FMS promove programação alusiva ao mês de conscientização sobre a hanseníase

FMS promove programação alusiva ao mês de conscientização sobre a hanseníase (Foto: Ascom FMS)

A Ponte Estaiada João Isidoro França, até o dia 29 (quinta-feira), estará iluminando Teresina na cor roxa. Esta é uma das ações organizadas pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) em alusão ao Janeiro Roxo, mês de conscientização sobre a hanseníase. Durante este período, estão sendo promovidas atividades educativas que buscam informar a população sobre os sinais e sintomas da doença, formas de prevenção e a importância do diagnóstico precoce, fundamental para evitar sequelas e incapacidades físicas.

A programação inclui, no dia 28 de janeiro (quarta-feira), o terceiro Treinamento em Hanseníase Clínica com ênfase na Avaliação de Contatos, voltado para médicos e enfermeiros da Atenção Básica. Além disso, está acontecendo uma mobilização especial nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da capital, com palestras educativas, avaliação de contatos de casos acompanhados nos últimos cinco anos, aplicação de testes rápidos, busca ativa de pacientes faltosos e atividades coletivas para avaliação de manchas na pele.

Walfrido Salmito, diretor de Vigilância em Saúde da FMS, ressalta que o que é a doença e como ocorre a transmissão. “A hanseníase é uma doença infectocontagiosa causada pela bactéria Mycobacterium leprae, conhecida como bacilo de Hansen. Ela acomete principalmente a pele e os nervos periféricos, atingindo com maior frequência braços, mãos, pernas e pés. A transmissão acontece pelo contato próximo e prolongado com uma pessoa doente que ainda não iniciou o tratamento, por meio das vias respiratórias, como fala, tosse ou espirros.”

FMS promove programação alusiva ao mês de conscientização sobre a hanseníase (Foto: Ascom FMS)

Em 2024, Teresina registrou 180 casos na população geral, com taxa de detecção de 19,9 por 100 mil habitantes. Entre menores de 14 anos, foram notificados quatro casos, com taxa de 2,3 por 100 mil habitantes. Já em 2025, contabilizaram-se 178 casos na população geral, com taxa de detecção de 19,6 por 100 mil habitantes, e dois casos na população infantil, correspondendo a uma taxa de 1,16 por 100 mil habitantes. “Mesmo com a redução do número de casos nos últimos anos, a hanseníase segue como um relevante problema de saúde pública, reforçando a necessidade de intensificar as ações de vigilância, prevenção e controle da doença, em consonância com as metas da Estratégia Global para Eliminação da Hanseníase até 2030”, afirma Walfrido Salmito.

Onde realizar o tratamento em Teresina

No Brasil, o tratamento é gratuito e disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os pacientes podem realizar o tratamento em domicílio, com acompanhamento regular nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da Fundação Municipal de Saúde (FMS). Para situações mais complexas, a Rede de Atenção à Saúde de Teresina oferece atendimento especializado na Dermatologia do Hospital da Polícia Militar, Hospital Universitário e no Centro Maria Imaculada.

Carreta da Hanseníase realiza atendimentos em Teresina e confirma 7 casos da doença

Carreta da Hanseníase realiza atendimentos em Teresina (Foto: Ascom FMS)

Entre os dias 3 e 5 de junho, a Carreta da Hanseníase, parte do projeto Roda-Hans, esteve em Teresina e realizou 122 atendimentos, com a confirmação de 7 casos da doença. A ação, promovida pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, Fundação Municipal de Saúde (FMS) e o laboratório Novartis, teve como objetivo fortalecer a vigilância ativa e ampliar o acesso ao diagnóstico da hanseníase.

Segundo a médica infectologista e gerente de Epidemiologia da FMS, Amparo Salmito, além do atendimento clínico à população, a iniciativa também qualificou cerca de 80 profissionais da Atenção Básica para manejo clínico em Hanseníase e vigilância de cuidados domiciliares. “Foi uma ação essencial para aprimorar o atendimento realizado na rede de saúde de Teresina e assegurar que mais pessoas tenham acesso ao diagnóstico e tratamento adequado”.

