Palácio da Música irá realizar testes para cursos de guitarra

Inicia neste sábado (30) e segue até o próximo dia 04/02 as inscrições para o teste de nivelamento dos cursos de guitarra on-line oferecidos no Palácio da Música. Os cursos serão gratuitos e terão duração de três meses, sendo realizados nos turnos manhã e noite.

Para participar dos testes, basta que o interessado tenha guitarra própria e computador ou celular com acesso à internet. Os cursos serão ministrados pelos professores André Sousa e Felipe de Sousa, já as inscrições poderão ser feitas pelo WhatsApp, através do número: 99428-3023.

O Palácio da Música é mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves. Para ter acesso às atividades culturais e cursos oferecidos no Palácio da Música, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as entidades nas redes sociais.

Lei Aldir Blanc: artistas desenvolvem projetos culturais em Teresina

A pandemia de Covid-19 tem afetado muitos setores em Teresina, um deles foi o da cultura, um dos primeiros atingidos com as medidas de distanciamento social. Na capital piauiense, 188 projetos culturais foram contemplados com o Edital da Lei Aldir Blanc, dentre eles, os que envolvem a gravação de DVDs promocionais, realização de lives, confecção de livros, apresentações folclóricas, dentre outros.

A cantora Beth Moreno foi uma das beneficiadas com o edital. Ela, que tem quase 30 anos de carreira, conta que a classe passou por momentos difíceis durante a pandemia, porém, com o auxílio recebido, ela pôde gerar renda para sua equipe gravando um DVD que também servirá como fonte de renda extra.

“Hoje, graças ao Edital da Lei Aldir Blanc, me sinto uma artista realizada, pois realizei meu sonho de gravar um DVD totalmente profissional com alto nível musical”, afirma a cantora, enfatizando ainda que seu novo material de trabalho vem com músicas autorais compostas por seu pai, o Maestro Luiz Santos e seu irmão José dos Santos.

Enquanto uns gravam DVDs, a Banda Os Cabas do Forró resolveu aplicar os recursos na realização de uma live que foi transmitida pelo YouTube no começo desta semana. Segundo o cantor Vicente Visgueira, de 61 anos, que é o responsável pela banda, os recursos recebidos ajudaram os músicos e ainda serviram para promover o trabalho dos artistas.

“Fiquei muito feliz por ter o meu projeto aprovado, pois como vivemos apenas da música, tem sido muito ruim enfrentar toda essa situação”, conta o músico reafirmando que os recursos da Lei Aldir Blanc chegaram na hora certa.

De acordo com Scheyvan Lima, presidente da Fundação Monsenhor Chaves, que é o órgão da administração pública municipal responsável pela política cultural, em Teresina foram investidos cerca de seis milhões de reais em projetos apresentados por artistas locais.

“Sabemos das dificuldades enfrentadas pela classe artística em nossa cidade, por isso os técnicos da FMC trabalharam para atender um grande número de profissionais e projetos”, conta o presidente, afirmando ainda que, por medida de segurança, está sendo estudando o adiamento de projetos que possam gerar aglomerações de pessoas.

A Lei Aldir Blanc (Lei nº 14.017, de 29 de junho de 2020), criada pelo Governo Federal, define ações emergenciais destinadas ao setor cultural durante o estado de calamidade, em função da Covid-19. Na capital piauiense, o edital foi executado pela Prefeitura Municipal de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves.

A cantora Beth Moreno foi uma das beneficiadas com o edital Foto (Ascom/FMC)

Teatro do Boi abre inscrições para curso online de Violão Popular

O Teatro do Boi, através das suas oficinas culturais, está com inscrições abertas para o curso online de Violão Popular. O curso terá duração de três meses e as aulas serão ministradas dois dias na semana para alunos a partir de 10 anos de idade e que possuem computador ou celular com acesso à internet.

De acordo com Josué Nunes, diretor do Teatro do Boi, estão disponíveis pouquíssimas vagas. Segundo a direção “A procura pelas oficinas são muito grande e, por conta da pandemia, as oficinas e espetáculos foram cancelados e estamos buscando outras alternativas para aproximar a comunidade ao teatro.”

