130 toneladas de lixo são recolhidas durante Meu Bairro é Limpeza

Ascom/SDU Sudeste

Passada a primeira edição do projeto Meu Bairro é Limpeza, na Praça do Tancredo Neves, zona Sudeste de Teresina, levantamento da Gerência de Serviços Urbanos (GSU) mostra que a quantidade de lixo recolhida com as atividades de limpeza na região foi de aproximadamente 130 toneladas. O projeto aconteceu no último sábado (29) e levou prestação de serviços nas áreas de saúde, lazer e cidadania, contabilizando cerca de cinco mil atendimentos.

Na semana do evento, equipes da GSU, ligada à Superintendência de Desenvolvimento Urbano Sudeste (SDU-Sudeste), percorreram todas as ruas do bairro Tancredo Neves em ações de zeladoria com serviços de capina, poda, varrição, pintura de meio e remoção de resíduos urbanos. O trabalho foi desempenhado por três equipes, com total de 45 homens.

O gerente de Serviços Urbanos, Isau Araujo, fala a respeito dos números divulgados e ações no dia do evento. “Uma equipe da GSU, composta por doze pessoas, acompanhou grupos da Fundação Municipal de Saúde (FMS), superintendente Evandro Hidd e superintendente executivo Isaac Meneses, em visitas nas residências. Ao longo da semana do projeto, 14 caminhões auxiliaram nos trabalhos de coleta manual e mecanizada, removendo cerca de 130 toneladas de lixo das ruas da região”, detalhou Isau Araújo.

Para o superintendente da SDU Sudeste, Evandro Hidd, a ação no entorno do bairro Tancredo Neves teve como objetivo convidar a comunidade a participar da manutenção dos espaços públicos. “Com essa ação de zelaria pelas ruas do bairro Tancredo Neves, objetivamos conscientizar a população a respeito dos cuidados com o lixo gerado. Levando-os a participar das ações de limpeza juntamente com os agentes públicos, seja dando o destino correto ao lixo domiciliar ou, ainda, denunciando irregularidades”, enfatizou Evandro Hidd.

O projeto já existia, mas recebeu nova roupagem passando a se chamar Meu Bairro É Limpeza. A mudança de nome trouxe consigo novo formato, que busca além das tradicionais atividades de limpeza e combate ao Aedes aegypti, levar prestação de serviços de saúde com aferição de pressão arterial, testes de glicemia e realização de exames, assim como atividades recreativas nas áreas do esporte, lazer e cultura.

Transferência dos venezuelanos para novo abrigo acontece nesta quinta-feira

Os 115 venezuelanos que estão refugiados em Teresina serão transferidos para um novo abrigo na manhã desta quinta-feira (04). Os migrantes serão acomodados no Centro Social Urbano do bairro Buenos Aires, localizado na Rua Crisipo Aguiar. A chegada deles está prevista para às 8h.

“Estamos cumprindo uma obrigação humanitária e institucional que é acolher os venezuelanos. Desde a chegada deles, temos prestado, juntamente com a sociedade civil, igreja, governo e ONGs, toda a assistência necessária, distribuindo kits de limpeza, higiene, alimentação, além de disponibilizarmos espaços para eles ficarem abrigados”, explica o secretário municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas, Samuel Silveira.

Com a mudança, os venezuelanos que estão nos abrigos do KM7, Pastoral de Rua e sede do MP3 serão remanejados para o CSU do Buenos Aires, que é mais espaçoso e foi reformado para recebê-los. Já o grupo de migrantes do Piratinga permanecerá no local. Dessa forma, o número de abrigos passará de cinco para dois. Esses espaços foram cedidos pelo Governo e serão administrados pela Prefeitura de Teresina.

De acordo com a chefe de divisão de Média Complexidade da Semcaspi, Layla Paiva, a mudança deve melhorar o atendimento na área da saúde e assistência aos migrantes. “O processo de mudança facilitará o fornecimento do serviço básico por parte das nossas equipes de assistentes sociais e agentes de proteção social”, reforça.

Os venezuelanos chegaram em Teresina no dia 13 de maio. Os migrantes são indígenas da etnia Warao e estão refugiados devido à crise econômica e política na Venezuela. O número deles na capital já chegou a 206 no mês passado, mas alguns já migraram para outras cidades. Cerca de 40% são crianças e adolescentes. Os migrantes não sabem ler, não falam português e possuem dialeto e religião própria.

