Prefeitura busca alugar imóveis para abrigar famílias alojadas em escolas

Com a volta das aulas presenciais, a Prefeitura de Teresina está buscando alternativas para remanejar as famílias que estão abrigadas nas escolas públicas municipais. Atualmente, são 768 famílias acolhidas, mas apenas 10% estão nas escolas. As demais estão no Programa Cidade Solidária, sendo atendidas pelo Aluguel Solidário ou pela Família Acolhedora.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Edmilson Ferreira, presidente do Comitê Emergencial que monitora as situações de vulnerabilidade causadas pelas chuvas, as equipes da Prefeitura estão realizando avaliações das moradias afetadas pelas inundações e enchentes. As casas que não oferecerem risco serão devolvidas às famílias e as outras serão demolidas.

“Todas as moradias abaixo da cota de inundação serão demolidas por apresentarem risco absoluto. As casas que estão acima da cota de inundação serão avaliadas para saber se há condições de receber as famílias de volta. Certamente, as casas que serão devolvidas passarão por reparos”, afirma o secretário.

O gestor acrescenta que, em paralelo, a Prefeitura procura alugar imóveis para os quais as famílias alojadas nas escolas serão remanejadas, ainda provisoriamente. “Estamos buscando imóveis, especialmente prédios. Temos menos de 70 famílias nas escolas e precisamos resolver essa situação de forma emergencial, mas sem aumentar o sofrimento dessas pessoas”, completa.

O secretário frisa que o prefeito Doutor Pessoa está empenhado em conseguir os recursos necessários para iniciar a construção de casas populares e que já foram mapeados terrenos municipais nas zonas norte e sul de Teresina para as obras.

“O certo é que todas as famílias que estão nos abrigos ou no Cidade Solidária terão suas residências. Ou voltarão para as casas em que estavam, se for seguro, ou irão para novas moradias. Porém, a construção passa por licitação e teremos que cumprir prazos legais. A Prefeitura não pode, simplesmente, mandar fazer as casas, tem que haver o processo legal da licitação, por isso é mais demorado. Mas o processo é contínuo e estamos trabalhando em cima dele. O prefeito entregará essas moradias o mais breve possível”, finaliza.

Veja abaixo um resumo de todas as estratégias da Prefeitura de Teresina para resolver, de forma emergencial, a situação das famílias afetadas pelas chuvas:

– Aluguel Solidário: A família é remanejada para um imóvel e a Prefeitura paga um aluguel de até R$ 300. Além disso, a família recebe cestas básicas, material de limpeza e higiene e é acompanhada por assistentes sociais.

– Família Solidária: A família é remanejada para a casa de parentes ou amigos e a Prefeitura paga uma ajuda de custo para o proprietário da casa. Além disso, a família vulnerável recebe cestas básicas, material de limpeza e higiene e é acompanhada por assistentes sociais.

– Abrigos: Caso a família não consiga um imóvel que se encaixe no Aluguel Solidário ou não tenha parentes e amigos que possam recebê-la, as assistentes sociais a encaminham para os abrigos. Atualmente, os abrigos funcionam em escolas públicas municipais, mas com o retorno das aulas presenciais, as famílias terão que ser remanejadas.

– Aluguel de prédios: a Prefeitura está negociando o aluguel de prédios para alojar as famílias que terão que sair dos abrigos montados nas escolas.

Veja abaixo um resumo de todas as estratégias da Prefeitura de Teresina para solucionar, de forma definitiva, a situação das famílias afetadas pelas chuvas:

– Remanejar imóveis irregulares: a Prefeitura, juntamente com a Caixa Econômica Federal, está monitorando imóveis entregues em antigos programas habitacionais. Aqueles que estiverem desocupados ou ocupados de forma irregular devem ser remanejados para as famílias afetadas pelas chuvas.

– Liberação de casas: a Prefeitura está fazendo uma avaliação de todos os imóveis que foram desocupados por causa das enchentes. Aqueles cujo problema pode ser resolvido sem deixar as famílias em risco serão devolvidos. Esses imóveis passarão pelos reparos necessários. Os demais serão demolidos.

– Construção de moradias: a Prefeitura já mapeou dois terrenos na zona norte e um terreno na zona sul onde é possível construir moradias populares para as famílias vulneráveis. Agora, o prefeito está buscando os recursos necessários e iniciará a licitação para a construção dessas casas o mais rápido possível.