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no período de 26 de Janeiro ao dia 03 de Fevereiro. Os interessados poderão entrar em contato através do número (86) 3215 7829 ou (86) 3015 2327 no turno da manhã das 08:00 às 12:00.

Mantida pela Prefeitura de Teresina através da Fundação Monsenhor Chaves, a casa oferece, há 33 anos, diversas oficinas gratuitas como: teatro, danças, artes plásticas, música, capoeira, exposições e os mais variados eventos possibilitando uma movimentação artística não somente na região, como em toda a cidade.

Teatro do Boi abre inscrições para curso online de Violão Popular / Foto: Ascom FMC

 

FMC valoriza a cultura com apresentações de lives musicais

Começando a semana com boa música e muita animação, a banda “Os Caba do Forró” realizará uma live nesta terça-feira (26) em suas redes sociais. O tradicional arrasta pé será comandado pelo sanfoneiro Vicente Visgueira e inicia às 19 h.

O grupo foi um dos contemplados pela Prefeitura de Teresina, através da Fundação Monsenhor Chaves (FMC), na Lei de Auxílio Emergencial Aldir Blanc, que busca valorizar a nossa cultura, levando o forró pé de serra para todos os teresinenses.

“A banda surgiu há mais de 20 anos e, devido a pandemia, tivemos que parar. Mas, graças a Deus, conseguimos ser um dos grupos contemplados pela lei”, afirma Vicente Visgueira.

Os “Caba do Forró” se destaca tocando um ritmo mais tradicional em seu repertório. A banda já fez bastante sucesso em outras cidades do nordeste com as canções de Luiz Gonzaga, e também com os forrós mais atuais. Para esta apresentação, o grupo promete não deixar ninguém parado.

“Estaremos esperando vocês com muito forró pé de serra e, com certeza, vocês vão gostar muito”, conclui.

A live acontece no canal do YouTube do sanfoneiro Vicente.

Balé da Cidade busca alternativas para não parar durante o isolamento social

Coreógrafo e bailarino do Balé da Cidade, Adriano Abreu Foto (Ascom/FMC)

O isolamento social, necessário por conta da pandemia, pegou a todos de surpresa e fez com que muitos profissionais repensassem a forma de continuar produzindo dentro dessa realidade. Para quem trabalha com arte e público, foi um desafio olhar para as quatro paredes de sua casa e repensar seus modos de produzir.

Nesse período, o Balé da Cidade de Teresina não parou. A Companhia seguiu com sua rotina de encontros, à distância e online, e seguiu trabalhando através das plataformas digitais, compartilhando com o público aulas e conversas sobre dança e o fazer artístico.

E foi também nesse contexto que nasceram duas criações do Balé da Cidade: o espetáculo online Morada e a ação de rua Comensura. As duas produções buscaram na realidade da pandemia sua inspiração para dançar esse momento e apresentar um olhar artístico sobre esse “novo normal”.

Para Janaína Lobo, artista da dança e coordenadora artística do Balé da Cidade, três coisas serviram de inspiração: sua formação em arquitetura, pensar em um “registro” desse momento e o desejo de realizar uma criação pela Companhia. “Eu, como arquiteta de formação e interesse pessoal, sempre gostei muito das casas das pessoas. Sempre entendi que as casas são corpos, falam muito sobre quem mora em cada lugar. Então, sempre tive esse fascínio. Além disso, entendi que ainda iríamos passar um bom tempo trabalhando em casa. Quando me deu esse clique, pensei em usar esse momento para criar alguma coisa que vire um registro para a posteridade, da gente que passou por isso e como isso reverberou artisticamente. Um terceiro ponto é que eu já estava na pilha de criar para o Balé. Essa é a minha primeira criação com a Companhia”, diz.

Já para o coreógrafo e bailarino do Balé da Cidade, Adriano Abreu, tudo começou com uma inquietação que só crescia com o isolamento e a saudade de ter contato próximo com o público. “Foram meses morando sozinho e privado de exercer minhas ações corriqueiras que vinham desde a criação, apresentações e uma necessidade de se alimentar pelo contato com o outro. Estava sendo difícil não contar mais com o contato físico, mesmo reinventando a forma de criar dentro do Balé, ainda assim, eu enquanto artista buscava preencher o vazio que o não presencial trouxe. Foi incrível perceber as novas possibilidades nessa situação pandêmica, mas em mim existia a ânsia de voltar, de se encontrar e quebrar as impossibilidades que o virtual também traz consigo”, explica.

