Mais de 230 famílias teresinenses recebem apoio através do Programa Cidade Solidária

Famílias acometidas por enchentes, incêndios, alagamentos e outros infortúnios seguem contando com atendimento emergencial por parte do Programa Cidade Solidária. Segundo o mais recente levantamento divulgado pela Gerência de Proteção Social Básica (GPSB) da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), 231 famílias estão inclusas em um dos dois eixos de atuação do projeto de acolhimento: Residência Solidária e Família Solidária. Devido às circunstâncias atuais de pandemia, o plano de trabalho da articulação, que busca evitar as situações de aglomeração causadas pelo acolhimento coletivo vem assumindo nova relevância.

Segundo Kania Brito, coordenadora da GPSB da Semcaspi, os números correspondem à última folha de pagamento do mês de fevereiro. A previsão é que estes se elevem ainda mais, em decorrência das fortes chuvas que vêm acometendo a capital. “Estamos aguardando os cadastros das novas famílias atendidas, que serão enviados pelas Superintendências de Desenvolvimento Urbano”, explica Kania.

As novas famílias poderão ou indicar uma família para realizar o seu acolhimento, mediante recebimento de bolsa, ou direcionar auxílio-aluguel para família locadora de uma nova residência segura. O período de quarentena vem dando preferência a operacionalização do segundo caso. O cadastro pode ser realizado após solicitação de visita da Defesa Civil Municipal, que identifica as situações de risco e realiza as remoções, juntamente com a equipe dos CRAS e das SDUs.

Os Centros de Referência em Assistência Social fazem parte da equação identificando as demais necessidades do grupo familiar; caso se identifique o cenário das mesmas, também são oferecidas cestas básicas, kits acolhimento e kits de limpeza. Embora os servidores da Semcaspi e suas unidades, entre elas os CRAS, cujos atendimentos de natureza coletivas estão em suspensão, estejam funcionando em escala de trabalho para manutenção dos serviços essenciais à população, as equipes que operam o Cidade Solidária seguem trabalhando na normalidade, sendo tomadas as devidas medidas de segurança.

“Nossas equipes seguem em atividade, articuladas com as SDUs, para oferecer o atendimento essencial que essas famílias precisam. Estamos garantindo sua dignidade frente a esses infortúnios, adotando as medidas de higienização e distanciamento necessárias para que nossos colaboradores e usuários estejam seguros”, explica o secretário da Semcaspi, Samuel Silveira. “Pedimos que o resto da população continue cumprindo as medidas de quarentena, de forma que aqueles que têm de continuar na rua, atendendo à população, corram menos risco”.

A Defesa Civil também segue suas atividades, em plantão, para assegurar que as famílias possam seguir a quarentena em residências seguras. A população pode solicitar a Defesa através de ligação gratuita para o 153. Também se pode conhecer mais sobre o Cidade Solidária por meio do número (86) 3215-7593 ou do site e das redes sociais da Semcaspi e da Prefeitura de Teresina

 

SDU monitora famílias que resistem a sair das casas

Ascom/SDU Centro Norte

Famílias que residem em áreas ribeirinhas e consideradas de risco estão sendo monitoradas pelas equipes da Gerência de Habitação (GHAB) da Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) Centro Norte. Algumas famílias foram transferidas para o Programa Família Solidária, entretanto muitas estão resistentes à mudança.

Os bairros monitorados são Poti Velho, Água Mineral, Ferroviária, Mocambinho III, Monte Alegre, Leonel Brizola, Dilma Roussseff, Parque Alvorada, São Joaquim, Vila Apolônia, Mafrense e Nova Brasília.

A gerente de Habitação da SDU Centro Norte, Valmira Rodrigues, enfatiza que é importante que essas famílias aceitem sair dessas áreas ribeirinhas. “Estamos preocupados com a segurança dessas pessoas, por isso conversamos com algumas lideranças comunitárias para que nos ajudem nesse trabalho de convencimento das famílias” disse.

Valmira ressalta que em alguns pontos o nível da água baixou, mas é preciso que haja a tranferência das pessoas para evitar maiores problemas. “Estamos com as nossas equipes em estado de alerta 24 horas fazendo o monitoramento dessas áreas’, complementa.

