SMPM articula ações LGTBQIA+ para comunidades em Teresina

No encontro foi debatido sobre a saúde e saúde mental dessas comunidades, em especial, causada pela pandemia da covid-19 Foto(Ascom/SMPM)

A Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) esteve reunida, nesta terça-feira (18), para discutir ações e serviços para a comunidade LGBTQIA+ em Teresina. Foi recebido o Grupo Matizes, que trouxe demandas sobre a população não-binária, lésbicas, mulheres trans e travestis e o Coletivo Corpo Bixa, que visa trazer representatividade não-binária para Teresina.

“Enquanto secretaria, somos cientes da falta de representatividade e preconceitos vividos por essas comunidades, por isso esse momento de escuta é importante para entender as demandas dessa população e em seguida articular projetos e melhorias voltadas às causas”, disse Marcela Portela, secretária executiva da SMPM.

No encontro foi debatido sobre a saúde e saúde mental dessas comunidades, em especial, causada pela pandemia da covid-19. Além de políticas públicas de higiene básica e mental, com enfoque às mulheres encarceradas.

“Em Teresina, há muitas mulheres lésbicas em situação de drogadição e também violência. Com a secretaria, esperamos um apoio para essas mulheres, que vivem em situações de urgência”, ressaltou Marinalva Santana, representante do Grupo Matizes.

Durante a reunião, a secretaria foi convocada a pensar sobre como levar o serviço já ofertado pelo Centro de Referência Esperança Garcia (CREG) para essas mulheres.

Pandemia afeta mais o gênero feminino

Durante a pandemia da covid-19, além do medo em contrair a doença, mulheres vivenciaram a sobrecarga de trabalho dentro de casa. Trabalho, filhos e o serviço doméstico de acordo com o estudo da Organização Gênero e Número, dentro do ambiente doméstico, metade das brasileiras precisaram cuidar de alguém para além das suas atividades obrigatórias.

De acordo com a assistente social da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), Caroline Leal, em tempos de crise humanitária, social ou política, os direitos das mulheres comumente são os mais afetados.

“A mulher teve que se adequar a uma nova rotina durante essa pandemia, observou-se dentro dos lares o aumento da jornada de trabalho, as mulheres tiveram que lidar com o isolamento, trabalho doméstico, o cuidado com o filho, além de conciliar com o trabalho no ambiente de seu lar, em Teresina não foi diferente do restante do Brasil”, afirmou Caroline Leal, assistente social da SMPM.

A advogada Justina Vale, de 43 anos, precisou adotar a rotina home office. Mãe de duas meninas, a servidora pública teve sua rotina intensificada com as atividades domésticas, cuidar das filhas e do trabalho.

“É muito difícil, tem o trabalho, o marido, a limpeza da casa e as preocupações porque o orçamento foi muito afetado. O lar, que antes significava descanso, se tornou cansaço e sobrecarga”, disse.

Tensão e preocupação redobrados foram os sentimentos vividos por Margarida Santana, de 59 anos. Empregada doméstica em Teresina, precisava chegar ao trabalho usando quatro ônibus por dia.

“A trabalhadora doméstica precisa sair de casa para ganhar o sustento e isso causa muito medo. Eu tive muito medo de ser demitida e ficar sem renda. Era medo do vírus, medo do desemprego, fome e necessidade. Nosso “psicológico” fica muito debilitado”, declarou Margarida.

Além disso, a pandemia evidenciou um aumento da violência dentro dos lares. Confinada com o agressor, o Anuário da Segurança Pública do estado do Piauí revelou um aumento de 50% de feminicídio em Teresina, no ano de 2020. No entanto, houve uma queda no registro de boletins de ocorrência, mas segundo dados da Secretaria da Mulher de Teresina, ocorreu o aumento da busca pelo Centro de Referência da Mulher em Situação de Violência – Esperança Garcia.

“Constamos um aumento considerável na procura do atendimento, pois as mulheres em situação de violência, se permitiram buscar ajuda, uma orientação, uma indicação, um atendimento profissional, muito antes de fazerem a denúncia, e o CREG faz parte da rede de atendimento, e por isso acreditamos que por isso as mulheres teresinenses sintam-se mais a vontade de nos procurarem, do que a uma delegacia”, disse a coordenadora do CREG, Roberta Mara.

