Prefeitura de Teresina fortalece ações com adolescentes para Selo Unicef

A Prefeitura Municipal de Teresina (PMT), por meio da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), promoveu nesta quarta-feira, (13), no Centro de Formação Odilon Nunes, Bairro Marquês, zona Norte, o I Fórum Comunitário Selo Unicef. O evento reuniu adolescentes do Núcleo de Cidadania de Adolescentes (NUCA-Teresina).

Fotos: Rômulo Piauilino – Semcom

Os adolescentes do NUCA-Teresina seguirão com atividades, oficinas e debates temáticos para concorrer ao Selo Unicef 2021-2024. Atualmente, o NUCA-Teresina possui cerca de 16 adolescentes, sendo oito meninas e oito meninos, entre 12 a 17 anos de idade, e irão discutir questões importantes para o seu desenvolvimento e reivindicar à gestão municipal.

De acordo com o prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, as secretarias envolvidas na iniciativa estão engajadas com a iniciativa e devem fomentar ações que gerem conhecimento e oportunidades.

“Tem uma filosofia que diz ‘o futuro do mundo é a criança e do adolescente’, mas fica só na Constituição e pouco se faz para este público. Se não tem uma base e um alicerce bem feito a casa cai. Nós vamos olhar, de fato, dando direito e deveres para eles, além de fortalecer as ações”, ressaltou.

Segundo Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, a iniciativa é para dar o conhecimento e protagonismo aos adolescentes do NUCA-Teresina, inclusive, na própria gestão municipal.

“O Dr. Pessoa mostra que tem um olhar sensível aos adolescentes, como forma de dar oportunidades. Com o NUCA-Teresina, estes adolescentes integrantes devem ser protagonistas do processo. Desde as escolhas das atividades, temáticas e até ao apresentar suas próprias necessidades. A logomarca do NUCA-Teresina, por exemplo, foi feita por um dos adolescentes, escolhida por meio de votação on-line”, pontuou.

Para André Santos, gerente de Direitos Humanos, o engajamento dos adolescentes no Selo Unicef ajuda a melhorar o atendimento nos serviços da Prefeitura para o público infanto-juvenil.

“O Selo é muito importante porque a gente vai ouvir as crianças e adolescentes do nosso município e são eles quem vai fazer a avaliação de como está a gestão. Nestes quatros anos de gestão, nós teremos o empenho destes jovens cadastrados no NUCA-Teresina e eles farão uma fiscalização e acompanhamento dos serviços. Nada melhor do que eles para dizer quais os problemas que o nosso município enfrenta e daí, melhorarmos ainda mais o atendimento a este público”, pontuou.

PROTAGONISMO

Marcos Antônio da Costa, adolescente do NUCA-Teresina, elaborou uma ideia de logomarca, que ganhou a votação on-line para ser a oficial do NUCA-Teresina.

“Isso é muito importante para mim. É uma honra ter tido a minha logomarca escolhida. Consegui expressar a ideia sobre crianças e adolescentes. Além de incluir temáticas como a diversidade, inteligência, o direito de brincar, de ouvir música, estudar, dançar e a cultura”, destacou.

Dr. Pessoa participa da abertura do 1º Fórum Comunitário do Selo Unicef

O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, participou, na manhã desta quarta-feira (13), da abertura do 1º Fórum Comunitário do Selo Unicef, realizado pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) no Centro de Formação Odilon Nunes, zona Norte de Teresina.

“Cuidar bem das crianças e dos adolescentes é meu compromisso e de todos os gestores públicos. Nossa administração está sempre focada em ações públicas que possam ampliar e dar oportunidade para este segmento da população, principalmente aos que estão em situação de vulnerabilidade”, disse Dr. Pessoa.

A realização do fórum é uma iniciativa que visa a mobilização, organização e criação de espaços e/ou instâncias de participação de adolescentes. Na ocasião, a Gerência de Direitos Humanos (GDH) da Semcaspi também fez o lançamento do Núcleo de Cidadania de Adolescentes (NUCA-Teresina).

O núcleo é um grupo composto por pelo menos 16 adolescentes (oito meninas e oito meninos), de 12 a 17 anos, que se organizam em rede, discutem questões importantes para seu desenvolvimento, implementam ações e levam suas reivindicações à gestão pública municipal.

“Estamos tratando das políticas públicas voltadas para a criança e o adolescente, discutindo o que podemos avançar e melhorar, ver as metas que já conseguimos alcançar e onde poderemos avançar nos próximos anos em questão de políticas públicas voltadas para este segmento”, explicou Allan Cavalcante, da Semcaspi.

