Trata-se de uma pessoa, de 24 anos de idade, que viajou recentemente para vários países, inclusive esteve no aeroporto da França, e apresentou sintomas compatíveis com a doença.
Trata-se de uma pessoa, de 24 anos de idade, que viajou recentemente para vários países, inclusive esteve no aeroporto da França, e apresentou sintomas compatíveis com a doença.
Ascom/Semcaspi
“Antes a gente lutava muito. Produzia, mas se acabava ali na areia porque não tinha como a gente sair para vender. Depois que começou a feira, melhorou muito”, afirma Rosinete Pinheiro de Sousa, de 60 anos. Ela participa da Feira da Agricultura Familiar do Município desde 2016, mas trabalha com horticultura há 15 anos no Povoado Ave Verde. Em março, a feira completa quatro anos de existência e, ao longo destes anos, tem sido a principal fonte de renda para muitas famílias teresinenses que residem na zona rural.
Toda sexta-feira, o dia de trabalho da Francisca Ribeiro de Araújo Lima, de 47 anos, começa bem cedo. A horticultora acorda às 3h da manhã para finalizar a organização da sua mercadoria e aguardar o carro da Prefeitura de Teresina, que vai buscá-la no Assentamento Alegria. “A gente começa a se organizar na praça 5h30, 6h os clientes já estão chegando. Dependendo do que a gente traz, eu faço R$400 ou R$500 por feira. Eu tenho dois filhos e meu marido que trabalha comigo. Da feira eu sustento minha família”, afirma Francisca.
As feiras têm como objetivo incentivar a comercialização dos produtos agroecológicos produzidos nas comunidades rurais que integram o Projeto de Transição de Produção Convencional para Produção Orgânica no município de Teresina e gerar renda para as famílias. O cronograma do evento é dividido em dois locais. Na segunda e na última sexta-feira do mês acontece na Praça Rio Branco e na primeira e penúltima sexta-feira é a vez da Universidade Federal do Piauí receber os agricultores.
A presidente da Comissão Municipal de Agroecologia e Produção Orgânica (CMAPO), Carlota Joaquina de Sousa Rosal, destaca que a realização das feiras livres possibilita desenvolvimento sustentável e maior segurança alimentar para os consumidores. “As feiras de base agroecológica, na Praça Rio Branco e na UFPI, se configuram como um espaço de comercialização, de troca de experiência e de acesso à cultura. Essas feiras contribuem muito para a melhoria de vida das famílias agricultoras de nosso município e dos consumidores teresinenses, pois oferece produtos de isentos de agrotóxicos”, explica.
A assistente social Conceição Andréa Lopes Teixeira, da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) e coordenadora da CMAPO, explica que o trabalho realizado nas comunidades utiliza metodologias participativas que buscam o envolvimento dos produtores de modo mais consciente na transição da forma tradicional de produzir alimentos para a forma agroecológica.
“Nós fomos vendo quais as comunidades que tinham potencialidades, pois a legislação de orgânica não permite produção em área urbana por conta da condição da área, como índices de contaminação do solo, presença de esgotos e poluição do ar. Também foi utilizada uma metodologia de diagnóstico rápido-participativo; com o processo, eles percebem que são seres participantes e sujeitos da ação. Nós os incentivamos e, hoje, todas as comunidades têm associações formalizadas e mantém um caixa para terem independência financeira”, afirma.
O trabalho da assistência social junto às famílias que trabalham com agroecologia em Teresina engloba diversas áreas que envolvem diretamente sociedade, sustentabilidade e alimentação saudável, visando garantir direitos que dão dignidade à vida dessas pessoas e trabalha com a perspectiva de promover relações sociais justas e saudáveis. Conceição Andréa Lopes ainda destaca que a agroecologia é um posicionamento político que se preocupa com as relações sociais e o meio ambiente.
“A agroecologia preza pela preservação da saúde dos trabalhadores e pela não existência de exploração de trabalho, por isso apoia a produção familiar. A agroecologia é regida por princípios. Um deles trata diretamente das relações, entre horticultores e horticultoras, agricultores e agricultoras, em que as condições individuais e de grupo têm que ser respeitadas. A alimentação saudável e a preservação do meio ambiente possibilitam que os agricultores produzam mais, dessa forma, eles terão uma condição financeira melhor e também uma melhor qualidade de vida”, finaliza a assistente social.
Há mais de 20 anos trabalhando com cultivo no Assentamento Alegria, Domingos Mariano de Sousa participa do projeto há quatro anos. Para ele, a produção agroecológica é muito importante tanto para quem consome como para quem produz e também para o meio ambiente. “Hoje trabalhamos de forma mais saudável, bom para a natureza, bom para se alimentar e bom para quem trabalha porque a gente trabalha com segurança. Somos responsáveis por alimentar as pessoas com um alimento saudável, que é muito bom para quem produz como para quem vai consumir um produto limpo”, declara o agricultor.
