Famílias estão empolgadas com alunos da rede municipal lendo na Educação Infantil

Ascom/Semec

Com a recente conquista de premiações das escolas de Educação Infantil da Rede Municipal de Teresina, os pais de alunos têm feito declarações que motivam ainda mais as equipes escolares. Vem da comunidade o apoio que as unidades de ensino precisam para desenvolver cada etapa do que planejam na rotina escolar.

O CMEI Nossa Senhora Maria Auxiliadora, situado no Parque Rodoviário, ganhou por duas vezes o Prêmio de Valorização do Mérito na Educação Infantil, que considera o desempenho dos alunos do II Período em leitura e escrita. Nos corredores, as crianças se divertem com a conquista: “somos bicampeões”, vibram.

No CMEI Joel Mendes, zona Norte, a surpresa dos pais foi ver as crianças começando a ler e escrever ainda bem pequenas. Vânia Rodrigues, mãe da Isadora, conta que a filha já escreve o nome, reconhece as letras do alfabeto e comenta em casa tudo que aprende na escola. “Ela tem apenas 4 anos e está bem desenvolvida para a idade. Acredito que tem muito a ver com o empenho dos profissionais”, pontua.

As estratégias de alfabetização das crianças em Teresina chamou atenção do Ministério da Educação, que passou a utilizar o município como referência para outras redes. Na capital, mais de 90% dos alunos desenvolvem as habilidades de leitura e escrita até os 6 anos de idade.

Geovana Sofia acaba de chegar ao Ensino Fundamental, com 7 anos, e a mãe não poderia estar mais orgulhosa. A família veio há pouco tempo de outro Estado e a menina passou a frequentar o CMEI Árvores Verdes, localizado na estrada da Cacimba Velha, zona rural.

“Encontramos desde o início amor e dedicação. O que minha filha não tinha aprendido em dois anos, conseguiu em dois meses no CMEI. Ficamos encantados como ela encontrou o que precisava para se desenvolver, agora está pronta para essa nova etapa, lendo e escrevendo perfeitamente”, afirma a mãe Stefane Moraes.

Para a coordenadora de Alfabetização da Secretaria Municipal de Educação (Semec), Carmem Portela, depoimentos como esses fazem todo o trabalho valer a pena. “São histórias reais que surgem de dentro das nossas escolas públicas, mostram como a educação transforma vidas e como esse processo anima todos ao redor. São evidências de que estamos no caminho certo”, finaliza Carmem.

Prefeitura divulga datas de cadastro das famílias do Residencial Betinho para regularização fundiária

Ascom/Semduh

A Prefeitura de Teresina realizou neste sexta-feira (6) uma reunião com moradores do Residencial Herberth Sousa, mais conhecido como Residencial Betinho, zona Sul da capital, para orientar as mais de 500 famílias da região sobre o início do cadastro para regularização fundiária, que acontece de 10 a 27 de março.

Nesse período, as famílias receberão a visita da equipe de cadastro da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Semduh) em suas residências para preenchimento de questionários.

“Reforçamos durante a reunião sobre a necessidade da presença de um maior de idade na residência para apresentar os documentos pessoais da família (RG, CPF, comprovante de residência) e responder a um questionário”, explicou Rogéria Sousa, coordenadora de Habitação e Regularização Fundiária da Semduh.

Ainda de acordo com Rogéria Sousa, além dos cadastros serem imprescindíveis para o acesso à regularização da moradia, após a conclusão do processo, a Prefeitura terá uma base de dados para traçar o perfil socioeconômico das famílias, que servirá para direcionar e implantar estratégias com foco no desenvolvimento urbano da região.

Aquisição de tablets vai acelerar cadastramento de 289 mil pessoas nas Unidades de Saúde

Ascom/FMS

Os Agentes de Comunitários de Saúde (ACS) irão usar tablets para acelerar o cadastramento de 289 mil teresinenses nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), ação necessária para o envio de recurso do Governo Federal, que financia a Atenção Básica. A iniciativa partiu da Fundação Municipal de Saúde (FMS) e a solenidade de entrega de 200 equipamentos eletrônicos acontecerá na quarta-feira (12), às 9h, na UBS do bairro Memorare.

