Fundação Wall Ferraz certifica educadores de CMEIs em curso de Primeiros Socorros na Infância

Curso de Primeiros Socorros na Infância (Ascom FWF)

Nesta segunda-feira (23), a Fundação Wall Ferraz realizou no Centro de Formação Professor Odilon Nunes, a cerimônia de conclusão do curso de Primeiros Socorros na Infância, voltado para profissionais da educação que atuam nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) de Teresina. Ao todo, 148 educadores receberam certificação, incluindo professores, pedagogos, diretores e profissionais de apoio pedagógico.

A formação foi promovida por meio de parceria entre a Fundação Wall Ferraz, Associação Piauiense dos Amantes de Som Automotivo(APISOM), Federação de Esportes, Educação e Ação Social do Piauí (FECASP) e a Secretaria Municipal de Educação (SEMEC), com o objetivo de preparar os profissionais para lidar com emergências no ambiente escolar.

Curso de Primeiros Socorros na Infância (Ascom FWF)

Segundo a superintendente executiva da Fundação Wall Ferraz, Deise Higino, a capacitação é uma medida importante para fortalecer a atuação dos educadores em momentos críticos. “O curso tem como objetivo capacitar os educadores para poderem agir em qualquer emergência na escola. Hoje, certificamos 148 educadores, entre pedagogos, apoio pedagógico, diretores e professores — todos comprometidos com o cuidado e o bem-estar dos alunos.”

Curso de Primeiros Socorros na Infância (Ascom FWF)

A iniciativa busca ampliar a segurança nas unidades de ensino infantil, contribuindo para um ambiente escolar mais preparado e atento às necessidades das crianças.

Rede municipal participa de mobilização para a VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente

Oficina para a VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (Foto: Ascom Semec)

Pedagogos da Rede Municipal de Ensino participaram, no Centro de Formação Odilon Nunes (CEFOR), de oficina de mobilização para a VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA). O encontro reforçou a importância de inserir a temática da educação ambiental nas práticas escolares e convidou as unidades de ensino com turmas do 6º ao 9º ano a aderirem ao processo da conferência.

A oficina foi conduzida pela coordenadora da Comissão Organizadora Estadual da VI CNIJMA, Luana Batista, e reuniu profissionais de toda a rede municipal. Segundo ela, a proposta é envolver as escolas em jornadas pedagógicas que promovam debates e construções coletivas sobre justiça climática e sustentabilidade.

“É um momento que está acontecendo em todas as escolas do Brasil. Após a realização da conferência escolar, os estudantes constroem, junto ao professor facilitador, uma proposta de ação que será apresentada em etapas seguintes – estadual e nacional”, destacou Luana.

Com o tema “Vamos transformar o Brasil com Educação e Justiça Climática”, a VI CNIJMA é promovida pelo Ministério da Educação (MEC), Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e integra o calendário preparatório do Brasil para a Conferência do Clima (COP30), que acontece em 2025, em Belém (PA).

Oficina para a VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (Foto: Ascom Semec)

As escolas interessadas em participar devem se cadastrar até o dia 5 de julho, no site oficial da conferência. A etapa estadual acontece nos dias 7 e 8 de agosto, em Teresina, e a etapa nacional será realizada no dia 11 de outubro, em Brasília.

A conferência escolar é o ponto de partida do processo. A partir de debates e reflexões sobre o tema, os estudantes desenvolvem um projeto de ação, elegem um(a) delegado(a) e um suplente (crianças e adolescentes entre 11 e 14 anos), além do(a) educador(a) que os acompanhará nas etapas seguintes. A vivência pode ser articulada com a Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola (Com-Vida), fortalecendo a construção de uma escola mais sustentável e consciente.

Ao longo das cinco edições anteriores da conferência (de 2003 a 2018), mais de 20 milhões de pessoas participaram do processo, envolvendo educadores, estudantes, gestores e representantes do meio ambiente em todo o país.

A Secretaria Municipal de Educação (SEMEC) incentiva a adesão das escolas municipais à VI CNIJMA como uma oportunidade de formação cidadã, ambiental e participativa, onde os estudantes são protagonistas da transformação que desejam ver em suas comunidades e no planeta.

Educação Inclusiva da Semec apresenta trabalhos em seminário da Undime

Equipe de Educação Inclusiva da Secretaria Municipal de Educação/Semec

A equipe de Educação Inclusiva da Secretaria Municipal de Educação (Semec) apresentou o trabalho de formação em educação inclusiva realizado na Rede Municipal no Seminário de Educação Inclusiva na perspectiva da Educação Especial. O evento foi organizado pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime-PI), no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI), zona Sul de Teresina.