Semcaspi participa de imersão sobre o Programa Criança Feliz 2022

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) participou da solenidade de abertura da Imersão sobre o Programa Criança Feliz Piauí 2022. O evento é uma iniciativa do Governo do Piauí, por meio da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos (Sasc).

O evento imersivo sobre o Programa Criança Feliz Piauí 2022 acontece nesta segunda-feira, (28) e segue até quarta, (30), no Diferencial Buffet, zona Leste de Teresina, tendo como objetivo debater sobre a importância do investimento na primeira infância no Brasil.

Segundo Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, dos 19 Cras de Teresina, 12 estão atuando com o Programa Criança Feliz e atualmente, um total de 1.884 famílias estão sendo acompanhadas na capital.

“Apesar da pandemia, nunca paramos de atuar. Até porque a metodologia exige atividades que fazem o uso de materiais mais simples, principalmente, o que as famílias tenham em casa. Atendemos crianças de 0 à 3 anos, gestantes, crianças beneficiárias do BPC, crianças órfãs pela Covid-19. A meta é que este programa possa atender também crianças afastadas do convívio familiar”, esclareceu.

Para Elizabeth Nogueira, coordenadora do Programa Criança Feliz, o evento é importante por ampliar o conhecimento em todos os processos de trabalho referentes à primeira infância.

“É sempre importante reforçarmos a metodologia sobre o cuidado com o desenvolvimento das crianças, que é justamente o que é aplicada no Programa Criança Feliz. Mesmo com a pandemia, a gente tem trabalho para executar as ações da melhor maneira possível, principalmente, fazendo com que as políticas públicas na primeira infância sejam fortalecidas”, pontuou.

Foto: Divulgação (Semcaspi)

Foto: Divulgação (Semcaspi)

Prefeitura monitora áreas de risco continuamente e mantém assistência a 712 famílias

A Prefeitura de Teresina registrou aumento no número de famílias retiradas de suas casas por causa das fortes chuvas dos últimos dias. Segundo o relatório divulgado na terça-feira (8), atualmente há 712 famílias acolhidas pelo poder público municipal.

“Esse número, infelizmente, tende a aumentar porque temos famílias cujos cadastros ainda não foram concluídos. O nosso trabalho não para. Estamos monitorando áreas de risco 24 horas, temos equipes de plantão e estamos dando todo o apoio e o suporte necessário para que as famílias saiam em segurança de suas casas e encontrem a melhor opção de abrigo para o momento”, explica o Secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Edmilson Ferreira, que é comandante do Comitê Emergencial que concentra as ações de combate aos alagamentos em Teresina.

Além da SEMDUH, a força-tarefa do Comitê inclui as Superintendências de Ações Administrativas Descentralizadas (SAADs), a Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros, a Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (SEMCASPI), a Secretaria de Educação (SEMEC) e o Programa Lagoas do Norte.

De acordo com a coordenadora de Habitação da SEMDUH, Valdinete Ulisses, quando uma família está em situação de risco deve acionar a Defesa Civil ligando para o número 199. “A Defesa Civil vai ao local e, constatado o risco, o Comando e a SAAD da zona correspondente são acionados. A partir daí, nós providenciamos os caminhões e as equipes para a retirada da família”, explica Valdinete.

Cidade Solidária

Quando são retiradas da situação de risco, a família passa a ser acompanhada pelas assistentes sociais da Prefeitura. Essa família deve apresentar uma opção de abrigo, como uma casa de aluguel ou a casa de um parente/amigo.

“Geralmente, as famílias têm parentes que podem ajudar. Nesse caso, elas apresentam o endereço e as assistentes fazem o cadastro no Família Acolhedora. Caso não tenha essa opção, podem procurar um imóvel para o Aluguel Solidário. Em ambos os casos, as famílias recebem cesta básica e a Prefeitura paga uma ajuda de custo de até R$ 300 para o aluguel ou para a família que acolhe”, explica o secretário Edmilson Ferreira.

O gestor frisa que o acompanhamento da Prefeitura de Teresina não para por aí. “Mesmo com as famílias já acomodadas, as assistentes continuam com as visitas para verificar do que elas precisam, como kit de higiene, roupas e etc”, acrescenta.