O superintendente executivo da SDU Centro Norte, Márcio Sampaio, informou que a Prefeitura de Teresina colocou cinco caminhões à disposição para prestar toda a assistência e fazer a transferência dos moradores. “Estamos fazendo o monitoramento e nos colocando à disposição para fazer as mudanças, mas precisamos contar com a boa vontade das famílias”, disse.

Sampaio reforça que o monitoramento dos rios está sendo feito e já se percebe uma baixa no nível das águas, mas mesmo assim é preciso ficar atento. “Nossas equipes estão todos os dias em campo, fazendo vistorias e ajudando, da melhor forma possível, as famílias que estão em pontos de atenção”, informou.

Defesa Civil segue removendo famílias de áreas de risco e garantindo quarentena segura

Ascom\Semcaspi

Em período de quarentena, a permanência em uma residência segura se torna ainda mais imprescindível. Neste sentido, um total de 121 famílias já foram removidas de áreas de risco e feito o seu encaminhamento ao programa de acolhimento emergencial, o Cidade Solidária. As solicitações por parte da população devem ser feitas através de ligação gratuita para o número 153.

A Defesa Civil Municipal (DCM) e vários outros órgãos do poder público como Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs) e dos Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) vem se articulando de forma ainda mais intensa, de forma que se enfrentem as consequências das fortes chuvas que vem acometendo a capital e elevando o nível da água do rio Poty.

“Atingimos esse número de remoção em um curto espaço de 10 dias. O trabalho continua ocorrendo, mesmo com a tendência de queda no volume dos rios. Nossas equipes estão atentas fazendo esse atendimento diariamente”, explicou o secretário municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas, Samuel Silveira.

As últimas remoções aconteceram no Povoado Santa Luz, na zona Rural de Teresina, onde duas famílias encontravam-se completamente ilhadas. A ação foi integrada ao CRAS São Vicente e contou com apoio de uma equipe de Bombeiros Civis voluntários. No mesmo dia, a Defesa Civil emitiu notificações a mais 12 famílias.

“Tivemos a participação da liderança comunitária, dos motoristas da Superintendência de Desenvolvimento Rural, e dos Bombeiros Civis. Todos desempenharam papel muito relevante de ajuda comunitária. Sem eles, não teríamos tal êxito nessa missão. Nossa gratidão a essa equipe!”, destacou o tenente Antônio Linhares, da Defesa Civil Municipal.

As famílias são levadas a novas residências através do programa Cidade Solidária, no qual se é oferecido o auxílio-aluguel para locação de um espaço mais seguro. As equipes dos CRAS participam identificando as demais necessidades e realizando a distribuição de cesta básica, kit acolhimento e kit limpeza, conforme o cenário observado.

“Procuramos essas residências para que não se levem esses grupos familiares para locais de concentrações de público, em abrigos coletivos, justamente para mais uma prevenção ao Covid-19. Trabalhamos também para que se evite a propagação dessa pandemia”, detalhou Linhares. As equipes vêm atuando pautadas pelas recomendações de higiene reforçadas, no âmbito municipal, pela Fundação Municipal de Saúde.

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) reforça que os servidores da sede e unidades de referência estão funcionando em escala de trabalho para manutenção dos serviços essenciais à população. Lembra ainda que servidores dos grupos de risco foram afastados, conforme orientações das autoridades de saúde e por meio do Decreto Municipal nº 19.531 de 18 de março de 2020, que declara situação de emergência em saúde pública no município. A Defesa Civil segue em regime de plantão, oferecendo atendimento que pode e deve ser solicitado através do 153.

Mais de 100 famílias são retiradas de áreas de risco em Teresina

Ascom/Semcaspi

A Prefeitura de Teresina tem intensificado o trabalho de assistência e atendimento às famílias em situação de risco por conta das chuvas e cheias dos rios na capital. Apesar do momento delicado contra a pandemia do vírus Covid-19, as equipes da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) e Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs) seguem trabalhando para auxiliar as famílias que têm suas casas comprometidas com as chuvas. Nos últimos três dias, 116 famílias foram removidas dos locais de risco. Somente a zona sudeste concentra 59% dos casos de desabrigamento, seguido da zona sul com 27%.