Semcaspi promove 1º Fórum Comunitário do Selo Unicef e lançará logomarca do NUCA-Teresina

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), por meio da Gerência de Direitos Humanos (GDH), vai promover o 1º Fórum Comunitário do Selo Unicef, nesta quarta-feira, (13), de 9h às 13h, no Centro de Formação Odilon Nunes, zona Norte de Teresina. Na ocasião, será lançada a logomarca do Núcleo de Cidadania de Adolescentes (NUCA-Teresina).

De acordo com André Santos, gerente de Direitos Humanos (GDH), durante o 1º Fórum Comunitário do Selo Unicef serão apresentadas atividades já desenvolvidas e a logomarca escolhida.

“Como parte da metodologia do Selo Unicef, estamos mobilizando adolescentes a participar do NUCA-Teresina. Dentre as atividades, estão: garantir a realização do direito à participação cidadã de adolescentes; compreender a perspectiva de adolescentes sobre o tema do desafio em questão; ampliar os conhecimentos de adolescentes sobre o tema; descobrir talentos, fomentar habilidades e atitudes e apoiar adolescentes no seu processo de desenvolvimento integral”, pontuou.

Anderson Afelí, mobilizador do Nuca- Selo Unicef, comenta sobre os objetivos do fórum e ações que serão realizadas.
“O fórum comunitário tem que ser realizado em cada municípios, a gente vai debater ações voltadas para as crianças e adolescentes. Todas as secretarias estarão reunidas e cada uma em sua especificidade irá entregar uma ação para ajudar na melhoria dos serviços para o público alvo. Amanhã vai ocorrer o lançamento da logomarca e a apresentação dessas ações, como uma gincana, eles mandam as ações e nós dentro do municípios vamos realizá-las. Vai ser o ponta pé inicial para o município nesse movimento”, ressalta.

Prefeitura de Teresina debate sobre famílias alagadas na Câmara Municipal

As secretarias da Prefeitura Municipal de Teresina (PMT), envolvidas com ações do estado de calamidade pública do período chuvoso em Teresina, participaram na manhã desta terça-feira, (12), de uma audiência pública na Câmara Municipal de Teresina. A pauta, de autoria do vereador Markim Costa, debateu sobre a situação das famílias alagadas pelas chuvas intensas do Bairro Mafrense, zona Norte.

O debate envolveu a Prefeitura Municipal de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Semduh), da Secretaria Municipal de Defesa Civil; e da Superintendência de Ações Administrativas Descentralizadas Norte (SAAD/Norte); além da Defensoria Pública do Estado.

Segundo Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, a Prefeitura tem atuado com o recurso próprio atendendo de forma intensa todas as famílias atingidas pelas enchentes.

“É impossível com um pouco mais de um ano de gestão, solucionar um problema que é histórico que assola a cidade por mais de três décadas. No entanto, quero também registrar o entusiasmo, que ainda este ano a gente possa dar passos largos, com relação a esta problemática das enchentes. Nós estamos atuando com a mesma estrutura que tínhamos, antes das enchentes, conseguindo atender todas as demandas. Só nos três primeiros meses deste ano, já investimento 650 mil reais com o Programa Cidade Solidária”, pontuou.

Edmilson Ferreira, secretário da Semduh, reforça que um dos principais problemas que a Prefeitura enfrenta é atuar sem o apoio do poder Estadual e Federal.

“Nós temos problemas e falta de recursos. A Prefeitura, com esta situação dos alagamentos, está sozinha! Nós recebemos apoio do Estado, apenas com o Corpo de Bombeiros. O poder Federal veio aqui, fez foto e foi embora. Eu entendo a angústia das famílias, mas a prefeitura, através dos seus órgãos tem feito o possível para ter a melhor atuação”, pontuou.

Para Neide Carvalho, Federação das Associações de Moradores, o debate sobre a situação das famílias alagadas deve haver resultados concretos e serem executados de forma efetiva.

“O que nós vivenciamos lá, no Rabo da Cobra, no Bairro Mafrense, foi uma situação que realmente pegou a gente de surpresa, porque aconteceu no mês de dezembro, no início das chuvas. Foram erros que vemos ao longo dos anos! O Rabo da Cobra é um modelo de que quando a gente quer, a gente faz, porque houve a inundação, mas logo após a pressão da comunidade para o poder público, as bombas foram consertadas e reativadas e houve uma limpeza imediata. Não podemos jogar toda a culpa na Comunidade, que não tem acesso à educação, formação e nem as informações”, pontuou.