Foto: Divulgação (Arquivo PMT)

SMPM entrega braceletes para mulheres  do Florescer Salobro

O bracelete ajuda a mulher a entender sobre período fértil e infértil, como também monitorar seu fluxo Fotos(Ascom/SMPM)

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM), em parceria com o projeto Plan International Brasil, entregou nessa quarta-feira (9) cerca de 40 braceletes menstruais para mulheres da comunidade Salobro, zona rural Sul de Teresina.

A ação tem como objetivo conscientizar sobre a saúde e higiene menstrual, como também quebrar tabus sobre a menstruação, por meio dos serviços já prestados dentro do projeto Florescer. Durante o evento, foi realizada a oficina para produção do adereço e debatida a importância da saúde da mulher.

De acordo com Thayná Lima, facilitadora de projetos da Plan International, o bracelete ajuda a mulher a entender sobre período fértil e infértil, como também monitorar seu fluxo.

“Muitas meninas e mulheres não discutem sobre menstruação, o que acaba afastando elas do sistema de saúde. A campanha pretende quebrar esse tabu, aproximando elas da sua saúde e seus corpos”, informou Thayná.

Ciente da proposta, a SMPM abraçou a campanha em benefício das mulheres de Teresina. Outras oficinas e palestras estão agendadas para acontecer dentro dos Serviços Florescer Norte e Sudeste.

“É um projeto que informa e empodera mulheres, por isso, é muito importante para a secretaria estar com essa parceria dentro dos nossos serviços”, frisou Nathalie Ciarlini, psicóloga da SMPM.

Como funcionam os braceletes?

O kit é formado por 28 miçangas. A pulseira, que pode ser customizada, mostra todo o ciclo menstrual, desde os dias de sangramento ao período fértil, sendo caracterizado por miçangas vermelhas (período de sangramento), laranjas (período fértil) e rosas (período infértil).

O bracelete pode ser usado por meninas, mulheres, homens trans, pessoas não binárias e interssexuais que menstruam ou que ainda vão menstruar.

O que é a Plan International
 
A Plan International é uma organização humanitária e de desenvolvimento não governamental e sem fins lucrativos, que promove os direitos das crianças e a igualdade para as meninas. Suas estratégias de incidência política e mobilização social pautam as demandas das meninas em novos espaços do Legislativo, Executivo e na sociedade civil, alcançando todo o território nacional.

Em 2021, a Plan e a marca Intimus realizou a doação de absorventes e protetores diários e milhares de cartilhas sobre educação menstrual para mais de 40 mil mulheres e meninas que vivem em situações de vulnerabilidade em comunidades da Bahia, Piauí, Maranhão e São Paulo. Recentemente, junto à SMPM vem realizando oficinas, palestras e eventos sobre saúde e higiene menstrual para meninas e mulheres de Teresina.

Reunião discute atendimento à mulheres em situação de violência

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas Para Mulheres (SMPM) deu início às reuniões do Fórum Balançando a Rede, nesta segunda-feira (31) para discutir sobre as demandas da Casa Abrigo “Mulher Viva”.

“Discutir ações para a mulher em situação de violência é necessário, para que essa mulher seja atendida de forma humanizada e técnica para esse público”, disse a secretária da SMPM Karla Berger.

Atualmente, a maior demanda do local, que abriga mulheres em situação de risco de morte e em situação de violência doméstica e familiar, é do município de Teresina, por isso a necessidade de dialogar com a rede e articular o atendimento.

“Esse momento se fez de extrema importância para debater as dificuldades do Abrigo, afinal a porta de entrada para as mulheres em situação de violência de Teresina é o Centro de Referência Esperança Garcia (CREG), através da SMPM, afirmou Ana Cleide.