Em Teresina, a meta é cadastrar mais 289 mil teresinenses nas Unidades Básicas de Saúde. “Houve mudança na forma de financiamento da Atenção Básica e o Governo Federal quer que Teresina cadastre 70% da população. Já cadastramos 66%, mas a nossa meta é cadastrar 100%. Para isso, os nossos agentes, devidamente fardados e com tablets, estão visitando as casas. A população também pode se dirigir às UBS, portando documentos pessoais”, afirma o presidente da FMS, Charles Silveira.

Atualmente, os ACS fazem visitas domiciliares e preenchem os formulários de saúde manualmente e, depois, repassam as informações para os computadores. “O nosso intuito é agilizar o trabalho desses profissionais, utilizando a tecnologia a favor da saúde. Inicialmente serão entregues 200 tablets, mas a previsão é de que todos os agentes, que são mais de 1.300, recebam esse dispositivo”, finaliza o presidente.

“Os tablets contém o sistema E-SUS, onde os agentes irão registrar informações relevantes sobre condições de saúde e de vida das famílias. Isso irá contribuir para traçar, no tempo oportuno, o perfil epidemiológico das regiões da cidade, contribuindo para criação de políticas públicas na saúde. Ficamos felizes com essas melhorias que estão sendo implementadas na Atenção Básica”, destaca o diretor de Atenção Básica da FMS, Francisco Pádua.

Os Agentes Comunitários são profissionais que estão vinculados às Unidades Básicas de Saúde e atuam como elo entre a equipe da Unidade e a comunidade. “Eles também desenvolvem ações para promoção da saúde e prevenção de doenças; realizam visita domiciliar e comunicam à equipe sobre a situação de saúde das famílias acompanhadas”, explica o gerente de ações estratégicas da FMS, Kledson Batista.

Conheça o trabalho desenvolvido nas Unidades de Saúde

A FMS mantém 91 Unidades Básicas de Saúde espalhadas em Teresina, todas informatizadas. Nestes locais, os usuários podem receber atendimento básico nas áreas clínicas. São ofertadas consultas médicas e de enfermagem, inalações, injeções, curativos, vacinas, exames, tratamento odontológico, fornecimento de medicação básica e encaminhamento para consultas especializadas.

Projeto busca famílias para acolhimento temporário em Teresina

Ascom/Semcaspi

O projeto Família Acolhedora está desenvolvendo diversas atividades para buscar a adesão de novas famílias que possam oferecer um acolhimento temporário para crianças que estão em abrigos. Até o momento, 06 famílias estão cadastradas no projeto e a meta da coordenação é chegar a 10 participantes nos próximos meses.

A gerente executiva do Família Acolhedora, Lorena Batista, explica que o acolhimento é feito durante o período em que a criança está afastada da família biológica, por decisão judicial. As famílias voluntárias são preparadas até que estejam prontas para receber e se responsabilizar pelos cuidados do menor, até que este seja reinserido à família de origem. Os pais biológicos também são acompanhados para que tenham condições de receber os filhos novamente nos seus lares.

“Nós somos um serviço de acolhimento familiar temporário para crianças em abrigo. Essas famílias acolhem as crianças em suas casas e enquanto isso, nós damos atendimentos e assistência psicossocial para suas famílias de origem. O nosso objetivo é que elas possam voltar para casa. Caso a justiça decida pela destituição familiar, a criança continua conosco até encontrar uma família para ser adotada”, explicou.

O serviço é ofertado pela Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), e oferece bolsa-auxílio às famílias interessadas em receber uma criança de R$ 500 (ou R$750, caso a criança possua alguma necessidade especial) e deve ser utilizada para o custeamento do bem-estar do acolhido.

“É um valor financeiro que busca auxiliar nas necessidades básicas que a criança tiver durante o período de acolhimento. É uma bela missão a de acolher nossas crianças, partilhando amor, cuidado e mantém vivo o convívio familiar através do serviço ofertado”, completou.

