Cadernos de Teresina nº 35: memória, identidade e a força do Centro de Teresina

Cadernos de Teresina nº 35 (Foto: Ascom FMC)

A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC) dá continuidade ao resgate do acervo da revista Cadernos de Teresina, trazendo nesta semana um olhar detalhado sobre a edição nº 35. Publicada originalmente em março de 2003, este volume é um marco para a preservação das expressões artísticas e da história que compõem o DNA da nossa capital.

O grande enfoque deste episódio é a ocupação dos espaços públicos e a valorização do patrimônio que resiste no centro da cidade. O resumo da matéria foi apresentado pela servidora da FMC, Isabela Maria, que conduz o público por uma viagem através das páginas que registram a alma da nossa gente e as transformações da Teresina do início dos anos 2000.

Nesta edição, a revista reúne artigos e ensaios que buscam fortalecer a identidade local. Através de uma linguagem acessível e um projeto gráfico que já se consolidava como referência, o exemplar 35 traz vozes de intelectuais e artistas que pensam a cidade não apenas como um conjunto de prédios, mas como um lugar de afetos e tradições.

O episódio desta semana foi gravado em dois pontos fundamentais para a história piauiense: o Palácio da Justiça e o Centro Cultural Clube dos Diários. A escolha desses cenários reforça a conexão entre o conteúdo da revista e a vivência real nas ruas de Teresina, convidando o cidadão a redescobrir o Centro Histórico.

Dessa forma, a edição nº 35 dos Cadernos de Teresina reafirma seu papel como um verdadeiro arquivo vivo da nossa cultura. Para ter acesso à revista completa, CLIQUE AQUI!

Museu de História Natural deve ser reativado no Jardim Botânico de Teresina

Equipe da Semam fez visita para avaliar reativação do Museu de História Natural /Fotos: Ascom Semam

O Jardim Botânico de Teresina, zona Norte, é uma das maiores áreas de preservação ambiental da cidade e nesta sexta-feira, 22, recebeu a visita dos técnicos da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semam). O local que foi criado em 2011, ainda está fechado para visitação.

Com mais de 36 hectares de área verde e diversas trilhas ecológicas, o local é um exemplar intocável da floresta nativa do nordeste brasileiro, praticamente sem nenhuma alteração humana.

“Aqui nós temos um potencial muito grande para desenvolver ações de educação ambiental. O Jardim Botânico era referência na pesquisa e cultivo de plantas medicinais, com laboratório de Botânica e herbário, um ambiente excepcional para o estudo acadêmico da medicina tradicional. Além disso, nós tínhamos aqui também um Museu de História Natural que está desativado. Todas essas informações vamos levar até a secretária para pensarmos quais ações podemos implantar para reativar o Parque”, explica Naisis Andrade, gerente do Núcleo de Educação Ambiental (NEA).

Alunos da Escola Municipal Ofélio Leitão aprendem história em visita ao Museu do Piauí

Uma aula diferente levou os alunos da Escola Municipal Ofélio Leitão para uma viagem ao tempo. A turma do 8º ano visitou o Museu do Piauí e aprendeu na prática o conteúdo estudado em sala de aula, especialmente sobre a história do Piauí, com curiosidades e fotos que compõem o rico acervo do local.

A atividade, conduzida pelo professor de história Breno Luan, contou com a participação de 29 estudantes. Segundo o professor, o que mais chamou atenção dos jovens foram os retratos dos governadores piauienses, a arte sacra e alguns artefatos históricos nunca vistos pelo grupo.

“Todas as formas de aprendizagem são válidas, os alunos pedem muito esse tipo de atividade de campo, onde podemos sair um pouco da rotina de sala de aula para explorar o prático. O conteúdo torna-se mais interessante e significativo, abrindo a mente dos alunos. Já estamos pensando em mais aulas assim”, disse o professor Breno.

 

História do livro ‘Sapo Comilão’ desperta a criatividade nas crianças

Ascom\Semec

No Centro Municipal de Educação Infantil Presidente Costa e Silva, zona Sul de Teresina, a prática da leitura é uma atividade constante. Toda a equipe escolar se envolve com diferentes dinâmicas que chamem a atenção das crianças, despertando em cada uma o gosto pelos livros.

O paradidático infantil ‘Sapo Comilão’ foi um dos livros que fez com que os alunos se envolvessem. A equipe da escola preparou um cantinho todo especial, colorido e com ilustrações do personagem principal da história para o momento da leitura.

“O livro conta a história de um sapinho que cansa de comer insetos e se motiva a experimentar novos alimentos. Esta história além de incentivar a crianças a gostarem de ler, traz o ensinamento que diz que devemos experimentar coisas novas. Essa foi uma forma de disseminar cultura e valores, incitar a imaginação e despertar a criatividade”, destacou Maria Ezimar Gomes Pereira, diretora do CMEI.