Escola Municipal São Sebastião promove Café Literário para alunos em alfabetização

A turma do 1º ano da Escola Municipal São Sebastião, zona sudeste de Teresina, está trabalhando em um ritmo intenso de alfabetização. E para acompanhar o que os alunos aprenderam até agora, a professora Mara Esteves realizou o Café Literário, desafiando os estudantes a lerem suas poesias favoritas.

Para a atividade ser ainda mais divertida, a professora organizou um café da manhã e convidou os pais. O momento foi de orgulho e entusiasmo, pois quase toda a turma já lê com fluência.

O Café Literário é parte do projeto Leitura em Foco, que tem uma programação de ações voltadas para exercitar as habilidades de leitura e escrita na escola. Em espaços descontraídos, os alunos ficam à vontade para mostrar o que estão aprendendo.

“Foi uma atividade bastante integradora e divertida, onde pudemos avaliar os níveis de leitura na prática. Tomamos café junto e os pais acompanharam o desempenho dos filhos”, avaliou o diretor Luís Carlos.

 

Pais participam efetivamente e crianças começam a ler no berçário

Ascom/Semec

As turmas de berçário e toda educação infantil da Rede Municipal de Teresina possuem um diferencial que contribui com os resultados alcançados atualmente. Longe de ser apenas um espaço de brincadeiras e cuidados, as creches da Prefeitura têm uma programação cotidiana para estimular as habilidades das crianças.

Teresina é hoje referência em alfabetização no país, isso porque quase 90% dos alunos concluem o 1º ano do ensino fundamental lendo e escrevendo com fluência. No CMEI Thereza Christina, localizado no Centro da cidade, até a turma de berçário está envolvida com a prática. Cada turminha acaba de ganhar seu próprio projeto para 2019, com metas e objetivos bem definidos.

A escola lançou cinco projetos de leitura para o berçário e as turmas de maternal, todos apresentando como ponto em comum a participação da família. A ideia é que os alunos levem livros infantis para casa, leiam com os pais, façam atividades relacionadas às histórias e compartilhe o aprendizado com os colegas em sala de aula.

A diretora Raimunda Soares também pediu para a família registrar os momentos de leitura, revelando como têm sido prazeroso. “Eles já estão apaixonados pelos livros, mas a criança sozinha não consegue, então a casa precisa ser uma extensão do projeto, onde os pais assumem responsabilidades, assim temos obtido resultados incríveis. Estamos falando de crianças de 2 e 3 anos comentando os personagens, recriando, visitando bibliotecas e dando os primeiros passos com as palavras”, declara.

O Daniel de Carvalho, que é pai do pequeno Thomas Gabriel, conta que a leitura em casa virou um hábito. Desde que o CMEI passou tarefas específicas para fortalecer a participação dos pais nesse processo, acompanhar as atividades é uma responsabilidade ainda maior. “A leitura está contagiando a todos”, conclui Daniel.