Os interessados em fazer parte do projeto podem entrar em contato pelo telefone (86) 3234-1652 e agendar uma entrevista com a equipe técnica.  Entre os principais critérios, estão: residir em Teresina, ser maior de idade (com 21 anos ou mais), ter disponibilidade afetiva para cuidar de crianças ou adolescentes, não apresentar problemas psiquiátricos, não ser dependente de substâncias psicoativas e não responder a processo judicial. Além do telefone, o Família Acolhedora também pode ser alcançado pelas redes sociais, no Instagram @familiaacolhedora1.

Lagoas do Norte reúne famílias para informar sobre intervenções da próxima obra

Ascom/ Programa Lagoas do Norte

Os técnicos do Programa Lagoas do Norte reuniram-se, na tarde desta quinta-feira (26), com moradores e lideranças que residem nos bairros São Joaquim, Mafrense e Nova Brasília para tratar sobre o início das obras projetadas para a requalificação urbana e ambiental total da Lagoa do São Joaquim e parcial das lagoas dos Oleiros, Mazerine e Piçarreira. O evento aconteceu no Centro Comunitário da Paróquia do São Joaquim.

Nessa segunda fase, o Programa Lagoas do Norte tem garantidos R$ 20 milhões para serem investidos nesta obra. Esse recurso foi conseguido através de financiamento da Prefeitura de Teresina junto ao Banco Mundial. Ao todo, são 16,7 hectares de área de intervenção.

Os projetos contemplam a revitalização das lagoas e suas margens, estruturação da drenagem para evitar alagamentos, retirada do lixo, limpeza da lâmina d’água e implantação de parques lineares dotados de espaços para lazer e prática esportiva, urbanizando a região de forma integrada com a área já construída na primeira fase do programa, possibilitando, a preservação da fauna e da flora locais. Além disso, prevê ainda a melhoria da acessibilidade e mais segurança para a população.

“Os projetos do Lagoas do Norte tem como foco principal resolver os problemas de alagamentos nas suas áreas de abrangência, protegendo as pessoas, e devolver a essas lagoas sua capacidade de armazenamento de água. Estamos conversando com a comunidade sobre a nossa próxima obra, que pretendemos iniciar em breve, explicando que a empresa trabalhará com máquinas nas proximidades das casas e, por isso, é necessário ter cuidado com o trânsito, por exemplo. Tanto o programa quanto a empresa responsável pela obra estarão em contato direto com a comunidade durante toda a execução da obra”, destacou Márcia Muniz, diretora geral do Programa Lagoas do Norte.

A moradora Mayara Andrade Bezerra, que reside na rua Jim Borralho, compareceu à reunião acompanhada da mãe. “Sei tudo que vai acontecer. Já fui visitar a Lagoa do Mocambinho que o programa inaugurou agora e achei ótimo lá. Então, o que vai acontecer aqui para a nossa comunidade também é uma melhoria de vida. Minha casa vai ser afetada parcialmente, já deu tudo certo, fiz a negociação e já fui paga”, afirmou.

Além de informações detalhadas sobre as obras nas quatro lagoas, os técnicos repassaram também orientações à população sobre os possíveis transtornos que podem acontecer durante a execução dos serviços, como poeira, trânsito de máquinas pesadas e transporte de material de construção.

Ao todo, cerca de 100 moradores compareceram à reunião. Estiveram presentes ainda o secretário municipal de Planejamento e Coordenação, José João, membros do Comitê de Acompanhamento do PLN, o vereador Nilson Cavalcante, representantes do consórcio Gimma, responsável pela obra, e lideranças da região.

Famílias recebem cestas básicas e participam de roda de conversa sobre Setembro Amarelo

As famílias do Parque Rodoviário afetadas pela tragédia que atingiu a região em abril deste ano seguem recebendo atendimento da Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi). O Programa de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF) realizou nessa quinta-feira (05) um momento de entrega de 62 cestas básicas que contou com roda de conversa em alusão ao Setembro Amarelo.