Recentemente, o prefeito Firmino Filho entregou a obra de revitalização do campo agrícola com sistema de irrigação do Assentamento Alegria, e há mais dois campos sendo revitalizados. Na ocasião, o prefeito também oficializou a entrega de 10 triciclos e materiais de plantio, por meio de convênio com a Fundação Banco do Brasil, que irá beneficiar todas as comunidades assistidas pelo projeto. As comunidades rurais que fazem parte do Projeto são: Vale da Esperança, Camboa 1, Camboa 2, Ave Verde, Assentamento 17 de Abril, Cerâmica Cil, Alegria, Soim 1, Soim 2 e Serra do Gavião.
A Feira da Agricultura Familiar é organizada pela Comissão Municipal de Agroecologia e Produção Orgânica (CMAPO), órgão vinculado administrativamente à Superintendência de Desenvolvimento Rural de Teresina (SDR), e pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), através da Gerência de Segurança Alimentar e Nutrição (GSAN), em parceria com o Ministério da Agricultura, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e Universidade Federal do Piauí (UFPI).
Já os limites de crédito para financiamento de máquinas e equipamentos sobem para R$ 10.000,00, com a carência de 90 dias para o primeiro pagamento
Os contribuintes que possuem débitos com o município têm até esta sexta-feira (28) para aderirem ao Programa de Pagamento Incentivado (PPI), que oferece descontos e condições especiais de pagamento.
As dívidas que podem ser renegociadas através do PPI são de IPTU, ISS (inclusive do Simples Nacional, desde que enviados pela Receita Federal ou PGFN para cobrança pela Prefeitura de Teresina), ITBI, taxas, multas das SDUs, Gevisa e/ou Semam. Estão excluídos do programa multas de trânsito, custas judiciais, alienação de área, outorga onerosa e direito de construir, multas contratuais e indenizações por dano ao patrimônio.
Descontos
Quem for quitar o débito à vista terá desconto de 100% em juros e multas. Já quem optar pelo parcelamento pode dividir o débito em até 90 vezes, com descontos que chegam a 40% em juros e multas; ou dividir em até 12 vezes com descontos de até 80% em juros e multas.
Alexandre Castelo Branco, coordenador especial da Receita do Município, explica que os débitos tributários sofrem incidência de 1% de juros de mora, 0,33% ao dia de multas de mora, que chegam até o máximo de 20%, além de atualização monetária (IPCA-e) e honorários advocatícios, a partir da inscrição em dívida ativa. “O programa oferece descontos em cima de todo esse montante de juros e multas, por isso, é uma boa oportunidade para a regularização de quem esteja inadimplente”, pondera.
Como aderir
Os interessados em aderir ao PPI podem realizar simulações de parcelamento ou o pagamento à vista pela internet, através do endereço eletrônico: siat.teresina.pi.gov.br/portal-web. O contribuinte pode ainda se dirigir a uma das centrais de atendimento ao público, seja a CAP Centro, localizada por trás do Palácio da Cidade, ou na CAP Leste, situada no Espaço Show Automall, na Avenida João XXIII. Ambas funcionam de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h. O telefone: (86) 3215-7561 também está disponível para mais informações.

Ascom/FMCMC
Nos últimos anos, Teresina vem apresentando um Carnaval mais democrático atendendo a todos os tipos de público e nas mais diferentes regiões. Essa descentralização está atraindo cada vez mais os olhares da população para a folia realizada na capital. Uma prova disso é que, nesta edição, as festas levaram multidões para as ruas e avenidas.
Buscando incentivar a participação popular no Carnaval local através dos bloquinhos de rua, a Prefeitura de Teresina por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, contemplou 25 projetos para fazerem parte da programação de Carnaval. Ao longo dos quatro dias de folia, o público pode aproveitar a festa nos mais diversos estilos e ritmos, de maneira que a tornou bem mais inclusiva e popular.
“Seguimos com essa estratégia de investir nos projetos desenvolvidos nas comunidades, de forma que as pessoas possam aproveitar o Carnaval em qualquer zona da cidade e temos notado que isso está dando certo. A participação das pessoas na folia tem fortalecido a festa local e percebemos que, neste ano, as pessoas optaram por permanecer e aproveitar o Carnaval na capital”, afirma o presidente da FMC, Luis Carlos Alves.
Já consagrados, os blocos como o Capote da Madrugada, Sanatório Geral, Vaca Atolada e Paçoca foram responsáveis por trazer uma festa mais tradicional, mas sem esquecer de sempre se reinventar. Confete, marchinhas e o principal, muita alegria, não faltaram durante os dias de festa.