Abrigos

Em última instância, caso o Aluguel Solidário ou a Família Acolhedora não sejam possíveis, a família é encaminhada para um abrigo. Atualmente, há seis locais recebendo as pessoas que foram retiradas de suas casas:

– Escola Municipal Minha Casa

– Escola Municipal Nova Brasília

– Escola Municipal Domingos Afonso Mafrense

– Centro de Convivência Parque Wall Ferraz

– Centro de Convivência dos Oleiros

– Fundação da Paz

“Temos hoje, 65 famílias distribuídas nesses seis abrigos. As demais estão incluídas no Programa Cidade Solidária. A orientação é que, durante o período em que estejam nos abrigos, as famílias continuem buscando outras alternativas, mas enquanto estiverem neles, a Prefeitura, através da SEMCASPI, oferece ajuda contínua, com cestas básicas, kits de higiene e limpeza, cobertores e colchões”, afirma o secretário Edmilson Ferreira.

“Na outra ponta, estamos buscando soluções para resolver a situação de moradia dessas famílias. Não vamos autorizar que elas voltem para as áreas de risco de forma alguma”, completa o gestor.

Teresina não registra desabrigados no fim de semana

As famílias seguem monitoradas pelas equipes plantonistas da prefeitura

Mesmo com o tempo parcialmente nublado em algumas localidades da capital, a Secretaria Municipal de Defesa Civil (SEMDEF) não registrou novas ocorrências de famílias desabrigadas, vítimas de enchentes, no fim de semana.

“Com a diminuição das chuvas, o Rio Parnaíba baixou e não registramos novas famílias desabrigadas. Mas, por medidas preventivas, nossas equipes da Defesa Civil, e do Corpo de Bombeiros Civis continuam de plantão nas escolas monitorando e prestando toda assistência necessária às famílias”, pontuou o secretário da SEMDEF, Carlos Ribeiro.

Visita ao ponto de apoio onde os Bombeiros Civis estão localizados na zona Norte de Teresina. Foto: SEMDEF

Na última sexta-feira (21), a SEMDEF emitiu o Boletim sinalizando que 573 famílias encontram fora de suas residências, um total de 55 estão em abrigos e escolas disponibilizados pela prefeitura e 518 estão em casas de familiares e amigos onde são assistidas pela Programa “Cidade Solidária”.

Boletim SEMDEF sobre a situação das famílias – Reprodução: @defesacivil.the

Neste domingo (23), o prefeito Dr. Pessoa conferiu in loco os centros de acolhimento às famílias vítimas de enchentes na capital. Equipes da Defesa Civil Municipal – SEMDEF, Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas – SEMCASPI, Superintendência das Ações Administrativas Descentralizadas – SAAD, trabalham em parceria para garantir e avançar na moradia dessas famílias.

Prefeito de Teresina visita os centros de acolhimento na zona Norte. Foto: SEMDEF

Semcaspi zera fila de espera de cadastros de famílias no Auxílio Brasil em Teresina

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) zerou a fila de espera do mês de dezembro de 2021 de cadastros no Programa Auxílio Brasil (PAB), que eram 66.536 famílias assistidas e em janeiro, este número aumentou para 77.361 famílias em Teresina. Foram inseridas na folha de pagamento de janeiro de 2022, 10.825 famílias na capital.

O processo de inserção de famílias que eram do antigo Programa Bolsa Família para o PAB aconteceu de forma automática para aqueles que estavam com o cadastro atualizado e sem pendências. Já para as famílias que estavam inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) e solicitaram a inserção no novo programa até o dia 18 de dezembro de 2021, entraram para a folha de pagamento de janeiro de 2022, somente aquelas que têm o perfil social exigido.

(Foto: Ascom/Ssemcaspi)

De acordo com Allan Cavalcante, secretário da Semcaspi, para sanar as filas de espera do Programa Auxílio Brasil, os trabalhos foram intensificados, com variados tipos de atendimentos.

“Por determinação do nosso prefeito Dr. Pessoa, nós conseguimos zerar as filas de atendimentos e as famílias tiveram suas situações regularizadas e seus cadastros atualizados. Ao longo dos últimos meses, nós disponibilizamos atendimentos intensificados e descentralizados, além dos atendimentos manhã e tarde nas unidades de Cras, promovemos atendimentos itinerantes, nas sedes das associações, nas zonas rurais da capital e durante as ações do Programa Teresina Cuida de Você”, esclareceu.

(Foto: Ascom/Ssemcaspi)

Allan Cavalcante explica que as famílias que serão inseridas após o dia 18 de janeiro deste ano, só entrarão na folha de pagamento do mês de fevereiro.

“As pessoas devem procurar os Cras, que são a porta de entrada para todo e qualquer tipo de política de assistência social, especialmente, a unidade mais próxima da residência da família. Os 19 Cras da capital estão funcionando manhã e tarde. Além disso, estão passando por reformas estruturais, algumas já entregues e outras em andamento. O que irá refletir no melhor atendimento ao público”, pontuou.

