Sirene pela Vida: um chamado que rompe o silêncio e salva vidas

Nesta terça-feira, 31 de março de 2026, a Secretaria Municipal de Segurança Pública (SEMUSP), por meio da Guarda Civil Municipal (GCM), realiza, às 17h30, no estacionamento da Ponte Estaiada, uma mobilização de grande impacto social que marca o encerramento do Mês da Mulher.

Na ocasião, a SEMUSP também promove o encerramento das atividades desenvolvidas ao longo do mês de março pela Guarda Maria da Penha (GMP), por meio da Operação Voz Protegida, reforçando o compromisso contínuo com a prevenção e o enfrentamento à violência contra a mulher.

A ação, intitulada “Sirene pela Vida”, transforma o som das sirenes em um poderoso instrumento de conscientização. Em um movimento coordenado, viaturas da GCM irão acionar suas sirenes simultaneamente, criando um eco simbólico que se espalha pela cidade como um alerta: é preciso romper o silêncio diante da violência contra a mulher.

Mais do que um ato simbólico, o “Sirene pela Vida” é um chamado direto às mulheres que vivem em situação de violência — um incentivo à denúncia, à busca por ajuda e à certeza de que existem redes de proteção atentas, preparadas e atuantes.

A mobilização também marca o encerramento do projeto Voz Protegida, conduzido pela GMP, que ao longo do mês de março promoveu ações educativas, preventivas e de conscientização em diversos pontos da cidade, fortalecendo a rede de apoio e ampliando o alcance das políticas públicas de proteção.

Mesmo com o encerramento do ciclo de atividades do mês, o trabalho segue de forma contínua por meio da Operação Voz Protegida, que intensifica a presença da GMP nas ações de prevenção, acompanhamento e proteção às mulheres em situação de vulnerabilidade.

Realizado em um dos principais cartões-postais da capital, o ato carrega uma mensagem clara e urgente: quando a sociedade se une, o silêncio perde espaço e a vida é protegida.

Denunciar é um ato de coragem. Proteger é um compromisso de todos. Ligue 153.

Teresina inicia campanha “21 Dias de Ativismo pelo Fim das Violências contra a Mulher” no Florescer Norte II

Campanha “21 Dias de Ativismo pelo Fim das Violências contra a Mulher” (Foto: Ascom SMPM)

A Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), deu início, nesta segunda-feira (24), à campanha “21 Dias de Ativismo pelo Fim das Violências contra a Mulher: Vozes que Quebram o Silêncio”. A abertura ocorreu na sede do serviço Florescer Norte II, reunindo usuárias do equipamento, lideranças comunitárias, profissionais da Rede de Enfrentamento à Violência e parceiros municipais.

A iniciativa tem o objetivo de sensibilizar a população, ampliar o debate sobre os diferentes tipos de violência e fortalecer a divulgação dos serviços de proteção e acolhimento disponíveis no município.

Campanha “21 Dias de Ativismo pelo Fim das Violências contra a Mulher” (Foto: Ascom SMPM)

Abertura reforça importância da proteção e da informação

Durante a atividade, a equipe técnica da SMPM apresentou informações sobre violência doméstica e feminicídio, destacando a relevância da medida protetiva de urgência, dos canais de denúncia e dos serviços que compõem a rede municipal de atendimento às mulheres.

A coordenação do Florescer Norte II ressaltou que iniciar a campanha no território aproxima ainda mais as políticas públicas das mulheres atendidas. “Esse momento reforça nosso compromisso em oferecer acolhimento, orientação e apoio para que nenhuma mulher se sinta sozinha diante da violência.”

Campanha “21 Dias de Ativismo pelo Fim das Violências contra a Mulher” (Foto: Ascom SMPM)

Compromisso com a prevenção e o enfrentamento

A secretária municipal de Políticas para Mulheres enfatizou que os 21 dias de ativismo fortalecem a mobilização social. “A campanha é um convite para toda a sociedade. Enfrentar a violência contra as mulheres exige informação, diálogo e o comprometimento de todos os setores.”