A Defesa Civil está atuando junto às SDUs e Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) de todos os territórios de Teresina para que as famílias que precisam ser retiradas das áreas afetadas possam ser devidamente atendidas. “Nós criamos um protocolo de atendimento em decorrência das enchentes. A Semcaspi, por meio das Gerências de Proteção Social, Defesa Civil e CRAS, está realizando a identificação destas famílias e dando os encaminhamentos junto as SDUs para que elas sejam inseridas no Programa Cidade Solidária, caso precisem ser removidas do local. A gestão da secretaria está dando todo o apoio, todo o suporte organizacional para que essas equipes atuem em todos os territórios”, afirma o secretário Samuel Silveira, da Semcaspi.

O tenente Antônio Linhares da Defesa Civil Municipal afirma que os volumes dos rios estão sendo monitorados diariamente. “Segundo o último boletim que recebemos as medições apontam a redução dos níveis de água nos rios. E, desde que não haja aumento de chuva nas bacias dos rios, a tendência é diminuir os infortúnios. O que temos identificado são muitos alagamentos nas regiões ribeirinhas do rio Poti bem como alagamentos e desabamento de imóveis próximo a córregos e galerias. A população pode acionar o atendimento da Defesa Civil por meio do número 153”, disse.

As equipes dos CRAS, compostas por assistentes sociais, psicólogos e servidores, estão todas em campo, mobilizadas para atuar nesse momento de atendimento emergencial às famílias. “A primeira preocupação está em retirar as famílias dos locais de risco. As equipes de CRAS vão diretamente nos locais e buscam conscientizar as famílias para que elas aceitem sair de suas residências explicando que a vida delas está em risco. Após isso, as equipes explicam o benefício Cidade Solidária e também ajudam as essas pessoas a procurar residências para acolhimento ou aluguel. As equipes também identificam a necessidade das famílias em receber outros benefícios ofertados pela Semcaspi, como cesta básica, kit acolhimento e kit limpeza”, explica Larissa Rêgo, assistente social da Gerência de Proteção Social Básica da Semcaspi.

A Semcaspi reforça que os servidores da sede e unidades de referência estão funcionando em escala de trabalho para manutenção dos serviços essenciais à população. Lembra ainda que servidores dos grupos de risco foram afastados, conforme orientações das autoridades de saúde e por meio do Decreto Municipal nº 19.531 de 18 de março de 2020, que declara situação de emergência em saúde pública no município. Destaca também que as equipes de operação do Programa Cidade Solidária estão trabalhando em consonância com as recomendações de prevenção da propagação do Covid-19.

Famílias são retiradas de áreas de risco na zona norte

Na manhã desta sexta-feira (20) foram retiradas 14 famílias de áreas de risco, sendo oito do bairro Água Mineral e seis que moram na Rua Cedro, no bairro Poti Velho, zona norte de Teresina. A ação foi executada após vistorias serem feitas pela Superintendência de Desenvolvimento Urbano Centro Norte. Além disso, estão sendo monitoradas outras casas na Vila Ferroviária e no bairro Água Mineral.

As famílias, que residiam em pontos de alagamentos, serão transferidas para casas de parentes. Cinco caminhões da Prefeitura estão fazendo serviço de transferência das famílias que moram nas áreas de risco.

O superintendente executivo da SDU Centro Norte, Márcio Sampaio, reforça que a maior dificuldade no trabalho de transferência das famílias é a resistência por parte delas. “Já conversamos com as pessoas, mas algumas ainda têm muita dificuldade em aceitar a transferência para casas de parentes”, disse.

A gerente de Habitação da SDU Centro Norte, Valmira Rodrigues, informa que a Superintendência está dando todo o apoio para as famílias. “Estamos com as nossas equipes de assistentes sociais e de fiscalização em plantão 24 horas para atender a todas as necessidades, mas precisamos contar com a colaboração das pessoas para que a gente possa realizar nosso trabalho e garantir a segurança de todos”, disse.

Valmira enfatiza que a SDU está com os caminhões à disposição para fazer a mudança das famílias na hora que for necessário. “Nossas equipes estão todos os dias em campo, fazendo vistorias e prestando toda a assistência necessária a essas famílias que estão em pontos de risco”, acrescenta.

Vistorias

Todas as gerências da SDU Centro Norte estão de prontidão. As gerências de Serviços Urbanos, Habitação e Obras e Serviços já estão em campo fazendo vistorias por toda a região.