Estiveram presentes no encontro representantes do Centro de Referência a mulheres em situação de violência Esperança Garcia (CREG), o Serviço Florescer, Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres (CMDM), Coordenadoria Estadual de Políticas para Mulheres, Centro de Referência para Mulheres Vítimas de Violência Francisca Trindade, Casa Abrigo Mulher Viva, Defensoria Pública do Estado do Piauí (DPPI), Ministério Público do Piauí (MPPI), Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica, Polícia Militar do Piauí – Patrulha Maria da Penha, Departamento Estadual de Proteção à Mulher, 5ª Vara Cível e Criminal (Maria da Penha), Guarda Maria da Penha, Gerência de Saúde Mental, Gerência de Proteção Social Especializada.

Sobre o Casa Abrigo “Mulher Viva”

Casa Abrigo Mulher Viva foi criada em 2014. É um serviço de proteção às mulheres em situação de violência domestica e familiar e que encontram-se em risco iminente de morte, funcionando em caráter sigiloso e mantido pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos (SASC). A Casa possui capacidade para 20 pessoas entre mulheres e seus filhos, durante o período de até três meses em que estejam em situação de violência e risco de morte. Durante sua estada na casa, as mulheres e as crianças recebem atendimento psicossocial, de saúde e jurídicos, além de participar de oficinas.

Atualmente, a maior demanda do local, que abriga mulheres em situação de risco de morte e em situação de violência doméstica e familiar, é do município de Teresina. Foto Ascom (SMPM)

Secretária da SMPM visita instalações da Casa da Mulher Brasileira do Maranhão

A Secretária Municipal de Políticas Públicas para Mulheres de Teresina (SMPM), Karla Berger, acompanhada da assistente social da secretaria, Caroline Leal, a pedido do prefeito de Teresina Doutor Pessoa, estiveram na capital maranhense para conhecer a Casa da Mulher Brasileira.

“Como vamos administrar em breve a Casa da Mulher Brasileira em Teresina, essa visita é importante para conhecer o funcionamento, entender os desafios que iremos ter”, disse Karla Berger.

A Diretora da Casa da Mulher Brasileira do Maranhão, Susan Rodrigues, ressalta que ficou bastante feliz com a visita e considera que essa troca de informação é essencial e que vai ajudar bastante a SMPM na implantação da casa em Teresina.

Durante a visita, a secretária da SMPM, recebeu o convite da Secretária Estadual da Mulher do Maranhão (SEMU), Nayra Monteiro, para conhecer a sede da SEMU e a rede de atendimento e os projetos executados.

“Essa oportunidade de conhecer o serviço in loco, os instrumentais, conversar com as profissionais e ter essa troca de informação, é muito importante para analisar o que podemos implantar e melhorar, nos serviços desenvolvidos em Teresina”, afirma a assistente social da SMPM, Caroline Leal.

Casa da Mulher Brasileira

Um serviço inovador no atendimento humanizado das mulheres, do Governo Federal, que vai ser administrado pela Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres de Teresina, que integra no mesmo espaço diferentes serviços especializados que atendem aos mais diversos tipos de violência contra as mulheres: Acolhimento e Triagem; Apoio Psicossocial; Delegacia; Juizado Especializado em Violência Doméstica e Familiar contra as Mulheres; Ministério Público, Defensoria Pública; Serviço de Promoção de Autonomia Econômica; Espaço de cuidado das crianças – Brinquedoteca; Alojamento de Passagem e Central de Transportes.

Durante a visita, a secretária da SMPM, Karla Berger conheceu a sede da SEMU/MA. Foto: Ascom (SMPM)

Mulheres atendidas pela SMPM recebem Capacitação Profissional

O primeiro curso de Capacitação Profissional para as mulheres atendidas no Florescer Sudeste iniciou na tarde desta segunda-feira (17) através de uma parceria da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) com a Fundação Wall Ferraz (FWF). O curso ofertado é de Balconista de Farmácia e nele será abordado disciplinas de ética, cidadania, direito saúde, qualidade de vida e empreendedorismo.

“Identificamos a necessidades das mulheres do serviço Florescer terem uma capacitação, pensando nisso, dialogamos com fundação, que disponibilizou as vagas para o nosso público”, disse Iara Carvalho, técnica de articulação da SMPM.

