Vence nesta sexta-feira (31) a quinta cota do IPTU em Teresina

A quinta cota do IPTU vence nesta sexta-feira (31) (Foto: Ascom Semf)

A Secretaria Municipal de Finanças (Semf) de Teresina informa aos contribuintes que, para quem optou pelo pagamento parcelado do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), a quinta cota vence nesta sexta-feira, dia 31 de outubro.

O boleto pode ser emitido de forma rápida e segura no portal da Prefeitura: https://portal.teresina.pi.gov.br/portal-web/paginas/iptu/.

Para os contribuintes que quitaram o tributo em cota única no início do ano, não há necessidade de novo pagamento. A Semf reforça a importância de manter o IPTU em dia, pois o recurso arrecadado é revertido em melhorias para a cidade, como pavimentação, limpeza urbana e iluminação pública.

Contribuintes têm até quinta (30) para pagamento da parcela única com desconto ou primeira parcela do IPTU

Os 235 mil contribuintes de Teresina têm até esta quinta-feira, dia 30, para o pagamento da cota única com desconto ou quitação da 1ª parcela do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), Taxa de Serviços de Coleta, Transporte e Disposição Final de Resíduos Sólidos Domiciliares (TCRD) e Contribuição para o Custeio de Iluminação Pública (COSIP) referentes ao exercício de 2022.

Desde o início deste mês, a Secretaria Municipal de Finanças está distribuindo, nas residências dos 235 mil contribuintes, os carnês do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), mas esses carnês já estão disponíveis no site da SEMF desde o mês de maio.

De acordo com o secretário executivo da SEMF, Eduardo Lima, o contribuinte que pagar o IPTU/2022 em cota única, até o dia 30 de junho, conseguirá desconto de 7% sobre o valor integral do imposto para imóveis edificados para fins não residenciais e sobre o valor integral do imposto para imóveis residenciais. “Os recursos arrecadados com o IPTU são revestidos em melhorias para seu bairro, como mobilidade, por exemplo”, diz Eduardo.

Cota única: 30 de junho de 2022

Para quem vai parcelar:

Cota 01: 30 de junho de 2022
Cota 02: 29 de julho de 2022
Cota 03: 31 de agosto de 2022
Cota 04: 30 de setembro de 2022
Cota 05: 31 de outubro de 2022
Cota 06: 30 de novembro de 2022

Prefeito visita áreas com risco de alagamento em Teresina

Rômulo Piauilino

O prefeito Firmino Filho tem acompanhado de perto a situação das cheias dos rios em Teresina. Na manhã deste sábado (06), ele visitou alguns pontos da cidade onde a situação é mais crítica, com grande risco de alagamento, e avaliou as medidas adotadas pelas equipes da Prefeitura junto às famílias atingidas.

Por precaução, as famílias de comunidades ribeirinhas foram orientadas a deixar suas casas depois que o Rio Poti atingiu a cota de inundação, que é de 10 metros.

“A chuva na capital já passa dos 300 milímetros neste mês de abril. Então, é preciso que as comunidades ribeirinhas permaneçam em estado de alerta. A previsão é que o Poti aumente um pouco o nível, mas logo deve estabilizar, segundo a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM). Mesmo assim, é preciso manter as ações de monitoramento, porque há previsão de mais chuva e os nossos rios recebem muita água”, disse o prefeito.

Algumas regiões da cidade registram pontos de alagamento. Na zona Norte, o bairro Risoleta Neves é um dos mais atingidos. A Vila Ferroviária, no Centro Norte, também merece atenção. O prefeito foi até o local mais afetado nesta região, próximo ao prolongamento da avenida Marechal Castelo Branco, e verificou o aumento do nível de água do Rio Poti.

Na zona Sudeste, as áreas da Vila Verde, Vila Pantanal, Vila da Guia, Washington Feitosa, Curva São Paulo, Beira Rio, Jardim Europa e Assentamento Nova Esperança, estão em alerta e algumas famílias foram removidas das casas e realocadas.

“Começamos a atuar preventivamente no dia de ontem, retirando mais de 100 famílias das áreas de risco e evitando que elas tivessem algum problema posterior com a chegada da cheia do rio”, explica Evandro Hidd, superintendente da SDU Sudeste. As famílias estão sendo cadastradas e atendidas dentro dos programas Cidade Solidária e Família Acolhedora.

Rio Poti atinge “cota de atenção” e Programa Lagoas do Norte monitora região

Segundo dado divulgado pela CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais), o rio Poti atingiu uma “cota de atenção” de 8,0m nesta quarta-feira (03) na zona urbana de Teresina. O Programa Lagoas do Norte está realizando o monitoramento diário do nível dos rios Poti e Parnaíba junto aos órgãos federais responsáveis pelas medições. O aumento no nível das águas em decorrência das chuvas que caíram nos últimos dias tem demandado o trabalho diuturno das bombas na estação elevatória.

Esses equipamentos fazem o bombeamento das águas das lagoas para o rio Parnaíba. Com o aumento no nível das águas do Poti, o Parnaíba já está represado e as águas tendem a invadir o Parque Encontro dos Rios. A Defesa Civil Municipal está em estado de atenção, considera o estado de alerta para as populações ribeirinhas e monitora 56 áreas de risco em toda a cidade, sobretudo na zona Norte. Nos últimos 15 dias foi registrado acumulado de chuva de 500 mm. Essa atenção se redobra para áreas sujeitas a deslizamentos.

A Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) informou na segunda-feira (1º) que a barragem de Boa Esperança apresentou volume útil de 82.99% no dia 31. Ainda de acordo com a Companhia, no dia 02 de março o volume da barragem era de pouco mais de 52%. A preocupação maior é com o rio Poti, que atingiu cota média de 7.28 metros nesta segunda-feira (1), na altura do município de Prata do Piauí.

O Programa Lagoas do Norte faz o monitoramento diário através de boletins divulgados pela CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais), Inmet (Instituto Nacional de Metrologia), Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, ANA (Agência Nacional de Águas) e Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais).

“Estamos diariamente em contato com esses órgãos acompanhando a evolução das chuvas e o nível dos rios e lagoas que formam o complexo hídrico da região norte da cidade. Além disso, acompanhamos também a situação das famílias que moram nas beiras de lagoas, já que muitas delas estão em situação de risco imediato de inundação”, afirma Márcia Muniz, diretora geral do Lagoas do Norte.