Morada foi à primeira criação. Janaína criou o espetáculo totalmente online. As reuniões com a equipe, o estudo de lugares para dançar dentro da casa de cada bailarino, a ideia de cada movimento, a forma de apresentar e a transmissão. Desta forma, foram apresentadas três temporadas através de plataformas de vídeo. “O Morada foi realmente feito à distância. Ficou como característica da obra ela ser ensaiada, pensada e todo o processo online; por exemplo: eu nunca fui à casa de ninguém. Teve muita insegurança no começo, tiveram momentos que me senti perdida. Foi um processo achar como funcionava a comunicação para essa criação. Apresentar também foi um experimento. Podia ter dado tudo errado. Eu, pelo menos, como criadora, ainda me sinto tateando essas plataformas, esses outros jeitos de criar. Então, acho que cada apresentação foi nos ensinando algumas coisas”, conta a coordenadora.
Já o Comensura se realizou como uma ação de rua. Por duas vezes, após a diminuição de casos de Covid-19 em Teresina e com a flexibilização, os bailarinos da Companhia ocuparam praças do centro da cidade.

“A minha proposição para os bailarinos do Balé da Cidade de Teresina veio justamente a fim de esmiuçar, compartilhar, e nos fazer questionar o novo modo de ir para o mundo, de trabalhar, se relacionar com o outro e ainda tentar se manter saudável. Os corpos reagiram de maneiras peculiares. A pesquisa em torno do contato se baseou no estudo de medos, encorajamento, preocupação e alerta. Observamos a medida exata permitida e a superproteção do corpo, que trouxeram dentro desse processo, ainda em descoberta, o confronto com a rua, com o contato mensurado, a informação e tentativa de conscientização para dizer que o fato de estarmos de volta não significa que tudo acabou”, finalizou Adriano.

Morada e Comensura são ações artísticas que têm como ponto de partida comum as vivências dos artistas do Balé da Cidade de Teresina na pandemia. As criações trazem sentimentos e questionamentos sobre o que foi vivido individualmente que, em algum grau, foi vivido pela população como um todo trazendo reflexões e criando possibilidades de relação, já que a arte opera trazendo possibilidades de realidade.

Sobre a Companhia

O Balé da Cidade de Teresina é uma companhia pública de Dança Contemporânea que vem atuando no cenário artístico local e nacional, contribuindo com o desenvolvimento e aprofundamento da dança piauiense. Vem aproximando a dança da cidade, através da sua atuação compromissada em diferentes ações, como temporadas de apresentações públicas, conversas e formação continuada.
O Balé da Cidade de Teresina conta com 18 bailarinos e é mantido pela Prefeitura Municipal de Teresina, através da Associação dos Amigos do Balé da Cidade de Teresina e da Fundação Monsenhor Chaves. Tem direção geral de Chica Silva, coordenação artística de Janaína Lobo e ensaios de Carla Fonseca.

Live da Banda Discobertos acontece hoje e terá o melhor da Jovem Guarda e Disco

Na noite desta quarta-feira (20), será realizada, via YouTube, a “Live Emoções” da Banda Discobertos, que promete canções inesquecíveis das décadas de 50, 60 e 70. A banda promete uma hora e meia de recordações, com músicas de artistas como: Os Incríveis, Roberto Carlos, Renato e Seus Blue Caps, Pholhas, Frenéticas, ABBA e outros.

Formada por Thiago Damasceno, Agatha Silva, Ynácio Adriano, Cauê de Lima, Ednardo Damasceno e Lucas Cardoso a Banda Discobertos tem três anos de existência e se apresenta em bares, restaurantes e em eventos particulares de Teresina. Por conta da pandemia do COVID-19, a banda parou suas atividades e agora retorna.

O cantor Thiago Damasceno conta que a live tem o apoio financeiro repassado por meio do Edital da Lei Aldir Blanc, executado pela Prefeitura Municipal de Teresina, através da Fundação Monsenhor Chaves.

