Alunos da Escola Municipal Lunalva Costa lançam livro de poesias

Ascom/Semec

A noite de quinta-feira (04) foi especial para os estudantes da Escola Municipal Lunalva Costa, no bairro Dirceu II. A turma lançou o livro “A arte de encantar em: rimas e versos”, com direito a autógrafo para pais e amigos, no Teatro João Paulo II.

A obra surgiu com as aulas de língua portuguesa da professora Tatielle Costa e o projeto “Leitura que recria”, mantendo as crianças cada vez mais próximas dos livros. As páginas são recheadas de poesias de 51 estudantes do 1º ao 4º ano do ensino fundamental.

“Os alunos precisam ser estimulados à leitura e, consequentemente, à escrita, despertando a criatividade. Produzir um livro também eleva a autoestima, mostra que temos muitos talentos. Poder contar com as famílias para isso é maravilhoso”, disse Tatielle.

Durante a noite de autógrafos, a equipe gestora e os pais aplaudiram o talento das crianças. Emocionado ao ver a filha Maria Isabelli autografando sua página no livro, o pai Eliomar elogiou a iniciativa da escola.

“Esse momento é maravilhoso porque minha filha sempre gostou de escrever e teve a oportunidade de fazer parte do projeto. É um orgulho para todos nós, quem sabe ela até siga essa carreira no futuro. Sabemos da importância de estarmos presentes na escola, sempre participando e acompanhando a evolução da Isabelli”, finalizou.

Professores elaboram estratégias de superação de dificuldades dos alunos

Ascom/Semec

Os professores de matemática das Escolas Municipais de Teresina participaram, nesta quinta-feira (04), de uma capacitação onde aprenderam a apoiar os alunos na superação de algumas dificuldades. O grupo atua nas turmas do 5º e 9º ano do ensino fundamental e estuda formas de melhorar as habilidades dos alunos.

A formação é conduzida por especialistas do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAED) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Durante o encontro, os professores planejam de acordo com os resultados dos seus alunos no Sistema de Avaliação Educacional de Teresina (SAETHE), que objetiva avaliar o desempenho dos alunos nas disciplinas básicas de Português e Matemática. Os especialistas na área ajudam na compreensão para proporcionar uma prática pedagógica mais eficiente.

O diálogo com os professores de matemática foi no sentido de potencializar estratégias do processo de formação para um melhor desempenho dos estudantes em sala de aula. O objetivo é oferecer condições para que os alunos avancem de uma condição de menos proficientes para mais proficientes.

Giovanna Saraiva, assessora de avaliação da Secretaria Municipal de Educação (SEMEC), explica que as avaliações realizadas com os estudantes, juntamente com as formações oferecidas aos professores, permitem fazer uma comparação extensa entre os anos, porque usa uma metodologia que dá condições de saber como está sendo feita a evolução de aprendizagem dos alunos. “Toda vez que os estudantes de Teresina fazem essa avaliação, demonstram um desempenho melhor por meio dos ensinos dos professores, que têm procurado se aperfeiçoarem cada vez mais. Esse desempenho tem aparecido de forma bem surpreendente,” explica.

Segundo Giovanna, embora os resultados da última avaliação já tenham sido divulgados para os diretores, pedagogos e professores das escolas desde fevereiro, o encontro fecha um ciclo e direciona os trabalhos das escolas para o ano seguinte.

“O corpo pedagógico faz o planejamento para decidir o que ainda pode ser feito com os alunos que foram avaliados, resultando em um desempenho cada vez maior. As avaliações foram realizadas em dezembro de 2018, nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática e, hoje, junto com os professores de matemática, podemos discutir como podemos melhorar o desempenho escolar através de uma pratica pedagógica mais direcionada”, conclui.

Centro Municipal de Atendimento Multidisciplinar completa dois anos

Fazer com que crianças e adolescentes com transtornos e dificuldades de aprendizagem tenham um desenvolvimento maior através das suas habilidades cognitivas, sociais e emocionais, é o objetivo do Centro Municipal de Atendimento Multidisciplinar Professora Ceiça Carvalho (CMAM), que completa dois anos nesse mês de abril.

Daniela Escórcio, diretora do CMAM, comemora os atendimentos enfatizando que em Teresina não existia nenhum centro público voltado para essa área. “Realizamos dois tipos de atendimentos, o médico, com neuropediatra e psiquiatra e temos também o atendimento terapêutico, com psicólogos, psicopedagogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e assistentes sociais”, explica.

O Centro atende crianças e adolescentes com idades entre 5 a 16 anos e que são encaminhados pelas escolas da Rede Municipal de Ensino com suspeita de algum transtorno, como, dislexia, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDH), transtornos emocionais e de fala.