A hanseníase é causada pelo bacilo de Hansen e pode afetar a pele e os nervos periféricos, podendo levar à incapacidades físicas se não for diagnosticada precocemente. Apesar do estigma ainda presente na sociedade, a condição é totalmente curável e o tratamento é disponibilizado pelo SUS.

Em Teresina, os atendimentos especializados ocorrem nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), garantindo acompanhamento contínuo aos pacientes. Para casos mais complexos, as pessoas contam com suporte em instituições como o Hospital da Polícia Militar, Hospital Universitário e o Centro Maria Imaculada.

FMS convoca população com manchas suspeitas para carreta da hanseníase

FMS convoca população para carreta da hanseníase (Foto: Ascom FMS)

A Fundação Municipal de Saúde (FMS), convoca pessoas com manchas suspeitas de hanseníase para o Projeto Roda-Hans, de 3 a 5 de junho, das 8h às 17h, no Polo de Moda Piauí Center (Av. Presidente Getúlio Vargas, 2280 – Morada Nova). Uma carreta equipada, oferecerá atendimento clínico, avaliação dermato-neurológica, orientação à população e encaminhamento de casos suspeitos, além da testagem de contatos domiciliares para detecção precoce da doença.

No dia 2 de junho, nos turnos manhã e tarde, será realizada uma exposição dialogada no auditório do Centro de Formação Odilon Nunes, reunindo membros do Ministério da Saúde e profissionais participantes para troca de conhecimentos e alinhamento das ações do projeto.

A iniciativa é promovida pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, e inclui ações educativas para combater o estigma e disseminar informações corretas sobre a hanseníase. Segundo Amparo Salmito, médica infectologista e gerente de epidemiologia da FMS, esta ação fortalece a vigilância ativa e amplia o acesso ao diagnóstico, especialmente em áreas de maior vulnerabilidade social.

“A hanseníase é causada pelo bacilo de Hansen e pode afetar a pele e os nervos periféricos, levando a incapacidades físicas quando não diagnosticada precocemente. Embora ainda cercada por mitos e estigmas, a doença é totalmente curável. No entanto, continua sendo um problema de saúde pública, exigindo ações intensificadas para sua eliminação”, explica Amparo Salmito.

De acordo com Juliana Raulino, chefe do Núcleo de Doenças Negligenciadas da FMS, o tratamento da hanseníase é realizado nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da FMS, onde os pacientes recebem acompanhamento regular. Em casos mais complexos, a cidade conta com serviços especializados nos Hospitais da Polícia Militar, Universitário e Centro Maria Imaculada.

FMS realiza campanha de conscientização para diagnóstico precoce da Hanseníase

 

Janeiro Roxo, campanha mundial de incentivo ao diagnóstico e tratamento precoce da hanseníase

Uma mancha na pele que não doi, não coça, não arde, não incomoda pode ser perigosa e sinal de hanseníase. A informação é divulgada pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina, durante o Janeiro Roxo, campanha mundial que busca incentivo ao diagnóstico e ao tratamento precoce dessa doença infectocontagiosa e que também pretende combater o preconceito. Ações educativas estão sendo realizadas, além de busca ativa em Hanseníase, durante todo o mês.

Dia 20, a FMS realiza workshop de formação para Agentes Comunitários de Saúde, na Coordenadoria Regional Leste/CMEI Jorge Amado, manhã e tarde. De 20 a 31 de janeiro serão realizadas avaliações de contatos domiciliares de Hanseníase e busca ativa nos seguintes locais: Coordenadoria de Saúde Sul: UBS Irmã Dulce, UBS Nossa Senhora da Paz, UBS São Pedro/Francisco Soares Filho, UBS Santa Clara/Virginia Castelo Branco, Coordenadoria de Saúde Leste: UBS Santa Bárbara/Onesima Nascimento, UBS Planalto Ininga, Coordenadoria de Saúde Norte e Coordenadoria de Saúde Sudeste.

“A hanseníase afeta os nervos e se manifesta por meio de lesões na pele. Entre as complicações da doença, uma pessoa pode ter, por exemplo, problemas de visão e apresentar lesões físicas”, explica Svetlana Coelho, membro do Núcleo de Doenças Negligenciadas da FMS.