Fotos: Ascom Semcaspi

Semcaspi convoca mais de 100 famílias acolhedoras a sacar benefício do mês de fevereiro

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) convoca 110 famílias acolhedoras a sacar o benefício referente ao mês de fevereiro deste ano. Ao total, são R$33.000 que deverão ser sacados pelas famílias beneficiadas e estarão disponíveis até 25 de abril deste ano.

Já os benefícios referentes ao mês de março deste ano estão disponíveis e foram pagos para 878 famílias, sendo: 483 benefícios do aluguel social do Programa Cidade Solidária para inscritos neste ano; 217 benefícios do aluguel social de famílias acolhedoras em anos anteriores; e 178 benefícios do Auxílio Financeiro.

Segundo Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, o alerta é para as famílias que estão acolhendo outras famílias, que estavam morando em áreas de risco, a sacar os benefícios ainda disponíveis.

“O nosso prefeito tem dado maior atenção a estas famílias que estão em vulnerabilidade. Por isso, estamos fazendo um alerta para a importância das famílias sacarem estes valores. Caso estes valores não sejam sacados dentro do prazo, retornarão aos cofres públicos municipais e as famílias não poderão mais ter acesso a eles”, esclareceu.

Allan Cavalcante explica que o Programa Cidade Solidária oferece duas modalidades de assistência: acolhimento em unidades da Prefeitura e aluguel social para quem acolhe famílias, que moravam em áreas de risco.

“Como forma emergencial, até que se tenha um destino efetivo para estas famílias, elas estão incluídas em duas modalidades de acolhimento, seja em uma unidade da Prefeitura ou na casa de algum familiar ou amigo, em ambas situações, elas recebem mensalmente: cestas básicas, kits limpeza e kit higiene, já o kit acolhimento é oferecido no primeiro contato, após o cadastro, e de acordo com a necessidade. O diferencial é que quem está acolhido na casa de algum familiar ou amigo, a família que acolhe recebe um valor de R$300”, pontuou.

ACESSO AO BENEFÍCIO

Para quem vai receber pela primeira vez o valor de R$300 do Programa Cidade Solidária, o/a representante da família acolhedora deverá se dirigir à agência do Banco do Brasil, localizada na Praça do Liceu, Centro de Teresina.

Os documentos necessários para ter acesso ao cartão são: RG, NIB (Número de Identificação Bancária) e informar o nome completo do (a) representante acolhida, que está cadastrada no Programa Cidade Solidária. Já quem possui o cartão do benefício, pode realizar o saque do aluguel social em qualquer agência bancária do Banco do Brasil.

Crianças do Centro de Convivência recebem kimonos e faixas para prática do Judô

As crianças assistidas pelo Centro de Convivência “Saber Viver”, localizado no Bairro Matadouro, zona Norte de Teresina, receberam na noite dessa quinta-feira, (07), equipamentos para a prática do Judô. Dentre os materiais entregues, estão: kimonos, faixas e medalhas.

Ao total, 80 crianças praticam judô pelo Centro de Convivência “Saber Viver”, por meio do Projeto “Educando para o Esporte” e a meta é ampliar este número para 100 assistidos.

De acordo com Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, a iniciativa tem cumprido com o objetivo, que é tirar crianças da situação de vulnerabilidade, oferecendo alguma atividade, no caso o esporte.

“O Projeto “Educando para o Esporte” representa inclusão e oportunidade para estas crianças. Então, é um momento de alegria, satisfação e prazer, porque representa a vida da Semcaspi, a vida destas crianças e da Prefeitura e dos parceiros envolvidos, todos unidos no cumprimento do dever social”, ressaltou.

Para Roberto Silva, coordenador geral da Assistência Social da Semcaspi/Funaci, a prática do Judô para estas crianças representa cidadania e que tem conseguido fortalecer vínculos entre as crianças e seus familiares.

“Estamos em festa com este grande projeto que é executado neste Centro de Convivência. O projeto de Judô, que é em parceria com a empresa privada, A Crown, fortalece as ações do poder público. Aqui, a gente pode ver o resgate, o fortalecimento de vínculos, a família participa. A nossa perspectiva não é ter atletas nacionais, mas já está havendo repercussão nacional do trabalho realizado com estas crianças, que estão participando de competições estaduais”, esclareceu.

INCLUSÃO E DISCIPLINA

Maycon Araújo, 13 anos, que está há 04 anos praticando Judô no Centro de Convivência “Saber Viver”, conta que já assumiu a faixa amarela e já competiu em campeonato no Rio de Janeiro.