Programação segue até 10 de dezembro

A campanha contará com palestras, rodas de conversa, ações educativas, formações e mobilizações em diferentes regiões da cidade, envolvendo escolas, unidades de saúde, CRAS, equipamentos da SMPM e espaços comunitários.

As atividades seguem até 10 de dezembro, data em que se celebra o Dia Internacional dos Direitos Humanos, reforçando o compromisso do município em promover direitos, segurança e autonomia para as mulheres.

Semcaspi realiza Caminhada do ‘Dia D’ em Teresina no combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes

Caminhada do ‘Dia D’ em Teresina (Foto; Ascom Semcaspi)

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), promoveu na manhã desta sexta-feira (16), a Caminhada do ‘Dia D’ de Mobilização e Sensibilização no Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que ocorreu na Av. Frei Serafim, no Centro de Teresina.

A ação, em alusão ao dia 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, faz parte da campanha nacional “Faça Bonito”, que em 2025 completa 25 anos alertando e conscientizando a sociedade sobre a importância da prevenção e do combate às violências sexuais contra crianças e adolescentes.

A secretária da Semcaspi, Eliane Nogueira, destacou a importância de toda a sociedade participar da mobilização.

“Esta é uma luta de toda a sociedade, e a Semcaspi está na linha de frente desse movimento em defesa de nossas crianças. Estamos nas ruas para reafirmar que crianças e adolescentes devem ser protegidos. O silêncio não é uma opção diante da violência. Esta caminhada reforça o compromisso da gestão municipal com a garantia desses direitos”, explica.

Caminhada do ‘Dia D’ em Teresina (Foto; Ascom Semcaspi)

Luiziane Esperança, secretária executiva do SUAS, destaca que a campanha vem sendo trabalhada durante todo o mês.

“Desde o início do mês, a Semcaspi vem mobilizando toda a comunidade de Teresina em torno desta campanha. Hoje, no Dia D, realizamos uma caminhada que simboliza nosso empenho no combate definitivo ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Estamos aqui nesta manhã, acompanhados pela nossa equipe e por representantes de diversos órgãos, unidos neste movimento”, conta.

A caminhada contou com a participação de servidores públicos, estudantes, representantes de organizações da sociedade civil e membros da comunidade, todos unidos pelo compromisso de proteger crianças e adolescentes contra qualquer forma de violência sexual.

Semcaspi promove caminhada do “Dia D” contra o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes nesta sexta-feira (16)

Semcaspi promove caminhada do “Dia D” contra o abuso e exploração sexual (Foto: Ascom Semcaspi)

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), realiza, nesta sexta-feira (16), a Caminhada do Dia D de Mobilização e Sensibilização no Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A concentração terá início às 7h, em frente à farmácia Toureiro, na Avenida Frei Serafim, no Centro de Teresina.

A ação faz parte da campanha nacional Faça Bonito, que tem como objetivo alertar e conscientizar a sociedade sobre a importância da prevenção e do combate às violências sexuais contra crianças e adolescentes, além de estimular denúncias e o fortalecimento da rede de proteção.

De acordo com a secretária da Semcaspi, Eliane Nogueira, a mobilização é um ato simbólico e necessário.

“Iremos às ruas para dizer que nossas crianças e adolescentes precisam ser protegidos. O silêncio não pode ser uma opção diante da violência. Essa caminhada representa o compromisso da gestão com a garantia de direitos e a dignidade da infância e juventude”, destaca.

SMPM realiza encontro para discutir os 10 Anos da Lei Contra Feminicídios: Avanços, Desafios e a Rede de Proteção

10 Anos da Lei Contra Feminicídios (Foto: Ascom SMPM)

Nesta segunda-feira (17), a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), realizou um encontro para discutir os 10 anos da Lei do Feminicídio. A Secretária Rosa Neide, representantes de diversas instituições, mulheres da comunidade e membros do Conselho Municipal de Mulheres debateram os avanços e os desafios persistentes no enfrentamento da violência contra as mulheres.