“A festa foi ótima! Extremamente contagiante. Tivemos a presença de muitas famílias acompanhadas de crianças e idosos. Vimos as pessoas brincarem e se divertirem bastante e nós estamos satisfeitos com o resultado da nossa folia”, afirma Messias Júnior, organizador do bloco do Paçoca.
Inteiramente gratuitos, os bloquinhos de rua ocuparam vários pontos públicos que, diariamente, são esquecidos ou vistos apenas como locais de tráfego de veículos. A festa, não só divertiu, como também revitalizou espaços artísticos e culturais existentes na cidade.
Os estreantes tiveram uma boa receptividade dos foliões. O Bloco Stouradas, por exemplo, conseguiu reunir milhares de pessoas na praça do Liceu trazendo um Carnaval irreverente com apresentações de DJ’s já conhecidos pelos jovens adultos da cidade, além de competições de Vogue.
“O Stouradas é uma festa que acompanho a muito tempo e não pude perder a estreia do bloquinho. Acho até que deveria fazer parte da programação de Carnaval de Teresina, por ser uma festa mais inclusiva e com um estilo diferente das demais”, afirma o estudante, Álvaro Sousa.

Ascom/Strans
Os trabalhos de divulgação sobre o Sistema Inthegra nas paradas e corredores da zona Norte e Centro da capital já começaram. A ação, que acontece em dois turnos através de equipes do “Posso Ajudar?”, visa esclarecer à população o funcionamento dos terminais de integração.
As equipes estão distribuídas nos bairros da zona Norte, nas principais praças e pontos do Centro. O trabalho também será feito nos terminais de integração e nas estações.
O Diretor de Transportes Públicos da Strans, Adriano Barreto, explica que o início de operação dos terminais Rui Barbosa e Buenos Aires no sábado (29), exige um trabalho de campo de divulgação de como funciona o sistema.
“O funcionamento dos dois terminais da região Norte exige esse trabalho de campo de divulgação. Serão distribuídos panfletos e guias informativos sobre as linhas e funcionamento do sistema”, pontua Adriano.

Ascom/FMS
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realizou 425 atendimentos no carnaval, no período entre sábado (21) e quarta-feira de cinzas (26). Desse total, 167 corresponderam a pessoas em situação de urgência clínica, 16 eram vítimas de agressão física, e 86 se envolveram em acidentes de trânsito, revelando uma média de 17 acidentados por dia. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (27), pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina.
O levantamento mostrou o perfil das pessoas vítimas de acidente de trânsito, atendidas pelo SAMU nesse período carnavalesco. A maioria dos atendimentos (28%) correspondeu a pacientes do sexo masculino, com idade entre 20 e 34 anos de idade. “Essas pessoas jovens, em idade reprodutiva, podem ficar com sequelas e ter a sua vida profissional e pessoal comprometida ou mesmo irem a óbito. É preciso a colaboração de todos para mudar essa realidade”, afirma o presidente da FMS, Charles Silveira.
Segundo a diretora geral do SAMU, Francina Amorim, uma das medidas para reduzir os acidentes é a conscientização das pessoas quanto ao cumprimento da legislação. “O uso de equipamentos de proteção, por exemplo, pode evitar danos irreversíveis ou mesmo o óbito. É necessário utilizá-los sempre, mesmo que os condutores façam pequenos trajetos no trânsito”, informou. Ela explica ainda que, caso ocorra acidente de trânsito, deve-se manter a calma e acionar o Serviço.
Neste período do carnaval, a FMS informa que o SAMU também registrou atendimento a 29 pessoas em situação de urgência psiquiátrica, 17 gestantes em urgência obstétrica e 30 pessoas que levaram queda da própria altura. Houve ainda uma pessoa vítima de afogamento, um de choque elétrico e duas vítimas de envenenamento. As ambulâncias de suporte avançado também realizaram a transferência de paciente com quadro de saúde grave entre hospitais da rede de saúde da capital.
O SAMU é um programa do Governo Federal, administrado pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) e que presta atendimento em casos de urgência clínica, traumática, obstétrica e psiquiátrica. Atualmente, são 11 ambulâncias que ficam estrategicamente distribuídas na cidade, sendo oito de suporte básico e três de suporte avançado, além de quatro motolâncias, que são motos pilotadas por técnicos de enfermagem. Para acionar o serviço, basta a população ligar para o número gratuito 192.

