Próxima edição do Meu Bairro é Vivo acontece neste sábado (14) no Bairro Itaperu

A próxima edição do projeto Meu Bairro é Vivo acontecerá neste sábado (14), das 17h às 19h, na Praça do Itaperu, localizada na Rua Primeiro de Novembro, próximo ao Centro Educacional Masculino – CEM, na zona Norte.

O Itaperu é o terceiro bairro contemplado com as ações, que, além de diversas atrações culturais, como apresentações de bandas, danças e peças de teatro, contará com oficinas e feiras de artesanato. As atividades do projeto têm como finalidade estimular os moradores a utilizarem melhor as praças e espaços públicos, promovendo a revitalização desses locais.

Entre as novidades da edição está um bazar organizado por um grupo de mulheres empreendedoras, indicado pela Secretaria Municipal de Economia Solidária (Semest), uma das parceiras do projeto. Segundo a coordenadora, Eliene Costa, a ideia continuará para as próximas edições.

O Meu Bairro é Vivo é parte integrante das ações do programa Vila Bairro Segurança, voltado a fortalecer a segurança em espaços públicos nos bairros de Teresina através da inclusão social por meio da promoção de cultura. O projeto é conduzido pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) em parceria com outras secretarias e fundações vinculadas à Prefeitura de Teresina.

Suicídio é tema de roda de conversa com os servidores municipais

Os servidores da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos (Sema) participam, nesta sexta-feira (13), de uma roda de conversa sobre a campanha Setembro Amarelo, que conscientiza sobre a prevenção do suicídio. O encontro está marcado para as 11h, no auditório da pasta, e deve reunir servidores de outras secretarias do município.

Para intermediar a conversa, a Sema convidou um representante do Centro Débora Mesquita. A ONG tem por objetivo informar e sensibilizar a sociedade sobre causas, sintomas e tratamentos disponíveis para os transtornos psíquicos, e atua tanto na prevenção quanto na posvenção do suicídio.

Nildene Lages, assistente social do Núcleo de Desenvolvimento de Recursos Humanos da Sema (Nuderh), reforça a importância de discutir o tema. “O suicídio ainda é um tabu na sociedade e precisamos desmistificar, conversar para poder prevenir e ajudar o próximo”, considera.

Setembro Amarelo

Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, em parceria com o Conselho Federal de Medicina – CFM, organiza nacionalmente o Setembro Amarelo. O dia 10 deste mês é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a campanha acontece durante todo o ano.

São registrados cerca de 12 mil suicídios todos os anos no Brasil e mais de 1 milhão no mundo. Trata-se de uma triste realidade, que registra cada vez mais casos, principalmente entre os jovens. Cerca de 96,8% dos casos de suicídio estavam relacionados a transtornos mentais. Em primeiro lugar está a depressão, seguida do transtorno bipolar e abuso de substâncias.

Venezuelanos participam de seminário sobre indígenas Warao na UFPI

Os migrantes venezuelanos estão participando do Seminário Indígenas Warao: Direitos e Práticas de Acolhimento e Proteção. O evento segue até o dia 13 de setembro e tem como objetivo refletir sobre a situação dos refugiados que estão residindo em Teresina. O debate acontece no auditório Noé Mendes do Centro de Ciências Humanas e Letras (CCHL) da Universidade Federal do Piauí.

O coordenador do abrigo do CSU do bairro Buenos Aires, Charles Oliveira, elencou que dentro da programação do encontro serão realizadas conferências, minicurso, palestra, grupo de discussão, mesas-redondas e exposição de artesanato produzido pelos venezuelanos dentro dos abrigos.

“Estamos apresentando a sociedade o comportamento sociocultural deles. Eles saíram de um local de Delta onde realizavam a pesca, caça e buscavam frutas na floresta. É interessante entender o impacto dessa mudança com a realidade urbana de outro país que eles tiveram que se submeter. Neste Seminário, teremos a oportunidade de ouvi-los e conhecer um pouco da cultura deles através do material que eles aproveitam dentro do abrigo” disse o coordenador.

A coordenadora geral do evento, professora Carmen Lúcia Silva Lima, destacou que o encontro vai estimular uma discussão aberta sobre a situação dos refugiados e desfazer manifestações preconceituosas por parte da sociedade brasileira.

“O debate quer desfazer essas ideias equivocadas e manifestações preconceituosas contra os venezuelanos. Eles desejam falar de sua cultura e identidade, dos motivos da migração e dos problemas que enfrentam no momento. Nós acreditamos que o evento será bem sucedido”, afirma.