“Eu amo participar do Projeto, porque o Judô me faz sentir melhor e me dá inspiração e diversão. Me ajudou na minha alimentação, deveres de casa, nas atividades das escolas e estou mais disciplinado. Na escola, as minhas notas aumentaram e a minha dedicação nos estudos aumentaram também”, comentou o pequeno Maycon que irá participar do Campeonato Brasileiro Sub-15, em Belém (PA).

Já Evelyn Ravena, 14 anos, é praticante do Atletismo e decidiu iniciar o Judô no Projeto para reforçar o seu condicionamento físico e pretende competir fora em outros estados.

“Para mim, o Judô representa várias coisas, eu entrei agora e gostei muito. É uma coisa muito legal. Eu estava precisando. Na minha vida melhorou várias coisas, disciplina, respeito, educação, alimentação. A minha mãe sabe o quanto eu gosto de praticar esportes e gostou bastante da ideia de eu participar”, pontuou.

Semcaspi amplia em 87% atendimentos a população em situação de rua

 A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), por meio do Centro de Valorização para a População em Situação de Rua (CVPSR), promoveu, no primeiro trimestre do ano, 4.153 atendimentos a população em situação de rua. Este número aponta para um aumento, quando comparado ao mesmo período do ano passado, com 2.225 atendimentos.

Com o Centro de Valorização para População em Situação de Rua, inaugurado em agosto do ano de 2021 e reuniu os todos serviços já oferecidos para este público, foram contabilizados 1.928 atendimentos a mais, em relação ao primeiro trimestre de 2021, o que representa um aumento em 87% nos atendimentos.

Segundo Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, estes números são resultados do trabalho realizado, dos serviços e da estrutura oferecida no Centro de Valorização para a População em Situação de Rua.

“O nosso prefeito, Dr. Pessoa, tem um olhar sensível para esta população e este projeto, colocado em prática, gerou sim resultados satisfatórios. Na nova unidade, são oferecidos os mesmos serviços que já eram disponibilizados para a população de rua, porém, com acréscimos de outros serviços e melhor estrutura. Antes do funcionamento da unidade, os serviços ficavam descentralizados e uns distantes do outro, o que dificultava o acesso, além da estrutura precária”, esclareceu.

Allan Cavalcante explica que o Centro de Valorização para a População em Situação de Rua veio para humanizar o atendimento, com equipe especializada e estrutura adequada para as necessidades deste público.

“O prédio foi adequado para atender ao máximo as necessidades da população em situação de rua. Seja com atendimentos referentes a encaminhamentos, seja para acolhimentos. A proposta foi humanizar o tratamento oferecido a este público já tão vulnerável, oferecendo refeições, banhos, espaços para lavar roupas, dormitórios confortáveis e climatizados. Para os acolhidos da Casa do Caminho, a gente oferece momentos de lazer, com cinema e oficinas, e sete refeições ao longo do dia, o café da manhã, almoço, janta e os lanches entre estas principais refeições”, pontuou.

ATENDIMENTO EM DADOS

Os dados são da Gerência de Proteção Social Especial (GPSE) divulgados nesta quinta-feira, (07), que registrou os atendimentos realizados, exclusivamente, para a população em situação de rua.

O Centro de Valorização para População em Situação de Rua registrou, de janeiro a março deste ano, um total de 4.153, sendo: 1.239 atendimentos no Centro Pop fez; 107 no Serviço Especializado em Abordagem Social (SEAS); 75 acolhimentos na Casa do Caminho; e 2.732 encaminhamentos gratuitos para o Restaurante Popular de Teresina. Já em 2021, com as unidades descentralizadas, foram 2.225 atendimentos: 439 no Centro Pop; 141 no SEAS; 1.570 encaminhamentos gratuitos para o Restaurante Popular de Teresina.

Semcaspi promove simpósio para debater ações de enfrentamento do trabalho infantil

O evento segue até quinta-feira (7) com o objetivo de debater ações e estratégias de enfrentamento do trabalho infantil Fotos(Ascom/Semcaspi)

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), por meio das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Aepeti), iniciou, nesta quarta-feira (6), no auditório do Centro de Formação Odilon Nunes, zona Norte de Teresina, o simpósio “Trabalho Infantil… que história é essa?”. O evento segue até quinta-feira (7) com o objetivo de debater ações e estratégias de enfrentamento do trabalho infantil na capital.

Segundo Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, a temática merece toda atenção especialmente pela busca de ações que possam erradicar o trabalho infantil.

“Hoje damos início a esse debate, que é um tema muito importante conversar sobre a erradicação do trabalho infantil. Ainda hoje, infelizmente, ainda temos que falar sobre isso. Em pleno século XXI nossas crianças e adolescentes ainda passam por essa situação de trabalhar de forma, às vezes, escravizadas. Então, a gente precisa avançar nesse ponto e nessa política!”, pontuou.

