Parque Lagoas do Norte reúne mais de 250 crianças na 10ª Colônia de Férias

Ascom/ Parque Lagoas do Norte

Celebrando o que já virou uma tradição, o Parque Lagoas do Norte realiza a sua 10ª Colônia de Férias com muita brincadeira e atividades para mais de 250 crianças da zona norte de Teresina. Essa é uma oportunidade também de levar educação ambiental não só para os pequenos, mas também para os pais.

Além das crianças interagirem durante as brincadeiras e atividades educativas, os pais podem participar de uma oficina de confecção de adereços carnavalescos. “Estamos aproveitando que a colônia antecede o Carnaval para oferecer essa oficina aos pais e responsáveis pelas crianças”, afirma Jorgenei Moraes, gerente do Parque Lagoas do Norte.

Com o tema “Juntos fazemos o parque melhor”, a 10ª Colônia de Férias do Lagoas do Norte terá cineminha ambiental, badminton, futebol de campo, handbeach, contação de estórias, brincadeiras de roda (músicas infantis), oficina temática (adereços de Carnaval), teatro de bonecos, escolinha do trânsito, desenho e brincadeiras infantis tradicionais.

A colônia acontecerá no parque entre os dias 29 e 31 de janeiro, das 16h às 18h, finalizando as férias. “Esperamos a criançada para, nesses três dias de muita brincadeira, se divertirem bastante, gastarem muita energia e voltarem às aulas com todo gás”, convida Jorgenei Moraes.

Projeto UPA na Comunidade discute acidentes de trânsito e suicídio

Ascom/FMS

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Satélite, localizada na zona leste de Teresina, tem atendido, frequentemente, pacientes vítimas de acidente de trânsito e tentativa de suicídio. Por isso, passou a levar informações sobre estes assunto para instituições, escolas e população, através de palestras ministradas por uma equipe de diretores da Unidade. Essa é uma forma que o projeto batizado de “UPA na Comunidade” encontrou para aproximar a UPA da sociedade.

Somente entre junho e dezembro de 2019, a UPA do bairro Satélite atendeu, a cada três dias, um caso de pessoas que tentaram suicídio, totalizando 109 atendimentos. Além disso, foram atendidas 1.053 pessoas vítimas de acidentes de trânsito, nesse período. “Nós desenvolvemos um cronograma de palestras para abordar essas temáticas, que são demandas frequentes atendidas na UPA”, explica a diretora da Unidade, Celina Tourinho.

Para ter acesso às palestras da “UPA na Comunidade”, instituições, escolas ou comunidade devem realizar a solicitação formal à coordenação da UPA do Satélite. “O projeto conta com psicólogo, médico e assistente social e irá abranger, inicialmente, cerca de 600 jovens. Essa abertura do canal de diálogo com a comunidade é muito importante e é também uma oportunidade de explicar o funcionamento da UPA”, ressalta Celina.

Celina Tourinho também destacou que o suicídio é um grave problema de saúde pública, que pode ocorrer por vários fatores e, segundo a Organização Mundial de Saúde, 90% dos casos estão atrelados a transtornos mentais. “Precisamos falar de suicídio de maneira correta e útil. A gente não pode divulgar casos isolados, mas pode falar sobre doenças mentais e locais nos quais as pessoas podem buscar tratamento gratuito”.

Já o diretor médico da UPA Satélite, Thybério Giorgy, destacou que são inúmeros os problemas de saúde decorrentes de acidentes de trânsito. “Geralmente, são jovens que se envolvem nestes casos. Quando ficam com sequelas, podem ficar incapacitados e precisarem da assistência do SUS de forma contínua. Diante desse cenário, queremos unir forças para alertar às pessoas sobre os perigos de um acidente e, então, reduzir esses casos e proteger vidas”.

A UPA do Satélite é gerenciada pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) e atende casos de urgência e emergência 24 horas por dia. A Unidade conta com seis consultórios médicos, 16 leitos de observação, quatro leitos de estabilização e dois de isolamento. O atendimento das pessoas não é por ordem de chegada e sim por classificação de risco. Se houver necessidade, o usuário é estabilizado e transferido para outros hospitais da rede.

Semáforos são instalados a partir de análise de tráfego

Ascom/Strans

O desenvolvimento dos grandes centros urbanos resultou no aumento da frota de veículos. Em dez anos, esse número mais que dobrou em Teresina, saindo de 218 mil para 472,6 mil, em 2018. Esse aumento tornou necessárias algumas intervenções viárias para ordenar o trânsito, como a implantação de novos semáforos em vários pontos da cidade.

