Escolas municipais são pontos de apoio para cadastramento do auxílio emergencial

Ascom/Semec

Escola municipais de Teresina estão sendo ponto de apoio para a população que tem dúvidas sobre o auxílio emergencial do Governo Federal. A Prefeitura de Teresina está disponibilizando o serviço em 19 unidades de ensino, onde trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados podem buscar mais informações e até realizar o cadastramento.

O auxílio no valor de R$ 600 é um benefício financeiro concedido para fornecer proteção emergencial no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia do coronavírus. A inscrição é realizada online, mas em Teresina uma equipe de entrevistadores sociais está ajudando quem não possui acesso à internet ou teve problemas com a utilização do aplicativo da Caixa.

A ação é da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (SEMCASPI) em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SEMEC). O atendimento acontece no turno da manhã, é rápido e individualizado, respeitando as orientações para evitar filas e aglomerações.

Na Escola Municipal Lunalva Costa, bairro Dirceu II, a entrevistadora social Carla Maria tem atendido cidadãos com dúvidas diversas. Ela destaca a importância do serviço. “Muita gente vem em busca de informações e vamos auxiliando cada uma. Essa descentralização do atendimento evita tumulto e faz diferença para muita gente que estava com problemas na realização do cadastro”, disse.

O secretário municipal de Educação Kleber Montezuma afirmou que as escolas estão preparadas para dar esse suporte. “Estão de portas abertas, criando condições para que todas nas pessoas que têm direito ao benefício possam ser orientadas corretamente, basta levar seus documentos”, conclui.

População pode informar sintomas de coronavírus através do Colab

A Prefeitura de Teresina, através do aplicativo Colab, está realizando uma consulta onde a população pode relatar como está se sentindo e notificar possíveis sintomas de contaminação por coronavírus. A iniciativa faz parte do projeto Brasil sem Corona, que está sendo aplicado em todo o país e visa gerar dados mais completos sobre a situação na cidade, ajudando as prefeituras a tomarem decisões mais eficientes no combate à pandemia.

Para participar da consulta, basta abrir o aplicativo Colab, disponível para celular Android e iOS, e responder as perguntas. O questionário envolve questões como “Você está se sentindo bem?”, ou “Teve contato com alguém que apresentou sintomas?”, entre outras. Esses dados são compilados e apresentados em forma de mapa, mostrando onde há mais concentração de possíveis casos suspeitos. Quanto mais pessoas responderem à consulta diariamente, mais precisas serão as informações que chegarão à Fundação Municipal de Saúde, que poderá assim intensificar as ações onde for necessário.

“Não é possível testar toda a população, então é preciso utilizar outras alternativas para entender melhor a transmissão comunitária. Ao responder à consulta todo dia, o cidadão vai informando sobre como se sente, isso fica registrado na plataforma e a Prefeitura vai tendo esse acompanhamento”, explica Aurélia Araújo, coordenadora da secretaria executiva de planejamento e gestão da SEMPLAN.

Brasil Sem Corona

O Brasil Sem Corona é um movimento que busca ajudar a barrar o coronavírus no Brasil. O Colab, a maior plataforma colaborativa do país, em parceria com a Epitrack, referência internacional para detecção de epidemias, uniram forças com o objetivo de diminuir a disseminação do vírus nas cidades. As plataformas irão mapear os casos de Covid-19 e as regiões com risco de surtos, para ajudar as equipes de saúde das prefeituras e governos estaduais e federal a combater a disseminação do coronavírus.

O Colab é uma ferramenta utilizada pela população para comunicar os problemas do seu bairro ao poder público, criando uma ponte entre o cidadão e a Prefeitura. Com a pandemia do coronavírus, além desta consulta, novas categorias de reclamações foram disponibilizadas, como estabelecimentos comerciais funcionando de forma irregular.

Prefeitura mantém suporte à população em situação de rua com prevenção ao Coronavírus

O Centro Pop, Consultório na Rua e Casa do Caminho, unidades da Prefeitura de Teresina que prestam atendimento à população em situação de rua, estão mantendo o suporte essencial como alimentação e banheiros, além de disponibilizar máscaras, álcool 70 e kits de higienização para os profissionais e usuários do albergue. A forma de atendimento a esse público foi adaptado de acordo com as medidas de prevenção à pandemia de Coronavírus para evitar aglomerações.

O atendimento no Restaurante Popular também está suspenso e a Secretaria Municipal de Cidadania, assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) passou a disponibilizar quentinhas em um carro em pontos estratégicos do Centro de Teresina. Ao todo, são 70 refeições diárias destinadas a este público.