Segundo a coordenadora de Educação Inclusiva da Semec, professora Amanda Kárdia, foram apresentados os trabalhos de formação inclusiva, da formação com os auxiliares de apoio à inclusão e de garantia dos direitos dos alunos público-alvo da educação especial. “Os trabalhos formativos da Rede garantem um professor capacitado quanto à Educação Especial, de modo que saiba acolher o aluno e atender às suas necessidades específicas”, destaca.

A professora Amanda frisa que o trabalho de Formação Continuada para o professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) da Rede Municipal é importante para garantir os direitos do público-alvo, dentre alunos com espectros, transtornos e deficiências. “É um grande avanço, para que seja oferecido para os alunos um serviço de educação especial organizado, bem como sejam elaborados os recursos de acessibilidade para a plena participação do estudante no ambiente escolar”.

A professora ressalta, ainda, que a formação em educação especial já foi implementada para professores do Ciclo de Alfabetização da Semec (do 2º Período da Educação Infantil ao 2º ano do Ensino Fundamental), com previsão de ampliação para todos os professores da sala de aula regular no ano letivo de 2024. Com a temática ‘Das ações institucionais às Práticas de Inclusão Escolar’, o seminário da Undime pretendeu congregar educadores na área da educação especial na discussão e apresentação de experiências exitosas.

 

Professores formadores e equipe do CMAM conhecem projeto de formação da educação inclusiva

Com a novidade da formação de professores em uma perspectiva inclusiva, a equipe da Secretaria Municipal de Educação (Semec) está desenhando o projeto das capacitações que devem começar ainda em 2022. Esta semana, o projeto foi apresentado para os professores formadores e para a equipe do Centro Municipal de Atendimento Multidisciplinar Professora Ceiça Carvalho (CMAM).

Os professores formadores participarão das primeiras turmas e ajudaram a discutir alguns pontos do projeto. Eles serão multiplicadores da ideia de uma educação mais inclusiva. Já os profissionais do CMAM, serão parceiros na execução das capacitações. Psicólogos, fonoaudiólogos, psicopedagogos e outros especialistas que atuam diretamente com crianças que possuem transtornos de aprendizagem levarão suas experiências para compartilhar com o grupo.

“Esses dois encontros da semana foram bem interessantes, porque estamos conseguindo alinhar um planejamento com múltiplas ideias e parcerias. Os professores da Rede participarão das formações mensalmente, visando ampliar a qualidade do processo educativo de crianças e adolescentes público-alvo da educação especial no município de Teresina”, disse Cássia Dias, da Divisão de Educação Inclusiva da Semec.

Foto: Divulgação (Semec)

Educadores de Teresina estudam formas de trabalhar ensino com atividades presenciais e online

Professores, formadores e técnicos da Rede Municipal de Ensino de Teresina estão participando de um curso sobre ensino híbrido, uma forma de misturar atividades educacionais presenciais com o online, ampliando ainda mais a integração entre educação e tecnologia. São oito módulos, que serão trabalhados ao longo de dois meses, por meio de encontros virtuais, com 50 participantes da rede municipal de ensino.

O curso é oferecido pela empresa Tríade Educacional, em parceria com a Fundação Lemann, dentro do Programa Formar. O objetivo é discutir os elementos essenciais para a organização de experiências de aprendizagem em uma nova proposta para o atual cenário.

O estudo remoto e as ferramentas de aprendizagem online ganharam espaço durante a pandemia do Coronavírus. Os especialistas acreditam que as atividades não presenciais ainda devem fazer parte da rotina de alunos e professores por muito tempo.  Atualmente, as escolas municipais de Teresina permanecem com aulas presenciais suspensas, mas a equipe começa a estudar as contribuições do formato que promete ser uma tendência na educação dos próximos anos.

Para o professor de matemática Charles Roberto, a expectativa do ensino híbrido é fortalecer o uso dos recursos tecnológicos. “Já buscávamos utilizar esses recursos em sala de aula. Durante a pandemia percebemos como os alunos se adaptam bem ao aprendizado por ferramentas digitais. Mesclar esse formato com o contato presencial é, sem dúvida, extremamente importante, nos abre possibilidades de envolver outros elementos didáticos no processo de ensino”, comentou.