A ação fez parte de um trabalho que ocorre mensalmente, em que as famílias recebem os benefícios inclusos no programa de acolhimento Cidade Solidária. Além disso, durante a entrega de cestas realizada no mesmo dia, pelo Centro de Referência em Assistência Social Sul IV (Cras Sul IV), são realizadas palestras e rodas de conversa relacionadas a temas sociais pertinentes e relacionados aos serviços socioassistenciais do município.

Segundo dados divulgados pela Semcaspi hoje (06), 64 famílias permanecem acolhidas pelo Cidade Solidária. As obras que buscam reconstruir a região já estão sendo finalizadas pela Prefeitura de Teresina, por meio da Superintendência de Desenvolvimento Urbano Sul (SDU Sul). Ao todo, serão entregue 55 casas, sendo 25 novas construções e 30 recuperadas. As famílias que ainda estavam em áreas de risco também já foram realocadas, após a desapropriação de um terreno próximo.

Sobre o programa Cidade Solidária

O Cidade Solidária possui duas linhas de atuação: o ‘Família Solidária’ e o ‘Residência Solidária’. No primeiro, a pessoa acolhida indica outra família para lhe receber e a Prefeitura repassa uma ajuda de custo no valor de R$ 300. No segundo, a família deve indicar um imóvel, no valor de até R$ 300, para alugar e a Prefeitura arca com o pagamento no prazo de um ano. Sistematicamente, a família também é acompanhada pela Semcaspi, por meio Cras, sendo fornecido, caso necessário, cesta básica, kit acolhimento e kit limpeza.

Curso de técnicas em patchwork traz boas perspectivas de comercialização

Ascom/SMPM

Cerca de 20 mulheres atendidas pelo Serviço Amor de Tia estão sendo capacitadas através do curso de patchwork ofertado pela Fundação Wall Ferraz. A parceria com a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) deve contribuir para que essas mulheres sejam incluídas no processo de qualificação profissional, empreendedorismo e autonomia produtiva do município.

“Nosso principal objetivo é qualificar e oportunizar à algumas dessas mulheres uma profissão. Para isso, elas estão aprendendo a trabalhar com técnicas em patchwork, que utiliza diferentes retalhos de tecidos para criar uma composição única e assim a confeccionar bolsas, almofadas, dentre outros materiais. Como o objetivo do serviço é desenvolver habilidades nessas mulheres, este curso oferece a elas uma oportunidade de trabalharem de forma autônoma”, esclarece a gerente de Enfrentamento à Violência da SMPM, Lidiane Oliveira.

O curso está sendo realizado no Projeto Amor de Tia Sudeste, que fica localizado de na Rua Alto das Almas, s/n, bairro Alto da Ressurreição. A atividade que iniciou na quarta-feira (14), está sendo realizada no horário de 8h as 11h, com dez encontros programados.

Para a dona de casa, Sandra Cristina, essa é uma excelente oportunidade para trabalhar de forma autônoma, além de ajudar na renda familiar. “Estou me dedicando e não pretendo parar por aqui. Esse curso vai virar minha profissão. Vou me aperfeiçoar e oferecer aos futuros clientes produtos bem feitos e de qualidade, e com a venda do que eu produzir vou ajudar nas despesas da casa, pois só meu marido trabalha e tenho três filhos e os gastos com as crianças são muitos”, afirma Sandra.

A feirante Maria do Socorro também está participando do curso com a mãe e o marido. “Meu marido teve um problema de saúde e está afastado do trabalho, como não gosta de ficar parado dentro de casa decidiu que viria comigo e está bem interessado e empolgado. Já minha mãe, como tem uma idade avançada e mora comigo, trouxe para não deixá-la sozinha em casa. Já fiz outros cursos por aqui, e eu meu marido enxergamos nesse curso uma oportunidade de complementação para a nossa renda familiar”, esclarece.

O Serviço Amor de Tia atende mulheres em situação de vulnerabilidade e risco social e promove apoio na reconstrução da autonomia e auto-estima na perspectiva de igualdade de gênero.