“Diariamente a Semcaspi, em parceria com Fundação Municipal de Saúde (FMS), estará distribuindo quentinhas no Centro da cidade em um veículo, portanto, evitando gerar as aglomerações que tanto nós estamos combatendo nesse momento de pandemia. Outra medida é a disponibilização de álcool na Casa do Caminho, caso algum morador de rua busque para limpeza das mãos a fim de evitar mais contaminações pelo coronavírus”, explica o secretário da Semcaspi, Samuel Silveira.

Mesmo com a suspensão dos atendimentos e acolhimento dos usuários, estas unidades seguem com uma equipe reduzida utilizando máscaras e luvas como equipamentos de proteção individual na ação de distribuição das refeições. A equipe é composta por agentes de proteção social da Semcaspi.

O coordenador da Casa do Caminho, Edson Araújo, afirma que diante dessa situação de isolamento social, as pessoas em situação de rua ficam ainda mais vulneráveis. A Casa manterá o uso dos banheiros aos usuários do serviço de forma controlada.

“Devido à saúde já fragilizada, com imunidade baixa e também devido à ausência de possibilidades na rua, estas pessoas ficam mais vulneráveis ainda. Então, o albergue juntamente com o Centro Pop e Pastoral de Rua acabam sendo pontos de referência para eles, ainda mais neste momento. Estamos direcionando os alimentos e material de higiene que recebemos para os usuários que estão em trânsito na região circunvizinha e, na medida do possível, liberamos os banheiros”, informa.

Teresinenses podem opinar sobre o Plano de Gestão Ambiental e Social para a construção de oito escolas de tempo integral

A Prefeitura de Teresina e a Secretaria Municipal de Educação (Semec) convidam os teresinenses a participarem de uma consulta pública para a construção de 08 escolas de tempo integral na cidade. As unidades de ensino devem atender aproximadamente 9.600 estudantes do Ensino Fundamental. Outras 07 escolas também passarão por reformas para funcionarem como Centros Municipais de Educação Infantil, com capacidade para 3 mil crianças.

Para as obras, a Prefeitura desenvolveu uma parceria com o New Development Bank  – NDB, levando ao Programa de Transformação Urbana e Social por meio da Educação em Teresina – Cidadania inTHEgral. A ideia é, ainda, realizar a requalificação urbanística do entorno das escolas até as paradas de ônibus para os alunos transitarem em segurança, com as ações de: infraestrutura desenvolvida para pedestre; alargamento de calçada; abrigo contra calor e chuva; arborização, jardinagem, acessibilidade. O investimento previsto é de 50 milhões de dólares.

E para aprovação perante o NDB, a Semec abriu um link de consulta pública onde ouve a opinião da população sobre o Plano de Gestão Ambiental e Social. As estruturas são grandiosas e devem transformar o cenário urbanístico das zonas onde serão implementadas. Por isso, os cidadãos poderão opinar sobre o projeto, que também está sendo encaminhado para os órgão ligados ao meio ambiente.

Todo cidadão teresinense, maior de 18 anos, pode acessar o link e participar, até 28 de fevereiro de 2020 através do link: http://semec.teresina.pi.gov.br/formulario/cadastro_formulario.php .

 

Programa Lagoas do Norte orienta população que mora em áreas ribeirinhas

A população que mora em áreas ribeirinhas – margens de lagoas e rios – na zona norte da cidade e que vive em casas com condições precárias estão mais sujeitas aos efeitos das chuvas. As lagoas tendem a encher e algumas casas podem ser atingidas, além do risco de desabamentos. Por conta disso, o Programa Lagoas do Norte orienta que, nesses casos, a população procure a Defesa Civil e a Superintendência de Desenvolvimento Urbano Centro/Norte.

A Defesa Civil está monitorando mais de 50 áreas de risco em toda Teresina. Na região de abrangência do PLN, os bairros Vila Apolônia e Parque Alvorada fazem parte desse monitoramento. O órgão orienta quanto aos riscos da permanência nestas áreas, serviços de atendimento emergencial realizado pelo órgão e ainda sobre os requisitos para inclusão de famílias em situação de vulnerabilidade no Programa Cidade Solidária, um dos serviços assistenciais do município. Qualquer ocorrência de alagamento ou risco de desabamento deve ser feita pelo número 153.

As equipes da SDU Centro/Norte também estão monitorando a situação de casas em toda a região. Cinco famílias já foram encaminhadas para o Programa Cidade Solidária da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Política integradas (Semcaspi). Na SDU, a população pode entrar em contato através do número (86) 3215-7462.

A SDU também mantém o serviço de bombas que auxiliam no controle do nível das águas das lagoas da região. Quando as lagoas enchem, as bombas são acionadas e essa água é levada para o rio. As equipes fazem monitoramento 24 horas por dia nas quatro estações.