Além dos professores e alunos da UFPI, o evento conta ainda com representantes da Secretaria municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) da Prefeitura Municipal de Teresina, do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR/ONU), Fundação Nacional do Índio (FUNAI), Defensoria Pública da União (DPU), Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espirito Santo (APOINME), Instituto Federal do Piauí (IFPI), Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos (SASC), Superintendência de Relações Sociais (SUPRES) do Governo do Estado do Piauí e do Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública do Piauí e Cáritas Arquidiocesana.

Prefeitura busca parceria com Tribunal de Justiça para criação de centros de conciliação

Ascom/Semcaspi

A Prefeitura de Teresina busca aproximar cada vez mais a população dos serviços de cidadania prestados através do projeto Teresina em Ação. Para isso, o secretário municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas, Samuel Silveira, esteve reunido com a coordenadora do Núcleo Permanente de Solução de Conflitos (Nupemec-PI), a juíza Lucicleide Belo, para discutir a ampliação da parceria com o Tribunal de Justiça.

Na ocasião, visando descentralizar e ampliar a cobertura jurídica para a população teresinense, o secretário Samuel Silveira sugeriu a criação e instalação de núcleos permanentes da Nupemec de atendimento à população nos Centros de Artes e Esportes Unificados (CEUs), onde ficam localizados os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), nos bairros Portal da Alegria e Santa Maria da Codipi.

“Nosso intuito é instalar, de forma permanente, tanto no CEU Sul quanto no CEU Norte, centros de conciliação em uma parceria do Poder Judiciário com a Prefeitura de Teresina para que esse serviço, tão bem prestado mensalmente no Teresina em Ação, seja disponibilizado às pessoas de uma forma mais ampla, plena e diária. Nosso objetivo é promover o acesso às conciliações, a arbitragem e a facilitação de conflitos, atendendo de forma mais eficaz a população que eventualmente passa por um problema que pode ser resolvido pela maneira mais rápida”, explicou Samuel Silveira.

Segundo a coordenadora do Nupemec, Lucicleide, a criação e instalação dos núcleos no Portal da Alegria e Santa Maria da Codipi é uma iniciativa louvável da Prefeitura de Teresina com o TJ-PI para tornar definitivo este tipo de prestação de serviço de cidadania às comunidades diariamente.

“Com a parceria, os centros de conciliação estarão mais perto das comunidades, ou seja, uma pessoa que tenha um conflito não precisará se deslocar para o centro da cidade para ir ao fórum. Além de todas as atividades judiciais que a gente desenvolve, há também a parte de cidadania, que são as orientações aos cidadãos sobre seus direitos, a orientação de como retificar certidão de nascimento, casamentos comunitários. Esse serviço cada vez mais próximo do cidadão é uma iniciativa excelente”, afirmou a coordenadora.

Os serviços na área da conciliação e mediação pré-processual e processual, informações e tira-dúvidas sobre mediação judicial e mediação digital são algumas das atividades já oferecidas nas edições do Teresina em Ação, através da Semcaspi, em parceria com o TJ-PI.

Família Acolhedora participa de manhã no Circo Americano

Ascom/Semcaspi

A equipe do programa Família Acolhedora participou, nesta terça-feira (10), de uma ação realizada pela TV Clube que levou o público de diversos centros socioassistenciais do município, para um espetáculo no Circo Americano. O programa trata-se de uma ação de acolhimento temporária, referenciada pela Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi).

Segundo Lorenna Batista, gerente executiva do Família Acolhedora em Teresina, ações como a de hoje são momentos importantes para o processo de reabilitação. “A manhã foi muito especial. Os sorrisos das nossas crianças são a prova de como essas ações valem a pena. Somos gratos pelo convite e pela experiência inesquecível que proporcionaram às crianças”, destaca.

Por meio do programa, a criança contemplada, que pode ter de 13 a 18 anos, é transferida a uma família cadastrada que, durante a estadia, é acompanhada por uma equipe técnica. Enquanto isso, os responsáveis de origem passam por uma série de ações socioassistenciais, realizada por uma equipe formada por assistentes sociais e psicólogos. Com o objetivo de promover a reintegração adequada da criança acolhida são realizadas visitas ocasionais durante o atendimento. Por motivos de segurança, a família acolhedora tem seu anonimato garantido.

O serviço oferece bolsa-auxílio às famílias interessadas em receber uma criança. A bolsa é de R$ 500, ou R$750, caso a criança possua alguma necessidade especial, e deve ser utilizada para o custeamento do bem-estar do acolhido.

Os interessados em fazer parte da ação solidária podem entrar em contato pelo telefone (86) 3131-4751 e agendar uma entrevista com a equipe técnica. Entre os principais critérios, estão: residir em Teresina, ser maior de idade (com 21 anos ou mais), ter disponibilidade afetiva para cuidar de crianças ou adolescentes, não apresentar problemas psiquiátricos, não ser dependente de substâncias psicoativas e não responder a processo judicial.