Ela explica ainda que a transmissão pode acontecer por gotículas que o paciente, sem tratamento, elimina quando respira, fala, tosse ou espirra. “Os familiares por terem um contato prolongado e íntimo com uma pessoa doente não protegida tem o maior risco de adoecer. É por isso que a FMS realiza periodicamente a vigilância dos contatos, o que significa avaliar as pessoas que convivem com quem tem a doença”, finaliza.

A FMS intensifica as ações de combate à doença em janeiro, mas o trabalho de vigilância acontece durante todo o ano. Em caso de suspeita de mancha, a recomendação é de que a pessoa se dirija à uma das 92 Unidades Básicas de Saúde de Teresina, para ser avaliada e receber o tratamento médico adequado.

FMS e Morhan se unem para acompanhar pacientes de hanseníase

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) é parceira do Movimento de Reintegração das pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan) no projeto De Mãos Dadas na Busca de Direitos e Conhecimentos, que tem por objetivo conhecer as principais dificuldades enfrentadas por pessoas afetadas pela doença, por meio de discussões e reflexões. O lançamento foi hoje (07), em solenidade na sede da Diretoria de Vigilância de Saúde da FMS.

As reflexões serão feitas por meio de rodas de conversa, que serão realizadas em todas as zonas de Teresina com pessoas afetadas pela hanseníase, que estejam em tratamento ou finalizando, além de suas famílias. “Através da escuta, as pessoas terão a oportunidade de apontar problemas e também soluções na qual todas essas questões levantadas e documentadas se tornarão uma estratégia para nortear políticas públicas”, explica Francilene Mesquita, coordenadora do departamento de mulheres do Morhan.

Em Teresina, a FMS disponibiliza o tratamento de hanseníase gratuito, por meio de medicações e acompanhamento disponibilizados pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS). No ano de 2023, foram diagnosticados 195 casos da doença. “A hanseníase na capital está em uma situação controlada, acompanhada e monitorada pela FMS. Prestamos total apoio às pessoas com esta doença e apoiamos a busca de seus direitos”, disse o presidente da FMS, Ítalo Costa.

A Hanseníase é uma doença crônica, causada pela bactéria Mycobacterium leprae, que pode afetar qualquer pessoa. Caracteriza-se por alteração, diminuição ou perda da sensibilidade térmica, dolorosa, tátil e força muscular, principalmente em mãos, braços, pés, pernas e olhos e pode gerar incapacidades permanentes. Diagnosticar cedo é o elemento mais importante para evitar transmissão, complicações e deficiências. “É uma doença que tem cura, de diagnóstico fácil e com tratamento disponível pelo SUS. Com este projeto, estamos empenhados em ter uma redução mais significativa da doença”, comenta Amparo Salmito, gerente de Epidemiologia da FMS.

FMS realiza solenidade de abertura das atividades do Maio Roxo

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) realizará amanhã, 7, a partir das 9h, solenidade de abertura das atividades do mês Maio Roxo, em alusão à Hanseníase e lançamento do projeto “De Mãos Dadas na Busca de Direitos e Conhecimento”. A atividade acontecerá na Diretoria de Vigilância em Saúde (DVS), localizada na Av. Miguel Rosa, 3860 – 3898 – Centro (Sul).

Na ocasião serão apresentados os indicadores da Hanseníase em Teresina; serão abordados os direitos das pessoas com Hanseníase; haverá também a apresentação do projeto “De Mãos Dadas na Busca de Direitos e Conhecimento”. Além de certificações aos colaboradores atuantes na causa da Hanseníase em Teresina.

A Hanseníase é uma doença crônica, causada pela bactéria Mycobacterium leprae, que pode afetar qualquer pessoa. Caracteriza-se por alteração, diminuição ou perda da sensibilidade térmica, dolorosa, tátil e força muscular, principalmente em mãos, braços, pés, pernas e olhos e pode gerar incapacidades permanentes. Diagnosticar cedo é o elemento mais importante para evitar transmissão, complicações e deficiências.

UBS Codipi e Renascença recebem mutirão da hanseníase amanhã (27)

As Unidades Básicas de Saúde (UBS) da Santa Maria da Codipi e Renascença recebem amanhã (27) o mutirão de hanseníase. Das 8h às 12h, as equipes da Fundação Municipal de Saúde (FMS) estarão a postos para avaliar pessoas com manchas que podem ser casos suspeitos da doença. A atividade é o Dia D do mês de conscientização da hanseníase, o Janeiro Roxo.