A mesa de debate contou com a presença de importantes palestrantes, como a Dra. Rossana Marinho (UFPI), Dra. Eugênia Villa (SSP-PI) e Ma. Lara Danuta (CEPRO/SEPLAN e Instituto Ayabás), que trouxeram contribuições valiosas sobre a temática.

Rede de Proteção e Avanços

O debate, apontou a importância da rede de proteção às mulheres vítimas de violência, que tem se fortalecido nos últimos anos, especialmente com a consolidação das políticas públicas. O papel das delegacias especializadas, as casas abrigo e os centros de atendimento às mulheres vítimas de agressões foram destacados como elementos essenciais para garantir a segurança e o acolhimento das vítimas.

Rossana Marinho, abordou a importância do trabalho conjunto entre as instituições de justiça e as organizações da sociedade civil, afirmando que, “embora o sistema de proteção tenha evoluído significativamente, há uma necessidade constante de articulação para garantir que a rede de atendimento seja eficaz, acessível e sensível às diferentes realidades das mulheres”.

10 Anos da Lei Contra Feminicídios (Foto: Ascom SMPM)

Aspectos Conceituais e Raciais dos Feminicídios

A discussão também trouxe à tona a questão racial, um aspecto crucial para entender as especificidades dos feminicídios no Brasil. A Ma. Lara Danuta, do Instituto Ayabás, sublinhou que “as mulheres negras, além de enfrentarem a violência de gênero, estão expostas a uma violência racial exacerbada, o que torna sua experiência de opressão ainda mais complexa”.

As palestrantes enfatizaram que, ao longo desses 10 anos de luta contra os feminicídios, é preciso considerar que, muitas vezes, as vítimas negras recebem menos atenção da mídia, das autoridades e da sociedade em geral. Isso reflete a necessidade de uma análise interseccional, que leve em conta as múltiplas formas de discriminação que as mulheres enfrentam.

10 Anos da Lei Contra Feminicídios (Foto: Ascom SMPM)

Desafios e a luta contínua

Apesar dos avanços significativos nos últimos dez anos, os desafios permanecem. A delegada, Eugênia Villa, diretora de Avaliação de Riscos da Secretaria de Segurança Pública do Piauí, apontou que, embora a lei tenha sido um marco, ainda há muitos obstáculos no sistema de justiça, como a falta de capacitação adequada de profissionais que lidam com casos de feminicídios e a morosidade do processo judicial.

“A conscientização e a educação continuam sendo temas essenciais para a prevenção da violência. A discussão sobre os feminicídios não pode ser apenas uma reação, mas também uma prevenção, o que demanda um trabalho contínuo nas escolas, nas comunidades e dentro da família”, refletiu a delegada.

Os 10 anos da Lei do Feminicídio são um marco na luta pela igualdade de gênero e pela proteção das mulheres, mas os avanços conquistados não podem ser motivo para baixar a guarda. O evento foi uma oportunidade valiosa para refletir sobre os progressos feitos, as questões ainda em aberto e as estratégias necessárias para que as políticas públicas e a sociedade em geral possam garantir, de fato, a proteção das mulheres e o fim da violência de gênero.

A luta continua, e cada discussão, cada ação e cada voz levantada é um passo fundamental rumo a uma sociedade mais justa e igualitária para as mulheres.

SMPM reforça combate à violência contra mulheres em ato público da Prefeitura de Teresina

Neste domingo, a Prefeitura de Teresina promoveu um ato público em repúdio à violência contra as mulheres, com destaque para o episódio de violência moral e física sofrido por três garis enquanto desempenhavam suas funções de manter a cidade limpa.

O evento reuniu autoridades, lideranças e representantes da sociedade civil em um momento de conscientização e mobilização social, demonstrando o compromisso da gestão municipal com a proteção e valorização das mulheres.

Durante a ação, foram abordadas questões essenciais sobre os direitos das mulheres, a importância da conscientização social e o combate à violência de gênero. A secretária municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), Rosa Neide Lopes, destacou que, além das ações de prevenção, a secretaria oferece suporte e atendimento especializado às vítimas de violência, como o serviço prestado pela Casa da Mulher Brasileira, que conta com uma estrutura completa para esse tipo de assistência.