 

 

64 famílias são removidas de áreas de risco em Teresina

Ascom/Semcaspi

Técnicos da Defesa Civil e das Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDU’s) estiveram na manhã desta quarta-feira (18) fazendo a remoção de 64 famílias que se encontravam em áreas de risco de enchentes em Teresina. Todo o trabalho foi acompanhado pelo secretário de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (SEMCASPI), Samuel Silveira.

De acordo com o levantamento feito pela Defesa Civil, 28 famílias foram removidas na Vila Beira Rio, próximo a Curva São Paulo. Foram retiradas ainda 32 que estavam na Terra Prometida, na zona Sul de Teresina e 04 no bairro Poty Velho, na zona Norte da capital.

“Nós percorremos todas as áreas que sofreram algum tipo de alagamento por conta do aumento do nível dos rios nos últimos dias. A remoção dessas 64 famílias mostra que a estratégia preventiva adotada pela Prefeitura de Teresina foi acertada. Essas pessoas serão incluídas no programa Cidade Solidária que passará a atender mais de 360 famílias desde o início do período chuvoso em Teresina”, disse o secretário.

Em paralelo ao trabalho da Defesa Civil, os técnicos das SDU’s também participaram da remoção e fizeram um pré-cadastro das famílias para a inclusão nos programas sociais existentes, no intuito de evitar qualquer tipo de aglomeração de pessoas nos colégios e em outros espaços públicos, devido a política de prevenção ao novo coronavírus.

“O nível dos rios tiveram uma redução, apesar da chuva que atingiu a cidade de Teresina na noite de ontem. No entanto, como política de prevenção da Prefeitura de Teresina, nós conseguimos fazer a remoção dessas famílias e a inclusão no programa Cidade Solidária, onde elas ficarão abrigadas em casa de parentes ou no aluguel de algum outro imóvel durante esse período chuvoso. Novos atendimentos estão sendo programados em outras zonas de Teresina para evitar qualquer tipo de transtorno nos próximos dias”, explicou Deolindo Nascimento, coordenador da Defesa Civil Municipal.

Além do apoio financeiro, o Comitê de Gerenciamento de Crise da Semcaspi vai dispor de kits de acolhimentos, higiene, limpeza e alimentação para atender a demanda das vítimas. Para fazer o acionamento da Defesa Civil,  a Prefeitura de Teresina disponibiliza para a população o número 153. A ligação para o número é gratuita e permite que os teresinenses solicitem ao órgão o monitoramento, que pode ajudar na identificação e remoção das áreas de risco.

SDU Sudeste faz monitoramento das chuvas e atua na remoção de famílias em situação de risco

Ascom/Sdu Sudeste

A Superintendência de Desenvolvimento Urbano – Sudeste realizou na manhã desta terça-feira (18) o monitoramento de áreas afetadas pelas chuvas. Acompanhado de equipes técnicas, o superintendente da SDU Sudeste, Evandro Hidd, visitou os bairros Vila Verde, Curva São Paulo e Vila Beira Rio e definiu estratégias para evitar possíveis transtornos.

Na Vila Beira Rio foram constatadas situações de alagamento próximo às casas devido ao aumento do nível do rio Poti. Para garantir a segurança e proteção da comunidade, a equipe de assistentes sociais da Gerência de Habitação da SDU Sudeste realizou o pré-cadastro de 28 famílias que serão removidas das residências em situação de risco.

A realocação das famílias será feita através do Programa Cidade Solidária, que possui duas vertentes de atuação: o ‘Família Solidária’ e o ‘Residência Solidária’. No primeiro, a pessoa acolhida indica outra família para lhe receber e a Prefeitura repassa uma ajuda de custo no valor de R$ 300. No segundo, a família deve indicar um imóvel, no valor de até R$ 300, para alugar e a Prefeitura arca com o pagamento no prazo de um ano.

Durante o período, a família é devidamente acompanhada pelas equipes de assistência social da SDU Sudeste e Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), sendo fornecido, caso necessário, cesta básica, kit acolhimento e kit limpeza.