O mutirão é gratuito e por demanda espontânea, ou seja, sem necessidade de agendamento. Qualquer pessoa que tiver alguma mancha na pele e suspeita de que seja hanseníase pode se dirigir a um dos dois pontos, onde será atendida por profissionais especializados. Em caso positivo, ele inicia imediatamente o tratamento, que é gratuito e oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os pacientes podem ser tratados em casa com supervisão periódica nas UBS.

Hanseníase é uma doença infecciosa, transmissível e que atinge, principalmente, a pele e os nervos periféricos como mãos e pés. A transmissão ocorre pelas vias respiratórias (fala, espirro ou tosse), durante o convívio prolongado com o doente sem tratamento. Tem como sintomas o aparecimento de manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou acastanhadas, com diminuição e/ou perda de sensibilidade, pele seca e queda de pelos. Outros sintomas são dor, sensação de choque, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e pernas; nódulos (caroços) no corpo, avermelhados e dolorosos e diminuição da força muscular das mãos e/ou pés.

Dados parciais da FMS mostram que no ano de 2023 foram diagnosticados 195 casos novos de hanseníase na população geral de Teresina, com uma taxa de detecção de 22,5 casos/100.000 habitantes. Outro indicador que se destaca é a taxa de detecção em casos de menores de 15 anos (Hanseníase Infantil), com nove casos novos, o que corresponde a uma taxa de 4,38 casos/100.000 habitantes. “A prevalência de Hanseníase Infantil significa transmissão recente da doença por possível contato com pessoas doentes não tratadas e manutenção da endemia”, comenta a enfermeira da FMS Svetlana Coelho.

Quanto mais cedo a hanseníase for diagnosticada, mais eficaz será o tratamento. “É longo o espaço de tempo entre o contágio e o aparecimento dos sinais da doença. O paciente deixa de transmitir a doença para seus familiares ao iniciar o tratamento medicamentoso”, esclarece a enfermeira.

FMS promove mutirão de hanseníase no próximo sábado (27)

FMS promove mutirão de hanseníase no próximo sábado (27). Foto: Ascom/FMS

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) promove no próximo sábado (27) um mutirão de avaliação de casos suspeitos de hanseníase. A atividade, alusiva à campanha Janeiro Roxo, acontece em duas Unidades Básicas de Saúde – Santa Maria da Codipi (zona Norte) e Renascença (zona Sudeste) – das 8h às 12h.

Para participar do mutirão a orientação é a de que a pessoa que tiver alguma mancha na pele e suspeita de que seja hanseníase vá a um dos mutirões onde estarão os profissionais especializados para o atendimento. Em caso positivo, ele inicia imediatamente o tratamento, que é gratuito e oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os pacientes podem ser tratados em casa com supervisão periódica nas UBS.

Dados parciais da FMS mostram que no ano de 2023 foram diagnosticados 195 casos novos de hanseníase na população geral de Teresina, com uma taxa de detecção de 22,5 casos/100.000 habitantes. Outro indicador que se destaca é a taxa de detecção em casos de menores de 15 anos (Hanseníase Infantil), com nove casos novos, o que corresponde a uma taxa de 4,38 casos/100.000 habitantes. “A prevalência de Hanseníase Infantil significa transmissão recente da doença por possível contato com pessoas doentes não tratadas e manutenção da endemia”, comenta a enfermeira da FMS, Svetlana Coelho.

Hanseníase é uma doença infecciosa, causada pela Mycobacterium leprae. É transmissível e atinge, principalmente, a pele e os nervos periféricos como mãos e pés. A transmissão ocorre pelas vias respiratórias (fala, espirro ou tosse), durante o convívio prolongado com o doente sem tratamento. Tem como sintomas o aparecimento de manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou acastanhadas, com diminuição e/ou perda de sensibilidade, pele seca e queda de pelos. Outros sintomas são dor, sensação de choque, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e pernas; nódulos (caroços) no corpo, avermelhados e dolorosos e diminuição da força muscular das mãos e/ou pés.