Gleiciane de Souza Oliveira tem trinta anos e está a seis meses desempregada. Ela enxerga no curso a possiblidade de dias melhores e já visualiza até a oportunidade de ter a sua carteira assinada. “Quando você não se profissionaliza, é ruim, afinal o mercado de trabalho exige muito mais da gente a cada dia que passa. Eu creio que com essa oportunidade de aprendizado, vou sair daqui trabalhando”, enfatizou Gleiciane.

A parceira com FWF vai ofertar ainda, cursos de Manicure e Pedicure para as mulheres acompanhadas do Florescer Norte, localizado na bairro Matadouro.

“As alunas irão sair dos cursos totalmente capacitadas para participar de seleções de trabalho, multiplicando assim as suas chances de conseguir um emprego”, concluiu Luana Silva, instrutora do curso.

Foto: Ascom/SMPM

SMPM propõe políticas públicas voltadas para incluir população LGBTQIA+ no mercado de trabalho em Teresina

Nesta segunda-feira (17), a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM) esteve presente em uma audiência pública da Câmara Municipal de Teresina, realizada de forma virtual, para tratar de programas e serviços para a população LGBTQIA+ em Teresina.

No dia 20 de abril, após reunião da secretária Karla Berger com Joseane Borges, presidente do Conselho Estadual LGBTQIA+, a SMPM enviou um pedido à Câmara Municipal de Teresina para realização da audiência, visando discutir a situação de vulnerabilidade das mulheres travestis e transexuais.

A Secretária Executiva, Marcela Portela, afirmou o compromisso da SMPM durante a reunião, principalmente nesta segunda-feira, que se celebra o dia internacional de combate a LGBTIfobia. Em audiência, ela citou os programas já oferecidos pela Secretaria para combater a violência contra esse público.

“São dados preocupantes, e nesta gestão, a SMPM conta com o serviço do Centro de Referência da Mulher em Situação de Violência – Esperança Garcia, onde conta com significativas ampliações, passando a acolher mulheres em diversas violências do tipo lesbofobia, bifobia e transfobia”, declarou a Marcela Portela.

Além disso, a Guarda Municipal Maria da Penha, recentemente passou por processo de qualificação para melhor atuar em casos de violência contra mulheres travestis, transexuais, lésbicas e bissexuais.

Durante a reunião, foi sugerido pela SMPM, um em parceria com a Fundação Wall Ferraz, a criação de cursos de capacitação direcionados para o público LGBTQIA+. Como também, um mapeamento junto à comunidade para colher as necessidades e cursos de interesse dessa população em Teresina.

“É uma forma de inserir essas mulheres dentro do mercado de trabalho, mas também, saber o que de fato essas mulheres gostariam e consideram interessantes para que elas possam ter novas oportunidades na sociedade”, informou Marcela.

Na reunião estiveram presentes os vereadores Venâncio Cardoso, Pollyana Rocha, a deputada Flora Izabel, a coordenadora de Diversidade da Coordenadoria de Estado de Políticas Públicas para Mulheres, Brena Félix, a superitendente de Direitos Humanos da Secretaria de Estado de Assistência Social (Sasc), Janína Mapurunga, e Joseane Borges, gerente de enfretamento a LGBTfobia da Superitendência de Direitos Humanos da Sasc.

SMPM lança Campanha de entrega de braceletes menstruais em Teresina

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM), em parceria com o projeto Plan International Brasil, vai realizar no mês de maio uma campanha em função do Dia Internacional da Higiene Menstrual, marcado pelo dia 28 de maio.

A ação visa atender as comunidades Usina Santana, Parque Brasil e Taboca do Pau Ferrado, onde cerca de 1200 meninas, jovens e mulheres serão beneficiadas, assim como as mulheres atendidas pelos serviços da SMPM.

“Sensibilizar essas comunidades e informar sobre pobreza menstrual, o nosso principal objetivo, afinal, muitas meninas por não saberem e não terem conhecimento, passam o dia com um absorvente, o que pode gerar doenças”, informou Thayná Lima, facilitadora de projetos da Plan International.

