Prefeitura lança licitação para Programa de Capacitação Institucional para a Resiliência Urbana

A Prefeitura de Teresina, através da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (Semplan), publicou aviso de licitação/concorrência pública para o Programa de Capacitação Institucional em Gestão da Informação e Inovação para a Resiliência Urbana.

O objetivo é a contratação de pessoa jurídica para ministrar o Programa de Capacitação Institucional em Gestão da Informação e Inovação para a Resiliência Urbana. O projeto é gerido pelo departamento da Secretaria de Planejamento, Agenda Teresina 2030.

O recebimento de envelopes segue até às 11h, do dia 13 de Agosto. A entrega deve acontecer no prédio da SEMA – Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos, localizada na Rua Firmino Pires, nº 121, Edifício Deolindo Couto, Térreo, Bairro Centro/Norte, Teresina-PI, CEP 64.000-070.

Para prevenir a disseminação da Covid-19, as sessões presenciais serão substituídas por sessões de videoconferência, que serão realizadas em sala virtual aberta ao público, garantindo-se a publicidade e transparência dos atos. O link para participação encontra-se disponível no site https://antigo-sema.pmt.pi.gov.br/ ou deverá ser solicitado exclusivamente para o e-mail: comissaocompras.sema@pmt.pi.gov.br.

Retirada do Edital

O Edital e seus elementos constitutivos encontram-se disponíveis no site do TCE-PI (www.tce.pi.gov.br) e https://antigo-sema.pmt.pi.gov.br/cp-no02-2020/, ou através de solicitação pelo e-mail comissaocompras.sema@pmt.pi.gov.br.

Desenvolvimento de protótipos marca nova fase do Desafio #MOVETERESINA

A Prefeitura de Teresina, através da Agenda Teresina 2030 (Departamento da Secretaria Municipal de Planejamento – Semplan), segue com novas etapas do desafio #MOVETERESINA. Desta vez, foi iniciado o desenvolvimento dos protótipos dos projetos selecionados, ou seja, colocar em prática as ideias que haviam sido criadas e aperfeiçoadas.

O desafio #MOVETERESINA tem como principal objetivo desenvolver soluções digitais para melhoria do transporte público da capital. No mês de abril, a equipe iniciou a primeira etapa, com cerca de duzentos (200) inscritos com acesso a workshops onlines para desenvolvimento de metodologias de gestão de dados, além de um aprofundamento nos principais desafios do sistema de transporte da capital.

“A proposta foi aberta à colaboração de todos aqueles que acreditam poder contribuir para o exercício da cidadania sob forma com ideias e soluções para a melhoria da qualidade e eficiência do transporte público de Teresina, considerando o contexto atual e futuro na forma de 7 desafios”, explica Cíntia Bartz, coordenadora da Agenda Teresina 2030.

Os trabalhos visam soluções digitais para desafios, como sistema de informação em tempo real; validação dos dados do sistema de transporte; medição dos indicadores de qualidade e desempenho; otimização da rede de transporte público coletivo; certificação dos serviços prestados; controle de cartões com gratuidade; acompanhamento financeiro dos contratos”, explica Cíntia Bartz, coordenadora da Agenda Teresina 2030.

As três equipes que se destacaram no desenvolvimento de metodologia passaram por treinamento em uma plataforma de desenvolvimento ágil de softwares, o Framework Scrum. O processo continua até o final de outubro com apoio de outras mentorias e treinamentos para finalização dos projetos.

Metodologia

A Metodologia Scrum propõe o desenvolvimento de soluções complexas em pequenas partes a serem desenvolvidas em um curto intervalo de tempo chamado de “sprint”, que no caso do Desafio #moveteresina será de 15 dias. “A Metodologia Ágil orienta a realização de reuniões sistemáticas e com propósitos bem definidos como reuniões rápidas diárias, com cada equipe, com duração máxima de 15 minutos. Ela prevê também a evolução do projeto de forma incremental e iterativa, trazendo resultados melhores e de forma mais rápida”, afirma Ricardo Colares, Coordenador Geral do Desafio.