Svetlana Coelho reforça que, quanto mais cedo a doença for diagnosticada, mais eficaz será o tratamento. “É longo o espaço de tempo entre o contágio e o aparecimento dos sinais da doença. O paciente deixa de transmitir a doença para seus familiares ao iniciar o tratamento medicamentoso”, esclarece a enfermeira.

Profissionais da saúde participam de capacitação sobre hanseníase

Teve início nesta segunda-feira (19) e prossegue até o dia 23 próximo a capacitação sobre hanseníase com profissionais da atenção primária de 9 Unidades Básicas de Saúde. Esses profissionais atuam em seis bairros: Água Mineral, Mafrense, Mocambinho, Nova Brasília, Parque Brasil e Santa Maria da Codipi, zona Norte.

A capacitação desta segunda e terça-feira (20) é durante todo o dia na UBS Buenos Aires com a participação de médicos, enfermeiros, agentes comunitários de saúde e contempla aspectos teóricos da doença.

O projeto é do Ministério da Saúde e surgiu a partir das evidências de expressiva redução no diagnóstico de casos da hanseníase no período da pandemia. Alaíde Alves de Amorim, enfermeira apoiadora da Estratégia Saúde da Família Regional Norte, da Fundação Municipal de Saúde (FMS), destaca que esse projeto de capacitação visa ampliar a detecção de casos de hanseníase através da busca ativa nas visitas de rotina dos agentes comunitários de saúde.

“O trabalho de visita de rotina às famílias é utilizado Questionário de Suspeição de Hanseníase (QSH) e avaliado os contatos de casos do período entre 2015 a 2019. Na capacitação temos a participação do médico sanitarista Humberto Barreto, que conduz a capacitação, também foi disponibilizado teste rápidos para hanseníase que serão utilizados na capacitação e implantados brevemente na rotina de avaliação dos contatos de casos hanseníase”, diz a enfermeira.

Cronograma da capacitação

19/09 – UBS Buenos Aires – Manhã e tarde – conteúdo teórico

20/09 – UBS Buenos Aires – Manhã e tarde – (pacientes da UBS Água Mineral)

21/09 – UBS Santa Maria da Codipi – Manhã e tarde (UBS Parque Brasil, Parque Wall Ferraz, Monte Alegre e S. maria da Codipi

22/09 – UBS Mafrense – Manhã e tarde (pacientes das UBS Mafrense e Nova Brasília)

23/09 – UBS Mocambinho – Manhã e tarde (pacientes das UBS Adelino Matos e Mocambinho.

FMS faz busca de pacientes com suspeita de hanseníase

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) está fazendo a avaliação de contato de pacientes com hanseníase para identificar a descoberta de casos novos, diagnosticar casos na fase inicial, evitando sequelas por diagnóstico tardio e quebrar a cadeia de transmissão do bacilo transmissor da hanseníase. A atividade faz parte da Campanha Janeiro Roxo, que chama a atenção para a identificação e tratamento da hanseníase.

Essa ação é realizada por médicos e enfermeiros da Diretoria de Vigilância em Saúde (DVS) com as equipes da Estratégia de Saúde da Família (ESF). O inicio foi dia 19 e prossegue até o dia 28. Nos pacientes, com suspeita,  é realizado exame dermatoneurologico e aplicada a vacina BCG-id quando indicada.

O presidente da FMS, Gilberto Albuquerque, fala sobre a necessidade de identificação de contatos e sobre a hanseníase. “A investigação de contatos domiciliares é uma ação importante de busca ativa de casos novos de Hanseníase. Essa doença é transmitida por meio das vias respiratórias, através da fala, tosse ou espirros de pessoas doentes que ainda não receberam tratamento medicamentoso”, diz.

A enfermeira Lana Coelho, do Núcleo de Doenças Negligenciadas da Diretoria de Vigilância em Saúde (DVS) da FMS, explica que é fator de risco de contaminação a convivência com pessoas infectadas. “As pessoas que convivem ou conviveram com o doente têm maior risco de adoecer pelo contato prolongado no mesmo ambiente domiciliar”, ressalta.

Sobre a ação de identificação de contatos o início foi com a participação dos agentes comunitários de saúde, que receberam treinamento sobre aspectos clínicos da hanseníase e da vigilância de contatos e em seguida realizaram abordagem domiciliar para convocação dos contatos dos casos diagnosticados nos últimos cinco anos.