A atleta teresinense Ana Carolina da Paz Lima acaba de conquistar medalha de ouro com seu time de beach handball na Austrália. Durante a comemoração, Carol gravou vídeo lembrando do tempo em que treinava nas areias da quadra do Parque Lagoas do Norte e ressaltou a importância desse espaço como instrumento de inclusão social e interação comunitária.
A competição aconteceu na cidade de Gold Coast, no estado de Queensland, na Austrália. Carol conta que foram 13 times ao todo e a final foi contra um time do Japão. “Foi um jogo bem diferente, a gente não estava acostumada porque as meninas tem estatura menor, mas jogam muito e são muito rápidas”, comenta.
No decorrer do vídeo, a atleta afirma que o esporte é um importante instrumento de inclusão social. Para ela, a existência do Parque Lagoas do Norte na comunidade é primordial para que crianças e adolescentes tenham oportunidade.
“E eu estou aqui para dizer para vocês da importância do beach handball na inclusão social, na prática esportiva, na divulgação de talentos e parques esportivos. Quero frisar a importância do Parque Lagoas do Norte, que é o lugar onde eu treinei e que é fundamental para o esporte e para o beach handball, para o lazer da comunidade. É fundamental também que aconteçam competições nesses lugares para atrair a atenção da criançada, para elas verem no esporte uma oportunidade de se divertir, de aprender os valores de disciplina, respeito, que é o que eu aprendi”, ressalta.

O gerente comercial Daniel Santos de Sousa precisava recorrer de uma multa, mas como trabalha o dia inteiro não estava encontrando tempo para ir até a sede da Strans (Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito). A solução veio através dos serviços eletrônicos oferecidos pela Prefeitura de Teresina, por meio do aplicativo Teresinense Digital, que agora será reforçado após a adesão ao Gov.br, projeto do governo federal de digitalização e informatização dos serviços públicos.
Com a parceria, a proposta é reunir em um único site todos os serviços que hoje são disponibilizados através do aplicativo e do site da Prefeitura de Teresina, o que vai facilitar ainda mais a vida da população teresinense. “Através do convênio, vamos conseguir acelerar a disponibilização destes serviços para o cidadão. O governo federal vai nos disponibilizar ferramentas e software que eles já compraram, além de financiamento para a implantação destes projetos de digitalização. Teremos ainda consultoria e apoio na elaboração da estratégia para a digitalização destes serviços”, explicou Eduardo Aguiar, presidente Prodater (Empresa de Processamento de Dados de Teresina).
Quem festeja esse tipo de iniciativa é o cidadão teresinense, que terá economia de tempo e conforto na hora de buscar os serviços oferecidos pelo poder público municipal. “Veja só o quanto é bom o custo-benefício para o cidadão do uso da tecnologia para ter acesso a alguns serviços públicos. Para isso bastou a gestão pública querer e pensar em algo que melhorasse o serviço para nós”, avalia o gerente comercial Daniel Santos.
Para o jornalista Felipe Farias, o Teresinense Digital também foi sinônimo de praticidade e facilidade na hora de solicitar serviços oferecidos pela Prefeitura de Teresina. “Eu faço de onde eu estiver, do meu celular, sem gastar tempo, sem filas, sem esperas. Então isso me ajudou muito, pois deu mais praticidade para resolver estes problemas”, afirmou.

As novas professoras de turmas do Maternal II da Rede Municipal de Teresina participam nesta quinta-feira (27) de capacitação no Centro de Formação Odilon Nunes, recebendo orientações para o trabalho na Educação Infantil do município. As 137 estagiárias atuarão em turmas formadas com crianças de 3 anos de idade.
O encontro é para apresentar a sequencia didática de 2020 e os objetivos de aprendizagem da criança. O trabalho realizado nos Centros Municipais de Educação Infantil é famoso por estimular as crianças à leitura e escrita com brincadeiras, jogos e contações de histórias, apresentando resultados de excelência na alfabetização dos alunos.
De acordo com a gerente de Educação Infantil da Secretaria Municipal de Educação (Semec), Sammya Ribeiro, é importante alinhar o time para que potencializem as habilidades das crianças em sala de aula. “Temos um planejamento estruturado para todo o ano, ajudando as crianças a entenderem regras básicas de convivência, se reconhecerem como parte do mundo, produzir arte e até experimentar tentativas de escrita”, conta Sammya.
O secretário de Educação Kleber Montezuma participou da formação e deu boas-vindas ao grupo, ressaltando a importância dos professores para o acesso das crianças aos primeiros anos da vida escolar.
“São fundamentais para essa ampliação no número de vagas da Educação Infantil. Temos mais de 7 mil crianças matriculadas no Maternal II. E mais que quantidade, precisamos das professoras engajadas no atendimento de qualidade. São parte importante do movimento para que as coisas aconteçam”, pontua.