“A Lei Aldir Blanc tem dado oportunidade para diversos artistas da capital e esse apoio é muito importante para nossa classe, pois fomos um dos setores mais prejudicados durante o isolamento social”, comenta Thiago Damasceno.

A Live Emoções começa às 20 horas e terá transmissão ao vivo pelo YouTube. Para assistir basta entrar no canal youtube.com/bandadiscobertos.

A Live Emoções começa às 20 horas e terá transmissão ao vivo pelo YouTube Foto (Ascom/FMC)

Orquestra Escola forma novos músicos e democratiza o ensino musical erudito em Teresina

A música é um bem cultural de formação de profissionais e a educação musical da Orquestra Sinfônica de Teresina tem um papel democratizante em Teresina, através do projeto Orquestra Escola (OE).

Mantida pela Orquestra Sinfônica(OST), que é ligada a Prefeitura de Teresina, através da Fundação Monsenhor Chaves(FMC), ela oferece à população jovem possibilidades de se tornarem profissionais da área, com aulas no Palácio da Música de Teresina. As aulas são ministradas pelos próprios músicos da OST e vão desde cursos de violino, viola, violoncelo até contrabaixo acústico.

Fundada em 2004, a OE cumpre uma função importante de fomento cultural em Teresina: a formação de músicos. Muitos deles, hoje, integram os quadros da Orquestra Sinfônica de Teresina, como é o caso do violinista João Neto, que ingressou com 17 anos na OE. “Eu já fazia o curso de violino em outro lugar, quando soube da Orquestra Escola e consegui uma vaga, foi uma oportunidade única na minha vida”, diz.

Percebendo o talento do jovem músico, o spalla, David Denillin, e o maestro, Aurélio Melo, o convidaram para fazer um teste para ingressar profissionalmente na OST em 2019.

Hoje, João Neto faz parte do naipe de violinos. “Trabalhar com grandes músicos como os maestros Aurélio e Hilson é uma satisfação imensa. Eu já era fã da Orquestra e, agora, faço parte de um dos maiores patrimônios culturais”, afirma com empolgação.

O violista e chefe de naipe da OST, Raphael Martins, foi aluno da Orquestra Escola e hoje é professor. “Para mim, é um privilégio muito grande fazer parte dessas etapas, orquestra, escola, professor e músico da OST. A Orquestra Escola é um berço para a maior parte dos músicos que ingressam na Sinfônica. É um aprendizado muito grande”, conta Raphael.

João Neto faz parte do naipe de violinos Foto(Ascom/FMC)

“Faz! Doc”: projeto promove oficina gratuita em Teresina

Trabalhar com audiovisual não é uma tarefa fácil, mas essa atividade do ramo cinematográfico vem conquistando cada dia mais os teresinenses. Pensando nisso, um grupo de cineastas desenvolveu um minicurso para os admiradores dessa arte, ensinando e compartilhando experiências na produção de cinema documental. As inscrições vão até sexta-feira,15, e as aulas serão online.

O “Faz!Doc” é um dos projetos contemplados pela Prefeitura de Teresina, através da Fundação Monsenhor Chaves (FMC), na Lei Federal de Emergência Cultural Aldir Blanc e busca promover um debate com profissionais renomados do universo audiovisual, aprofundando os ensinamentos da área.

“A gente pensou nessa oficina de forma que ela pudesse trazer um pouco de formação na área e aliar isso às experiências pessoais tanto dos organizadores, como dos convidados e inscritos”, afirma Ana Clara Ribeiro, uma das idealizadoras do projeto.

A oficina é gratuita e as aulas são voltadas para jovens e adultos (maiores de 18 anos) com conhecimento prévio sobre o assunto. Ao todo, serão ofertadas 20 vagas e os inscritos estarão sujeitos a uma seleção. Para participar, basta acessar o link disponível nas redes sociais da oficina (@oficinafazdoc) e realizar o cadastro.

O resultado da seleção será divulgado dia 22 deste mês e as aulas iniciam dia 2 de fevereiro. A oficina contará com a participação de Iana Cossoy (roteirista), Joelma Oliveira (produtora), Eliza Capai (diretora), Manoela Ziggiatti (editora), Renato Galamba (agente de vendas) e Josephine Bourgois (Projeto Paradiso).