Além disso, a secretária enfatizou a necessidade de um engajamento coletivo para erradicar a violência contra a mulher. Segundo ela, a sociedade precisa assumir um papel ativo nessa luta, auxiliando na orientação das mulheres em situação de risco e denunciando casos de violência. “Não podemos apenas esperar pelo poder público”, ressaltou. É responsabilidade de todos combater esse mal e garantir respeito, dignidade e segurança para todas as mulheres.

Secretaria Municipal de Educação e SMPM alinham ações de acolhimento para mulheres

Dialogar para agregar trocas de experiências na busca por melhorias plausíveis nos serviços ofertados para as mães e estudantes das Escolas e Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) da Rede Pública de Educação de Teresina. A assistente social da Secretaria Municipal de Educação (Semec), Magali de Castro, recebeu na Divisão de Assistência ao Educando (DAE/Semec) a representante da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) Gabriela Rodrigues.

O encontro teve como objetivo o alinhamento das demandas relacionadas à zona Norte da cidade e informes sobre a atuação do Centro de Referência da Mulher em Situação de Violência “Esperança Garcia”.

“O serviço de atendimento às vítimas de violência em Teresina está funcionando em um novo endereço até a inauguração da Casa da Mulher Brasileira, localizado na Rua Agripino Maranhão, 235, no bairro Noivos”, destaca Magali.

O acompanhamento das mulheres acontece na sede da SMPM, sendo ofertados ao público atendimento psicológico, social e jurídico. A assistente social pontua que a solicitação para o acompanhamento pode ser feita de forma presencial ou por meio do telefone (86) 99412-2719.

“Informamos às mães e responsáveis do alunado da rede municipal que podem estar procurando e contando com os serviços ofertados de forma gratuita pela SMPM, assim garantindo qualidade de vida e bem-estar psicológico e social para as famílias dos estudantes da rede, garantindo até um melhor desempenho dos alunos nas escolas”, finaliza Magali.

Durante campeonato municipal, crianças adentram campo com frases de combate à violência contra mulheres: “Diga não ao feminicídio”

Crianças adentram campo com frases de combate à violência contra mulheres. Foto (Ascom/SMPM)

Durante a quinta rodada do campeonato sub-13, organizado pela Prefeitura de Teresina por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel), as crianças entraram em campo levando cartazes com frases de combate ao machismo e à violência contra as mulheres neste domingo (12). O material foi confeccionado pelos pequenos atletas e o ato foi feito em alusão ao Dia Internacional da Mulher.

Entre as frases estão: “A maior epidemia do Brasil é o feminicídio”, “Lugar de mulher é onde ela quiser”, “Diga não ao feminicídio. Queremos paz, respeito e amor”.

“A competição sub-13 mostra a importância de tirar crianças das ruas e colocar em locais adequados, tendo acesso ao lazer, educação e boas práticas de convivência na sociedade, como o combate ao machismo e respeito às mulheres”, pontua Renato Berger, secretário da SEMEL. “O esporte é uma política pública da nossa cidade para garantir cidadania. Na gestão do prefeito Dr. Pessoa, esse olhar sensível às crianças se traduzem em momentos como esses”, frisa.

Na capital, o Centro de Referência Esperança Garcia (Creg) oferece assistência jurídica, social e psicológica para mulheres em situação de violência. O serviço é gratuito e oferecido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM). O espaço atende mulheres residentes na capital, com idade de 18 a 59 anos.

“É muito bonito ver que os meninos de hoje se engajam no combate à violência contra mulheres e se tornam aliados da causa”, destaca a secretária da SMPM, Karla Berger. “O machismo e a intolerância podem ser corrigidos nas atuais gerações, e com isso, fazer um mundo mais gentil e respeitoso para as mulheres”, complementa,

Onde encontrar o Centro de Referência Esperança Garcia (CREG) ?

As mulheres podem ser encaminhadas pela rede de enfrentamento à violência contra a mulher ou acessar diretamente o serviço.