Daniela explica como é feito o tratamento após o diagnóstico médico. “A criança em atendimento médico conforme observação do profissional, que avalia a necessidade, realiza o encaminhamento para o atendimento terapêutico. Essa é a nossa maior diferença, a criança faz o atendimento no próprio Centro com a média de três profissionais”, destaca.

A terapeuta ocupacional Priscila Buhatem, que realiza atendimentos no CMAM desde sua inauguração, explica que o atendimento em forma multidisciplinar trabalha com as crianças e adolescentes no aspecto global, desenvolvendo a mente e o corpo juntos. “O nosso papel é trabalhar com as atividades psicomotoras para preparar os alunos para o seu desempenho escolar”, esclarece.

O CMAM é uma parceria entre a Fundação Municipal de Saúde (FMS), que disponibiliza para as crianças os profissionais capacitados e marcação de consultas quando necessário, com a Secretaria Municipal de Educação (SEMEC) que dá o apoio referente ao material terapêutico utilizado e o feedback das escolas com os resultados escolar dos pacientes.

Outra parceria importante no tratamento das crianças e adolescentes parte da família ou responsável legal. “O nosso trabalho é em tríade, o CMAM, a escola e a família. A escola fica acompanhando junto à família para que a criança não falte aos atendimentos”, enfatiza Daniela.

Yara Nascimento faz parte da equipe de Assistentes Sociais e entende a família como um dos personagens principais de todo o processo. “Criamos o projeto ‘Dialogando com as Famílias’ através de rodas de conversas. É uma forma de reforça a importância do papel deles no tratamento das crianças atendidas e mostrar o quanto isso é valorizado”, diz.

Gorgiana Gomes, mãe de uma das crianças atendidas pelo CMAM compactua com as ideias do projeto. “Aqui é como se fosse uma família. O meu filho é atendido há dois anos e eu vejo muita diferença no comportamento dele. Somos muito bem atendidos e nossas vidas melhoraram”, afirmou a mãe.

Desde sua inauguração em 2017, o CMAM já realizou cerca de 2.468 consultas médicas e 13.690 sessões terapêuticas, com 863 crianças atendidas. “O trabalho é colaborativo em todos os níveis, distribuídos em uma rede de parceiros internos e externos, para que assim seja proporcionado para a criança um bem estar maior com um serviço de qualidade vindo de um grupo de profissionais que se doa ao serviço”, finaliza a diretora Daniela.

Formação com professores de língua portuguesa ensina estratégias para melhorar leitura

Ascom/Semec

Os professores de língua portuguesa das escolas municipais de Teresina participaram hoje (03) de uma capacitação onde aprenderam a apoiar os alunos na superação de algumas dificuldades. O grupo atua nas turmas do 9º ano do Ensino Fundamental e estuda formas de melhorar as habilidades dos alunos, principalmente com leitura e escrita.

A formação é conduzida por especialistas do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Durante o encontro, os professores planejam de acordo com os resultados dos seus alunos no SAETHE, o sistema de avaliação próprio da Prefeitura de Teresina.

O diálogo com os professores de língua portuguesa foi no sentido de potencializar as estratégias do processo de formação do leitor e escritor em sala de aula. O objetivo é oferecer condições para que os alunos avancem de uma condição de menos proficientes para mais proficientes.

“Estamos buscando atingir os padrões de desempenho previstos nas avaliações, para isso é preciso ensinar estratégias de leitura aos estudantes”, explicou a coordenadora de Pesquisa Aplicada a Instrumento de Avaliação do CaEd, Hilda Micarello.

Segundo ela, formar os professores nesse sentido é importante para avançar nos resultados. “Os professores estão no dia a dia, em sala de aula, trabalhando pela melhoria do desempenho dos alunos. À medida que se apropriam dos resultados, eles têm mais instrumentos para conduzir essa prática e superar o que ainda é lacuna”, finalizou.

Amanhã (04), a capacitação no Centro de Formação Odilon Nunes será com os professores de matemática do 9º ano. Os docentes do 5º ano também passam por formação específica.

Técnicos da SEMEC participam de capacitação sobre segurança nas escolas

Buscando estratégias que melhorem a segurança dentro das escolas, um grupo de assistentes sociais da Gerência de Assistência ao Educando da Secretaria Municipal de Educação (SEMEC) participou de curso oferecido através de parceria com a Faculdade Latino Americano de Serviço Social com a temática ‘Capacitação em convivência escolar e metodologia de intervenção’.

O curso foi dividido em três módulos de atividades, teorias, pesquisas e intervenção. O projeto permite a realização de ações através de uma metodologia de intervenção mais sustentável, saindo de diagnósticos baseados no senso comum.