Nos últimos anos, vias importantes de Teresina tiveram seu trânsito organizado com a ajuda destes dispositivos. Para definir os locais onde os aparelhos são necessários, é feita uma contagem volumétrica dos veículos que transitam na região, como explica o engenheiro da Strans, Lucas Andrade.

“Uma equipe vai até o local onde será instalado o semáforo para verificar o fluxo de veículos. Com a contagem volumétrica temos uma ideia do tempo que terá o semáforo. Em um cruzamento, onde tem mais de um aparelho, a contagem é importante para que se defina o tempo ideal para cada via”, comenta.

Os semáforos nas capitais têm o objetivo de organizar o trânsito, dar fluidez ao tráfego de veículos e prevenir acidentes. Eles servem para orientar os condutores e pedestres ao cruzarem as vias com segurança.

No entanto, mesmo após instalados, estes dispositivos podem apresentar problemas devido à interferência de agentes externos, como ventos fortes, chuvas, falta ou oscilação de energia, problemas eletrônicos nos aparelhos e vandalismo. De acordo com dados da Diretoria de Trânsito e Sistema Viário da Strans, 100 semáforos apresentaram problemas no mês de dezembro do ano anterior por problemas de oscilação e falta de energia.

Lucas Andrade afirma que a maioria dos problemas que levam o semáforo a apagar ou ficar piscante no amarelo são direta e indiretamente ligados às oscilações e falta de energia que acontecem em vários pontos da capital. Também são identificados atos de vandalismo.

“As equipes de manutenção semafórica fazem rondas pela cidade resolvendo os problemas nos semáforos. Às vezes, é preciso apenas resetar o aparelho, ou seja, desligar e ligar de novo. Porém, algumas peças podem queimar por causa das oscilações de energia. Nesse caso, fazemos a substituição. Ventos fortes e chuvas também podem interferir no funcionamento do aparelho”, declara.

A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsitos (Strans) em conjunto com a Equatorial está desenvolvendo estudos para implantar sistemas de nobreak, a fim de minimizar os conflitos no trânsito quando ocorrer oscilação ou falta de energia. A presença dos agentes de trânsito também é fundamental na organização do trânsito nesses casos. A população pode solicitar esse serviço por meio do número 3122-7617.

Centro de Comando e Controle Operacional (CCO)

O Centro de Comando e Controle Operacional (CCO) deve ser entregue no primeiro semestre de 2020.

A Central contará, inicialmente, com 479 câmeras instaladas, através de um sistema de visualização profissional, estação de monitoramento, controle de semáforos, corredores, estações e terminais.

Dessa forma, será mais rápido identificar os pontos onde os semáforos apresentarem problemas e o atendimento também será mais ágil.

Teresina Transforma atinge 500 voluntários e quer atrair mais instituições

Ascom/Semcaspi

O Teresina Transforma, plataforma online de divulgação de vagas de voluntariado, realizou nesta segunda-feira (20) mais um encontro de orientação junto às Organizações Não Governamentais (ONGs) da capital. Com 500 voluntários cadastrados para prestar serviços, o objetivo da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) é atrair mais instituições para o projeto.

“Sabemos do volume de entidades que precisam de ajuda. Queremos que, a partir dos que já estão engajados, consigamos trazer novas ONGs”, afirmou o secretário da Semcaspi, Samuel Silveira, chamando atenção para o fato de que a plataforma tem justamente a missão de unir quem precisa de ajuda a quem pode ajudar.

Durante a reunião, mediada pela Coordenadora de Políticas Integradas da Semcaspi, Débora Ferraz, e pelo secretário Samuel Silveira, foi reforçada a importância de que mais entidades realizem o cadastro, em virtude da grande procura por parte da população teresinense. Débora destacou que, para que o Transforma chegue ao seu potencial extremo, é necessário não apenas o cadastramento por parte das organizações, mas também a movimentação e atualização constante e detalhada de informações para o público. “Deve-se colocar as necessidades, inserir as ações e mobilizar vagas. A população vem entrando em contato pedindo uma maior disponibilidade”, afirmou

O Teresina Transforma faz parte de um movimento nacional chamado Transforma Brasil, que tem uma experiência exitosa na cidade de Recife, onde em cerca de quatro anos a plataforma digital da capital pernambucana cadastrou mais se 180 mil pessoas e acumulou mais de um milhão de horas de trabalho voluntário.

Entre as causas ofertadas pelo Transforma, estão as contempladas por categorias como: “Ações Emergenciais”, “Combate à Pobreza”, “Igualdade de Gênero”, “Proteção Animal”, “Refugiados” e “Saúde”. A plataforma local está no endereço eletrônico teresinatransforma.pmt.pi.gov.br. A população também pode conhecer através do perfil no Instagram: @teresina.transforma.