Projetos classificados

O Otimizador de Rotas da equipe OpTime, propõe um software para otimizar as linhas de ônibus em Teresina, considerando a mudança de rotas e localização de paradas de ônibus ou ainda sugerir a mudança da capacidade ou quantidade dos ônibus por linha. O sistema poderá ser utilizado para replanejamento do sistema, por meio de simulações, visando a redução dos custos operacionais. Quando implantado, o sistema poderá trazer uma redução do tempo das viagens bem como o tempo de espera pelos usuários.

A equipe Prontuário do Busão apresenta um software (aplicativo) voltado para acompanhamento das manutenções dos ônibus, considerando manutenções preventivas, preditivas e corretivas. O aplicativo será operado pelos motoristas para atualizar o estado de conservação e funcionamento do ônibus e possibilitará comunicação com a garagem para cruzamento de informações de manutenções já realizadas visando atestar as condições do veículo e controlar o fluxo das manutenções a serem realizadas. Quando implantado, permitirá o melhor controle do estado de manutenção da frota, redução no número de acidentes e paralisações não programadas da frota e trará maior segurança no transporte de passageiros.

E por fim, a equipe Jaegers propõe o DashBus. Um software para acompanhar indicadores de qualidade e desempenho do sistema de transporte de Teresina, apresentando os principais indicadores de forma gráfica para facilitar a visualização e seu entendimento. O acompanhamento dos indicadores operacionais do sistema se mostra útil não só para a tomada de decisão por parte da gestão pública do transporte, mas também para a população em geral, trazendo maior transparência. O uso de recursos de Inteligência Artificial previsto na proposta, permitirá extrair padrões e informações relevantes acerca da operacionalização do sistema de transporte coletivo, além de possibilitar a identificação de potenciais ameaças, bem como sua mitigação, antes que essas se tornem problemas reais.

Foto: Divulgação (Semplan)

Desafio #MoveTeresina entra em sua segunda fase com a realização de Workshops

O desafio #MoveTeresina deu início a sua segunda fase esta semana com a realização de workshops online para desenvolvimento de metodologias eficazes e orientação sobre gestão de dados. Em sua primeira fase, o desafio foi composto pela formação de equipes que tinham como objetivo pensar soluções digitais para o transporte público da capital. As onze equipes selecionadas para a segunda fase participaram dos workshops que acontecem de forma remota e contaram com a participação de mentores e profissionais que apontaram estratégias e auxílio na elaboração de projetos mais eficazes.

O projeto é coordenado pela Agenda Teresina 2030, um departamento da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (SEMPLAN), criado em 2017 pela Prefeitura Municipal de Teresina como estratégia de desenvolvimento sustentável a longo prazo do município.

“Saímos do campo das ideias e agora entramos no momento das equipes levarem em consideração os pontos como tecnologia e efetividade da ideia, essa é a chave que procuramos nessa fase dois.

O próximo passo é o desenvolvimento dessas questões que precisam ser e estar seguras e consolidadas para serem aplicadas”, explica Ricardo Colares, da Universidade de Fortaleza (UNIFOR).

Para a seleção do Workshop 2 foram considerados critérios como: viabilidade de prazo e custo para o desenvolvimento do protótipo na fase de contratação; facilidade de uso (usabilidade e acessibilidade); impacto dos resultados; capacidade de escala da solução e nível de qualidade e maturidade da proposta.

“Sempre pensei em buscar resolver problemas da sociedade. Mobilidade urbana é um tema que eu sempre quis abordar. A parte de transporte público é cercada de segredos, nos portais as informações são confusas. Quando apareceu o Desafio, nós vimos a oportunidade de trabalhar junto ao gestor, apoia-lo para que ele resolva os problemas e facilite a vida do público, ” afirma Duany Sousa, engenheiro de software, professor, pesquisador e integrante da equipe Jaegers, uma das equipes selecionadas para o Workshop 2.

“As equipes participantes aguardam agora a seleção para a próxima fase do desafio em que poderão desenvolver seus protótipos de forma completa. Ao final do Workshop 2, será feita a seleção de três a cinco ideias que serão financiadas para serem desenvolvidas no período de até 5 meses, por meio de financiamento de até R$ 60 mil reais”, explica Cíntia Bartz, coordenadora da Agenda Teresina 2030.

O desenvolvimento do Desafio #MoveTeresina é uma importante iniciativa da Prefeitura de Teresina para melhorar a experiência do usuário e a qualidade de serviço do transporte público da Capital.