Além do telefone, o Família Solidária também pode ser alcançado pelas redes sociais, no Instagram @familiaacolhedora1.

Diretores analisam resultados de leitura e escrita dos alunos no Alfabetiza Teresina

Ascom/ SEMEC

Diretores das escolas da Prefeitura de Teresina com turmas do 1º e 2º ano do ensino fundamental participaram hoje (10), da 4ª Reunião Gerencial do Projeto Alfabetiza Teresina. Os encontros são para análise de resultados e planejamento das intervenções que farão as escolas alcançarem a meta de 100% dos alunos alfabetizados.

O Alfabetiza Teresina é uma das ações desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Educação (Semec) com as unidades de ensino para potencializar as habilidades de leitura e escrita dos alunos, fortalecendo o ciclo de alfabetização. Na prática, as crianças estão criando o hábito de ler com prazer todos os dias.

Durante a reunião com os gestores, a coordenadora Carmem Portela desafiou o grupo a comparar os resultados atuais com os meses anteriores. O comparativo ajuda a perceber quais alunos precisam de uma força a mais para melhorar o rendimento. “Queremos todas as crianças alfabetizadas ao final do 1º ano, para isso damos todo o suporte necessário, como a presença de assistentes de alfabetização, formação dos professores, monitoramento e avaliação. As escolas têm sido parceiras nesse trabalho”, conta.

Segundo Carmem, as ações intensificadas nessa área posicionam Teresina como referência no Brasil. “O Alfabetiza Teresina foi um divisor de águas, pois enquanto o próprio Ministério da Educação estipula o 3º ano como base da alfabetização, temos nossos alunos lendo e escrevendo aos sete anos de idade, ainda no 1º ano. Se a rede privada consegue, nós também queremos na rede municipal. Temos orgulho dos nossos resultados”, conclui.

FMS notifica 327 casos de tentativa de suicídio e divulga rede de assistência

Ascom/ FMS

Hoje (10) é o dia mundial de prevenção do suicídio. Em alusão à data, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) divulga lista de estabelecimentos de saúde que contribuem com a prevenção desse grave problema de saúde pública, para que pessoas com ideações suicidas e familiares saibam onde buscar tratamento gratuito em Teresina.

Segundo dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), somente no primeiro semestre esse ano, foram notificados 327 casos de tentativa de suicídio na capital piauiense. Já o Sistema de Informação de Mortalidade (SIM) aponta que houve redução de 14% de casos de suicídios em Teresina, nos primeiros seis meses desse ano, se comparado ao mesmo período do ano anterior.

“Nesse momento, a FMS está fortalecendo a rede de saúde mental para aperfeiçoar o atendimento às pessoas que precisam desses serviços. Temos o PROVIDA, os ambulatórios e os CAPS. Mas sabemos que, com conhecimento e uma atitude acolhedora, todos podem contribuir com a prevenção do suicídio”, afirma o presidente da FMS, Charles Silveira.

O suicídio é um grave problema de saúde pública, que pode ocorrer por vários fatores e, segundo a Organização Mundial de Saúde, 90% dos casos estão atrelados a transtornos mentais. “É preciso discutir, quebrar tabus, porque não falar sobre suicídio é tão nocivo quanto falar de maneira errada. A gente não pode divulgar casos isolados, mas pode falar sobre doenças mentais e onde buscar tratamento”, explica Luanna Bueno, gerente de saúde mental FMS.

“Para combater o suicídio, é preciso que a população comece a prestar atenção no próximo. Se a pessoa fala que quer morrer, que a vida não tem sentido ou começa a se isolar, pode ser sinal de que tem algo errado. Precisamos ajudá-la, estar disposto a ouvi-la sem julgamentos. É um trabalho em conjunto, que envolve todos, inclusive a família e a rede de assistência”, explica Naiana Martins, psicóloga do PROVIDA.

Segundo o psiquiatra do CAPS e do CMAM da FMS, Francisco de Brito, a notificação dos casos de suicídio pelos serviços de saúde e escolas é fundamental. “A notificação também contribui para garantia da assistência adequada, instiga a rede de saúde a organizar mecanismos de prevenção e une vários órgãos, como saúde, educação, imprensa e política, para sensibilizar a população sobre o tema”.

Conheça a rede de assistência à saúde mental da FMS:

PROVIDA  – ambulatório especializado que atende especificamente pessoas que tentaram suicídio e que fica localizado dentro do Centro de Saúde Lineu Araújo. O local funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h e atende por demanda espontânea. Recentemente, a FMS ampliou a quantidade de psicólogos e psiquiatras que atuam nesse ambulatório.

 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) – atendem pessoas com transtornos mentais severos e possuem equipe composta por psiquiatra, psicólogo, enfermeiro, terapeuta ocupacional, assistente social e equipe de apoio. Nestes locais, são realizadas atividades em grupo, atendimentos individuais, oficinas terapêuticas e atendimento à família.