 

Viveiros de Teresina disponibilizam mudas gratuitas para a população

A Prefeitura de Teresina, por meio do projeto Teresina Mais Verde, tem trazido mais verde e qualidade de vida à capital. O plantio e distribuição de mudas à população se torna ainda mais favorecido durante as chuvas. As doações são feitas de segunda à sexta, das 7h30 às 11h30, em dois viveiros: um na avenida Raul Lopes, próximo à Ponte da Primavera, zona leste, e outro no Parque Ambiental, no bairro Mocambinho, zona norte.

Clóvis Júnior, coordenador de Arborização do município, enfatiza o papel do verde no contexto atual. “A ideia é arborizar a cidade para dar vida aos nossos espaços coletivos e às casas. Além disso, as plantas são fundamentais para trazer bem-estar à população, purificando o ar e amenizando as mudanças climáticas que elevam as temperaturas”, disse.

No total, 80 mil mudas já foram preparadas e estão disponíveis nos viveiros para doação e a produção ainda continua. Um total de 10 mil já serão destinadas ao plantio, pela própria Prefeitura, em espaços públicos, como praças, avenidas e áreas verdes. A meta é que, até o fim do ano, todas tenham sido plantadas pela cidade. Dentre as espécies disponíveis nos viveiros, há uma variedade de plantas frutíferas, como mangueira, cajá, goiaba, ata, caju, açaí e acerola, e nativas, como os ipês amarelo e roxo, o caneleiro e Gonçalo Alves.

A equipe de arborização tem continuado as ações de pela cidade. Os trabalhos estão sendo realizados na Avenida Poty, que liga o Poty Velho à Santa Maria da Codipi, que está recebendo o plantio de 320 mudas. Na Avenida Sérgio Mota e na Alameda das Conquistas, outras 200 mudas nativas e frutíferas estão sendo plantadas. Mas projeto continua e tem estoque suficiente para atender todo o período chuvoso. “A Prefeitura tem feito um investimento amplo na arborização da cidade. Mas é importante a colaboração das pessoas também. Por isso, disponibilizamos mudas de forma gratuita para a população”, finaliza Clovis Júnior.

Strans escuta população sobre transporte público 

A população de Teresina está sendo ouvida nas consultas públicas sobre mobilidade urbana. Na tarde da última segunda-feira (09) representantes de entidades de deficientes físicos, associações de moradores, sindicatos e estudantes se reuniram para relatarem experiências e darem sugestões sobre o transporte público urbano da capital.

As consultas públicas são realizadas pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) e fazem parte da elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana Sustentável de Teresina (PDMUS). As consultas prosseguem nesta terça (10) pela manhã com o tema trânsito e sistema viário. À tarde o tema é sobre transporte ativo (pedestres e ciclistas).

Na quarta-feira (11) pela manhã será debatido sobre transporte rural, intermunicipal e interestadual e no turno da tarde sobre sustentabilidade (econômica, ambiental e social).

Fernando Gomes, estudante de arquitetura da Universidade Federal do Piauí, destacou a necessidade de Teresina ser planejada também com calçadas para atender as necessidades desde a saída de casa até os pontos de transporte público. “É preciso ter calçada de qualidade, segura e contínua. Se eu fosse um cadeirante não conseguiria me deslocar até um ponto de ônibus, porque existem muitos obstáculos para serem vencidos no percurso”, disse.

Solange Lustosa, integrante da Sociedade de Apoio ao Deficiente Físico (SOADF), destacou a necessidade de qualificação para os trabalhadores dos transportes públicos. “Esses profissionais precisam entender as limitações causadas pela deficiência para atenderem melhor”, relatou.

O ambientalista e membro do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), Francisco Soares, relatou que é necessário  ter fiscalização de vagas para cadeirantes e deficientes. Outros participantes falaram sobre integração de ônibus, preços de tarifas e qualidade do sistema.

O assessor técnico da Strans, Ricardo Freitas, explicou que a elaboração do PDMUS é composto de fases. “Já foi feito o diagnóstico com os dados sobre frota de veículo e dados da cidade, agora estamos na fase do prognóstico com as consultas públicas para ouvir a população, depois teremos audiências públicas para então ser elaborado o Plano Diretor, que deverá ser transformado em lei e ser executado pelos próximos 20 anos”, explicou.

 

93% da população de Teresina aprova o Programa Lagoas do Norte

Foto: Renato Bezerra 

“Antes a gente sentia o preconceito por morar num lugar fedido, cheio de mato, que escondia uma beleza extraordinária: duas lagoas lindas. Hoje, temos orgulho de falar que moramos na melhor área de Teresina”, relata Beronizia Gomes da Silva, moradora do bairro São Joaquim, zona norte da capital. A opinião de Beronizia é compartilhada por 93,43% da população de Teresina, que aprova as obras e ações realizadas pelo Programa Lagoas do Norte.