Desafio #MOVETERESINA 

O Desafio #moveteresina – Inovação Aberta para Soluções Digitais no Transporte Público de Teresina, foi pensado para atrair a criatividade, inovação, iniciativas empreendedoras e habilidades no desenvolvimento ágil de projetos. A proposta foi aberta à colaboração de todos aqueles que acreditam poder contribuir para o exercício da cidadania sob forma com ideias e soluções para a melhoria da qualidade e eficiência do transporte público de Teresina, considerando o contexto atual e futuro na forma de 7 desafios.

As propostas a serem desenvolvidas devem visar soluções digitais para os seguintes desafios: sistema de informação em tempo real; validação dos dados do sistema de transporte; medição dos indicadores de qualidade e desempenho; otimização da rede de transporte público coletivo; certificação dos serviços prestados; controle de cartões com gratuidade; acompanhamento financeiro dos contratos.

O desenvolvimento do Desafio #MoveTeresina é uma importante iniciativa da Prefeitura de Teresina para melhorar a experiência do usuário e a qualidade de serviço do transporte público da Capital. Foto: Observatório do Transporte

Prefeitura de Teresina e AFD firmam parceria para novos investimentos na capital

A Prefeitura de Teresina e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) firmaram, nesta segunda-feira (8), uma parceria para o financiamento de novas ações para a promoção do desenvolvimento sustentável na área urbana e rural. O aporte da instituição, avaliado em cerca de € 36 milhões (trinta e seis milhões de euros), prevê empreendimentos em diversos serviços públicos.

O protocolo de cooperação, referente ao projeto Agenda Teresina 2030 (Programa de Desenvolvimento Integrado do Município de Teresina), visa melhorias na saúde, assistência social, fomento à educação, desenvolvimento econômico e solidário, apoio à inovação, preservação do patrimônio e aprimoramento da eficiência da governança da capital.

“A França já é uma parceria nas áreas econômica, cultural, tecnológica e várias outras. Agora estamos avançando para a questão social, sempre em um equilíbrio entre a natureza, o homem e o econômico, para que os resultados sejam positivos para investimentos no social. Muito feliz com esse momento”, disse o prefeito Doutor Pessoa.

Cônsul Geral da França em Recife, Pernambuco, Hugues Fanton afirma que a Agenda Teresina 2030 é uma das prioridades da AFD no Brasil. Segundo ele, a assinatura do acordo demonstra não apenas a boa relação entre os dois países, mas o interesse francês para o desenvolvimento da capital piauiense.

“O projeto tem as prioridades que a França quer desenvolver aqui no Brasil, que é o desenvolvimento sustentável, fazer com que os cidadãos se aproximem das prefeituras, com desenvolvimento econômico adequado ao meio ambiente e a luta contra as desigualdades sociais””, concluiu Fanton.

SEMPLAN realiza workshop online para discutir projeto de adaptação climática

A equipe da Agenda Teresina 2030, departamento da secretaria municipal de planejamento ligado a projetos de sustentabilidade, realizou na última quarta-feira (09) um workshop online, com profissionais e acadêmicos ligados às áreas urbanísticas e ambientais para discutir um projeto de sustentabilidade para os municípios que compõem a Região Integrada de Desenvolvimento Econômico (RIDE) da Grande Teresina.

O projeto, que será financiado pelo GEF, fundo global para o meio ambiente, envolve diversas ações visando à adaptação da região às mudanças climáticas, como criação de unidades de conservação, transformar as hortas comunitárias em agroecológicas, criar uma zona de baixa emissão de carbono entre Teresina e Timon, entre outras.

Participaram do workshop arquitetos, engenheiros, biólogos, ambientalistas, estudantes, agricultores e pessoas em geral interessadas em sustentabilidade. O objetivo do evento foi ouvir essas pessoas para melhorar o projeto, fazendo uma construção colaborativa com pessoas que já trabalham ligados a essa área.

“Nós temos uma proposta inicial, com diretrizes e projetos viáveis que possam integrar os municípios dessa região para desenvolver uma estratégia de adaptação às mudanças climáticas. Nós apresentamos esse plano para os participantes e ouvimos as contribuições deles para aprofundar essa proposta, uma forma de ouvir a população para construirmos esse projeto juntos”, explica Cíntia Bartz, coordenadora da Agenda Teresina 2030.