Unidades Básicas de Saúde – podem atender casos de transtornos mentais leves e possuem médicos e enfermeiros capacitados para esse tipo de atendimento. Se houver necessidade, na própria Unidade, a pessoa faz a marcação para se consultar com psicólogos e psiquiatras nos ambulatórios espalhados em Teresina.

SAMU 192 – Em caso de urgência psiquiátrica, como surto psicótico ou tentativa de suicídio, a população pode acionar o SAMU, por meio do número gratuito 192 ou ir por meios próprios para o Hospital Areolino de Abreu, que possui psiquiatras 24 horas e é o hospital referência em atendimento de urgência psiquiátrica. Outra opção é se dirigir aos CAPS.

Centro de Valorização da Vida (CVV) – telefone 188; Centro Débora Mesquita (CDM) – telefone: (86)99827-3343/ 98894-5742;  e Grupo Apoio Contato e Esperança (GRACE) – telefone: (86)3237-0077/3237-0202 são organizações filantrópicas que contribuem com a prevenção e posvenção do suicídio em Teresina.

Semplan apresentará plano diretor para associação de engenheiros

A Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (SEMPLAN) realizará, nesta quinta-feira (12), uma palestra para apresentar aos profissionais da construção civil a proposta do Novo Plano Diretor de Teresina. O evento acontecerá no auditório do CREA-PI (Praça do Fripisa), às 18h, e faz parte de um ciclo de debates promovidos pela Associação Brasileira de Engenheiros Civis – Piauí (ABENC-PI).

A secretária executiva de Planejamento Urbano da SEMPLAN, Jhamille Almeida, apresentará a palestra. Ela conta que eventos como esse são importantes para atualizar os profissionais da construção civil sobre a nova legislação que vai vigorar na cidade.

“Nossa intenção com essa palestra é apresentar a proposta do novo plano diretor de Teresina para aqueles profissionais que recebem de forma indireta o impacto da nova proposta de legislação. São profissionais que não podemos considerar como construtores ativos, mas consideramos que suas atuações englobam essas diretrizes. Profissionais que, por exemplo, lecionam sobre as diretrizes de uso, ocupação e parcelamento do solo. Outro aspecto importante é que as opiniões e discussões sobre a proposta do plano diretor serão expandidas, e quem sabe, possivelmente incorporadas em uma futura audiência pública sobre o tema”, comenta.

Ricardo Freitas, diretor da Associação Brasileira de Engenheiros Civis Piauí (ABENC-PI), relata que os profissionais associados estão atentos paras as mudanças. “Com a mudança do plano diretor todo o mercado imobiliário se reconfigura. Outras possibilidades de empreendimento e negócios podem surgir. Daí a importância, para que os nossos colegas já estejam familiarizados com as mudanças legislativas”, conclui.

Projeto Banda Escola recebe doações do Programa Lagoas do Norte

Ascom/FMCMC

O projeto Banda Escola receberá repasses para a compra de novos instrumentos. Em reunião na manhã desta terça-feira (10), no Palácio da Música, representantes do Programa Lagoas do Norte e da Fundação Monsenhor Chaves discutiram a distribuição dos itens, que visam desenvolver ainda mais atividades de inclusão social, oferecendo oportunidades para jovens em situação de vulnerabilidade na região Norte da capital.

O Programa Lagoas do Norte é constituído por três componentes: o primeiro é voltado para a modernização e desenvolvimento urbano; o segundo é focado na questão urbanística-ambiental da região; e a terceira parte é revertida para o desenvolvimento econômico e social, dando apoio à iniciativas como o projeto Banda Escola. Por meio da aquisição de novos equipamentos musicais e buscando ampliar a capacidade de atendimento, esse incentivo é importante para educação e cultura dos jovens assistidos.

“Esse apoio é fundamental, pois mais crianças terão a chance de aprender e poder ingressar na vida musical, além de podermos desenvolver ainda o lado intelectual e humano deles. Isso vai marcar a vida desses jovens”, conta Gustavo Cipriano, coordenador do projeto Banda Escola.

Sendo uma das grandes atrações do Desfile de 7 de Setembro, o projeto Banda Escola da Prefeitura de Teresina, desenvolvido pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FMC), atende mais de 400 crianças e adolescentes das escolas municipais. Ele visa a integração social de jovens da periferia da cidade através da música, priorizando aqueles que estão com baixo rendimento escolar, distorção de idade ou que se encontram fora da escola.

Neste ano, o Banda Escola celebra os seus 31 anos de formação de músicos. De caráter comunitário e inclusivo, cada participante tem a oportunidade de aprender um instrumento musical de sopro ou percussão que compõe a estrutura da banda de música que já faz parte do coração de Teresina.