(Foto: Ascom/Ssemcaspi)

QUEM TEM DIREITO?
O Programa Auxílio Brasil beneficia dois tipos de públicos: famílias em extrema pobreza, com renda familiar per capita mensal igual ou inferior a R$ 105; e famílias em situação de pobreza, com renda familiar per capita mensal seja entre R$ 105,01 e R$ 210. Nesse último caso, só serão aceitas as famílias que tenham em sua composição gestante, nutriz, crianças, adolescentes e jovens de até 21 anos incompletos, estes últimos desde que estejam estudando na Educação Básica.

Defesa Civil remove famílias em área de risco na Vila Apolônia

As famílias foram removidas para a Escola Municipal Antonio Dilson Fernandes Fotos(Ascom/SEMDEF)

A Secretaria Municipal de Defesa Civil de Teresina (SEMDEF) realizou, na manhã desta segunda-feira (3), a remoção de 15 famílias que residem em área de risco na Vila Apolônia, região do bairro São Joaquim, zona Norte da capital.
“Recebemos a solicitação, através do número emergencial 199, e logo enviamos uma equipe de bombeiros civis para o local para atender prontamente essas famílias”, afirma o secretário da Semdef, Carlos Ribeiro.

As famílias foram removidas para a Escola Municipal Antonio Dilson Fernandes onde receberão equipes da Prefeitura para melhor assistência.

Emergência

Em situações emergenciais ou em casos de dúvidas, o cidadão pode ligar para o telefone de emergência 199 da Defesa Civil ou para telefone fixo (86) 3223-7366. O atendimento via telefone é 24 horas, todos os dias da semana.

Semcaspi promove assembleias com indígenas venezuelanos para debater itens das cestas básicas

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), promoveu assembleias nos abrigos de indígenas venezuelanos para debater sobre itens que compõem as cestas básicas deste público. As cestas básicas são distribuídas uma vez por semana as famílias dos abrigos da capital.

As assembleias aconteceram nos três abrigos de indígenas venezuelanos, na semana passada, e contaram com a presença das gerências de Proteção Social Especial e Segurança Alimentar Nutricional.

Segundo Aline Teixeira, secretária executiva do SUAS/Semcaspi, as assembleias tiveram como objetivo discutir com os indígenas venezuelanos, de forma dinâmica e pedagógica, sobre os itens que constam, atualmente, nas cestas básicas.

“Os acolhidos votaram item por item e explicaram como se alimentam nas três principais refeições do dia. Dentre as solicitações, foi proposto a alternância, semanal de produtos. Por exemplo, de biscoitos doces e salgados, de macarrão parafuso e espaguete. Além do retorno do café, item que eles já tinham pedido a suspensão num momento anterior. A nossa preocupação é manter os produtos que, realmente, estão sendo consumidos, para evitar desperdícios”, esclareceu.

Aline Teixeira destacou ainda que haverá alteração no tamanho das cestas básicas a partir do mês de agosto.

“Dentre as pautas que debatemos nas assembleias, foi o tamanho das cestas. As cestas são padrão para as famílias, independente do número de componentes. A Semcaspi está avaliando, juntamente, com as equipes técnicas dos abrigos e com as próprias comissões dos abrigos sobre a quantidade de pessoas por família. A ideia é fazer com que eles recebam cestas básicas proporcionais à quantidade de componentes em cada família assistida”, pontuou.

Foto: Divulgação (Semcaspi)

SAAD Norte realiza cadastro de 60 famílias em ocupação na Grande Santa Maria

60 famílias foram cadastradas em ocupação na Grande Santa Maria (Foto: Ascom/Saad Norte)

A Gerência de Habitação (GHAB) da Superintendência das Ações Administrativas Descentralizadas Norte (SAAD Norte), realizou na última semana, o cadastro de 60 famílias que estão ocupando uma área verde no Loteamento Paulo de Tarso, localizado na região da Grande Santa Maria. O local foi batizado de Campo das Almas.

A área verde está sendo ocupada pelas famílias desde o início de maio de 2021. De acordo com Luana Barradas, superintendente executiva da SAAD Norte, o próximo passo será encaminhar o cadastramento dessas famílias para a superintendência da SAAD Norte e em seguida para o prefeito de Teresina, Dr. Pessoa.