● R. Benjamin Constant, 2170 – Centro Norte
● Segunda à Sexta, das 08:00 às 17:00
● (86) 3233-3798 / 99416-945

Alô Mulher Teresina apresenta aumento nos atendimentos do serviço de assistência social em dois meses

 

Com dois meses de funcionamento na capital, a plataforma Alô Mulher Teresina, que disponibiliza atendimentos na área de enfrentamento a violência, saúde mental, assistência social e protagonismo feminismo contabilizou 282 atendimentos. Neste segundo mês, o serviço apresentou um aumento significativo nas solicitações por acompanhamentos na assistência social, comparado ao mês anterior, passando de 6 % para 15,6% das ligações recebidas.

Ao entrar em contato com a central telefônica e solicitar o atendimento na área da assistência social, as mulheres poderão tirar dúvidas sobre programas sociais que estejam inseridas, como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Cadastro Único, entre outros. Elas também serão informadas sobre programas sociais do município que estão à disposição, como Amor de Tia, Mãe Teresinense e Criança Feliz.

Caso não solucione de imediato as solicitações, os atendentes direcionam a mulher para o Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), mais próximo da sua região, para oferecer todo o suporte necessário.

Mesmo com esse aumento de solicitações por atendimentos na área da assistência social, o ramal mais solicitado ainda continua sendo o de enfrentamento à violência, que no mês anterior foi de 51% e, atualmente, apresenta o percentual de 45,5%, seguido do serviço de saúde mental com 21,2%, e empreendedorismo feminino, com 18,09% das ligações recebidas. 

Para a secretária de Política para as Mulheres, Macilane Gomes, é perceptível o avanço gradual do serviço, não só do número de mulheres que estão acessando, mas do entendimento que a partir da central telefônica elas podem ter acesso a diferentes serviços.

“O Alô Mulher Teresina é uma ferramenta tecnológica que surge nesse contexto de pandemia e vem dando esse suporte às mulheres através do serviço. As mulheres entram em contato e conhecem os diferentes serviços que estão conectados, elas tiram dúvidas, acessam serviços, capacitações, são diferentes tipos de atendimentos. Estamos muito felizes com os resultados obtidos até agora e esperamos que a plataforma avance ainda mais”, destaca a secretária.

O serviço Alô Mulher Teresina foi criado pela Prefeitura de Teresina e é coordenado pela Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM).  Para se conectar com a central de atendimento, as mulheres devem ligar para o número 0800 033 0302. O atendimento é realizado das 8h às 20h, todos os dias, inclusive aos finais de semana.

Guarda Maria da Penha registra 11 descumprimentos de medidas protetivas

A Guarda Maria da Penha,  executado por uma patrulha da Guarda Civil Municipal, já flagrou 11 descumprimentos de medidas protetivas desde o início de sua operação, em junho . O projeto atende mulheres vítimas de violência que são assistidas pelo Centro de Referência Esperança Garcia.

O trabalho de capacitação, iniciado em janeiro deste ano, buscou não só delegar procedimentos às equipe da Guarda, mas oferecer uma compreensão aprofundada do fenômeno da violência contra a mulher. 

“O serviço segue os princípios dos direitos humano e possui alguns eixos estratégicos como o monitoramento das medidas protetivas, a capacitação continuada da Guarda Municipal e a produção de material informativo”, explica a secretária de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas, Janaína Carvalho. 

A estratégia consiste em visitas de 8 a 10 mulheres por dia, dependendo da gravidade dos casos. O monitoramento acontece nos três turnos, durante todos os dias e é realizado por um trio de guardas, sendo uma, obrigatoriamente, mulher. Os descumprimentos das medidas protetivas são mediados e repassados ao CREG, que notifica o órgão competente para que sejam tomadas as devidas providências. 

“Esse é um trabalho relevante para a cidade de Teresina, especialmente para as mulheres que são atendidas na Esperança Garcia. É um trabalho feito pelos guardas municipais, demonstrando todo o apego que eles têm pela proteção à mulher”, destaca o comandante da GCM, coronel John Feitosa. 

Além das patrulhas diárias, as mulheres atendidas também podem contar com o 153, canal de contato gratuito com a Guarda Municipal, disponível para toda a população da capital.