Nesta quinta-feira (13), a campanha iniciou com a produção dos braceletes dentro da comunidade Árvores Verdes, na área rural da zona Leste de Teresina. A moradora Célia Miranda, que participou do primeiro evento, ressaltou a importância do projeto dentro da comunidade.

“A gente tá aprendendo para poder passar para nossas filhas, que passarão para suas filhas no futuro, é uma nova forma da gente poder se comunicar com nossas meninas sobre isso. Me sinto empoderada e feliz com esse projeto na comunidade”, disse a moradora.

A SMPM ciente como órgão promotor e articulador de políticas para assegurar os direitos integrais das mulheres, abraçou esta campanha em benefício das mulheres de Teresina.

“Enquanto secretaria, vamos realizar atividades de sensibilização sobre a importância da higiene e saúde menstrual para as mulheres atendidas no Florescer e no Centro de Referência das Mulheres em Situação de Violência Esperança Garcia, além promover e divulgar esses serviços para as comunidades”, disse Caroline Leal, assistente social da SMPM.

A campanha teve ínicio com a produção dos braceletes dentro da comunidade Árvores Verdes, na área rural da zona Leste de Teresina. Foto: Ascom (SMPM)

Mães do Florescer ganham manhã de beleza

O Serviço de Atendimento Integral às Mulheres e suas crianças – Florescer da zona rural de Teresina promoveu uma ação de cidadania para as mães. A atividade aconteceu na última quinta-feira, 13.

O Florescer é vinculado a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), e desenvolve atividades com as mulheres e suas crianças em Teresina.

“Ter essa proximidade com a comunidade, é necessária para ofertar serviços de acordo com a demanda da comunidade e um espaço para escutar e acolher as demandas das mulheres”, declarou a secretária da
SMPM, Karla Berger.

A atividade ocorreu em parceria com Fundação Wall Ferraz, que disponibilizou as mulheres, uma manhã inteira dedicada a beleza, com direito a design de sobrancelha e manicure.

“Uma ação como a que ocorreu hoje, faz com a mulher em situação de vulnerabilidade, olhe mais para ela e cuide da sua autoestima, além de socializar com a comunidade em geral”, afirmou Caroline Leal, técnica referência do serviço Florescer.

Devido a pandemia, as mães dedicam-se ao lar e ficam sobrecarregadas, Caroline Leal acredita que essas atividades é terapêutica para essas mulheres, pois elevam a sua autoestima e o seu bem estar.

“Essa ação faz com eu tenha outra visão e uma ótima oportunidade para cuidar de mim, disse Catarina Sena, mãe atendida pelo Florescer.

A atividade ocorreu em parceria com Fundação Wall Ferraz. Foto: Ascom (SMPM)

SMPM recebe secretária da Mulher do Maranhão e firma parceria

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) recebeu a visita da secretária Estadual da Mulher do Maranhão (SEMU), Nayra Monteiro e da sua gerente de Enfrentamento a Violência, Priscyla Freitas. O encontro aconteceu na sede do órgão, nesta quarta-feira (12).

Fotos: Ascom SMPM

Além de estreitar os laços entre as Secretarias voltadas às Mulheres, o encontro foi também para a um convite ao evento de Articulação da Rede de Atendimento à Mulher do Estado do Maranhão, que acontecerá na próxima segunda-feira (17), no município de Barreirinhas (MA).

“Como gestora, acho importante criar essa articulação e estreitar laços, para que possamos ter essa troca de informação”, ressaltou Nayra Monteiro, secretária da SEMU.

Na próxima terça-feira (18) durante o evento, a gestora e a técnica da SMPM, irão visitar a sede da Casa da Mulher Brasileira em São Luís, com o objetivo de se aproximar do funcionamento, rotina e instrumentais do serviço.

“Uma oportunidade de conhecer os projetos executados pelo estado do Maranhão, além de fortalecer o atendimento entre os estados, especialmente para Teresina, que assim como nosso estado vizinho foi contemplada com a implantação da Casa da Mulher Brasileira”, afirmou Karla Berger.