Sobre a Lei

A Lei Federal nº 14.017/2020, também conhecida como Lei Aldir Blanc, destina o pagamento de um auxílio emergencial a artistas, produtores, técnicos e espaços culturais como forma de auxiliar um dos setores mais afetados pela pandemia do coronavírus.

O “Faz!Doc” é um dos projetos contemplados pela Prefeitura de Teresina na Lei Federal de Emergência Cultural Aldir Blanc

Ação de rua do Balé da Cidade de Teresina fala sobre distanciamento social

Apresentação em praça de Teresina. (Fotos: Claryanna Alves)

A flexibilização do isolamento social é uma realidade em meio a essa pandemia. A população já voltou a sair de casa para trabalhar e realizar outras atividades. No entanto, para muitos, isso criou uma falsa sensação de que não estamos mais em alerta de saúde. Pensando em testar essa saída do isolamento e a vontade de estar próximo, o artista da dança e coreografo do Balé da Cidade de Teresina Adriano Abreu propôs a ação de rua “Comensura”.


“A proposição veio de uma necessidade de estar junto de novo, de testar essa primeira saída em um mundo vivendo com uma pandemia. É vontade de estar próximo, de viver o novo mundo, sabendo que existe uma medida exata que nos distancia”, explica Adriano Abreu.


A ação de rua Comensura já ocupou as praças Rio Branco e João Luís Ferreira em dias distintos. Os bailarinos da Companhia estiveram nesses locais públicos e com grande fluxo de pessoas com o objetivo de criar uma reflexão e conscientização de que ainda estamos em alerta de saúde e que cuidados devem ser tomados. Protegidos dos pés à cabeça, com instrumentos que criam distâncias físicas, os bailarinos nos lembram que a pandemia ainda existe e está novamente ganhando força.
“Comensura representa essa primeira saída nesse novo mundo que permitiu novamente ter o contato e realizar a vontade de estar próximo. Só que essa junção, de sair e de estar próximo, agora tem uma medida exata. Estamos o tempo todo calculando, percebendo e sentindo, mas agora de uma medida certa para se ter de um para o outro”, finaliza Adriano.

Sobre a Companhia
O Balé da Cidade de Teresina é uma companhia pública de Dança Contemporânea que vem atuando no cenário artístico local e nacional, contribuindo com o desenvolvimento e aprofundamento da dança piauiense. Vem aproximando a dança da cidade através da sua atuação compromissada em diferentes ações, como temporadas de apresentações públicas, conversas e formação continuada.
O Balé da Cidade de Teresina conta com 18 bailarinos e é mantido pela Prefeitura Municipal de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves (FMC) e da Associação dos Amigos do Balé da Cidade de Teresina. Tem direção geral de Chica Silva, coordenação artística de Janaína Lobo e ensaios de Carla Fonseca.

Novo diretor do Teatro do Boi promete gestão compartilhada com artistas

Um dos espaços culturais mais tradicionais de Teresina começa o ano de 2021 com nova direção. O Teatro do Boi, localizado na zona Norte da capital tem agora como novo diretor, Josué Nunes, que na cerimônia de posse prometeu aliar as suas experiências com as atividades desenvolvidas na casa de espetáculos.

De acordo com Josué Nunes, a nova gestão terá como foco a ampliação do acesso à cultura e ainda uma maior aproximação com a classe artista da região. “Fiquei muito grato pelo convite e espero contribuir com a sociedade e a classe artística. Sei que enfrentarei alguns desafios, mas irei me empenhar para desenvolver grandes trabalhos no espaço”, afirma Josué Nunes.

O Teatro do Boi é mantido pela Prefeitura de Teresina, através da Fundação Monsenhor Chaves (FMC), e há 33 anos desempenha um importante trabalho artístico na região Norte da cidade promovendo uma vasta programação de eventos e oficinas de arte ao longo de todo o ano.

Para mais informações sobre as atividades desenvolvidas no Teatro do Boi, acesse o site fcmc.pmt.pi.gov.br.

Novo diretor do Teatro do Boi, Josué Nunes, tomou posse hoje Foto: (Ascom/FMC)