018 foram diagnosticados 350 casos novos de hanseníase na população geral  o que corresponde a uma taxa de detecção de 40,6 casos/100.000 habitantes, em comparação com a média nacional de 12,23 casos/100.000 habitantes é cerca de quatro vezes maior.

Outro  indicador que se destaca é a taxa de detecção em casos menores de 15 anos, ou seja os casos de Hanseníase Infantil. Em  2018 foram  detectados 26 casos novos de hanseníase nesta faixa etária o que corresponde a uma taxa de 12,7 casos/100.000 habitantes. A prevalência de Hanseníase Infantil  significa transmissão recente da doença por possível contato com pessoas doentes não tratadas, manutenção da endemia, bem como severidade da doença se não for detectada de forma precoce e tratada oportunamente.