Prefeitura distribui 50 mil kits de alimentação escolar para alunos da rede municipal

Começou nesta terça-feira (31) a distribuição de kits de alimentação escolar para alunos da Rede Municipal de Ensino. A Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semec), vai entregar 50 mil kits para ajudar a permanência das famílias dentro de casa, medida emergencial adotada para conter a transmissão do novo coronavírus.

Estão recebendo os kits de alimentação pais ou responsáveis com alunos cadastrados no Programa Bolsa Família, de acordo com a base de dados dos Ministérios da Cidadania e Educação. As escolas entraram em contato com as famílias para agendar o horário de retirada, evitando aglomerações.

Para Maria Iranilde, mãe de aluna da Escola Municipal Marcílio Flávio Rangel, a ação chega em boa hora. “Estamos sem poder trabalhar e com as crianças em casa, essa ajuda é muito bem-vinda, só tenho a agradecer”, disse.

O diretor da Escola Municipal Ubiraci Carvalho, Samuel Rógeres, destaca a importância da distribuição dos alimentos. “Organizamos a entrega de forma a evitar concentração de pais no mesmo horário, então eles estão vindo como combinado e bastante satisfeitos. Essas famílias realmente precisam do reforço na alimentação em um momento tão difícil para todo o mundo”, declara.

Os kits de alimentação escolar estão em 71 pontos de distribuição espalhados pela cidade. Pais ou responsáveis só recebem com apresentação do cartão do Bolsa Família e documento de identificação com foto.

“O momento é de união, todos juntos em defesa da vida”, afirma o secretário municipal de Educação, Kleber Montezuma.

 

Alimentação escolar: divulgado resultado parcial de chamada pública para agricultura familiar

Ascom/Semec

A Secretaria Municipal de Educação (SEMEC) divulgou hoje (10) o resultado parcial da chamada pública para aquisição de gêneros alimentícios provenientes da agricultura familiar, destinados ao preparo das refeições oferecidas aos alunos matriculados na Rede Municipal durante o ano letivo de 2020.

Além de garantir uma alimentação mais saudável para os estudantes, a ação incentiva à geração de renda entre fornecedores individuais, grupos formais ou informais de agricultores familiares e do empreendedor familiar rural. A lei determina que 30% da alimentação escolar seja proveniente deste tipo de cultivo, mas em Teresina 49,65% dos alimentos que compõem o cardápio dos alunos vêm da agricultura familiar.

O processo é conduzido pelo Conselho de Alimentação Escolar (CAE) em parceria com a Secretaria do Desenvolvimento Rural (SDR), Emater/PI e técnicos da Divisão de Nutrição da SEMEC.

Os fornecedores selecionados passam por uma rigorosa fiscalização do Conselho de Alimentação Escolar de Teresina. O grupo confere desde a documentação à entrega dos alimentos nas escolas, garantindo a qualidade de cada produto que compõe o cardápio. Os agricultores devem fornecer alimentos sempre frescos e bem acondicionados, cumprindo todas as regras exigidas no edital.

Segundo a equipe de Nutrição da SEMEC, responsável pela elaboração do cardápio dos estudantes, a aquisição de gêneros alimentícios provenientes da agricultura familiar enriquece a alimentação diária das crianças e jovens nas escolas. O cardápio inclui alimentos regionais e ricos em nutrientes, como batata doce, macaxeira, abóbora e feijão verde.

Veja o resultado parcial

Projeto trabalha conteúdos do currículo escolar sob a ótica da inclusão

Ascom/Semec

Tolerância, solidariedade, respeito mútuo, diversão e muito aprendizado puderam ser compartilhados na Escola Municipal Lunalva Costa, localizada na zona Sudeste de Teresina. Um projeto desenvolvido pela professora Rosilene Sena, responsável pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE) em parceria com o professor de sala regular Ítalo Rômulo, rendeu bons frutos neste primeiro semestre.

O projeto “Reconhecendo as diferenças, criando possibilidades” alinhou e adaptou conteúdos da sala de aula regular em aplicações com atividades coletivas que favoreciam o aprendizado e a maior aceitação, sobretudo dos alunos especiais.

Trabalhando conteúdos como contos de fadas e fábulas, a equipe coordenadora do projeto desafiou os alunos a dramatizarem histórias infantis, adaptando o roteiro dessas narrativas, focando em valores e condutas positivas para o crescimento e formação cidadã dos alunos.

“Tivemos rodas de conversas com turmas onde haviam conflitos de relacionamentos envolvendo alunos com alguma necessidade especial. Realizamos atividades com argila para confecção de personagens e adaptamos narrativas infantis incluindo diversas deficiências nas narrativas para que as crianças pudessem vivenciar e aprender a lidar com as diferenças” pontuou Rosilene Sena.

O professor Ítalo Rômulo enfatizou que um dos destaque do projeto foi o fato de que todos os alunos, ao passo em que aprendiam valores, vivenciavam na prática conteúdos do currículo escolar.