O Programa também foi associado ao conceito de melhoria da qualidade de vida por 42,27% dos entrevistados. A maioria, 79,26%, também confia que todas as obras programadas pelo Lagoas do Norte serão realizadas.

Os dados foram contabilizado em pesquisa realizada pelo Instituto Amostragem, com um total de 4 mil domicílios visitados neste segundo semestre. O instituto entrevistou a população de todas as regiões, com maior número de questionários aplicados na zona Norte da cidade, área atendida pelo Programa. Segundo o levantamento, 89,29% da população total acredita que o Programa Lagoas do Norte melhora a vida das comunidades atendidas com obras e serviços.

Beronizia mora em uma área que foi transformada durante a primeira fase do Programa, nas proximidades do Parque Lagoas do Norte. A moradora foi testemunha do quanto o planejamento e as obras conseguiram modificar a vida da população. “Há sete anos eu morava em uma área de risco, a 30 metros de um bueiro a céu aberto. Na lateral da minha casa tinha um terreno baldio que era depósito de lixo diário. Depois que o Programa Lagoas do Norte começou, mudou totalmente a capacidade de visão do que a gente tinha antes e do que é hoje”, conta.

Atualmente, o Programa está na sua segunda fase. Entre as obras estão a finalização da construção do Canal do Matadouro; a requalificação urbana e ambiental das lagoas dos Oleiros, Piçarreira, Mazerine e São Joaquim; e ainda a elaboração de um projeto de reestruturação dos diques dos rios Poti e Parnaíba.

Em breve reiniciará a etapa final do Canal do Matadouro, importante intervenção para a região. O projeto prevê finalização da drenagem, requalificação de oito vias de acesso ao canal e a urbanização do local, com instalação de iluminação pública, melhorias habitacionais, bancos, academia popular, paisagismo, playground, ciclovia e passeios. A empresa licitada está iniciando a instalação do canteiro de obras.

“Melhorar a condição de vida das pessoas é a missão primordial do Programa Lagoas do Norte. O resultado dessa pesquisa é extremamente gratificante porque é a certeza de que as pessoas reconhecem isso e enxergam que o nosso propósito é proporcionar uma transformação não apenas física, com obras, mas que essas pessoas possam ter dignidade para o resto de suas vidas”, afirma Márcia Muniz, diretora geral do Lagoas do Norte.

Dentro dessa missão, o Programa Lagoas do Norte acompanha de perto as condições de vida das pessoas que vivem em sua área de abrangência e trabalha sempre para diminuir a quantidade de reassentamentos. Para as famílias que permanecem, os técnicos avaliam as condições de moradia e, caso necessário, são feitas melhorias nos imóveis, como construção ou reforma de banheiros, cozinhas e esgotamento. Para aqueles que não têm condições de permanecer, principalmente levando em conta a insalubridade dos imóveis, são oferecidas três alternativas de reassentamento – indenização, reassentamento monitorado e casa ou apartamento novo no Residencial Parque Brasil.

“Com esse contato e acompanhamento, o Programa cumpre sua missão de garantir que as pessoas que moram na zona norte de Teresina possam viver melhor, com saúde e qualidade de vida”, ressalta a coordenadora do Programa.

Arquivo Público Municipal será nova ferramenta de pesquisa para a população

A partir de 2020, os teresinenses irão contar com uma importante ferramenta de pesquisa: o Arquivo Público Municipal. A criação do novo espaço foi aprovada pela Câmara Municipal de Teresina e sancionada pelo prefeito Firmino Filho nesta semana.

De acordo com o secretário municipal de Administração e Recursos Humanos (SEMA), Nonato Moura, a implantação do arquivo surge da necessidade de modernizar a gestão de documentos e facilitar o acesso às informações públicas, conforme legislação federal, e vai beneficiar diretamente à sociedade, estudantes e pesquisadores.

“O Arquivo é necessário, não apenas por conta do armazenamento de dados e registros dos servidores municipais, mas também para a população ter acesso à pesquisa de forma mais rápida, precisa, para embasar suas consultas com documentos históricos e oficiais”, pondera o gestor.

Com toda a parte legal definida, a Sema agora trabalha para a estruturação física do local. “Vamos criar o manual do Arquivo, iniciar os trabalhos de higienização dos materiais, digitalização, indexação. Vamos estruturar toda a parte física e tecnológica para que, em fevereiro de 2020, a gente possa abrir o prédio para a população”, conclui Nonato Moura.