“Achei o workshop uma iniciativa muito boa para despertar uma discussão que precisa ser feita. Muitas vezes a gestão não tem conhecimento de certas demandas que a sociedade civil tem e isso acaba passando despercebido na elaboração das políticas públicas”, conta o urbanista e pesquisador de planejamento urbano, Mário Pacheco.

Curso online da Agenda Teresina 2030 ensina como a cidade pode reagir a desafios

As duas primeiras edições do Curso de Ensino à Distância (EAD) da Agenda Teresina 2030 instigou diversos urbanistas, servidores públicos, estudantes e o público em geral sobre questões relacionadas à resiliência urbana. Com o tema “Tornando Teresina resiliente aos desafios: de pandemias às mudanças climáticas”, os participantes refletiram como a gestão pública pode se preparar para estresses corriqueiros e até problemas graves e inesperados, como a pandemia do Coronavirus.

O curso teve quatro módulos, sendo os dois primeiros mais básicos, abordando alguns conhecimentos e conceitos sobre as mudanças climáticas e os acordos feitos por governos ao redor do mundo para combater estes problemas. Os dois últimos módulos abordarão as estratégias urbanas adotadas em relação a estas questões e a análise de riscos, que envolvem choques, estresses e desafios, incluindo a pandemia de Covid-19.

Naelle Galvão, uma das participantes do curso EAD, relata sua experiência e conta que a divulgação desses conhecimentos torna a cidade mais preparada. “Eu adorei o curso, a forma de abordagem foi bastante didática e acessível. Eu acredito que tudo parte do conhecimento e da educação, e a medida em que cursos como esse são ofertados para a população, nós podemos nos preparar melhor para enfrentar desafios, como os que temos enfrentado. Minhas expectativas foram atendidas, e me sinto muito grata por ter tido essa oportunidade de aprender”, relata a participante.

Lorena Moura, arquiteta, urbanista e professora universitária, mostra a mesma opinião. “Vi no curso uma oportunidade de atualização e de entender um pouco melhor a relação crise climática, cidades, cidadãos e pandemia. Foi além do que eu esperava: a construção das aulas nos fez ter uma visão do macro ao micro – da situação do planeta até a realidade da cidade de Teresina. Estamos caminhando para uma cidade mais resiliente, mas é claro que depende muito dos cidadãos e o curso é uma oportunidade de disseminação de conhecimento. Nós, os alunos, podemos impactar mais pessoas e essa rede só aumenta”.

Agenda 2030

A Agenda 2030 é o departamento da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (SEMPLAN) responsável pela promoção e monitoramento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU na Prefeitura de Teresina.

Agenda Teresina 2030 lança desafio de conscientização sobre violência doméstica durante o isolamento social

A Agenda Teresina 2030, departamento da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (SEMPLAN), lançou em seu Instagram o “Desafio ODS 5”, com o objetivo de incentivar as pessoas a compartilharem o seu conhecimento sobre violência doméstica e conscientizar os seguidores a fazerem denúncias sobre qualquer suspeita de mulheres vivendo nesta situação. (mais…)

Workshop da Agenda Teresina 2030 encerra com propostas para mulheres vulneráveis

Ascom/Semplan

O workshop Mulheres pelo Clima, realizado durante a última semana pela Agenda Teresina 2030 para estimular o protagonismo feminino nas ações para as mudanças climáticas, encerrou-se na sexta-feira. Além de palestras ministradas aos participantes e comunidades em geral, o encontro foi responsável pela elaboração de propostas de ações que viabilizem o protagonismo das mulheres mais penalizadas com as mudanças climáticas em Teresina.

De acordo com a ONU, as mulheres são as mais vulneráveis aos efeitos causados pelas mudanças climáticas. Com isso em mente, o workshop Mulheres pelo Clima buscou trazer especialistas em urbanismo e questões de gênero para discutir a realidade de grupos mais afetados por essas questões na capital piauiense, como as horticultoras, ceramistas e recicladoras.

Após uma semana de imersão na realidade dessas mulheres e palestras realizadas em parceria com a ONU Habitat e a universidade holandesa Fontys, os participantes foram divididos em grupos que pensaram soluções de como tornar melhor a vida destas mulheres, como aplicativos para aproximar o trabalho delas com a população em geral, reorganização do espaço de trabalho, planejamento de longo prazo, etc.