Franciana Beleence, coordenadora do Aepeti, comenta sobre os objetivos do simpósio e a programação a ser realizada nestes dois dias de evento.

“A ideia deste encontro é reunir as pessoas que trabalham com essa violação de direito, que é o trabalho infantil, para que possamos refletir sobre alternativas. “O que é o trabalho infantil?”, “quais são os malefícios?” e “quais são os desafios para enfrentar o trabalho infantil em Teresina?”. Precisamos entender que trabalho infantil não é crime, é uma violência e só será superado quando todos nós, família, sociedade e Estado, por meio de todas as políticas públicas, buscarmos caminhos para a defesa das nossas crianças e adolescentes.”, afirmou.

DEBATES

O simpósio conta com a presença de pessoas que são referências na temática sobre o Trabalho Infantil. Dentre elas: Dr. Antônio de Oliveira Lima, procurador do Trabalho do Ceará e coordenador da Rede Peteca; Dr. Joselice Nunes; promotora da infância e da juventude; e o procurador do Trabalho, Edno Moura.

Semcaspi inicia conversação sobre mudança de prédios com famílias acolhidas em escolas

A Prefeitura de Teresina, através da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) iniciou nesta segunda-feira, (04), a conversação com as famílias, que estão acolhidas em escolas, sobre a necessidade de mudar de prédios. A mudança acontecerá por conta do retorno presencial das aulas nas três escolas e deverá ocorrer até o final da próxima semana.

Ao total, das 56 famílias, que moravam em áreas de risco, 36 estão acolhidas nas escolas municipais. Deste número: cinco estão na Escola Municipal Minha Casa; 18  na Escola Municipal Nova Brasília; e 13 na Escola Municipal Domingos Afonso Mafrense.

Fotos: Ascom Semcaspi

De acordo com Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, a ideia é negociar com as famílias para onde elas serão acolhidas, visando a distância e a estrutura disponível.

“O Prefeito Dr. Pessoa tem buscado da melhor maneira possível avaliar o destino destas famílias. De forma emergencial, para que as aulas presenciais sejam retomadas nestas três escolas, a gente está negociando outros prédios com as famílias envolvidas, para que elas sejam alojadas ou mesmo a inclusão delas no Programa Cidade Solidária”, esclareceu o secretário.

Segundo Graciane Neves, gerente de Proteção Social Especial, até o momento, dois prédios foram apresentados como sugestão e o terceiro espaço está sendo avaliado pelos técnicos.

“É importante frisarmos que independente destas famílias estarem em alojamentos ou acolhidas na casa de alguém, elas seguirão recebendo o devido acompanhamento. No momento, apresentamos dois espaços: O CEU NORTE e o Centro de Convivência NAI Wall Ferraz. Já estamos articulando um terceiro espaço, que seja mais perto da região que eles estão”, pontuou Graciane Neves.

Outros três espaços seguem de acolhimento para as 21 famílias, que moravam em áreas de risco: 12 na Fundação Nossa Senhora da Paz; seis no Centro de Convivência NAI Wall Ferraz; e três no Centro Comunitário dos Oleiros.

Crianças e adolescentes venezuelanos terão atendimento educacional em Teresina

Técnicos da Secretaria Municipal de Educação (Semec) e Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) se reuniram na manhã desta segunda-feira (04), no Centro de Formação Professor Odilon Nunes, para discutir os detalhes finais das estratégias para alfabetização de cerca de 170 venezuelanos e também a EJA (Educação de Jovens e Adultos).

“A Semec elaborou um projeto que terá início ainda neste mês de abril. Inicialmente serão atendidas as crianças de 4 e 5 anos de idade e até o mês de julho será a vez da faixa etária entre 6 e 14 anos ter acesso à educação”, explica a gerente de Proteção Social Especial da Semcaspi, Graciane Neves.

O projeto de Alfabetização Especial elaborado pela equipe da Gerência de Ensino da Semec apresenta uma proposta de agregar em seu processo de aprendizagem de forma lúdica, ações culturais, dentre outras atividades.

“A gente vem dialogando com a Semcaspi com o objetivo de articular melhor o atendimento à comunidade venezuelana, integrando-a na Rede Municipal de Ensino, dando às crianças e adolescente mais dignidade com relação à escolarização. Já vimos os espaços e a melhor forma de atendê-los, tendo um acompanhamento mais sistematizado por parte da Secretaria Municipal de Educação”, garante a gerente de Ensino Fundamental da Semec, Geane Alves.

Foto: Ascom Semec