Madalena Leal, gerente de Assistência ao Educando da SEMEC, explica que a qualificação dos profissionais permite uma melhor intervenção. “Ao perceber tipos de violências camufladas como brincadeiras, com o olhar de pesquisador e fundamentação teórica, conseguimos pensar em estratégias diferenciadas e muitos simples para a solução do problema”, disse.

Para trabalhar as ações estratégicas, Madalena conta que foi realizado um diagnóstico sobre os tipos de violência que acontecem dentro das escolas, observando momentos específicos da rotina escolar e realizando questionários e entrevistas com os professores, gestores e os alunos.

Após o diagnóstico dos tipos de violência, a equipe elaborou um plano de ação junto com as escolas envolvidas. “Identificamos que os alunos têm uma relação ótima com os professores, gostam da escola, mas percebemos que na hora do recreio eles ficam muito agitados e soltos. Nossa proposta é um recreio monitorado, com direcionamento, envolvendo toda a equipe da escola,” destacou.

O projeto também conta com a participação da Secretaria Municipal de Politicas Públicas para Mulheres (SMPM), Fundação Municipal de Saúde (FMS), Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Politicas Integradas (SEMCASPI), Casa de Zabelê e Guarda Municipal, que atuaram junto à SEMEC nas escolas municipais Mocambinho, Galileu Veloso, Antônio Dílson Fernandes, Antônio Gayoso e José Nelson de Carvalho, localizadas na zona Norte de Teresina.

Cartilha contra a dengue será distribuída em escolas da região do Lagoas do Norte

Uma força-tarefa da saúde com a educação vai ajudar no combate à dengue na região do Lagoas do Norte, em Teresina. A Fundação Municipal de Saúde (FMS) está contando com o apoio da Secretaria Municipal de Educação (Semec) na elaboração de uma cartilha com orientação sobre o mosquito transmissor da doença.

O material será distribuído em seis Centros Municipais de Educação Infantil e nove escolas municipais do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental. A cartilha tem o formato de história em quadrinhos, criando os “heróis do Lagoas do Norte”, uma alusão ao poder das crianças de serem agentes transformadores.

De maneira divertida, os estudantes aprenderão mais sobre as formas de combater a dengue, passando a serem multiplicadores da ideia. O objetivo é fornecer um material rico e atualizado para que os professores utilizem em sala de aula.

A gerente de vigilância em saúde ambiental e saúde do trabalhador da FMS, Lina Vera, explica que professores e coordenadores pedagógicos das unidades de ensino participarão de oficinas para contribuírem com a sensibilização. “Queremos movimentar toda a comunidade, sendo a escola uma grande aliada nesse processo”, afirma.

Segundo Lina, as cartilhas fazem parte de um projeto da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e devem estar prontas no segundo semestre do ano. “Junto com o material, planejamos oficinas, mutirões e diversas ações nos 13 bairros que compõem o Lagoas do Norte”, disse.

Para Audea Lima, coordenadora de Educação Ambiental da Semec, a iniciativa soma forças nas ações do município. “Estamos sempre trabalhando com as crianças essa temática, usando jogos, brincadeiras e todo tipo de material lúdico que despertem interesse. A ideia é promover a conscientização para que a população faça seu papel junto com os agentes públicos”, conclui.

Capacitação de matemática vai até a Escola Municipal Arthur Medeiros

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Fortalecendo as atividades que mostram a matemática na prática, os professores da Escola Municipal Arthur Medeiros Carneiro, bairro Santana, participaram de mais uma formação da disciplina, mas dessa vez na própria escola.

O trio de formadores do Mathema na Rede Municipal de Teresina foi até a unidade de ensino para uma oficina com os docentes, passando orientações sobre como trabalhar cada conteúdo de forma mais dinâmica em sala de aula. Os formadores Charles Roberto, Ana Lúcia e Stothemes formam a equipe de referência da Secretaria Municipal de Educação (SEMEC) nessa área.

O curso é uma parceria da Semec com a Fundação Lemann e traz métodos pedagógicos inovadores para melhorar a qualidade do ensino da matemática. A parceria da Prefeitura de Teresina com a organização sem fins lucrativos vem proporcionando momentos de construção de estratégias para melhorar a educação na Rede Municipal.

Aulas práticas potencializam o estudo na Escola Municipal João Emílio Falcão

Para facilitar o ensino do conteúdo nas disciplinas de matemática e ciências, os professores da Escola Municipal Jornalista João Emílio Falcão estão explorando cada vez mais o ambiente escolar para além da sala de aula em busca de fugir da rotina e levar mais significado para os conteúdos ensinados. A estratégia vem mantendo os alunos mais interessados e melhorando os resultados.