“Muitas mulheres em Teresina trabalham com atividades que são diretamente afetadas pelas mudanças climáticas. As horticultoras têm longos períodos de seca ou de calor intenso, as ceramistas não terão material no futuro, então é importante trabalhar com elas. Isto pode ser um pontapé inicial para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para estes grupos”, comentou, Pepijn Verpaalen, coordenador do departamento de urbanismo da Universidade Fontys que palestrava no workshop.

Para o Prefeito Firmino Filho, o projeto busca trazer processos de conscientização em relação a questão climática e a questão de gênero, trabalhando diretamente com esses grupos de mulheres. “A ideia é buscar desenvolver projetos, construídos de baixo para cima, e que esses projetos possam se viabilizar ao longo do tempo”, comentou o prefeito de Teresina.

“Teresina conseguiu engajar pessoas de várias frentes de atuação da sociedade civil e chegar a três ideias para sonhar com um futuro melhor para essas mulheres. Agora é trabalhar para transformar isso em um movimento mais amplo, para amplificar o Programa Mulheres pelo Clima”, completou Flávia Maia, coordenadora da Agenda Teresina 2030.

Para Ana Régia Noleto, participante do workshop, a semana intensa resultou em muitos aprendizados. “Nós aprendemos muito com os facilitadores sobre a sabedoria da cidade, de construir uma cidade inteligente. Envolver as pessoas para alcançar os objetivos da cidade e observar quais são as necessidades das mulheres, para planejar Teresina visando benefícios em longo prazo”, afirmou.

Agenda Teresina 2030 realiza aula aberta sobre urbanismo sustentável

A Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria de Municipal de Planejamento e Coordenação – Semplan e da Agenda Teresina 2030, promoveu uma aula aberta sobre Urbanismo Sustentável para refletir os desafios urbanos relacionados às mudanças climáticas, na capital e no mundo.

A aula aberta aconteceu no Palácio da Música e foi ministrada por dois pesquisadores holandeses, indicados pela Embaixada do Reino dos Países Baixos no Brasil; e uma representante do Programa das Nações Unidas Para os Assentamentos Humanos – a ONU HABITAT.

Com dados da Agência Espacial Americana, a NASA, sobre o aumento mundial da temperatura do ar e a recente classificação de Teresina como bioma semiárido, a intenção da prefeitura é promover uma troca de experiências e conectar as iniciativas de urbanismo nos modais de sustentabilidade feitos na Holanda, com as soluções desenvolvidas pela Agenda 2030 para o futuro da capital.

Para a Coordenadora da Agenda Teresina 2030, Flávia Maia, a questão da sustentabilidade e das mudanças climáticas não devem ser interpretadas apenas como desafios locais. “Essa aula está sendo muito proveitosa nesse sentido de ampliação da consciência sobre essas mudanças. Nós tivemos uma grande adesão da comunidade acadêmica, em especial, os estudantes universitários. Esse é um público muito interessante de se alcançar porque eles são os multiplicadores do conhecimento, são pessoas que de uma forma, ou de outra, estão engajadas no planejamento da cidade”, comentou.

É fato que as transformações climáticas são uma realidade permanente na agenda dos governos ao redor do mundo. Por isso, as iniciativas para aproximação da sociedade com a temática são muito importantes.

A professora universitária e diretora do centro de tecnologia da UFPI, Nícia Formiga, incentivou a participação dos seus alunos na aula. “É muito importante que eles participem sempre dessas iniciativas que a cidade traz, pois não podemos mais falar em cidades sem pensar na sustentabilidade”, comentou.

Após acompanhar o processo de elaboração do Novo Plano de Ordenamento Territorial de Teresina (PDOT), o aluno do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Piauí, Arthur Pedrosa, sentiu interesse em acompanhar as ações da Agenda Teresina 2030. “Estar numa aula aberta como essa permite que a gente fique atualizado, coerente com as vertentes e ideias que o urbanismo vai formulando. Uma coisa interessante da Agenda Teresina 2030 é ter a participação popular como um dos grandes critérios, pois a cidade só vai crescer e ter soluções de urbanismo adequadas se houver a opinião popular presente”, finalizou.