“São 60 famílias que estão ocupando essa área. De forma pacífica realizamos o cadastramento de todas elas e agora vamos encaminhar para a superintendente Ana Paula. Em seguida, esse cadastramento será encaminhado para a Prefeitura de Teresina, e se autorizado, iremos proceder com uma investigação social dessas famílias”, disse.

60 famílias foram cadastradas em ocupação na Grande Santa Maria (Foto: Ascom/Saad Norte)

Segundo Ana Paula Santana, gestora da SAAD Norte, a intenção da pasta é garantir os direitos básicos dessas famílias e o acesso à moradia. Ela ressalta que irá provocar uma reunião com o prefeito de Teresina e buscar sensibilizá-lo no sentido de assegurar moradia e dignidade para os ocupantes do local.

“Vamos levar esse cadastramento ao prefeito e buscar uma solução para essas famílias. São famílias carentes, mas que ainda irão passar por uma investigação social, caso seja determinado pela gestão da Prefeitura de Teresina. Apartir daí, iremos buscar uma forma de contemplar essas famílias em algum programa social de habitação”, destacou Ana Paula Santana.

17 famílias carentes serão beneficiadas com novas casas

Ascom/Sdu Sul

Famílias da zona Sul que possuem moradias em situação de risco vão ganhar novas casas através do Orçamento Popular de Teresina. Serão investidos mais de R$ 580 mil na construção de 17 unidades habitacionais em diferentes bairros como o Santo Antônio, Lourival Parente, Bela Vista, São Pedro, Parque Vitória e outros. Desse total, oito já foram construídas.

A aplicação dos recursos do Orçamento Popular é definida pela própria comunidade, que aponta as principais urgências a serem resolvidas em cada bairro para que a Prefeitura realize as obras. A próxima unidade habitacional a ser entregue fica no São Pedro.

Maria da Cruz Ribeiro Santos, moradora do Parque Vitória, na zona Sul da cidade, já recebeu sua casa na Rua Boa Esperança, totalmente nova. Sua residência anterior foi derrubada pelas chuvas. “Estou muito feliz, me sentindo muito realizada”, contou Maria da Cruz. A casa possui uma sala, banheiro, cozinha e dois quartos.

No Parque Vitória, a Prefeitura também está realizando pavimentação de seis ruas. As obras, que estavam paradas por conta da pandemia da Covid-19, devem retornar na próxima semana. Serão contempladas as ruas 15 de Agosto, 15 de Novembro, Barracão, Nossa Senhora do Bonfim, Progresso e São Francisco. Ao todo, são mais de sete mil metros quadrados de calçamento que beneficiará cerca de 3.200 famílias que moram no bairro.

Programa AABB Comunidade distribui cestas básicas para os alunos participantes

Ascom/Semec

Os alunos que integram o Programa AABB Comunidade em Teresina começaram a receber, nesta quarta-feira (05), cestas com alimentos, material de limpeza, além de um kit de higiene bucal. A ação solidária é financiada pela Fundação Banco do Brasil e a Federação Nacional de AABBs.

O Programa é uma parceria da Prefeitura de Teresina, através da Secretaria Municipal de Educação (Semec), com os órgãos ligados ao Banco do Brasil. Ao todo, 100 alunos das escolas municipais José Ommati e O. G. Rêgo de Carvalho participam de atividades educativas, esportivas e culturais no contraturno escolar. Enquanto todas as atividades presenciais estão suspensas, os alunos continuam seguindo uma programação de aprendizados, mas dessa vez de forma online.

Nívia Coelho, coordenadora do Programa no município, explica que a entrega acontece em dois dias, com horário marcado e seguindo as recomendações de segurança contra a disseminação do Coronavírus. “Fizemos uma força tarefa para organizar a distribuição das cestas, obedecendo todo o protocolo sanitário e sem aglomerações. O resultado está sendo bastante positivo. Avaliamos que os produtos beneficiarão pelo menos 500 pessoas, já que contamos com cada membro da família dos alunos”, ressaltou Nívia Coelho, coordenadora do Programa no município.

Seu Antônio Alves, avô da aluna Daiane Cristina, foi receber a cesta da família. “Estou desempregado e crio três netos. Essa cesta veio em boa hora”, agradeceu.

Para o vice-presidente da Federação Nacional de AABBs, Antônio Valente, o Programa AABB Comunidade traz um impacto positivo na vida dos alunos que participam. “A distribuição dos kits contribui para amenizar o período de crise e continuar oferecendo assistência a esses alunos e suas famílias”, finalizou.