Segundo Maria do Perpétuo Socorro Carvalho da Silva, diretora da escola, o objetivo é preparar os estudantes para reproduzir na prática o que está sendo estudado em sala de aula. “Sabemos que as crianças aprendem de forma mais significativa quando podem aliar as teorias à prática, então, resolvemos tornar as aulas mais divertidas, trazendo o conteúdo para um formato que elas possam ver, sentir e tocar”, explica.

Para estudar sobre erupção vulcânica, os alunos do 6º ano tiveram uma aula de ciências diferente. O grupo construiu um mini vulcão de argila, recheado com vinagre, corante e bicarbonato de sódio, mistura caseira que leva à erupção. O experimento é um dos mais famosos nas feiras de ciências e costuma prender a atenção dos estudantes. Além de simples e fácil de construir, o vulcão serve para mostrar aos alunos a dinâmica de um grande fenômeno da natureza.

Através do Projeto Matematicando os estudantes também participaram de oficina sobre expressões algébricas, em um momento divertido e diferenciado, mostrando na prática uma forma diferente de aprender matemática.

Ascom Semec

Especialista em educação inclusiva elogia iniciativas da Rede Municipal

O dia 2 de abril é marcado pelo Dia Mundial da Conscientização do Autismo, uma data para derrubar os mitos sobre esse transtorno neurológico que afeta a comunicação e capacidade de aprendizado e adaptação da criança. Somente nas escolas da Prefeitura de Teresina, estão matriculadas mais de 500 crianças autistas.

Ascom Semec

Para fortalecer o apoio aos alunos com esse transtorno, a coordenadora de Educação Inclusiva da Secretaria Municipal de Educação (Semec), Teresa Fortes, participou da X Jornada de Autismo do Piauí, organizada pela Associação de Amigos dos Autistas (AMA). O evento destacou este ano a união de parceiros para a inclusão, destacando o papel da escola, família e terapeutas.

Um dos convidados da Jornada foi o educador paulista Lucelmo Lacerda de Brito, que é especialista em políticas de inclusão e pesquisador do Transtorno do Espectro Autista (TEA) no contexto escolar. Lucelmo aproveitou a viagem à Teresina para conhecer uma sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE) da Rede Municipal de Educação.

O pesquisador visitou, no fim de semana, a Escola Municipal Ministro Ruben Ludwig, no bairro Pedra Mole. A diretora e a professora de AEE mostraram os diferentes recursos utilizados no contraturno para auxiliar os alunos especiais, principalmente os autistas.

“Ele ficou bastante impressionado com o trabalho de inclusão desenvolvido nas unidades de ensino. Hoje contamos com ações que tornam o ambiente escolar acessível e acolhedor para todos os alunos, respeitando suas especificidades. Essa troca de experiências foi bastante proveitosa, a escola mostrou como faz e o Lucelmo deixou dicas valiosas”, concluiu Teresa Fortes.

Oficina mostra como desenhos dos alunos passam mensagens sobre suas dificuldades

Para entender como simples desenhos feitos pelas crianças podem representar sentimentos, desejos e angústias, profissionais do Centro Municipal de Atendimento Multidisciplinar Professora Ceiça Carvalho (CMAM) e da educação inclusiva da Secretaria Municipal de Educação (Semec) participaram de uma oficina promovida pela Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp) – Seção Piauí.

O diálogo foi sobre o desenho como sistema de representação, onde a psicopedagoga Maria da Santidade Lopes abordou a importância do olhar para a representação gráfica das crianças. Maria Santidade é especialista em avaliação da aprendizagem e explicou que as crianças podem passar diversas mensagens por meio dos traços na folha de papel. “Os educadores têm no desenho uma fonte de comunicação que lhe possibilita uma análise dos percursos do desenvolvimento infantil, pois é um jeito de mostrar a relação com o mundo”, afirma.

O CMAM, que atua no atendimento de estudantes da Rede Municipal de Ensino com transtornos de aprendizagem, mantém uma equipe de multiprofissionais antenadas com as novidades que podem ajudar no processo de desenvolvimento dos alunos. Participaram da oficina a psicopedagoga Alcione Maria e a psicóloga Andreia Leite, além da chefe da Divisão de Educação Inclusiva da Semec, Teresa Fortes.

A atividade também é parte de uma parceria que teve início no ano passado, reunindo Prefeitura de Teresina, Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e ABPp. O projeto Colmeia do Aprender é um esforço coletivo para a superação das dificuldades de aprendizagem dos estudantes de escolas públicas. Atualmente, 16 alunos são atendidos gratuitamente no projeto.

Para Cristina Miranda, coordenadora da Associação de Psicopedagogia, a parceria traz resultados significativos no avanço das crianças. “É uma parceria extremamente importante e que já mostra resultados concretos, por isso estamos trabalhando em várias vertentes, com a proposta de ampliar. É um olhar conjunto e atento pelo bem das nossas crianças”, conclui.

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