“O monitoramento das áreas é um trabalho que fazemos constantemente na SDU Sudeste e adotado por todas as frentes de prevenção da Prefeitura de Teresina. Todas as nossas ações são definidas com o objetivo de evitar os alagamentos e, quando eles ocorrem, de minimizar os seus impactos e perigos à população”, informou o superintendente da SDU Sudeste, Evandro Hidd.

SDU Centro Norte presta assistência às famílias nas áreas ribeirinhas

Ascom/SDU Centro Norte

Famílias que residem em áreas ribeirinhas e consideradas de risco receberam na manhã de hoje (17) a visita de técnicos da Gerência de Habitação (GHAB) da Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) Centro Norte. Por questão de segurança, algumas famílias estão sendo transferidas para o Programa Família Solidária.

O superintendente executivo da SDU Centro Norte, Márcio Sampaio,  informou que o caminhão baú da Prefeitura está na Rua Cedro, no bairro Poti Velho, para prestar toda assistência e fazer a transferência dos moradores. “Estivemos visitando as famílias, que estão nas áreas ribeirinhas, conversamos com os moradores e nos colocamos à disposição para que essas famílias sejam transferidas para locais seguros”, disse.

Sampaio reforça que o monitoramento do nível dos rios está sendo feito diariamente e a expectativa com as chuvas que têm caído na cidade é que o nível suba ainda mais.  “Nossas equipes estão todos os dias em campo, fazendo vistorias e ajudando, da melhor forma possível, as famílias que estão em pontos de atenção”, informou.

A assistente social Adriana Arruda, que trabalha há mais de dez anos acompanhando as famílias que vivem em área ribeirinha, enfatiza que esse trabalho de acompanhamento é realizado durante todo o ano. “Fazemos um trabalho de conscientização para que essas famílias  entendam a necessidade de mudança para áreas mais seguras, mas ainda encontramos muita resistência por parte de algumas famílias”, explicou.

Adriana relembra que com a implantação do Programa Lagoas do Norte, o problema de algumas áreas de risco foi resolvido. “Reduzimos muitos problemas com as famílias, mas ainda temos algumas que não aceitam as mudanças e que por isso todos os anos precisamos fazer esse trabalho de monitoramento e assistência”, acrescentou.

Estão sendo monitorados os seguintes bairros: Poti Velho, Água Mineral, Leonel Brizola, Dilma Rousseff, Parque Alvorada, São Joaquim, Vila Apolônia, Mafrense, Nova Brasília e Vila Ferroviária.

Prefeitura presta assistência à famílias alagadas do Residencial Terra Prometida

Ascom/Sdu Sul

Uma equipe da Superintendência de Desenvolvimento Urbano Sul – SDU Sul está acompanhando desde a tarde de ontem (16) a situação das famílias do Residencial Terra Prometida, região do bairro Cristo Rei, zona Sul da cidade, que tiveram suas casas invadidas pelas águas.

A SDU Sul tem prestado toda a assistência necessária às famílias. “Assim que recebemos as primeiras informações de residências invadidas pelas águas mandamos uma equipe até o local”, disse Paulo Lopes, superintendente da SDU Sul.

De acordo com a assistente social da Superintendência, Claydivane Menezes, foram disponibilizados caminhões e funcionários para ajudarem na mudança das famílias. “Algumas pessoas já se anteciparam e deixaram suas casas, mas quem precisou de ajuda nós prestamos a assistência durante toda a tarde e boa parte da noite de ontem”, disse. Na segunda, 17 famílias deixaram o residencial.

Logo nas primeiras horas da manhã desta terça-feira a mesma equipe da SDU Sul foi para o local e contou com o auxílio de quatro caminhões para fazer a mudança de mais famílias atingidas. “A orientação inicial é que quem tiver alguma casa de parente que possa ficar, que se mude para esses locais. Os demais casos nós estamos fazendo os cadastros para encaminhar para o programa Família Solidária ou avaliar outras alternativas. O mais importante agora é garantir a segurança de todos”, lembrou.

A moradora Maria Benta, uma das lideranças da região, estava auxiliando esse trabalhando, principalmente com informações sobre as famílias.  O superintendente Paulo Lopes destacou ainda que a Prefeitura vai continuar auxiliando essas famílias e monitorando toda a situação.  Em situações de emergências, a população deve acionar inicialmente a Defesa Civil através do número 153.