A superintendente escolar, Lilian Montgomery, explica que a metodologia híbrida foca na personalização do ensino e no protagonismo do aluno. “É um tema de estudo pertinente para o momento que vivemos e nos abre a mente para benefícios como otimização do tempo do professor, maior engajamento dos alunos, planejamento personalizado, entre outros”, afirmou.

O curso também vai oferecer aos técnicos e professores momentos de experiências com o ensino híbrido, além de propor desafios para a elaboração de planejamentos para implementação da metodologia que conecta o digital com o presencial.

Equipes escolares utilizam aprendizado de Libras para desenvolver estratégias de inclusão

Ascom/ Semec

Os educadores estão cada vez mais empenhados em desenvolver estratégias para incluir seus alunos, como os que aprendem Libras para apoiar os surdos. Na Rede Municipal de Teresina, as equipes escolares estão indo além. Mais que dominar a Língua Brasileira de Sinais, professores, diretores e pedagogos estão aprendendo a construir a rotina escolar de uma forma inclusiva.

A Secretaria Municipal de Educação (Semec) está oferecendo uma capacitação para ensinar as equipes escolares a montar o planejamento pedagógico já incluindo o ensino de Libras. A turma aprende metodologias de ensino e compartilha ideias de projetos que disseminem a língua de sinais por toda a comunidade escolar.

Os participantes do curso já passaram pela formação básica e intermediária de Libras oferecida pela Semec. A fluência torna o próximo passo mais fácil, que é elaborar estratégias para melhorar a comunicação dos alunos surdos com todos que participam da rotina da escola.

“No curso treinamos técnicas de interpretação e tradução, pensando em ações desde a Educação Infantil até o Ensino Fundamental, para dentro e fora da sala de aula”, conta a formadora Ludmila Venâncio.

Segundo Ludmila, é importante lembrar que as metodologias de ensino são diferentes para um aluno surdo e um ouvinte, o que exige sensibilidade dos educadores. “O que estamos fazendo é planejando formas de levar a Libras, que tanto ajuda o surdo a se sentir incluído, para todo o fazer pedagógico.”, conclui.

Evento sobre autismo reúne profissionais da saúde para orientar educadores

Ascom/Semec

Falar sobre os diferentes tipos de transtornos é um importante passo para lidar com eles. Por isso, hoje (7), a Secretaria Municipal de Educação (Semec) realizou uma série de palestras sobre a contribuição da equipe multidisciplinar para a inclusão do aluno com autismo.

Participaram do evento, realizado no Centro de Formação Odilon Nunes, diretores de escolas municipais, pedagogos e professores interessados em aprender mais sobre as características das crianças autistas. A Rede Municipal de Teresina possui hoje quase 500 alunos diagnosticados com o Transtorno do Espectro Autista.

“Até 2020 teremos bem mais autistas nas salas de aulas do que temos agora, e é preciso cuidar para que tenham os mesmos direitos de aprender. Entender como ajudar esse aluno é essencial para que ele se sinta incluído, já que provavelmente não aprenderá no mesmo ritmo e nem mesmo terá comportamento igual às demais crianças”, explicou a psicóloga Érika Said.

Para organizar o momento de atualização dos conhecimentos sobre o assunto com os educadores da Rede Municipal de Teresina, a coordenadora de Educação Inclusiva do município, Teresa Fortes, também contou com o apoio de profissionais das áreas de neuropediatria, psicopedagogia, fonoaudióloga e terapia ocupacional. “Trouxemos profissionais com diferentes visões para orientar as escolas sobre como incluir na prática”, contou Teresa.

“Assim como não existe um padrão de autista, não existe fórmula para lidar, o que precisamos é fortalecer esse laço entre a equipe de reabilitação da saúde, a escola e a família, para que possamos atender melhor as necessidades de cada criança. Esse esforço coletivo é o que garante um bom desempenho dos alunos autistas em sala de aula”, destacou Samara Barros, terapeuta ocupacional.

Para a professora Lucélia Pereira, da Escola Municipal Arthur Medeiros Carneiro, a falta de informação ainda é uma barreira. “Precisamos pensar estratégias para cada aluno que temos, individualmente, e se nosso aluno autista aprende de uma forma diferente, temos que encontrar esse formato de estímulo. Esse evento nos ajuda a pensar nisso por diferentes aspectos, contribuindo com nossa prática diretamente na escola”, destacou.