Alunos aprendem a construir vulcão durante as aulas de ciências

Ascom/SEMEC

Para facilitar o ensino do conteúdo na disciplina de Ciências, os professores da Escola Municipal Nossa Senhora do Perpetuo Socorro estão explorando cada vez mais o ambiente escolar para além da sala de aula. Em busca de fugir da rotina e levar mais significado para os conteúdos ensinados, a estratégia vem mantendo a turma mais interessada e melhorando os resultados dentro da sala de aula.

Segundo Moacir Escórcio de Brito, diretor da escola, o objetivo é preparar os estudantes para reproduzir na prática o que está sendo estudado em sala de aula. “Sabemos que as crianças aprendem de forma mais significativa quando podem aliar as teorias e a prática. Resolvemos tornar as aulas mais divertidas, trazendo o conteúdo para um formato que elas podem ver, sentir e tocar”, explica.

Para estudar sobre erupção vulcânica, os alunos tiveram uma aula de ciências diferente. O grupo construiu um mini vulcão de argila, que preenchido com vinagre, corante e bicarbonato de sódio, simula uma erupção. O experimento é um dos mais famosos nas feiras de ciências e costuma prender a atenção dos estudantes. Além de simples e fácil de construir, o vulcão serve para mostrar aos alunos a dinâmica de um grande fenômeno da natureza.

Moradores do Portal da Alegria concluem curso profissionalizante ofertado pela FWF

Dentro do Projeto de Capacitação Profissional para Produtividade e Renda, 20 moradores do Residencial Portal da Alegria VI-A, localizado na zona Sul de Teresina, concluíram esta semana o curso profissionalizante de operador de micro computador. A realização dos cursos se deu após uma análise técnica feita pela Fundação Wall Ferraz (FWF), que identificou a necessidade de capacitar os moradores em determinadas áreas, a exemplo do curso acima referido que é bastante exigido por empresas que atuam no ramo de Call Center.

Segundo Tâmara Coimbra, coordenadora do projeto, esta segunda etapa da capacitação atende diretamente 200 moradores, sendo eles divididos em nove cursos profissionalizantes. “Já iniciamos seis turmas, porém ainda temos vagas para os cursos de manicure, depilação e vendas, e o interessado em participar deve ser obrigatoriamente morador do bairro, já que este é um projeto específico para os moradores desta comunidade”, conta a coordenadora, reforçando que as inscrições estão ocorrendo no Centro de Artes e Esportes Unificados Ana Maria Rêgo, CEU Sul.

De acordo com o presidente da Fundação Wall Ferraz, Scheyvan Lima, com a chegada das empresas que trabalham no ramo de Call Center, aumentou o número de pessoas que buscam este tipo de curso, e para qualificá-las, a instituição está aumentado a oferta de cursos.

“Quando se faz um curso profissionalizante você tem novas perspectivas, aumenta a esperança e a autoestima, além de contribuir para o desenvolvimento da comunidade. Então, os moradores da região do Portal da Alegria, que são beneficiados com o “Minha Casa, Minha Vida”, estão tendo a oportunidade de aprender uma nova profissão e mudar de vida através da qualificação gratuita ofertada pela Prefeitura de Teresina”, pontuou Scheyvan Lima.

Todos estes cursos estão sendo realizados no Centro de Artes e Esportes Unificados Ana Maria Rêgo (CEU Sul), no Residencial Portal da Alegria, e são frutos de uma parceria entre a Prefeitura de Teresina e o Programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal. A execução dos cursos na comunidade fica a cargo da Fundação Wall Ferraz, em parceria com Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEMDUH), e ainda da Fundação Padre Antônio Dante Civiero (FUNACI).

SDU Sul pede renovação de draga para obra da Via Sul

Para dar agilidade ao andamento da obra da Marginal Poti Sul, a Superintendência Municipal de Desenvolvimento Urbano (SDU Sul), solicitou, por meio de ofício, à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMAM) a renovação da licença de operação e extração de material através de draga.

De acordo com o documento, a extração de areia vai se limitar a uma área de 17,78 hectares de coordenadas geográficas 05º 05’ 49º579 S e 42º 50’806 O. Esse material está sendo utilizado na segunda etapa da construção da via.